ALTAS DO ZOOPLÂNCTON MARINHO E ESTUARINO DA COSTA ATLÂNTICA

Autores: FERNANDO MORGADO; LUÍS R. VIEIRA; PEDRO RÉ & AMADEU SOARES
Editora: AFRONTAMENTO

Há cerca de três décadas que os autores deste atlas se dedicam ao estudo do plâncton marinho e estuarino. Embora as abordagens temáticas tenham sido diversificadas, com significativas mudanças e evoluções científicas e tecnológicas, a identificação taxonómica e os guias de identificação continuam a ser áreas de impulso para todos os projetos biológicos e oceanográficos, especialmente aqueles que lidam com estudos de base relativos à ecologia, biologia e poluição marinha. Profissionais e estudantes de pós-graduação procuram constantemente informação sobre a identificação taxonómica que normalmente se encontra distribuída por vários livros e revistas. Este guia constitui uma oportunidade de fornecer informações relativas à classificação taxonómica e descrição dos organismos planctónicos marinhos e estuarinos da costa atlântica. Todas as figuras são suportadas por descrições de identificação pormenorizadas, assim como fornecidos detalhes de identificação e descrição taxonómica das espécies, assumindo uma importância fundamental para o desenvolvimento de uma grande variedade de estudos científicos. 

Este altas, resultado da colaboração entre as Edições Afrontamento e o Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, foi criado com o intuito de "satisfazer um certo número de propósitos de natureza muito diversa, sendo o principal o de fotografar organismos zooplanctónicos no seu estado natural.". Neste altas "foram seleccionadas apenas os organismos intactos, mas nas amostras contêm normalmente uma grande quantidade de partes do corpo de uma grande diversidade de organismos como por exemplo, antenas, espinhos, peças bucais, etc.". De facto, neste altas "os organismos zooplanctónicos mais relevantes dos estuários e da costa Norte Atlântica, na sua maioria até ao nível de espécie, são identificados, descritos e fotografados detalhadamente, efectuando a sinopse da sua taxonomia.". Este altas está dividido em duas partes: na primeira é apresentada a sistemática dos principais organismos zooplanctónicos, na segunda parte é apresentado um extenso altas fotográfico das principais espécies.
Assim, este atlas visa ser "uma referência importante para o estudo das comunidades zooplanctónicas de ecossistemas das zonas costeiras".
Consideramos que guia de identificação e descrição de grupos e espécies do zooplâncton terá grande utilidade para investigadores, professores e planctonologistas.

O DECRESCIMENTO

Autor: NICHOLAS GEORGSCU-ROEGEN

O pensamento económico ocidental, ao considerar o processo económico como um movimento mecânico de vaivém entre produção e consumo inserido num sistema fechado, ignorou, por completo, a metamorfose da ciência desde a dupla revolução de Carnot e Darwin: a descoberta da entropia e da evolução. Fundamentada no dogma mecanicista, cada vez mais anacrónico, a ciência económica do crescimento negligencia as dimensões biogeofísicas da atividade humana e nega a existência da biosfera da qual dependemos.
Fechada no seu modelo mecanicista retirado da prestigiosa Mecânica racional da Europa Clássica, a ciência económica da nossa civilização Termoindustrial ignora as interações reais entre atividade tecnoeconómica, prolongamento da evolução biológica, e as transformações do meio ambiente planetário.
Esta obra que o Instituto Piaget publica, com o apoio da Fundação EDP através do Programa Livros com Energia, situa-se no âmago do debate atual sobre a crise da nossa civilização.

