EGOÍSTA [51]

Revista: EGOÍSTA
Número: 51

Uma edição dedicada à poesia, com poemas e arte unidos em perfeita sintonia. Nesta «Egoísta» podemos ler e ver os trabalhos de Adrienne Rich, Alex Kanevsky, Amalia Bautista, Ana Luísa Amaral, Annie Leibovitz, Antonia Pozzi, Antonio Cicero, António Ramos Rosa, António Saias, Armando Silva Carvalho, Augusto Brázio, Christophe  Jacrot, Eduardo Pitta, Eugénio de Andrade, Fabiano Calixto, Fernando Pinto do Amaral, Filipa Leal, Gastão Cruz, Helena Gonçalves, Helga Moreira, Hilda Hilst, Inês Dias, Jaime Rocha, João Camilo, João Rui de Sousa, João Vilhena, Lu Yun, Luís Filipe Cunha, Manuel San Payo, Margarida Ferra, Maria do Rosário Pedreira, Maria João Gonçalves, Maria Manuela Viana, Maria Teresa Horta, Marina Tsevetáieva, Nuno Júdice, Pedro Cláudio, Pedro Tamen, Rainer Maria Rilke, Ricardo Alevizos, Rodrigos Prazeres Saias, Rui Cóias, Sylvia Plath, thegirlnextdoor, Vasco Graça Moura.
Deixamos algumas imagens do interior, que comprovam que realmente esta edição é belíssima:
Ficamos rendidos a este número da «Egoísta» e aguardamos ansiosamente pelo próximo.

PPP E O CUSTO DE UM ESTADO FRACO - Toda a verdade sobre as parcerias público-privadas

Autor: SÉRGIO DE AZEVEDO
Editora: ALÊTHEIA

Sabia que os encargos líquidos com as Parcerias Público-Privadas rodoviárias e ferroviárias são o equivalente a 10 anos de subsídios de férias de todos os funcionários públicos e de todos os reformados portugueses?
Sabia que a maioria dos contratos das PPP é coincidente com os períodos eleitorais nacionais, e que, nalguns casos, foram as concessionárias que definiram as suas próprias remunerações?
Neste livro, descobrirá toda a verdade sobre as Parcerias Público-Privadas ferroviárias e rodoviárias: quem ganhou, quem perdeu e quem vai pagar a factura de um dossier onde tudo valeu.

O prefácio de José Gomes Ferreira é bastante elucidativo e resume perfeitamente todo o contexto do livro. Com efeito, este livro "não é apenas mais um texto sobre as PPP, é uma peça decisiva para se perceber a História Contemporânea de Portugal: selecciona dados, relaciona, interpreta, ajuda a perceber as motivações e a clarificar resultados. (...) As Parcerias Público-Privadas, sobretudo as parcerias rodoviárias, são apenas um dos capítulos mais negros dessa deriva financeiramente suicidária de todo um país: os portugueses estão a pagar quantias exorbitantes em portagens num sector onde não há concorrência...".
Assim sendo, o primeiro capítulo do livro é dedicado à definição geral de conceitos relevantes no âmbito desta matéria; segue-se a evolução legislativa no quadro das PPP e as suas implicações; os factos gerais da primeira fase de audições da Comissão de Inquérito às PPP; os encargos para o Estado Português com as PPP rodoviárias e ferroviárias e, ainda, um total de 216 conclusões e recomendações aprovadas na Comissão Parlamentar de Inquérito às PPP.
Para aliviar um pouco o nosso pensamento, Sérgio de Azevedo afirma que atualmente "é quase obsceno dizer que há coisas boas na crise que atravessamos. Mas de facto há. Se não fosse a crise nunca teríamos descoberto a dimensão deste problema. Teríamos tido muito provavelmente mais três PPP rodoviárias e continuávamos num caminho de ilusão e de alguma loucura. O lado bom desta crise permitiu-nos também estarmos mais atentos e mais sensíveis para casos de incompetência, de abuso e de gestão danosa. E isso é bom.".
Para terminar, dizer que este é um livro que os cidadãos portugueses deviam ler se pretendem ficar mais esclarecidos sobre o que realmente se passou aos longo dos anos com as PPP e que contribuiu para a situação que o país atualmente atravessa.

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INDÚSTRIA E AMBIENTE [84]

Número: 84

Nesta edição da «Indústria e Ambiente» leia a entrevista a Afonso Lobato de Faria, onde o presidente do grupo «Águas de Portugal» aborda "a reestruturação do setor da água e o objetivo dessa reforma, ou seja, a sustentabilidade do setor, para a qual deverão contribuir as agregações em alta. Afonso Lobato de Faria explica também como a harmonização pode trazer justiça social e por que razão a lógica de privatização aplicada aos resíduos não se coloca na água e saneamento".
Segue-se o dossier «Águas e Resíduos», nomeadamente com os seguintes artigos: «Novos desafios para as instalações prediais: a recuperação e reutilização de recursos», de Armando Silva Afonso; «Qualidade e tratamento de água e águas residuais. Desafios e oportunidades», de Maria João Rosa, Elsa Mesquisa e Catarina Silva; «Processos e tecnologias de tratamento de resíduos sólidos: o papel dos TMB no desafio português de desvio dos RUB dos aterros», de Mário Russo; «Políticas públicas da água em Portugal: passado, presente e futuro», de João Howell Pato; «Gestão patrimonial de infraestruturas, economia e regulação», de Maria Adriana Cardoso; «Sobre a articulação entre os sistemas de planeamento territorial e dos recursos hídricos em Portugal - criar sinergias para reduzir pressões e potenciar benefícios», de Teresa Fidélis.
Paulo Praça, por sua vez, convida-o a refletir sobre os «Resíduos urbanos: um novo paradigma entre o setor público e o privado».

