ATÉ AO FIM DO MUNDO

Autora: MARIA SEMPLE
Editora: TEOREMA

A fama de Bernadette Fox precede-a. No círculo restrito e elitista do design mundial, ela é uma arquiteta revolucionária. Para o marido, um guru da Microsoft, ela é a prodigiosa e atormentada paixão da sua vida. Segundo os vizinhos e conhecidos, ela representa uma afronta e uma ameaça. Mas aos olhos da filha, Bee, ela é, simplesmente, a Mãe. E um dia Bernadette desaparece. Quando todos parecem reagir à sua ausência com diversos graus de alívio, Bee é a única disposta a tudo para a encontrar. Mas a instável e agorafóbica Bernadette não quer ser encontrada e tem meios e inteligência suficientes para se manter incógnita... mesmo que para tal tenha de encetar uma impossível viagem ao fim do mundo. Neste retrato de uma mulher pouco convencional, a autora explora a fragilidade e a inadequação das mentes criativas face à voracidade uniformizadora do mundo moderno. A incómoda Bernadette e a sua família disfuncional são paradigmas das relações humanas do século XXI.

Bee conta a história da mãe, através de e-mails e cartas trocadas entre as personagens que fazem parte desta estória. Bernadette é uma mulher incomum, que se esquiva da sociedade e se isola na sua mansão. Para evitar sair de casa, Bernadette recorre à ajuda da Manjula, uma secretária virtual da Índia (ou pelo menos, assim parece) que, entre outras coisas, a ajuda a preparar uma viagem à Antártida. Assim sendo, além de todo o envolvimento que a estória nos oferece (que vai desde a arquitetura, às novas tecnologias e até ao FBI), este livro ainda traz um bónus, ou seja, fala-nos sobre diversos pormenores a propósito da vida na Antártida.
«Até ao fim do mundo» é um romance suave, que nos vai agarrando a cada página, com uma linguagem direta e simples, adequada a uma leitura de lazer.

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NA MONTANHA DE HITLER

Autora: IRMGARD A. HUNT
Editora: BIZÂNCIO

Tendo crescido nas imponentes montanhas de Berchtesgaden, a poucos passos de distância do retiro alpino de Hitler, Irmgard Hunt teve uma infância aparentemente feliz e simples. Nas suas memórias poderosas, esclarecedoras e por vezes assustadoras, relata uma infância vivida sob um dirigente diabólico mas persuasivo. Este não é um livro apenas de memórias, é o retrato de uma nação que perdeu a sua bússola moral. É a história perturbadora de uma família e de uma comunidade num período histórico e numa localização que, embora se estejam a tornar rapidamente remotos para nós, assumem, mais do que nunca, uma enorme relevância para a nossa época.

A autora explica que sentiu necessidade de escrever este livro porque acredita que muitos dos factores da vida quotidiana nazi e o sentimento do povo alemão em relação ao nazismo se perderam para sempre na transição de gerações. Este livro, mais do que registar a infância de Irmgard A. Hunt durante o nazismo, faz um retrato da sociedade alemã dessa época, com muitos pormenores observados pela autora, assim como, ajuda a perceber que mudanças ocorreram na sociedade alemã desde o pré ao pós-nazismo.
O que este livro nos oferece, em complemento a todas as obras que vão surgindo sobre a doutrina nazi e a Segunda Guerra Mundial, é a perspectiva das famílias alemãs “que se consideravam morais, honradas e trabalhadoras e cujos adultos esperavam viver vidas decentes e respeitáveis”. Os mesmos que mais quiseram “esquecer o passado quando os anos do nazismo terminaram e quem preferiu não recordar a sua participação no Terceiro Reich”.

Irmgard A. Hunt, emigrada nos Estados Unidos desde 1958, conta neste livro a sua vida, e da família no vale de Berchtesgaden, muito perto de Obersalzberg, onde Hitler decidiu instalar o seu quartel-general. Esta noção de proximidade é responsável pelos momentos mais intensos durante a leitura, não se podendo ficar indiferente ao episódio em que a “pequena” Irmgard A. Hunt conhece Adolf Hitler, e este a senta no colo para uma fotografia.

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DECIFRAR A ARTE EM PORTUGAL - ARTE CONTEMPORÂNEA

Autor: PAULO PEREIRA

Os movimentos artísticos do séc. XX. A tensão entre tradicionalismo/ rutura e a tentativa de construção de um mundo novo a tornar o progresso num valor de aproximação à modernidade. Novos suportes de transmissão e circulação de ideias artísticas – fotografia, cinema, vídeo.