Nicholas Georgescu-Roegen (1906-1994) deixou um legado imenso e mal conhecido do grande público. O seu trabalho "oferece uma demonstração clara e irrefutável de que, à escala mundial, já não se pode tratar hoje de «crescimento sustentável», nem sequer de «crescimento zero» ou de «estado estacionário», mas é o decrescimento que doravante é inelutável para assegurar uma (sobre)vivência duradoura da humanidade na Biosfera do nosso planeta Terra".
Na prática, este livro divide-se em quatro partes essenciais: 
- a lei da entropia e o problema económico;
- a energia e os mitos económicos;
- o estado estável e a salvação ecológica: uma análise termodinâmica;
- a degradação entrópica e o destino da tecnologia humana.
"Nicholas Georgescu-Roegen, pioneiro da transdisciplinaridade convida-nos a retirar as consequências teóricas e práticas da termodinâmica do desenvolvimento industrial, o que implica, bem entendido, que se conceda finalmente uma certa atenção às dimensões sociais da termodinâmica, a mais industrial das ciências da natureza, a mais económica das ciências físicas. (...) Ao evidenciar as relações íntimas entre a Lei da Entropia e o processo bioeconómico, Georgescu-Roegen desvela uma verdade propriamente ecológica, que doravante se impõe a toda a gente: o desenvolvimento económico não pode prosseguir impunemente sem uma profunda reestruturação e uma reorientação radicalmente diferente".
Concluímos, portanto, que esta é uma obra de destaque no âmbito da economia ecológica e da ecologia industrial.

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O CLUBE SECRETO DOS PODEROSOS

Autora: CRISTINA MARTÍN JIMÉNEZ
Editora: MATÉRIA-PRIMA

Há 61 anos que Bilderberg, o clube mais restrito e poderoso do mundo, se reúne. A um grupo limitado de membros efetivos, do qual faz parte o português Francisco Pinto Balsemão, junta-se todos os anos um rol de convidados dos quatro cantos do mundo.
Mas o que é afinal o Clube de Bilderberg? Como atua? Porque surgiu? Quais os seus planos? Que ideologia defende? Quem são os seus membros? Que relações existem entre esta organização e os grandes acontecimentos políticos, económicos e sociais à escala mundial?
Sabia que tanto Blair, como Obama ou José Sócrates subiram na hierarquia do poder depois de terem passado por uma das reuniões anuais de Bilderberg?

Com um discurso forte e que chama o leitor à realidade, a autora expõe o ponto de vista dela, fundamentado pela investigação que a própria levou a cabo enquanto jornalista.
Antes de explicar como funciona o Clube de Bilderberg, a autora reforça que o leitor "poderá ou não acreditar no que vai ler", até porque este Clube foi "um segredo muito bem guardado", uma vez que, "foi preciso passarem 52 anos desde a fundação para uma reunião do Clube de Bilderberg aparecer numa machete de jornal". Segundo a autora "desde a sua criação, não há um único líder contemporâneo de ambos os lados do Atlântico que não tenha assistido a Bilderberg. O Clube funciona como um centro de recrutamento de jovens promessas. Há muitos, mas os exemplos mais famosos são os de Bill Clinton e Tony Blair". 
Neste livro também se faz referência ao Clube Bilderberg em Portugal, onde, entre outros aspetos, Cristina Martín Jiménez conclui que "através do resgate a Portugal, Bilderberg conseguiu tirar a soberania ao País e passá-la para uma entidade supranacinonal: a Troika, formada pela Comissão Europeia, o FMI e o BCE. À frente dos três organismos Bilderberg colocou os seus membros: Durão Barroso - substituído em novembro de 2014 por Claude Junker -, Christine Lagarde e Mario Draghi. Desta forma, comprovamos que o atentado à democracia, que deveria passar pela representação e gestão da causa pública nos parlamentos, é tão evidente em Portugal como no resto das nações que fazem parte do Clube".
Se ficaram curiosos sobre a forma de atuação de Bilderberg recomendamos que leiam este livro.

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ESCOLA DO PORTO: LADO B | 1968-1978 (Uma história oral)

Autores: NUNO FARIA & PEDRO BANDEIRA
Editora: SISTEMA SOLAR

«Há momentos na história (da arte, da arquitectura) em que se torna particularmente aguda a necessidade de haver uma separação das águas, uma radicalização dos conceitos e das práticas, uma superação dos meios e da linguagem. O livro "Escola do Porto: Lado B" revisita, em forma de história oral, um conjunto de propostas de intervenção não conformistas e indisciplinadas que, entre 1968 e 1978, no seio da ESBAP, questionaram radicalmente o modelo dominante e que, sendo algumas delas extraordinariamente actuais, encontram no CIAJG, em articulação com o projecto Parque de Ricardo Jacinto, o lugar e o tempo certo para serem reconsideradas. "Escola do Porto: Lado B" nasceu de um notável trabalho de campo realizado por Pedro Bandeira, na senda de outros inovadores projectos que vêm definindo uma marca autoral transdisciplinar, que mescla, com rara subtileza, rigor na investigação e ironia na proposição. Evocando o espírito da época, poderíamos dizer que este é um dos momentos em que as atitudes se tornaram forma.»Nuno Faria

