SEGURAR LOUCOS OU EMPURRAR ELEFANTES - Conversas sobre gestão de pessoas com líderes empresariais portugueses

Autor: RUI NASCIMENTO ALVES
Editora: EDITORA RH

Muitas organizações nacionais, apesar da adversidade dos tempos mais recentes, de um ciclo económico e social desfavorável, conseguiram manter-se viáveis, tornar-se mais robustas, lançar e desenvolver novos negócios, inovar, exportar e, com tudo isso, tornar-se mais competitivas e rentáveis.
Fizeram-no através de uma forma diferenciada de gestão dos seus líderes, colaboradores e equipas. Estes gestores e empresas optaram por estratégias radicalmente diferentes ou focaram-se no essencial? Quais os seus segredos para atrair, reter, desenvolver, motivar, compensar e reconhecer as suas pessoas? O que podemos aprender com as suas práticas de gestão?

São 30 as entrevistas que fazem parte deste livro e as organizações são as seguintes: Abreu Advogados, Almadesign, Banco Alimentar Contra a Fome, Banco Carregosa, Bensaude, Bluepharma, CIN, Critical Software, Delta Cafés, Ervideira, Four Views Hotels, Frezite, Gelpeixe, GENERG, Grupo Luís Simões, H3, Instituto S. João de Deus, Ivity Brand Corp., José Avillez, Manuel Ramos - M.A.R. Kayaks (Nelo), Nutri Ventures, Pelcor, Procalçado, RESUL, Santini, Science4you, Sovena, Thema Hotels & Resorts, WeDo Technologies e, ainda, o Wygroup.
Em cada entrevista ficamos a conhecer um pouco da evolução da empresa em geral e depois, em concreto, alguns aspetos relacionados com a questão dos recursos humanos e dos desafios que cada empresa enfrenta. Por exemplo, faziam ideia de que um negócio como o da Santini tem alguma dificuldade em manter os funcionários durante muito tempo, por ser um negócio de certa forma sazonal? Ou, o caso da Thema Hotels & Resorts que assume ser mais fácil manter os funcionários em Coimbra (porque são mais ligados à terra) do que em Lisboa (onde ficam, em média, dois anos)? São vários os pormenores com os quais cada empresa tem de lidar no dia-a-dia, devido ao seu ramo de atividade, ou localização, ou política interna, entre outros aspetos, e que tornam cada caso único.
Consideramos, portanto, que este livro é bastante interessante para os estudantes e profissionais da área dos recursos humanos, bem como, para o público em geral.

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JUSTIÇA, CORRUPÇÃO E JORNALISMO - Os desafios do nosso tempo

Autores: ANDRÉ VENTURA & MIGUEL FERNANDES
Editora: VIDA ECONÓMICA

Justiça, Corrupção e Jornalismo proporciona ao leitor uma viagem pelos meandros dos grandes casos de corrupção do nosso tempo, fornecendo novos dados e novas perspetivas sobre as negociatas de milhões e as escandalosas tentativas do poder em silenciar a comunicação crítica.
Os autores pegam em factos, lembram casos, abrem caminho para uma reflexão profunda.
Em nome do direito à informação!
Esta obra foi construída sobre um diálogo entre os autores o que a torna um projeto inovador. A intenção é mostrar às pessoas um diálogo franco e aberto entre o mundo da justiça e do jornalismo. Apresentar as diferenças sem máscaras. Encetar a discussão sem meias medidas.

