ETIQUETA NO MUNDO EMPRESARIAL

Autora: VERA TÂNGER
Editora: ESTAMPA

Etiqueta é sinónimo de boa educação, respeito pelos outros e abranges conceitos de ética, costumes e tradição. Protocolo é, por sua vez, um conjunto de regras orientadoras que definem a hierarquia, formas de comportamento e de tratamento e ordena,segundo precedências preestabelecidas, atos sociais, políticos e profissionais. Costuma-se dizer que o protocolo é composto por 20% de regras, 50% de boa educação e 30% de bom senso.

Destinado a um público alvo ligado ao mundo empresarial, este livro surge como um manual, devidamente estruturado, de boas práticas de etiqueta que podem ajudar a atingir o sucesso neste segmento tão competitivo.
A autora começa por transmitir noções de marketing pessoal, alicerçadas na linguagem corporal, na postura, na atitude e, muito importante, no valor significativo da primeira impressão. Vera Tânger explica que um candidato com menos qualificações académicas e bem apresentado tem mais possibilidades de ser bem sucedido numa entrevista do que um candidato que apresente características inversas.
Outros aspectos em destaque no livro passam pela sobrevivência no ambiente profissional – pontualidade, assédio, gafes, entre outros – a indumentária recomendada no trabalho, tanto masculina como feminina, assim como a forma como um profissional deve cumprimentar os restantes elementos de uma organização.
A autora complementa esta informação com sugestões para a elaboração de um bom cartão de visita e, ainda, como utilizar eficientemente as ferramentas de comunicação, desde o telemóvel ao CV. Dicas para o comportamento em reunião ou em refeições de negócios são também muito úteis para tirar partido destes momentos.
Escrito de uma forma muito objetiva, e acompanhado de tabelas e figuras, este livro é um bom auxílio para quem quer elevar o desempenho numa carreira no mundo empresarial.

EGOÍSTA [54]

Revista: EGOÍSTA
Número: 54

Já saiu mais uma fantástica edição da revista «Egoísta». Desta vez o tema é 'O enigma da vida'.
Intrigados?
Então desvendem nesta edição os seguintes trabalhos:
- Image maker - Guy Bourdin;
- Um artista da distância - Luísa Costa Gomes;
- A mulher que não gostava de enigmas - Helena Matos;
- como Fim e - Ricardo João Vaz;
- Enigma - Teolinda Gersão;
- Malfazer - Mário de Carvalho;
- Auschwitz não foi um acidente - Natalie Zwillinger;
- Eunigma - Miguel Gullander;
- Entre-Existir - João Rodrigues;
- Hello Winter - Pedro Ferreira;
- O mistério do relógio e as rosas de Baí - Margarida Ramalho;
- Paulina Valente Pimentel;
- A rainha das abelhas - José Eduardo Agualusa;
- Momento - Luís Pedro Nunes e Alfredo Cunha;
- A vida em centrifugação - Ana Margarida Carvalho;
- Ecce Homo - Evelyn Bencicova;
- A outra metade da maçã - José Fialho Gouveia;
- Vinho sem verdades - Mónica Franco.

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INDÚSTRIA E AMBIENTE [91]

Número: 91

"A ecoeficiência é um processo e um conceito evolutivo e não se limita à fase de produção, só sendo eficaz se for uma orientação desde a fase de inicial de conceção do produto até ao fim do seu tempo útil, garantindo uma logística apropriada para a reciclagem de recursos e a reutilização em produtos novos.", tal como nos indica o diretor desta revista, António Guerreiro de Brito.
Sendo o tema desta edição «Ecoeficiência na indústria» sugerimos que leiam os artigos que compõem o dossier sobre esta temática, nomedamente:
- A competitividade das empresas;
- Prevenção de resíduos industriais - Estudo de caso na empresa Toyota Caetano Portugal;
- Prevenção de resíduos numa perspetiva de minimização de custos dos desperdícios: estudo de caso numa empresa de curtumes;
- Ecoeficiência na indústria de produção de batata frita;
- Monitorização e controlo: ecoeficiência na indústria;
- Ecoeficiência na indústria cimenteira.