Este é um catálogo publicado por ocasião da exposição "Escola do Porto: Lado B – 1968-1978 (Uma história oral)" [25 de Outubro 2014 – 11 de Janeiro 2015, na Plataforma das Artes e da Criatividade / CIAJG, Guimarães], produzida pelo Centro Internacional das Artes José de Guimarães.
É uma edição bilíngue, em português e em inglês, e conta com vários testemunhos que resultam de uma série de vinte e três entrevistas informais.
Neste livro poderá encontrar o 'lado b' da história oficial, ou seja, "histórias que oscilam entre dois pólos: entre a utopia social e política fortemente influenciada pelo Maio de 68; e a utopia formal e disciplinar que caracterizou o pensamento radical na década de 1970.".
Assim, poderá ler sobre a 'Organização insurreccional do espaço', um projeto desenvolvido em 1975 pelos alunos Mário Ramos e Fernando Barroso, que se apresenta "como uma visão crítica de todas as formas de poder político e ideológico" e onde "a sua maior dimensão crítica reside no seu âmbito disciplinar, ao anular parcialmente um dos espaços mais emblemáticos da cidade do Porto: a Avenida dos Aliados.". Em seguida este livro guia-nos até ao 'requiem por uma experiência', que se refere ao "regime experimental" do ano letivo 1960-70, na ESBAP, organizado por temas e não por anos, sem horários nem faltas, que incentivou alguma liberdade nas metodologias de ensino, mas que não se veio a repetir. Daqui partimos para a 'responsabilidade social', onde os alunos de Teoria e História I (de 1970-71) foram desafiados por Octávio Lixa Filgueiras, a criar um "atlas" de imagens recortadas, que englobou temas como a cidade, o quotidiano, o transporte, a poluição, a habitação, o progresso, a tecnologia e, ainda, o futuro, onde "alguns trabalhos arriscam, ao sabor da primavera marcelista, a denúncia dos problemas da habitação e das desigualdades sociais". Quanto à 'arquitetura analítica' Lixa Filgueiras pediu aos alunos para fazerem um levantamento à escala de 1:100 e 1:20, de todas as casas e comércios do bairro do Barredo no Porto. "Os levantamentos de Filgueiras dão conta de uma realidade urbana, quotidiana, tomada a partir de dentro". 
Entre outros, também a 'ecologia' foi tema relevante, tendo como resultado, por exemplo, uma exposição em 1975 sobre 'ecologia e energias verdes', na Avenida dos Aliados, "que alertava para as questões relacionadas com a poluição, as variações climáticas, o perigo da radioatividade, o esgotamento das matérias-primas, etc.".
Já o processo 'SAAL', desenvolvido na ESBAP, partiu do princípio do 'direito à habitação' reivindicado pela população já em liberdade e da reivindicação do 'direito à cidade'. O SAAL levantou questões como a autoconstrução, a ocupação de espaços devolutos ou desabitados e o desurbanismo. De facto, "o SAAL norte foi um momento de empenhamento de alunos e professores numa causa excepcional que não teve mais repercussão. Antes pelo contrário, a sensibilidade ao tema social, revelou-se inversamente proporcional ao crescimento da escola e do seu reconhecimento internacional".
Como finda Pedro Bandeira "O que podemos nós aprender com o 'Labo B' da 'Escola do Porto'? Havia alternativas, havia experimentação, havia radicalidade, havia (por mais paradoxal que pareça) pensamento livre em tempo de ditadura, havia esperança e sentido de futuro e não menos importante, havia espaço para errar.".
Por tudo o que foi aqui exposto só podemos concluir que este livro deve fazer parte das leituras de todos os aspirantes a arquitetos.

