TUDO POR UMA BOA HISTÓRIA

Coordenação: ANABELA NATÁRIO, ISABEL NERY, SOFIA BRANCO (Sindicato dos Jornalistas)

Como são preparadas as reportagens? Como são sentidas pelos repórteres? Que contrariedades enfrentam? Vinte e quatro jornalistas de várias gerações oferecem-nos um relato vivo sobre o que acontece no terreno, dando-nos a conhecer melhor uma profissão que, numa época de informação fácil e barata, mas ao mesmo tempo tão perigosamente manipulável, nunca foi tão importante para a democracia.

Neste livro encontramos 24 relatos sobre como se prepara e se sente uma reportagem, na perspetiva do jornalista. São textos de jornalistas, sobre jornalismo, mas não meramente para jornalistas. São para todos os que querem perceber o jornalismo e "a razão de ele ser".
No prefácio, Isabel Nery refere que "o que estes repórteres nos deixam é, ao mesmo tempo, uma lufada de esperança e um alerta para o que pode fazer perigar a missão de informar - logo, o direito de ser informado".
Nestes relatos encontramos diversos desafios que se impõe a quem quer fazer jornalismo e ficamos mais próximos daqueles que tantas vezes são criticados pela sociedade. Uma vez que, por norma, são os jornalistas a dar voz a quem quer ou precisa de o fazer, desta vez temos um livro onde a liberdade de expressão não teve limites e onde podemos conhecer esse mensageiro.
José Pedro Castanheira, Catarina Santos, Carlos Daniel, Cândida Pinto, José António Cerejo, Conceição Queiroz, Miguel Carvalho, Catarina Gomes, Sena Santos, Vânia Maia, Rui Cardoso Martins, Bárbara Baldaia, Cesário Borga, Sofia Lorena, Vítor Serpa, Ana Sousa Dias, Nuno Tiago Pinto, Ana Margarida de Carvalho, Tiago Carrasco, Ana Sofia Fonseca, Pedro Caldeira Rodrigues, Ana Cristina Pereira, Tiago Salazar e, ainda, Mário Cruz, são os notáveis 24 que dão vida a este livro.

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OS INOVADORES

Autor: WALTER ISAACSON
Editora: PORTO EDITORA

Quais as capacidades que permitiram a certos inventores e empreendedores transformar as suas ideias visionárias em realidade? O que provocou os seus saltos criativos? Por que razão alguns foram bem-sucedidos e outros fracassaram? Em Os Inovadores, Walter Isaacson dá resposta a estas questões, oferecendo-nos a mais completa história da revolução digital, uma narrativa fascinante acerca daqueles que criaram o computador e a Internet. Numa escrita empolgante e ágil, Isaacson organiza um roteiro minucioso que começa com Ada Lovelace, filha de Lord Byron e pioneira da programação na década de 1840, passa pela fundação do mítico Silicon Valley e segue até aos nossos dias, com Steve Jobs ou Bill Gates. 

Neste livro, Walter Isaacson lembra que apesar da internet e do computador serem das mais importantes invenções da nossa época poucos sabem quem os criou. Esta é a história desses "pioneiros, hackers, inventores e empreendedores" que, contrariamente ao que por vezes se imagina, trabalharam essencialmente em equipa.
Neste âmbito, o autor focou-se "em cerca de doze dos avanços mais significativos da era digital e nas pessoas que os levaram a cabo", analisando também "as forças sociais e culturais que abriram caminho ao ambiente necessário à inovação".
Além disso, Walter Isaacson recorda que a verdadeira criatividade da era digital foi fruto daqueles que conseguiram ligar as artes e as ciências, porque "acreditavam na importância da beleza". Este facto é reforçado ao longo desta obra, onde se conclui que no futuro a inovação nascerá, precisamente, "de pessoas capazes de cruzar beleza com engenharia, humanidade com tecnologia, poesia com processadores".
Uma obra admirável sobre a revolução digital, que merece a atenção de todos.