Este livro, que também consideramos de real interesse para o público em geral, apresenta-se como um excelente ponto de partida para um debate aprofundado entre professores e estudantes de comunicação social. Seria mesmo interessante que alguns alunos pegassem em determinados assuntos abordados neste livro, não apenas para reflexão, como para desenvolverem trabalhos de investigação com o objetivo de responder a certos pontos cruciais do jornalismo português.
André Ventura e Miguel Fernandes, ligados ao 'Correio da Manhã' e 'CMTV', dão-nos o ponto de vista do jornalismo e do direito sobre os temas aqui desenvolvidos. Ao longo do livro, mais do que expressarem a própria opinião, os autores apresentam algumas possíveis resoluções para os problemas e condicionamentos que existem no panorama no jornalismo nacional.
Algumas das questões lançadas pelos autores são:
- Qual a relação que os jornalistas devem ter com o segredo de justiça?
- Até que ponto as "fugas de informação" devem continuar a ser o fio condutor de uma investigação jornalística?
- Que tipo de jornalismo devemos ambicionar ter em Portugal?
- Atualmente existe a possibilidade de um jornalista de constituir assistente no processo. Que pode ou deve fazer um profissional com a informação que tem em mãos?
- Outra questão que está relacionada com a divulgação de informação jurídica: a posição dos organismos judiciais em relação à partilha de informação. Faz sentido continuar a ser assim?
- O jornalista deve assumir o papel não só de transmissor de informação, de uma informação que é fidedigna, tratada e confirmada, mas também de análise crítica dessa informação? E que no fundo pode condicionar a sua própria divulgação?
Quase a terminar o livro, os autores partilham com os leitores o estatuto do jornalista e o código deontológico do jornalista.
Tempo ainda para algumas conclusões relevantes no âmbito do que foi debatido ao longo desta obra, onde os autores defendem que "a legislação penal deve prever e incluir no seu rol o crime específico de condicionamentos ou aniquilação da liberdade de comunicação social, punindo igualmente a tentativa"; "a importância da garantia de isenção e imparcialidade dos órgãos de comunicação social"; e ainda o facto de ser "tão importante salvaguardar a liberdade de mercado quanto o pluralismo das fontes que constituem a sociedade de informação", bem como "a necessidade de proteger o jornalista e as fontes de informação".

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OS USURPADORES - Como as empresas transnacionais tomam o poder

Autora: SUSAN GEORGE
Editora: BIZÂNCIO

Lobistas ao serviço de uma empresa ou de um sector industrial, presidentes executivos de empresas transnacionais, instâncias quase estatais dotadas de redes tentaculares que se estendem muito para lá das fronteiras nacionais: uma multidão de indivíduos cujo único objectivo é a acumulação de lucros, está a tomar o poder e a orientar em seu benefício as grandes decisões políticas. 
Estes usurpadores ingerem-se nos grandes temas mundiais à força de financiamentos e de trocas de favores, infiltram-se nas Nações Unidas e trabalham para construir um mundo à sua imagem. 

Susan George introduz que "não é apenas a dimensão, a enorme riqueza e os ativos que tornam as ETN (Empresas Transnacionais) perigosas para a democracia. É também a sua concentração e coesão, a sua cooperação entre si e a sua capacidade de influenciar, de se infiltrar, e em certas áreas de se substituir, na prática, aos governos. Atuam como uma verdadeira «autoridade» internacional, determinada a defender os seus interesses comerciais, o seu poder e os seus lucros em detrimento do bem comum".
Neste livro a autora afirma que, na Europa, segundo "estimativas informais" existem entre "10 000 a 15 000 lobistas em contacto permanente com eurodeputados, comissários e outros altos funcionários das direções-gerais". Esses lobistas "têm por missão promover a junk food, os OGM, o tabaco, produtos químicos e medicamentos perigosos, os maiores emissores de gases com efeitos de estufa, os maiores bancos e tudo o mais que as ETN europeias desejem conseguir".
Um facto alarmante é "ignorarmos o número exato de lobistas que operam na Europa, e muito menos o que gastam e a identidade dos seus interlocutores".
A autora realça, também, que "ceder sem a mais pequena hesitação às pressões das empresas e entregar o poder judicial ao setor privado parece não incomodar a Comissão Europeia (nem, obviamente,o governo dos Estados Unidos). Os Estados-Membros da UE e os seus contribuintes terão de pagar os custos dos processos judiciais e as indemnizações atribuídas às empresas que reclamarem ter sido lesadas nos seus lucros devido à interferência de governos eleitos".
Numa tentativa de regulamentar a atividade dos lobistas, Susan George refere que "um registo obrigatório das atividades de lóbi, não apenas a nível europeu mas em cada país, é um objetivo a perseguir até podermos efetivamente controlá-las".
Para conhecerem mais detalhes sobre as atividades lobistas, vale mesmo a pena lerem este livro, onde de uma forma muito direta a autora revela, de facto, como as grandes empresas têm mais poder do que os governos.