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AS PALAVRAS QUE FAZEM VENDER MAIS

Autores: DOMINIC GILBERT & CHRISTOPHE COMPAN
Editora: MONITOR

Alguns vendedores têm sucesso… Outros não. Então qual é o segredo dos melhores vendedores? No decorrer dos anos os vendedores criam uma linguagem do sucesso, experimentada e rodada no terreno. Há 10 anos, no terreno e em acções de formação. Dominic Gilbert e Christophe Compan estão em contacto com vendedores, chefes de vendas, inspectores de vendas, agentes comerciais, promotores de vendas e tantos outros, de empresas de todas as dimensões. A partir desta experiência excepcional elaboraram um método prático, simples e eficaz para vender mais e melhor.

Este livro pode ser encarado como um guia de trabalho. Para começar há três aspetos essenciais a ter em conta: os gestos, o sorriso e olhar. Depois perceba quais são as melhores palavras para conseguir marcar uma entrevista, para estabelecer o primeiro contacto, as palavras da descoberta, da argumentação, as palavras para tratar as objeções e, claro, as palavras da conclusão do seu discurso.
Com efeito, "a arte do vendedor consiste em interessar o cliente, em o compreender, apresentar o seu produto de maneira satisfatória a atractiva para o cliente, desarmar as objeções e finalmente concluir a venda. Cabe ao vendedor respeitar estas etapas evitando por exemplo argumentar antes de ter feito a descoberta do seu cliente ou tentar uma conclusão sem ter esclarecido completamente as objeções.". 
Para dominar as cinco fases da venda (contactar, descobrir, argumentar, tratar e concluir) sugerimos que leiam este livro, no qual certamente irão recolher algumas dicas para tornarem o vosso discurso mais eficaz.

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TREINAR O TREINADOR

Autores: NUNO GUIA & DUARTE ARAÚJO
Editora: PRIME BOOKS

Existem inúmeras metodologias para o treino dos jogadores e das equipas, mas são escassos os métodos de treino que se destinam ao treinador. Aquele que é apresentado neste livro centra-se nos cenários de tomada de decisão, que resultam de entrevistas efetuadas a treinadores portugueses de alto nível, que apresentaram situações competitivas com que se depararam no decurso da sua atividade. Este relato e resolução de casos práticos reais (nove, ao todo), a que a maior parte das pessoas não tem acesso, é apresentado de modo a que os treinadores de futebol possam aprender e treinar a a tomada de decisão.

Tal como refere Francisco Silveira Ramos, ex-presidente da Associação Portuguesa de Treinadores de Futebol, "este livro coloca-se, no atual estado de conhecimento e conceção do treino, como um contributo marcante porque assume com clareza as tendências atuais de valorização equilibrada das diferentes variáveis no rendimento desportivo. Evidencia que o treinador tem um papel decisivo no reconhecimento do adequado peso de todas elas e da sua sistémica conjugação, como base fundamental da sua intervenção.". 
Posto isto, estamos perante um livro que se divide em 10 partes essenciais:
- o futebol, o contexto e o treinador;
- as necessidades decisionais dos treinadores;
- a tomada de decisão;
- métodos de treino da tomada de decisão;
- método de treino das habilidades decisionais;
- aplicar o treino das habilidade decisionais;
- os cenários de tomada de decisão e as ferramentas para os explorar: uma proposta de quatro sessões; 
- prática em cenários de tomada de decisão para o treinador de futebol;
- avaliação da tomada de decisão do treinador.
De realçar que, o método de Gary Klein do Treino das Habilidades Decisionais, que serve de base para este livro, "nunca foi aplicado, testado e avaliado com treinadores de futebol. Esta abordagem foi originalmente desenvolvida com o objetivo de treinar os líderes de equipas de corporação, os US Marines (...). Mas desta vez será demonstrada a forma como se pode aplicar ao treinador de futebol". Isto torna, obviamente, esta obra ainda mais interessante e inovadora. Sendo o objetivo do livro "treinar o treinador de futebol". E para tal, os autores entrevistaram alguns treinadores de referência como: Carlos Carvalhal, Daúto Faquirá, Domingos Paciência, José Couceiro, Jorge Jesus, Manuel Cajuda, Paulo Bento, Rui Dias e Ulisses Morais.
Em suma, estamos perante uma obra de referência para todos aqueles que desejam ser treinadores de futebol.