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TECNOHOSPITAL [68]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 68

Nesta edição são abordados dois grandes temas, por um lado temos o dossier sobre a «Eficiência energética em estabelecimentos de saúde» e, por outro, uma formação base ligada à engenharia que ainda existe em Portugal há poucos anos - a engenharia biomédica.
No âmbito do dossier, com coordenação do eng.º Pascoal Faísca, os artigos que poderá ler são:
- Breves notas sobre eficiência energética em edifícios (por Humberto Jorge);
- A eficiência energética na saúde (por Paulo Neto);
- A utilização de energia e a economia de energia em unidades hospitalares (por Luís Hagatong);
- Criação de uma infraestrutura tecnológica inteligente para hospitais: Melhores práticas para o seu planeamento e implementação (por Carlos Duarte);
- A eficiência energética em estabelecimentos de saúde: A iluminação perfeita (por Rui Mota).
Já no que respeita à engenharia biomédica, leia a entrevista a Miguel Morgado, coordenador do mestrado integrado de Engenharia Biomédica da Universidade de Coimbra.
Ao comprar a TecnoHospital também irá receber a revista «Magazine CENES», "cujos conteúdos visam proporcionar ao público-alvo uma leitura focada nas atividades do CENES".

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GUIA DOS TESOUROS ARQUITETÓNICOS


Autora: DIANA FERREIRA
Editora: CHIADO EDITORA

Este livro trata a análise de uma herança exímia de exemplares arquitetónicos representativos da criação humana, que acompanham a evolução da arquitetura numa ordem cronológica, assinalada por expoentes de diferentes culturas. Uma publicação para entendidos ou leigos, que pretendam aprofundar ou iniciar conhecimentos, num encontro entre a arte, a história, a cultura e a religião.
Uma viagem no tempo, desde o Egito Antigo até aos nossos dias, que nos proporciona o deleite de alguns dos mais turísticos e belos monumentos mundias,  sobreviventes aos mais duros agentes: o tempo e o Homem.

Tal como explica Diana Ferreira, "a origem da arquitetura e das primeiras urbanizações, deu-se na Mesopotâmia (atual Iraque) e no Egito, onde recursos naturais ideais para a construção, como lama e os juncos abundavam. Segundo o arquiteto alemão Ludwing Mies van der Rohe, esta arte começou quando dois tijolos foram colocados um sobre o outro, num ato auto-consciente de construir com sensibilidade artística. A partir daí as edificações têm refletido o espírito da sua época, a política, a cultura e a economia, ou pelo menos, o seu encomendador ou arquiteto. Tornou-se reflexo das sociedades e do seu tempo, das suas necessidades e preferências, revelando a habilidade do engenho humano e a sua criatividade".
Assim, neste livro são apresentados alguns exemplares representativos da evolução da arquitetura, por ordem cronológica.
Nesse sentido, neste guia poderá encontrar informação sobre a arquitetura dos faraós; a arquitetura grega e as bases da atualidade; a arquitetura do grande império romano; a arquitetura bizantina e o nascer de uma nova religião; o românico e as peregrinações cristãs; as catedrais góticas; o manuelino e os descobrimentos portugueses; o renascimento e o regresso das formas clássicas; a arquitetura muçulmana e o seu exotismo; o barroco e a contra-reforma católica; o rococó e a decoração de interiores; o neoclássico e o racionalismo; o historicismo e o ecletismo; a arquitetura do ferro e a revolução industrial; a arte nova e a natureza; a high-tech e a arquitetura das tubagens e, por fim, o desconstrutivismo e a arquitetura escultórica.
Consideramos, portanto, que este livro será de grande interesse para os estudantes de arquitetura e para o público em geral.

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CONSTRUÇÃO MAGAZINE [66]

Número: 66

A conservação do património em edifícios modernos é o tema central desta edição número 66 da revista «Construção Magazine». 
Neste contexto, Eduardo Júlio, diretor da revista, explica que "A salvaguarda - classificação e conservação - de espaços com elevado interesse cultural (em sentido lato), habitualmente designados de 'património', é um dos aspectos mais relevantes neste contexto. Nestes casos, a abrangência e a complexidade da abordagem, assim como o rigor e a qualidade dos trabalhos, são muito superiores aos das obras correntes de manutenção, reparação e/ou reabilitação de construções anónimas. E quando a intervenção reporta a património contemporâneo, as exigências não diminuem, pelo contrário, aumentando igualmente muito significativamente o risco de não serem respeitados os princípios universais, que visam preservar a autenticidade do espaço, minimizar o impacte da intervenção, e garantir a reversibilidade da solução, entre outros aspectos."
Assim, nesta edição, poderá ler os seguintes artigos:
- Património moderno: a conservação e a reutilização como um recurso sustentável;
- Habitação plurifamiliar moderna no Porto: experiências de reuso;
- As instalações académicas de Coimbra, um caso de estudo;
- Reabilitação do património moderno, o caso do Bloco das Águas Livres;
- Museu do Oriente em Lisboa.