A próxima edição da revista terá como tema a «Internacionalização».

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COMO CRIAR UM NEGÓCIO DE BOLOS DECORADOS


Autora: SÓNIA AZOIA
Editora: MARCADOR

Destinado a quem esteja a começar agora no mundo do cake design e dos bolos decorados, ou a quem já tenha uma vasta experiência, este livro é ideal. Além de dicas e truques essenciais para quem quer fazer bolos decorados (seja para oferecer aos amigos, seja para construir um pequeno negócio), inclui ainda ótimas receitas, das mais simples às mais complexas, que podem ser cofeccionadas consoante as ocasiões.

Para começar, este é um livro esteticamente muito apelativo. Não apenas pelas fotos dos bolos, mas por toda a cor e grafismo que o tornam um livro delicioso.
No que respeita ao conteúdo, o livro inicia com um resumo da história do cake design e da evolução do mesmo. Posto isto, explica-lhe o que fazer antes de começar a fazer bolos, nomeadamente, como fazer as contas (como aplicar um preço a cada tipo de bolo), quais o fatores que podem encarecer um bolo, o processo de tornar esta uma atividade profissional a tempo inteiro, como elaborar um projeto e como se processa a venda de bolos à fatia. Por si só, estes elementos tornam este livro tão especial. Além de explicar como se fazem bolos (que é a parte seguinte), a autora teve o cuidado de explicar o contexto do negócio, dando uma perspetiva diferente a este livro.
Posto isto, o foco vai para os utensílios e equipamentos; as pastas de açúcar e a respetiva aplicação; as cores (os corantes e as suas aplicações); como preparar um saco de pasteleiro; os bolos, as coberturas e os recheios. 
O passo seguinte são as receitas. Inúmeras receitas que exploram vários tipos de bolos para nove mesas distintas.
Mas antes de terminar ainda há dicas e truques da autora para que tudo corra pelo melhor.

Sónia Azóia desde sempre gostou de fazer bolos, mas em 2004 deixou o emprego de então e começou a trabalhar numa pastelaria para perceber se fazer bolos passaria a ser a nova profissão a tempo inteiro. Em 2005 frequentou um curso de pastelaria e rapidamente percebeu que o que a fascinava eram os bolos decorados. Atualmente é formadora no «Istofaz-se», a primeira Escola de Decoração Artística de Bolos acreditada em Portugal.

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O CÁLCULO DE RISCO EM PROJETOS DE INVESTIMENTO


Autor: EDUARDO SÁ SILVA
Editora: VIDA ECONÓMICA

Conheça nesta obra o processo de cálculo do risco baseado em probabilidades.
Os conceitos de variância, covariância, correlação e desvio-padrão são elementos-chave para o entendimento do risco nos projetos de investimentos. Faz-se igualmente referência à simulação Monte Carlo.
O capítulo 6 é reservado para outros critérios alternativos, nomeadamente, o período de recuperação (payback), a análise de sensibilidade, a taxa de atualização ajustada pelo risco e os fluxos equivalentes certos.

"O risco pode ser definido como o grau de incerteza ou a possibilidade de perda, ou seja, a probabilidade de ocorrência do evento gerador dessa perda". Começa assim este livro, prático, recheado de exemplos, fórmulas, tabelas e outros conteúdos que o ajudarão entender o que é o risco; as diferenças entre situações de dependência, de alguma dependência e de total dependência; o cálculo da probabilidade de ocorrência; entre outros métodos de cálculo de risco.
Sendo que o autor conclui que o "método probabilístico pressupõe que se estimem os fluxos de caixa segundo várias hipóteses de evolução possível dos diferentes estados da economia, e que é possível conhecer-se, de forma objetiva ou subjetiva, as possibilidades de ocorrência dessas hipóteses. Neste contexto, é possível definir o perfil de risco do projeto, através da distribuição dos fluxos de caixa, e descrevê-lo através de duas medidas: o valor esperado ou a esperança matemática e o desvio-padrão".

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O INÍCIO DO INFINITO - Explicações que transformam o mundo

Autor: DAVID DEUTSCH
Editora: GRADIVA

É bom ouvir num tempo de crise que o progresso existe mesmo: o futuro vai ser melhor do que o passado!
E, ainda para mais, o progresso vai ser infinito. Eis o que afirma o físico, especialista em computação quântica, David Deutsch. Conduzindo o leitor para um fascinante caminho que passa não só pelas ciências mas também pelas filosofia, pela história, pela arte, pela ética e pela política, Deutsch conta-nos nesta obra profundamente original como o ser humano consegue fornecer explicações cada vez melhores do mundo à sua volta e como essas explicações tornam melhor a sua vida no mundo. O aumento do conhecimento humano das leis da Natureza tem conduzido a uma melhor condição humana.