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GUIA DE ARQUITECTURA - Espaços e edifícios reabilitados (2ª edição)

Autores: NUNO CAMPOS & PATRÍCIA MATOS
Editora: VIDA ECONÓMICA

Guia de viagem com as mais interessantes obras de reabilitação em edifícios e espaços realizadas em Portugal a partir de 1974 até 2012. Fique a conhecer tudo o que a arquitetura fez de melhor pela reabilitação.
Edição bilingue com mapas e  fotografias a cores, textos explicativos, informações úteis e coordenadas GPS.

Neste livro pode encontrar mais de 150 edifícios reabilitados de norte a sul de Portugal e ilhas.
Aos autores interessaram sobretudo "as intervenções de reabilitação mais complexas, aquelas que implicaram a reconversão ou adição de usos como meio de intervir no património construído, afastando-o do conceito objecto de mera contemplação parado no tempo, possibilitando assim a reutilização de antigas estruturas edificadas na sociedade actual".
Com efeito, devido a um conjunto de fatores, a recuperação de edifícios tem-se tornado cada vez mais frequente e, consequentemente, o trabalho dos arquitetos também se tem direcionado para a reabilitação.
De realçar que os autores visitaram todos os edifícios aqui apresentados, "para assim melhor compreender o impacto e as relações estabelecidas entre o novo e o antigo, entre o edifício e a sua envolvente". Se quiser seguir as pisadas dos autores, poderá orientar-se com as coordenadas GPS incluídas neste guia e tomar as suas notas diretamente no livro. Contudo, caso não possa deslocar-se aos locais, tem aqui uma excelente forma de conhecer estes edifícios sem sair do seu lugar.
Este livro está integralmente escrito em português e em inglês e ainda conta com uma entrevista a Álvaro Siza Vieira, Eduardo Souto Moura e João Mendes Ribeiro.

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MANUAL DE ESTRATÉGIA - Conceitos, prática e roteiro

Autores: JOSÉ CRESPO DE CARVALHO & JOSÉ CRUZ FILIPE
Editora: SÍLABO

Com clareza e simplicidade de linguagem, esta obra arruma Escolas do Pensamento Estratégico, aborda as influências das várias áreas e disciplinas no desenvolvimento da estratégia, percorre, de A a Z, o raciocínio estratégico e o que deve ser uma boa prática estratégica – análise, formulação e gestão estratégica – e engloba ainda um roteiro para orientar o leitor no seu dia-a-dia estratégico.
É dirigido a um vasto conjunto de públicos, desde alunos do 1.º, 2.º ou 3.º ciclos do ensino superior que pretendam um condensado sério sobre estratégia até profissionais ou meros curiosos que nele procurem a orien­tação para os conceitos e as práticas estratégicas mais usuais. Um instrumento único, imprescindível em qualquer biblioteca.

Este livro divide-se em três partes essenciais: primeira parte - conceitos e fundamentos; segunda parte - gestão estratégica; terceira parte - um roteiro para a gestão estratégica.
Ou seja, na primeira parte os autores abordam a natureza do problema estratégico; as origens e as escolas do pensamento estratégico; a estratégia e valor e, ainda, o processo de gestão estratégica. Na segunda parte, os autores escrevem sobre definir uma visão estratégica; a análise estratégica: o referencial genérico; a análise estratégica em ação: análise do meio envolvente; a análise estratégica em ação: análise da empresa; formulação da estratégia: que caminho queremos seguir / estratégias competitivas / estratégias corporativas / estratégias funcionais; a implementação da estratégia; o controlo estratégico. Já na terceira e última parte, os autores fazem um roteiro para a gestão estratégica, baseado nos capítulos anteriores, que é "em simultâneo, uma síntese coerente e um guia prático da gestão estratégica".
Por todos os pontos que mencionamos, concluímos que esta obra é extremamente valiosa para consulta, particularmente para os estudantes do ensino superior.