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A RELAÇÃO ENTRE O TRABALHO E A FAMÍLIA

Organização: MARIA JOSÉ CHAMBEL & MARIA TERESA RODRIGUES RIBEIRO
Editora: EDITORA RH

Para a sociedade atual, designadamente para as organizações e as famílias, a interface entre o trabalho e família reveste-se de uma enorme importância, não só porque o equilíbrio entre estas duas esferas da vida das pessoas afeta os seus níveis de bem-estar, as suas atitudes e os seus comportamentos, mas também porque este equilíbrio está dependente, pelo menos em parte, de diferentes características do contexto familiar e do contexto organizacional. A ideia central consiste em considerar que cada trabalhador desempenha dois papéis cruciais na sua vida, o familiar e o profissional, e a vivência de cada um deles não acontece de forma isolada. Com este livro temos como principais objetivos: explicitar os vários constructos implicados nesta interface, integrando-os nos respetivos referenciais teóricos por forma a clarificar a sua diferenciação, mas também a sua interrelação ou interdependência e dar a conhecer a tradução, adaptação e validação para o contexto Português de algumas das medidas internacionais mais utilizadas na área.

Este livro divide-se em cinco capítulos. No primeiro, sobre «Trabalho-Família: uma questão de equilíbrio» as autoras realçam a importância de se considerar as diferentes etapas da família, por exemplo, uma família onde nasce um bebé ou uma família com adolescentes têm dinâmicas diferentes, que podem e devem ser consideradas no equilíbrio entre o trabalho e a família. Já no segundo capítulo, «A interface entre o trabalho e a família», "define-se a relação entre estas duas esferas da vida e mostra-se a evolução de uma conceção negativa, de conflito, para uma que inclui as vantagens que podem existir com a acumulação destes dois papéis, o profissional e o familiar". No terceiro capítulo é apresentado um estudo que analisou as relações entre o conflito ou a interferência negativa do trabalho na família e o conflito ou a interferência negativa da família no trabalho e as respetivas repercussões. Por sua vez, no quarto capítulo, surge um estudo sobre «O equilíbrio trabalho-família e suas repercussões no bem-estar», cujos resultados mostram que existem "maiores níveis de enriquecimento nos indivíduos casados e de conflito em indivíduos com filhos, especialmente em fases de ciclo familiar exigentes". No último capítulo, apresenta-se um estudo que mostra que, efetivamente, é importante as organizações apostarem numa flexibilização de medidas até aqui voltadas para o conflito ou para o enriquecimento, sublinhando-se a importância das medidas que promovam o enriquecimento trabalho-família.

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UM GRÃO DE AREIA EM 40 ANOS DE CIDADANIA E AMBIENTES

Autor: ANTÓNIO ELOY
Editora: ESFERA DO CAOS

A estória do passado deve apoiar-se no presente.
Sem presente não há passado para contar e gente para o discutir. Marc Bloch diz-nos isso num dos seus textos sobre a falsificação da História.
Neste Grão de Areia as falsificações também são abordadas, desde o mitológico Viriato às estórias, muitas estórias das lutas ecológicas portuguesas… mal contadas, deturpadas, omitidas, ou ditas por gente que ouviu dizer.
Com as suas vitórias e fracassos, esta é uma estória contada por um protagonista desta História, que por ela foi semeando grãos...
É uma das versões do Ambiente em Portugal em 40 anos de democracia.
Um livro que conta segredos e aventuras, e que reflecte um profundo envolvimento com a polis.

Este livro divide-se em duas temáticas principais, por um lado as liberdades individuais e, por outro lado, a ecologia política.
Tal como nos elucida Paulo Trigo Pereira, no prefácio deste livro, existem duas gerações de leitores deste livro. "Os que já eram, ou se sentiam, suficientemente maduros em Abril de 1974 e que viveram a revolução e o que se lhe seguiu, e os que ainda não eram nascidos nessa data, ou eram muito novos...", por isso, para os primeiros, este livro, "ajuda a avivar memórias; para os segundos é um poderoso testemunho do exercício de cidadania numa sociedade civil". Acima de tudo, "em qualquer caso é um livro inspirador".
Quem comprar este livro está a contribuir para a Secção Portuguesa da Amnistia Internacional, da qual o autor é membro.

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