EGOÍSTA [53]

Revista: EGOÍSTA
Número: 53

Vamos já diretos ao assunto... o que é aquele objeto no final da revista? Uma prenda? Sim! É uma belíssima peça de cerâmica, concretamente, um porta incensos resultado da colaboração da revista com a 'António Rosa - Cerâmicas'.
 
Esta peça tem retratadas as asas de um anjo, uma vez que, o tema desta edição são os anjos.

Como habitualmente, todo o conteúdo da «Egoísta» é riquíssimo. Assim sendo, entre textos, ilustrações e fotografias poderá apreciar o trabalho dos seguintes autores:
Francisco Simões
Linda David
A mudança - Ivo Mendes da Silva
Jordi Burch
Anjos rurais - José Pedro Santa Bárbara
A nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazer - Stig Dagerman
Como se fosse um anjo - Maria Teresa Horta
Poussiere D'Etoiles - Ludovic Florent
O anjo do Saldanha - Patrícia Reis e Rodrigo Prazeres Saias
A língua do coração - Maria João Costa
Quintetos - Cláudio Garrudo
O anjo do rés-do-chão - Cristina Carvalho
Luís Represas e Henrique Cayatte
O anjo azul - Nuno Camarneiro
Nimbus - Berndnaut Smilde
Anjos por flores - Rute Coelho
O desejo de asas - Maria Manuel Viana e Teresa Dias Coelho
Da possibilidade de se ser triste sem asas - Patrícia Reis e Teresa Dias Coelho
Pena - Sebastião Bugalho
O desejo de asas - Zena Holloway
Teresa Dias Coelho
Ana e Ele - Ana Pereirinha e Manuel San Payo


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A MÁQUINA DO PODER

Autores: MIGUEL PINHEIRO & GONÇALO BORDALO PINHEIRO

O que realmente se passa por dentro das campanhas eleitorais dos três maiores partidos portugueses e ninguém vê? Que truques utilizam? Como enchem os comícios de gente? Como decidem os temas dos discursos consoante as sondagens? Como encenam eventos com militantes que passam por cidadãos independentes? O que, de facto, acontece nos bastidores? As maquilhadoras que andam sempre atrás dos líderes, o champanhe que se abre em centros de idosos, as conversas de charme com os jornalistas que acompanham a caravana eleitoral, a preparação dos diretos para os telejornais ou o polémico dinheiro que serve para pagar as campanhas. Estes são alguns dos temas que nos permitem perceber como funciona A Máquina do Poder. Os jornalistas Miguel Pinheiro e Gonçalo Bordalo Pinheiro levam-nos numa viagem inédita aos bastidores das campanhas dos três maiores partidos políticos: PS, PSD e CDS.

"Este livro não deveria existir." - começa assim a introdução deste livro. Não deveria existir no sentido de que PS, PSD e CSD deram "um acesso sem precedentes à sua máquina partidária". 
Os autores acompanharam o bastidores destes partidos durante semanas, o que lhes permitiu desvendar neste livro praticamente tudo o que queremos saber sobre como se gere uma campanha eleitoral. De facto, "apesar de os candidatos terem muito a ganhar ou a perder, consoante o que acontecesse durante a campanha" os autores afirmam que fizeram este trabalho "com absoluta liberdade".
Neste livro os tópicos de interesse são vários, como por exemplo: os truques de propaganda dos políticos (os comícios encenados, as estratégias para encher os comícios, as sondagens que ajudam a definir o discurso que mais agrada às pessoas); as táticas para influenciar a imprensa (as conversas de charme para conquistar a simpatia dos jornalistas, o poder das televisões); as técnicas para lidar com o povo (os assessores que vão à frente nas arruadas para evitar os comentários desagradáveis, as frases ensaiadas para meter conversa); o poder do aparelho (as pressões para controlar a agenda dos candidatos - e o dinheiro necessário para pagar uma campanha); as guerras internas que minam as campanhas (as informações que os partidos escondem dos candidatos, as rasteiras que vêm de dentro) e, ainda, os candidatos na intimidade (os jantares com amigos, as conversas nos carros).
Este é um livro que, certamente, irá despertar o interesse de quem estuda ou trabalha em marketing político, mas também consideramos que este livro é de grande relevância para todos os cidadãos. Aliás, se ler este livro estará preparado para entender muito do que ser irá passar nas próximas eleições, uma vez que, "as eleições mudam, mas a máquina do poder mantém-se igual".