"Um progresso, simultaneamente rápido para ser notado e suficientemente estável para perdurar por muitas gerações foi alcançado apenas uma vez na história da nossa espécie". Será o progresso finito e terminará com uma catástrofe ou como fim de um ciclo?  O autor afirma que o progresso é ilimitado, e a infinidade do mesmo é defendida neste livro, sendo que esta tese é transversal a várias áreas do conhecimento.
O progresso a que o autor se refere, quer seja teórico ou prático, tem origem numa única atividade humana - a busca por boas explicações. Por isso mesmo David Deutsch começa por nos elucidar sobre o alcance das explicações, aprofundando diversos conceitos: explicação, criatividade, empirismo, relativismo, falibilismo, problema, racional, etc... 
Entre outros argumentos o autor recusa a ideia que o nosso conhecimento provém da experiência sensorial, mas sim da especulação alternada com a crítica.
São imensos os pontos de interesse neste trabalho. Por exemplo quando o autor aborda a criatividade artificial, para nos dizer que a inteligência artificial não evoluiu significativamente porque existe um problema filosófico por solucionar - a nossa capacidade para perceber como funciona a criatividade. Sobre o optimismo diz que é a teoria de que todos os fracassos se devem ao conhecimento insuficiente.
David Deutsch é um reputado investigador no domínio da física quântica, tendo sido galardoado pela comunidade científica pelo seu contributo para o desenvolvimento da física teórica.

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WASTEBAND


Autora: PATRÍCIA PORTELA
Editora: CAMINHO

Wasteband_(do inglês) – faixa de tempo perdido que dá forma aos dias, estendendo os momentos de espera em detrimento dos que exigem acão, criando assim uma maior probabilidade de acidentes e efeitos colaterais em vidas demasiado programadas. 
Waistband (do inglês) – faixa de tecido que dá forma à cintura de um vestido, de uma saia ou a um cós de umas calcas; elástico das cuecas.

Sergei Krikalev descolou a 19 de maio de 1991... e ficou algures no espaço pois não havia dinheiro para o trazer de volta (e também por questões políticas, sociais, culturais...). Entretanto, na terra, desenrola-se a história de José e Tânia e da respetiva faixa de tempo perdido - a wasteband.
"Wasteband é como quando estamos sentados no cinema, quando as luzes já se apagaram mas os anúncios ainda não começaram nem o pano descobriu o ecrã - é nesse preciso momento, entre a confusão do sentar e o quase silêncio antes do filme que tudo é possível; é a primeira chance de podermos ver o melhor filme das nossas vidas, é o momento em que podemos esperar ter a melhor experiência do dia, do ano, até do século. É o momento em que não se sabe o que se vai ver e em que existem todas as probabilidades de se ser surpreendido. Depois... começa o filme... acaba a espera. É nesse exato momento antes desse fim que nos encontramos agora".
Deixe-se levar pela imaginação e perca tempo com este livro!

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COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL NO SÉCULO XXI: Diálogos entre a gestão e a academia

Coordenação: PEDRO NEVES & MIGUEL PEREIRA LOPES
Editora: EDITORA RH

Indicadores recentes mostram que as escolas portuguesas das áreas de comportamento organizacional e gestão estão bem avaliadas internacionalmente. Os indicadores sobre a evolução da investigação científica feita em Portugal mostram a mesma tendência positiva. Então, o que falha para que a produtividade em Portugal não tenha acompanhado esta evolução científica? Neste livro encontrará casos de sucesso na colaboração entre a academia e a realidade empresarial e institucional do nosso país, que mostram que é possível inverter a ineficiente tradução do avanço científico em resultados de negócio. A leitura destes casos de sucesso nos «diálogos entre a gestão e a academia» é fundamental como exemplo inspirador e potenciador das melhores práticas de gestão em Portugal.

Este livro surge para mostrar como a gestão e a academia se encontram "intrinsecamente interligadas e que o conhecimento centrado em apenas uma das perspetivas é, inequivocamente, incompleto". Para o efeito foram convidados vários académicos e gestores em comportamento organizacional em Portugal, "resultando numa diversidade que mostra as múltiplas perspetivas existentes sobre o comportamento organizacional (e todos os possíveis diálogos que daí resultam)".
Esta diversidade está, efetivamente, presente ao longo do livro, onde se pode ler sobre: liderança; justiça organizacional; cultura organizacional; comunicação; papel das emoções; negociações; capital psicológico positivo; improvisação; mudança organizacional; inovação; trabalho temporário; expatriados; empreendedorismo e responsabilidade social.
Por tudo isto, este livro é uma excelente opção para todos os que pretendem compreender a ligação entre a teoria e a prática, aplicada no contexto nacional.

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