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A IMAGEM-TEMPO - CINEMA II

Autor: GILLES DELEUZE
Editora: DOCUMENTA

A teoria do cinema não recai sobre o cinema mas sobre os conceitos do cinema, que não são menos práticos, efectivos ou existentes do que o próprio cinema. Os grandes autores de cinema são como os grandes pintores ou os grandes músicos: ninguém fala melhor do que eles do que fazem. Mas, ao falarem, tornam-se outra coisa, tornam-se filósofos ou teóricos, até mesmo Hawks que não queria saber de teorias, até mesmo Godard quando finge desprezá-las. Os conceitos do cinema não estão dados no cinema. E no entanto são os conceitos do cinema, não teorias sobre o cinema. Pelo que há sempre uma hora, mais cedo ou mais tarde, em que já não se trata de perguntar «o que é o cinema?» mas «o que é a filosofia?». O cinema em si é uma nova prática das imagens e dos signos da qual a filosofia tem de fazer a teoria como prática conceptual. Porque nenhuma determinação técnica, seja aplicada (psicanálise, linguística) ou reflexiva, é suficiente para constituir os conceitos do próprio cinema. [Gilles Deleuze]

Segundo Deleuze uma reflexão insuficiente concluirá "que a imagem cinematográfica está necessariamente no presente. Mas esta ideia feita, ruinosa para toda a compreensão do cinema, é menos culpa da imagem-movimento que de uma reflexão demasiado apressada. Porque, por outro lado, a imagem-movimento suscita já uma imagem do tempo que se distingue dela por excesso ou por defeito, por cima ou por baixo do presente como curso empírico: desta vez o tempo já não se mede pelo movimento, antes é ele mesmo o número ou a medida do movimento (representação metafísica)".
O autor conclui que "entre a imagem-movimento e a imagem-tempo há muitas transições possíveis, passagens quase imperceptíveis, ou até mistos". Aliás, "do cinema clássico para o cinema moderno, da imagem-movimento para a imagem-tempo, o que muda não são só os cronossignos, mas os noossignos e os lectossignos, uma vez dito que é sempre possível multiplicar as passagens entre os dois regimes assim como acentuar as suas diferenças irredutíveis".
Por toda a teoria (que também é prática) inerente a esta obra, sugerimos a leitura deste livro aos estudantes de cinema.

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START UP EM 12 MESES

Autora: MELINDA F. EMERSON
Editora: SELF

Este livro é para quem quer fazer da sua paixão a sua profissão. Melinda Emerson decidiu criar um guia prático mensal, 12 meses passo a passo, para ajudar outros que pretendem lançar o seu negócio. Conselhos imperdíveis, tabelas com informação real e importante, e todos os passos necessários para se tornar um CEO de sucesso na aventura de criar um negócio.

Doze meses. Sim, Melinda Emerson acredita que um ano é o tempo ideal para planear um negócio de forma eficaz. 
Ter uma boa ideia de negócio é importante, mas não é suficiente para este prosperar. Nesse âmbito, Melinda revela cinco perguntas que "qualquer aspirante a empreendedor deveria responder antes de abrir um negócio", que são: Quanto custa produzir o seu produto ou fornecer o seu serviço profissional? Por quanto vai vender? O seu negócio pode ser facilmente copiado? O seu marketing faz sentido? Sabe vender-se?
Ao longo deste livro, a autora ajuda a responder a estas questões.
Assim sendo, na prática, os primeiros passos para criar uma start up em 12 meses são: organizar um plano de vida, elaborar um plano financeiro, pensar como um empresário, criar um modelo de negócio e contratar um advogado e um contabilista. Estas são as tarefas para os três primeiros meses. Depois deverá começar a delinear quem serão os clientes, a organizar as finanças, a criar uma marca para o negócio, a desenvolver o site e a criar uma estratégia de conteúdos. Nos restantes seis meses deve passar à ação, ou seja, abrir um estabelecimento (nesta fase poderá trabalhar em casa, mas convém ter uma morada comercial, por exemplo), formar uma equipa, estabelecer sistemas de apoio ao cliente e fazer um inventário para ter a certeza que está tudo no devido lugar.
Se já atravessou todos estes passos deverá estar preparado para lançar o negócio.
Melinda Emerson refere que "nos negócios, você nunca perde; ou vence ou aprende!". Portanto se têm uma ideia a fervilhar que tal lerem este livro e começarem a pô-la em prática?