Tal como explica Paulo Pereira na introdução, "Os artistas dos séculos XX e XXI possuem quase todos (com raríssimas e geralmente dramáticas exceções) uma história conhecida e registada, quantas vezes ao ritmo dos meses e dos dias... Por outro lado, como se pode dar a ver uma obra em que regimes de produção, o acompanhamento das tendências nacionais e internacionais levaram a inflexões, mudanças de linguagem, alterações de percurso, hesitações; onde fixa, em que período de produção, deste o daquele, a obra-chave? Pois não há obras-chaves. Há trajetos em aberto, outros encerrados pela desaparição dos artistas ou pela desaparição das obras, outros encerrados em testemunhos e memórias. No seio desta coleção, eis portanto o volume mais complicado.". Efetivamente, este livro encerra a coleção 'Decifrar a Arte em Portugal' do historiador Paulo Pereira. "Num total de seis volumes, esta coleção visita a arte em Portugal a partir da seleção de 100 obras marcantes de cada período histórico desmontando e decifrando os seus elementos e significados.".
Quanto a este volume, de facto tem um elevado grau de exigência, que foi superado por Paulo Pereira e que se traduziu num fascinante livro que ajuda qualquer pessoa a conseguir entender melhor o significado das várias obras de arte apresentadas. 

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A ARTE NO OCIDENTE

Autores: ANA LÍDIA PINTO; FERNANDA MEIRELES & MANUELA CERNADAS CAMBOTAS
Editora: PORTO EDITORA

A Arte no Ocidente apresenta a arte do mundo ocidental nas suas principais etapas evolutivas, desde a Antiguidade Clássica até à atualidade. Aflora, também, a vertente portuguesa possibilitando um entendimento integrado e comparado da arte nacional.
Obra abrangente, já que abarca mais de vinte e cinco séculos de evolução artística, é também específica pois analisa as principais etapas da História da Arquitetura, da Pintura e da Escultura, integrando-as nos seus respetivos contextos históricos e culturais e descrevendo, classificando e interpretando estilos, movimentos, correntes, autores e obras, muitas delas com análises individuais mais aprofundadas.

Segundo as autoras "resultado atual de vários estudos e pesquisas, efetuados ao longo de quase três décadas de lecionação e de elaboração e produção de materiais didáticos para a disciplina de História da Arte e afins, esta obra integra, também, as nossas reflexões pessoais sobre as matérias que a esta área concernem e que aqui partilhamos com o leitor".
Com efeito, este livro é bastante abrangente, uma vez que aborda a arte grega; a arte romana; as artes medievais dos séculos V-XII; a arte gótica; as artes do Renascimento e do Maneirismo; a(s) arte(s) barroca(s); as artes rococó e neoclássica; a arte do século XIX; as grandes ruturas e, claro, as artes na atualidade.
É, indubitavelmente, um documento precioso, tanto pelo excelente conteúdo, como pela forma como foi materializado.
Os estudantes de Belas Artes e os amantes das artes em geral devem ler este livro.

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A CHAVE DE SALOMÃO

Autor: JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS
Editora: GRADIVA

O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória.
Ψ
The Key: Tomás Noronha
A mensagem torna Tomás Noronha o principal suspeito do homicídio. Depressa o historiador português se vê na mira da CIA, que lança assassinos no seu encalço, e percebe que, se quiser sobreviver, terá de deslindar o crime e provar a sua inocência.
Ou morrer a tentar.
Começa assim uma busca que o conduzirá às mais surpreendentes descobertas científicas alguma vez feitas.

Este livro é descrito como uma "empolgante aventura que arrasta o leitor para o perturbador mundo da consciência e da natureza mais profunda do real, José Rodrigues dos Santos volta a afirmar-se como o grande mestre do mistério.". Nós concordamos.
De facto, mais uma vez, José Rodrigues dos Santos não desaponta os seguidores.
"A informação científica e técnica incluída neste romance é genuína. As teorias e as hipóteses aqui apresentadas são sustentadas por cientistas". Ou seja, o autor teve o cuidado de pesquisar e apresentar dados verdadeiros, que depois romanceou. Isto torna, obviamente, o livro ainda mais interessante para todos os leitores que tenham curiosidade em saber as respostas às seguintes questões:
Será que a alma existe?
O que acontece quando morremos?
O que é a realidade?
Se quer saber essas respostas, vale a pena ler este livro e acompanhar as aventuras de Tomás Noronha e da companheira, Maria Flor.

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GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES - Uma abordagem integrada e prospetiva

Autores: LUÍSA CAGICA CARVALHO, MARIA DO ROSÁRIO MATOS BERNARDO, IVO DIAS DE SOUSA & MÁRIO CARRILHO NEGAS
Editora: SÍLABO

Este livro apresenta uma panorâmica global do que é a gestão e do que fazem os seus atores. Tendo em atenção os conhecimentos atualmente lecionados nas mais importantes escolas de gestão nacionais e internacionais, recorre a uma visão abrangente e introdutória das teorias e práticas da gestão. Particular ênfase é colocada nas áreas mais importantes da gestão, como, por exemplo, a estratégia e a liderança, mas também o empreendedorismo, a globalização e a responsabilidade social.