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TECNOHOSPITAL [65]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 65

Os dois pontos fortes da edição número 65 da revista «TecnoHospital» centram-se no dossier sobre o tema ‘Manutenção e gestão de ativos’ e na entrevista à presidente da direção do STE – Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado e Entidades com Fins Públicos.
Relativamente ao dossier sobre ‘Manutenção e gestão de ativos’ é possível ler artigos sobre:
- Manutenção inteligente (João Pequito);
- O serviço de instalações e equipamentos – Organização, recursos e desempenho (J. Durão Carvalho);
- Manutenção de equipamento médico em regime de outsourcing  - a perspetiva da empresa (Joaquim Peixoto);
- Manutenção hospitalar – Experiência e engenharia (Luís Cardoso, Sara Santos);
- Manutenção e análise de falhas de equipamentos médicos (João Miguel Rodrigues, Vanessa Amaral).
Este cinco artigos pretendem “retratar alguns aspetos da atividade de manutenção nos nossos hospitais com o objetivo de retirar conclusões que possam, de algum modo, ser úteis para quem desempenha funções técnicas e de direcção nesta área”.
Quanto à entrevista à presidente do STE, Helena Rodrigues fala dos problemas que se colocam aos trabalhadores da Administração Pública, quer salariais, quer laborais, e também das transformações que a gestão privada veio trazer à Saúde, num contexto em que, nas palavras da presidente, o movimento sindical, pelos menos para os quadros superiores “já se esbateu”.

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EMPREENDEDORISMO E PLANO DE NEGÓCIO NO SETOR AGRÍCOLA

Autores: ORLANDO LIMA RUA & JULIANA SANTOS PINTO
Editora: VIDA ECONÓMICA

O setor agrícola e agro-industrial representa, hoje, um vasto universo de oportunidades para Portugal e muitos portugueses.
Não se trata de um “regresso ao passado”, no sentido do regresso ao campo e à vida difícil que normalmente lhe está associada, mas, antes, do aproveitamento do potencial que o setor apresenta, seja pela via da substituição de importações, seja pela via da exportação.
Esta obra constitui um apoio adicional para todos os que pretendam lançar-se na atividade de criação de riqueza e emprego em Portugal, não apenas os que queiram ser empresários do subsetor hortícola, mas todos os que entendam ser o setor agrícola e agro-industrial, como um todo, um campo de oportunidades.

Tal como explica José Fernando Figueiredo no prefácio deste livro, "partindo de uma descrição das condicionantes da envolvente e de uma caracterização do setor, com estatísticas e informação relevante, e descrevendo várias noções de agricultura e tipologias de produção, os autores passam em seguida à análise de diferentes noções de empreendedorismo e da atitude nova a ter para gerar inovação e criar valor de forma distintiva".
Posto isto, é possível ler sobre as diferentes fases da criação de uma empresa e sobre a elaboração de um plano de negócios, onde entram as análises de mercado, de estratégia, SWOT e, ainda, a estratégia de marketing.
Além disso, é apresentado um estudo de viabilidade económica e financeira, a uma empresa imaginária, que ajuda a perceber, efetivamente, como o ramo funciona.