TIC E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Autores: SYLVIE FAUCHEUX, CHRISTELLE HUE & ISABELLE NICOLAÏ

Será que as TIC podem ser o vetor do desenvolvimento sustentável a nível mundial? Como conseguir que o crescimento económico enverede por um novo caminho mais benéfico para o ambiente e a coesão social? Por outras palavras, como encontrar o caminho do desenvolvimento sustentável? Muitos consideram que a resposta a esta questão passa pela generalização das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC). No entanto, quais são os riscos e as oportunidades (diretas e indiretas) das TIC em relação às três dimensões da sustentabilidade, ou seja, a economia, a vertente social e o ambiente? A tese segundo a qual as TIC contribuiriam favoravelmente para o processo de desmaterialização, através da mudança estrutural da economia, é sustentável a médio e longo prazo.

Neste livro os autores pretendem demonstrar que as TIC (Tecnologias da Informação e da Comunicação) "ao contrário da perceção generalizada, não são sinónimo de conservação do ambiente, de coesão social ou até de equidade".
Nesse sentido, o primeiro capítulo desta obra destaca os desafios da relação entre as TIC e o desenvolvimento sustentável, "apresentando simultaneamente as grandes áreas de aplicação das TIC no futuro, cujas repercussões são consideradas as mais importantes do ponto de vista das políticas de desenvolvimento sustentável". Já no segundo capítulo, o enfoque recai sobre os riscos e as oportunidades das TIC para promoverem um desenvolvimento sustentável, apresentando "uma análise pormenorizada de todos os impactos diretos e indiretos sobre cada uma das dimensões do desenvolvimento sustentável, nomeadamente a dimensão económica, a social e a ambiental". Por fim, o último capítulo aborda as políticas e medidas que condicionaram a generalização das TIC em prol do desenvolvimento sustentável.
Dada a abrangência do tema, acreditamos que este livro será útil, por exemplo, a estudantes que frequentam cursos no domínio da inovação tecnológica, economia industrial, economia social, economia do ambiente e do desenvolvimento sustentável, assim como os estudantes de escolas de engenharia e escolas comerciais.

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HIMALAIAS


Autor: MICHAEL PALIN
Editora: BIZÂNCIO

Neste livro, Palin conduz-nos em mais uma incrível jornada, desta feita pelos Himalaias, começando pelo Paquistão e terminando no Bangladesh, passando pela Índia, Nepal, Tibete, China e Butão, dando-nos a conhecer, os aspectos geográficos, políticos e culturais incrivelmente diversos ao longo da maior cadeia de montanhas da terra.

Michael Palin e a sua equipa decidiram fazer um diário de viajante, apresentando os Himalaias "não do topo até à base, mas de uma ponta até à outra; do desfiladeiro de Khyber, onde num amontoado compacto de montanhas nascem as grandes cordilheiras do Kush Hindu, do Karakoram e dos Himalaias, até ao Bangladesh, onde os Himalaias, então reduzidos a poeira e areia, são varridos para a Baía de Bengala".
Neste livro, Palin acredita que conseguiu dar uma perspetiva humana dos Himalaias e lembra que encontrou "gente a viver a altitudes maiores do que as mais altas montanhas da Europa; civilizações milenares a sobrevivem em planaltos a grande altitude fustigados pelo vento; gargantas rochosas de quatro quilómetros de profundidade, através das quais os comerciantes encontram o seu caminho há milhares de anos e, por todo o lado, a religião, vibrante e colorida, prosperando no meio da adversidade".
E é com estas descrições em mente que vos convidamos a entrar nesta viagem rumo à mais alta cadeia montanhosa do mundo.