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INDÚSTRIA & AMBIENTE [95]

Número: 95

O grande destaque desta edição é a valorização dos resíduos.
António Guerreiro de Brito, diretor da «Indústria & Ambiente», refere que "o conceito de resíduo é um acronismo da sociedade humana que, inevitavelmente, tenderá a ser ultrapassado. Contudo, não o será facilmente, dada a sua crescente dimensão e complexidade. A estimativa de produção anual de resíduos na Europa foi, em 2012, de 2,5 milhões de toneladas. Este número é, em si mesmo, expressivo, mas também o é a assimetria do problema, reveladora do desafio ao nível global. (...) Claramente, o acronismo resíduo é um problema ambiental, social e económico porque ainda não é assumido como um sub-produto e como elemento de um ciclo de valorização. (...) Temos conhecimento, tecnologia e atitude para conseguir transformar a realidade: os materiais usados de hoje serão o recursos de amanhã."
Em entrevista, Marco Ricci, especialista em Gestão de Resíduos, "explica de que forma é feita a recolha seletiva de resíduos urbanos, nomeadamente resíduos alimentares, em Itália. Põe-nos a par dos custos suportados pelos cidadãos com a recolha e o tratamento dos resíduos e dos motivos para a divergência de valores no território nacional. Por último, explora o tópico da qualidade do composto e do mercado."

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CONSTRUÇÃO MAGAZINE [70]

Número: 70

Este número é dedicado à temática das barragens. "A habitual rubrica 'Conversas' contou com a participação de Anton Schleiss, Professor da Ecole Polytechnique Féderale de Lausanne (EPFL) e atual presidente da Comissão Internacional de Grandes Barragens, e foi conduzida pelo Dr. Mário Ferreira (EPFL). Os cinco artigos que completam o dossier abordam as seguintes questões: a legislação portuguesa de segurança de barragens, política de segurança de barragens no Brasil, sistemas de informação no controlo de segurança de barragens de betão, órgãos de segurança e exploração de pequenas barragens de aterro, e caraterização de fissuras na Barragem de Itaipu com o método MCRACK, da autoria de reputados especialistas.", tal como nos explica o diretor desta revista, Eduardo Júlio.
Conheça também o projeto da Barragem de Chafrou em "hardfill", que "constituiu um desafio técnico, que obrigou a realizar, na fase de conceção, vários estudos de forma a encontrar-se uma solução economicamente viável, de fácil construção e que se adaptasse aos vários condicionamentos naturais da zona".

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UM JARDIM DENTRO DE CASA

Autora: TERESA CHAMBEL
Editora: ESFERA DOS LIVROS

É possível cultivar plantas em qualquer sítio, gastando pouco dinheiro e pouco tempo. Este livro ilustrado é um verdadeiro manual para quem quer ter um pequeno jardim dentro de casa, na varanda, no pátio ou terraço. Teresa Chambel, depois do seu livro Um Jardim para Cuidar, traz-lhe todas as dicas, conselhos e truques para jardinar em espaços pequenos e cultivar os seus próprios produtos hortícolas.