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CONSTRUÇÃO MAGAZINE [63]

Número: 63

O número 63 da revista «Construção Magazine» dá a conhecer o ITeCons – Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico em Ciências da Construção.
De acordo com Eduardo Júlio, diretor desta revista, o ITeCons “teima em crescer e afirmar-se no sector da Construção nacional, tendo recentemente triplicado a área instalada e multiplicado por sete o número original dos seus recursos humanos”.
Assim sendo, o dossier temático desta edição da «Construção Magazine» inclui uma entrevista ao fundador e presidente do ITeCons, Professor António Tadeu, e ao Professor Fernando Seabra Santos, (reitor da Universidade de Coimbra, aquando da criação do ITeCons), que sempre acreditou no sucesso deste projeto. Aliás, como afirma António Tadeu “muito daquilo que se faz aqui acaba por ser trabalho de inovação para responder aos pedidos da própria indústria, que pretende comercializar os seus produtos no mercado global”.
Quanto aos artigos técnico-científicos, de vários investigadores do Instituto, que mostram o excelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na instituição, abordam:
- Desenvolvimento de soluções de parede sustentáveis compostas por subprodutos da cultura do arroz;
- Caracterização dinâmica de apoios resilientes;
- Desempenho de fachadas cortina, caixilharias e acessórios – ensaios laboratoriais e marcação CR;
- Potencial da termografia passiva na inspeção da envolvente dos edifícos;
- Floatwing – uma casa flutuante sustentável. 
São, portanto, bons motivos para ler esta edição da «Construção Magazine».

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AS 25 TAREFAS INCONTORNÁVEIS DO GESTOR DE PME

Autor: LUIS CASTAÑEDA
Editora: ACTUAL

Neste livro, claro e sintético, o autor apresenta uma análise da sua experiência como gestor de pequenas e médias em-presas, seleccionando as 25 tarefas indispensáveis para obter melhores resultados na liderança deste tipo de organizações. De forma directa e simples, esta obra irá ajudar o leitor a aprofundar as suas competências, abrindo caminho a novas formas de pensar e agir.

Um livro de pequeno formato, mas rico em conteúdo. De facto, não se deixe iludir pela dimensão do livro porque nele estão conselhos preciosos para qualquer gestor de uma empresa. Aliás, como o próprio autor refere algumas vezes ao longo do livro, um dos problemas dos diretores é precisamente acharem que sabem tudo e que não precisam de ajuda ou aconselhamento. Desenganem-se. 
Além de conselhos técnicos, este livro está bastante focado na importância a dar aos recursos humanos. Ouvir os empregados e tomar iniciativas que ajudem na criação de boas relações entre os funcionários são aspetos que são reforçados ao longo do livro.
Quanto às tarefas propriamente ditas, algumas das sugestões de Luis Castañeda são: tomar decisões precisas e oportunas; manter uma estrutura organizacional sólida e simultaneamente flexível; criar um ambiente de trabalho que propicie o bem-estar, a melhoria contínua e a produtividade; formar líderes dentro da organização; estar permanentemente atento a oportunidades e, ainda, salvaguardar os ativos da empresa.
Se é diretor de uma empresa ou está a criar um projeto, vale a pena ler este livro e ter em conta as 25 tarefas propostas pelo autor.

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POR TRÁS DA GRADE - POESIA CONVENTUAL FEMININA EM PORTUGAL (SÉCULOS XVI-XVIII)

Autora: ISABEL MORUJÃO
Editora: INCM

Os primeiros sinais de visibilidade editorial do rosto feminino da escrita portuguesa foram dados pela produção literária originada nos mosteiros.
A explicação para este facto — ainda pouco consciencializado pela história da literatura e da cultura portuguesas — constituiu a motivação e a preocupação deste livro, que percorre tem e formas dominantes da poesia produzida nos mosteiros femininos, focalizando-se em oito das escritoras mais representativas dos séculos XVI a XVIII e da diversidade de ordens religiosas da época: carmelitas, clarissas, cistercienses, dominicanos, agostinhas... A articulação dos textos produzidos com os ambientes em que circularam (entre a comunidade conventual e a sociedade de corte) permitiu suspeitar redes, perceber funcionalidades e ponderar diálogos textuais, que fazem das composições femininos campos férteis de intertextualidades várias.
Em suma, procurou-se entender o impulso destas mulheres para a escrita, no quadro de uma sociedade e de uma organização de vida religiosa que, paradoxalmente, as vocacionava para o silêncio e para o recolhimento.