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MINUTAS E FORMULÁRIOS - Anotados e Comentados

Autor: ANTÓNIO SOARES DA ROCHA
Editora: VIDA ECONÓMICA

Minutas e Formulários integra cerca de 100 documentos, com esclarecimentos práticos e advertências suscitadas pelo autor que permitem ao cidadão comum a celebração de contratos, procurações, impugnações e reclamações, entre muitos outros atos do dia a dia.
Edição prática que faculta um conjunto de ferramentas que permitem assegurar de forma mais eficiente a garantia da defesa dos direitos, bem como o cumprimento de obrigações ou deveres contratuais que decorrem da vida em sociedade.

Talvez porque o autor acredita que "o conhecimento deverá ser ampliado, a burocracia deverá ser atenuada, o conteúdo deverá derrogar o formalismo, os serviços públicos deverão ajudar e não reprimir ou ser assiduamente parte litigante", surge este livro, muito prático, onde temos acesso a minutas e formulários que abrangem as seguintes áreas: direito civil (arrendamento; auto-impugnações; auto-recurso; comodato; contrato de empreitada; a fiança; procurações; proteção jurídica); direito de processo civil; direito executivo; direito criminal; direito fiscal; contencioso tributário, entre outros.
De realçar que o leitor deverá adaptar cada minuta à situação concreta em que pretende atuar, "retirando ou acrescentando o que for pertinente".
Partilhamos da opinião de Fátima Tavares, que escreveu o posfácio deste livro, onde a mesma reforça que esta obra nos apresenta "um conjunto de ferramentas fundamentais para que possamos fazer valer os nossos direitos, e que serão certamente uma ajuda preciosa na resolução de muitas situações com que todos nos deparamos no dia a dia".
Na realidade, além de ser uma obra de grande utilidade para advogados e solicitadores, contabilistas, entidades públicas e estudantes de direito, será claramente muito relevante para os cidadãos em geral.

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MANUAL DE GESTÃO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Autor: PEDRO B. DA CAMARA
Editora: EDITORA RH

A gestão de desempenho é um sistema-chave na gestão integrada de recursos humanos.
É através dela que se consegue um eficaz alinhamento dos colaboradores com os objetivos organizacionais, bem como a mobilização dos mesmos na prossecução desses objetivos.
Na atual conjuntura de negócios, dispor de uma força de trabalho alinhada, motivada e produtiva é um fator crítico de sucesso empresarial.
O presente manual, contextualizando a gestão de desempenho no âmbito de um modelo de gestão estratégica de pessoas e analisando o seu impacto nos sistemas que se situam a montante e a jusante, pretende dar um contributo prático de como construir um sistema desta natureza, como o implementar e como medir o seu contributo para os resultados de negócio.

Ao longo deste manual o autor apresenta-nos problemas e soluções, baseados na experiência de vida dele e consequentemente ligados à realidade portuguesa, na expectativa de "apoiar e orientar todos aqueles que se decidam a implementar sistemas de gestão de desempenho nas nossas empresas". De facto, o público-alvo deste livro são os académicos e gestores "que têm de desenhar e implementar sistemas desta natureza".
Na prática, este manual divide-se em nove capítulos onde o leitor poderá ler sobre os princípios gerais desta temática; a gestão por objetivos; o acompanhamento do colaborador ao longo do ano; a avaliação de desempenho; a entrevista de avaliação; os sistemas de notação; o processo de implementação de um sistema de gestão de desempenho; as especificidades da gestão do desempenho de colaboradores expatriados e, ainda, a respeito do impacto do sistema de gestão de desempenho noutros sistemas de gestão de recursos humanos.
Sendo os sistemas de gestão de desempenho "uma ferramenta essencial para monitorizar e controlar o desempenho da organização como um todo", acreditamos que este livro é um excelente contributo para todos aqueles que precisam de explorar esta área.

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