Teresa Chambel apresenta claramente a motivação para a escrita deste livro, que passa por transmitir ao leitor os “fundamentos básicos para transformar a casa num jardim”, acompanhando umas das tendências atuais que é a autoprodução de alimentos. Logo nas primeiras páginas do livro a autora procura demover o leitor de se refugiar nas principais desculpas que levam as pessoas a não querer jardinar, como a falta de espaço, tempo ou dinheiro. Teresa Chambel argumenta que estes problemas podem ser simplesmente contrariados pela criatividade, conhecimento, e acima de tudo vontade.
Outra ideia transmitida é que a jardinagem não é uma ciência exata - “Na jardinagem temos de ser muito humildes, pois temos como «mestra» a mãe natureza, e ela vence-nos sempre!” - sendo este livro um bom manual para definir uma estratégia para obter os melhores resultados.
O livro está muito bem organizado com toda a informação relevante a aparecer sob a forma de tabelas, definições, listas e ilustrações. Para além disso é disponibilizada uma abrangente secção de fichas de cultivo de todas as espécies referidas no livro, com informação relativa ao ciclo de vida, época e cor da floração, época de colheita, rega, local de cultivo aconselhado, entre outros.

Teresa Chambel, com um vasto currículo neste contexto, é licenciada em Arquitectura Paisagista, participou em vários projectos de restauro e recuperação de jardins históricos e teve rubricas de jardins em programas da RTP e Sic Mulher. Actualmente é directora da revista Jardins e autora do blogue umjardimparacuidar.blogspot.pt.

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TECNOHOSPITAL [70]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 70

"No dossiê subordinado ao tema geral «Qualidade e controlo ambiental em meio hospitalar», coordenado pelo Chefe de Redação da TH, Eng.º Pinto dos Santos, integra-se um conjunto qualificado de artigos, 4 dos quais foram apresentados sob a forma de comunicação em sala, no IV Congresso da ATEHP, realizado no Porto, em 4, 5 e 6 de junho de 2015, e outro que foi especialmente escrito para esta edição da TH. Embora a amplitude do tema justificasse, por certo, um conjunto mais alargado de textos, a qualidade e pertinente atualidade dos 5 artigos apresentados dá-nos a certeza de que irão de encontro às necessidades informativas e formativas de quem as procura nas nossas páginas.", explica o diretor da revista, Fernando Barbosa.
Os cinco artigos acima mencionados são:
- Gestão epidemiológica em infraestruturas hospitalares;
- Abordagem inovadora no controlo da água;
- Utilização de uma plataforma integrada de monitorização como ferramenta na gestão da segurança e controlo técnico em ambiente hospitalar;
- A eficiência das novas tecnologias no controlo da infeção hospitalar;
- Projeto de refrigeração passiva do hall da entrada principal do novo Hospital Pediátrico de Coimbra.
Sugerimos, também, que leiam a entrevista a Adalberto Campos Fernandes, médico especialista em Saúde Pública.

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EGOÍSTA [55]

Revista: EGOÍSTA
Número: 55

Parabéns! A revista «Egoísta» celebra quinze anos.
Tal como nos diz Mário Assis Ferreira, no início desta bela edição, "Porque a Verdade só sobrevive na Liberdade. Porque a Esperança é o privilégio de se sonhar acordado. E porque a Criatividade é o reduto da diferença inspirada no desígnio exacerbado. Essa, a trilogia que é matrize código genético da Egoísta. Qual presságio de muitos êxitos vindouros!".
Para assinalar esta data especial, é possível ver nesta edição os seguintes trabalhos:
*Conversation piece - Vasco Graça Moura e Henrique Cayatte
*Dona Leopoldina, os uns e os 15 - Álvaro Laborinho Lúcio
*Da multiplicação da vida em estado de perplexidade - José D'Almeida
*O misterioso caso da receita de bacalhau - Mário Cláudio
*Duas horas - e quinze minutos. Um homem com um filme na cabeça - Gonçalo M. Tavares
*The Passenger - Pauliana Valente Pimentel
*O hábito de pilhar imagens - Manuel Falcão
*Instagram - Teresa C. Freitas
*Quatro velhos - Valter Hugo Mãe
*We are all made of stars - Daria Khoroshavina
*As curvas do tempo - Inês Pedrosa
*Enquanto o Inverno não chega - António Tabucchi
*Goulash - Sandro William Junqueira
*Um lugar de onde observar o tempo - Sara Figueiredo Costa
*A bicicleta -  Patrícia Reis e Rodrigo Prazeres Saias
*Bronze - Lionel Arnaudie

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