Neste estudo, "os textos impressos constituíram a fonte documental que mais escorou esta investigação, não só por serem aqueles que, através da dignidade da imprensa, a sua época caucionou como mais relevantes, como pelo facto de representarem a parte mais substancial do material recolhido, A partir deles, delimitou-se um conjunto de oito poetisas, que consideramos representativas desta poesia conventual, não só por serem as mais editadas, como poer permitirem uma compreensão desta literatura através de ordens religiosas diversas".
Com efeito, este estudo divide-se em três partes distintas. "Na primeira parte, reflecte-se sobre as condições de emergência desta poesia feminina conventual, precisando-lhes razões, contextos e funções. Na segunda parte, descrevem-se as formas poético-literárias dominantes, procurando determinar-lhes a origem e a consistência e avaliar os efeitos decorrentes da sua translação para o contexto monástico. Finalmente, a terceira parte procura articular as formas e os temas preferenciais desta poesia com o tempo e os ritmos de vida claustral, tentando reconstruir funções, circunstâncias, experiências e finalidades que lhe estiveram associadas".
Assim, estamos perante uma obra bastante relevante para todos os interessados na poesia no feminino em Portugal, particularmente no contexto religioso.

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LITERATURA & JOGO

Organizadores: ISABEL LIMA PATIM; DANIEL SEABRA; RUI ESTRADA; FERNANDO HILÁRIO
Editora: ESFERA DO CAOS

Perspetivada, não apenas como um objeto de estudo próprio nos domínios das línguas e culturas ou em estudos de área, mas também como uma ferramenta de análise crítica noutras disciplinas, como as ciências naturais, da saúde, sociais e humanas, ou políticas, a Literatura tem sido equacionada para além das fronteiras académicas e disciplinares, con­vocando múltiplas áreas do conhecimento e modos de questionar, a partir de diferen­tes abordagens. Neste volume, a Literatura também se enquadra na sua relação com a sociedade, promovendo-se aqui o enquadramento de áreas disciplinares diver­sificadas — Linguística, Publicidade, Antropologia, Sociologia, Desporto, Medicina, Psicologia, História, Direito, Política e Relações Internacionais, entre outras —, na sua relação com o Jogo e com as especificidades da produção de narra­tivas, discur­sos, representações e mitos que daí decorrem.

Aqui há jogo, e como diz Rui Estrada na introdução do livro "aqui ganha-se sempre".
Esta obra aborda o jogo de uma forma não convencional. Para começar, na secção literatura são apresentados vários tópicos como o jogo da linguagem poética, a presença e a relevância de diversos jogos na literatura, o jogo humano, o jogo dos quartos de hotel, o jogo e o delito na literatura inglesa, entre outros. Já no que respeita à saúde "temos o jogo patológico e a doença de Parkinson, o jogo do corpo na adolescência, a importância do sono e da alimentação no desporto, o jogo e lesões e jogo e doping". Com efeito, este livro torna-se bastante interessante por todas estas abordagens. E não se ficam por aqui. O jogo e a publicidade, o caso da Coca-Cola com os advergames, o jogo discursivo no anúncio publicitário e o jogo do bigposter são também objeto de análise neste livro. Para terminar, "há ainda jogo e simbologia, jogo e pedagogia, jogo e museologia".
Assim, há jogos para todos os gostos e para várias áreas do conhecimento.
Desafiamo-lo a ler.

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O CAPITAL NO SÉCULO XXI

Autor: THOMAS PIKETTY
Editora: TEMAS E DEBATES

Quais são as grandes dinâmicas que regem a acumulação e a distribuição de capital? As questões sobre a evolução da desigualdade a longo prazo, a concentração da riqueza e as perspetivas de crescimento económico estão no cerne da economia política. Mas é difícil obter respostas satisfatórias devido à falta de dados corretos e de teorias claras. Em O Capital no Século XXI, Thomas Piketty analisa um conjunto exclusivo de dados de vinte países, que percorrem mais de três séculos, para discernir os padrões socioeconómicos fundamentais. As suas descobertas transformarão o debate e as prioridades da reflexão sobre riqueza e desigualdade das próximas gerações.