No prefácio aos estudantes os autores dizem: "Se frequenta um curso de gestão, ou de economia, este livro foi escrito para si. Esta obra pretende cobrir, de uma introdutória, grande parte dos assuntos gerais sobre gestão. Se frequentar um outro qualquer curso onde seja necessário adquirir conhecimentos introdutórios de gestão, este livro também é indicado para si". 
Aos (colegas) professores, os autores deixam a seguinte mensagem: "O livro foi estruturado para servir de suporte principalmente aos cursos superiores nas áreas da gestão e da economia, ou noutras licenciaturas onde a gestão seja abordada de forma introdutória".
Fica portanto claro qual é o público-alvo desta obra, que está dividida em seis partes temáticas "dedicadas a temas da gestão de acordo com as abordagens inclusas em cada capítulo". Essas seis partes temáticas são:
- Enquadramento geral - a gestão e os seus atores (aqui são abordadas questões como os desafios à gestão moderna, a relação entre a gestão e o gestor e a evolução e perspetivas de gestão):
- Planeamento (nesta parte são abordadas diversas questões essenciais à gestão relacionadas com o planeamento: missão e objetivos, planeamento e gestão estratégica; marketing e tomada de decisão);
- Organização (esta parte trata questões como; a estrutura organizacional; coordenação, poder e delegação; gestão de recursos humanos; mudança/gestão da mudança, criatividade e inovação);
- Liderança (esta parte apresenta questões ligadas à liderança como: estilos de liderança; características do líder; comunicação; motivação/satisfação; equipas, trabalho em equipa e tipos de grupos e gestão da mudança);
- Controle de gestão e sistemas de informação para a gestão (as áreas apresentadas são: o controlo da gestão; qualidade; as operações e os sistemas de informação para gestão);
- Gestão global e ética empresarial (aqui são apresentadas diversas questões com uma importância crescente: a gestão global; o empreendedorismo; a gestão ética e socialmente responsável).
Por tudo isto, se quer saber mais sobre a gestão das organizações este é um livro que definitivamente deve ler.

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INDÚSTRIA & AMBIENTE [88]

Número: 88

A atual edição da revista «Indústria e Ambiente» dedica grande parte do seu conteúdo aos ‘Resíduos e novos materiais do produto para o serviço’.
Com efeito, António Guerreiro Brito, sugere a mudança do produto para o serviço, numa perspetiva de sustentabilidade. Leia a opinião do diretor da revista no editorial desta edição 88 da «Indústria & Ambiente».
Quanto ao dossier, fique a par de artigos de referência no âmbito desta temática, tais como:
- ‘Materiais para as tecnologias da energia: desafios e o papel da reciclagem’ (Carlos Nogueira);
- ‘Produção de combustíveis a partir de resíduos’ (Ibrahim Gulyurtlu);
- ‘Missão reciclar como “motor de crescimento” da reciclagem de resíduos de embalagem’ (Luís Veiga Martins);
- ‘PERSU 2020 – Plano estratégico para os resíduos urbanos, um contributo para a produtividade dos recursos naturais em Portugal’ (Paulo Ferrão, António Lorena);
- ‘O renascer dos materiais electrónicos para uma vida melhor’ (Rodrigo Martins, Pedro Barquinha, Luís Pereira, Elvira Fortunato);
- ‘Shared Waste Solutions - Uma plataforma para a valorização sustentável de resíduos’ (João Almeida, Maria Inês Santos, António Tadeu).
Leia também a entrevista a Francesc Giró i Fontanals, adjunto da direcção da Agência de Resíduos da Catalunha, que descreve, nesta entrevista, o papel importante que o conceito da economia circular desempenha na Catalunha e que, na sua ótica, deve desempenhar na Europa, não apenas nos momentos baixos do ciclo económico, sob pena de a competitividade sair prejudicada.

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EGOÍSTA [53]

Revista: EGOÍSTA
Número: 53

Vamos já diretos ao assunto... o que é aquele objeto no final da revista? Uma prenda? Sim! É uma belíssima peça de cerâmica, concretamente, um porta incensos resultado da colaboração da revista com a 'António Rosa - Cerâmicas'.
 
Esta peça tem retratadas as asas de um anjo, uma vez que, o tema desta edição são os anjos.

Como habitualmente, todo o conteúdo da «Egoísta» é riquíssimo. Assim sendo, entre textos, ilustrações e fotografias poderá apreciar o trabalho dos seguintes autores:
Francisco Simões
Linda David
A mudança - Ivo Mendes da Silva
Jordi Burch
Anjos rurais - José Pedro Santa Bárbara
A nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazer - Stig Dagerman
Como se fosse um anjo - Maria Teresa Horta
Poussiere D'Etoiles - Ludovic Florent
O anjo do Saldanha - Patrícia Reis e Rodrigo Prazeres Saias
A língua do coração - Maria João Costa
Quintetos - Cláudio Garrudo
O anjo do rés-do-chão - Cristina Carvalho
Luís Represas e Henrique Cayatte
O anjo azul - Nuno Camarneiro
Nimbus - Berndnaut Smilde
Anjos por flores - Rute Coelho
O desejo de asas - Maria Manuel Viana e Teresa Dias Coelho
Da possibilidade de se ser triste sem asas - Patrícia Reis e Teresa Dias Coelho
Pena - Sebastião Bugalho
O desejo de asas - Zena Holloway
Teresa Dias Coelho
Ana e Ele - Ana Pereirinha e Manuel San Payo


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