Originalmente publicado em 2013, «O Capital no século XXI», é definido por Paul Krugman  como “o mais importante livro do ano – e talvez desta década”, e os argumentos para esta afirmação são facilmente comprovados assim que começamos a ler o livro.
Apoiado numa investigação de quinze anos, Thomas Piketty defende que a desigualdade não é um acidente mas um fator incontornável do capitalismo, sendo que apenas pode ser minorada através da intervenção do Estado. A tese de Piketty é sustentada numa fórmula que relaciona a taxa de retorno de capital com a taxa de crescimento económico, que engloba os lucros, os dividendos, os juros e as rendas, entre outras dimensões do capital. 
Na base do discurso do autor está a noção de que os estudos dedicados à desigualdade, estão limitados pela “relativamente escassa quantidade de factos solidamente estabelecidos, e em muita especulação puramente teórica”. Por isso mesmo é importante ler com atenção a análise crítica que Thomas Piketty fez relativamente à teoria de Thomas Malthus, ao princípio da escassez de Ricardo e ao princípio da acumulação infinita de Karl Marx.
O livro divide-se em quatro partes: Rendimento e Capital; Dinâmica da Relação Capital / Rendimento; A estrutura das Desigualdades; Regular o Capital no Século XXI. 

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OS APANHADORES DE CONCHAS

Autora: ROSAMUNDE PILCHER
Editora: MARCADOR

Os Apanhadores de Conchas é um romance de laços e ligações: de uma família, das suas paixões, das mágoas e desgostos por ela vividos durante três gerações.
Um romance de pessoas reais - mães e filhas, maridos e amantes -, inspirado em valores e ideias tangíveis que tocam verdadeiramente todos os leitores. 
Um romance mágico, daqueles que surgem uma vez a cada cinquenta anos e que nos faz querer regressar sempre às suas páginas. 

Quando tiverem vontade de ler um bom romance (daqueles mesmo bons, como já não leem há muito tempo), o livro «Os apanhadores de conchas» é a solução.
Cada capítulo foca uma personagem e a estória avança e recua no tempo, com uma leveza extraordinária. 
Neste livro, acompanhamos a vida de Penelope Keeling, dos três filhos (Nancy, Olivia e Noel) e de pessoas que foram entrando na vida de Penelope ao longo de mais de sessenta anos. O título do livro refere-se ao nome de um quadro, pintado por Lawrence Stern, pai de Penelope, um pintor vitoriano cujas obras começam a relevar um valor surpreendente nos anos 80. Assim, entre temas como a pintura e a Segunda Guerra Mundial vamos sabendo mais sobre a família Keeling e sobre o destino de Penelope e dos quadros do pai.
Uma estória envolvente, sem grandes rodeios, que nos capta a atenção do início ao fim.

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A HERANÇA DE SANTOS SIMÕES - Novas perspectivas para o estudo da azulejaria e da cerâmica

Coordenação: SUSANA VARELA FLOR

Autor de vasta obra publicada, João Miguel dos Santos Simões (1907-1972) foi figura marcante para o estudo da azulejaria e cerâmica portuguesa e holandesa. Passados mais de quarenta anos sobre o seu desaparecimento, a obra legada é não só de referência imprescindível, como serviu também de estímulo a inúmeros investigadores, cujo trabalho reflecte o dinamismo de uma geração que soube trilhar os caminhos abertos por Santos Simões. O livro que agora se dá à estampa tem como objectivos o de apresentar novas perspectivas histórico-científicas em torno dos estudos sobre Azulejaria e Cerâmica e o de prestar bom testemunho da recepção da herança de Santos Simões. A afirmação da História da Arte como ciência aberta tem-se reforçado em Portugal nos últimos anos, justamente porque soube prosseguir a lição dos seus grandes nomes-referência.

Esta obra divide-se em cinco áreas: preservação patrimonial; projetos científicos; estudos de azulejaria (sécs. XVI-XX); estudos de cerâmica (sécs. XV-XX) e, ainda, interações artísticas na azulejaria e na cerâmica. Ao todo são 28 artigos que constroem este livro, que contou com a coordenação científica de Susana Varela Flor. Alguns dos textos publicados são reflexo da interação entre a Rede Temática em Estudos de Azulejaria (coordenada por Susana Varela Flor) "com os vários ramos do saber, numa perspectiva alargada e de investigação integrada, e que em muito ultrapassam a mera inventariação da obra de arte".
Assim sendo, estamos perante uma vasta reunião de estudos sobre a azulejaria e a cerâmica, que merecem a nossa atenção.

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EDUARDO SOUTO DE MOURA: ATLAS DE PAREDE, IMAGENS DE MÉTODO

Textos: PEDRO BANDEIRA, PHILIP URSPRUNG, DIOGO SEIXAS & EDUARDO SOUTO DE MOURA
Editora: DAFNE

Como é que um arquitecto trabalha? Sabemos que gere um número complexo de solicitações, das exigências peculiares do cliente às limitações geológicas do terreno, passando pelo autoritarismo dos regulamentos e pela subjectividade do mestre-de-obras. O projecto é o lugar onde essa gestão ganha forma documental e a Arquitectura é o saber que permite operar o projecto.
Mas como é que se cartografa esse saber? Como é que ele é composto? Como é que ele se constrói?
Este livro navega por essas interrogações, utilizando o imaginário visual do arquitecto Eduardo Souto de Moura para ensaiar algumas hipóteses. As muitas imagens que conquistaram o espaço do livro foram sendo recolhidas pelo arquitecto e dialogam com desenhos e projectos originais. Estiveram ou estão ainda afixadas nas paredes do seu escritório, arquivadas em gavetas pesadas, penduradas nas paredes de casa e, particularmente, presentes ou latentes no modo como o arquitecto imagina a Arquitectura.

Nesta obra os autores procuraram "estratificar, de modo ilusoriamente objectivo, as imagens que se assumem como metodologia para pensar o projecto de arquitectura". Apesar de Eduardo Souto de Moura ter acompanhado a construção deste atlas "abdicou da última palavra na selecção e combinação final das imagens (na sua ordem e na sua associação) na expectativa de também ele ser surpreendido por uma nova narrativa construída a partir de imagens que ele conhece tão bem". É provável que tenha ficado surpreendido, nós com certeza ficamos. Este atlas, de grande porte e capa dura, apresenta-se como uma fascinante reunião de imagens e do trabalho de um dos mais notáveis arquitetos portugueses.
As imagens apresentadas podem dividir-se em quatro grandes grupos: "imagens que emergem no âmbito da concepção do projeto e que de certo modo o antecedem; imagens que emergem durante a produção do projecto e que com ele concorrem; imagens que emergem da comunicação do projecto, afirmando-se quase sempre como imagens que lhe são posteriores; e, finalmente, imagens que emergem com a materialização da obra, com a sua recepção, imagens que a apropriação da obra, idealizada pelo autor ou participada por outros".

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FELIPE & LETIZIA - A conquista do trono

Autor: JOSÉ APEZARENA

Uma «monarquia renovada, para um tempo novo» foi esta a promessa feita por Felipe de Borbón, no dia 19 de junho de 2014, ao ser coroado Felipe VI de Espanha, sucedendo ao seu pai Juan Carlos. Ao seu lado, como sempre, estava Letizia Ortiz, a nova rainha de Espanha. A mulher com quem escolheu casar há dez anos, desafiando tudo e todos. Começava a 22 de maio de 2004, data do matrimónio, a longa caminhada de Felipe e Letizia na conquista do trono espanhol. Muita coisa aconteceu ao longo destes dez anos. Episódios felizes, como o nascimento das suas duas filhas, Leonor e Sofía, outros mais polémicos que vieram demostrar a união deste casal e o seu total compromisso para com Espanha e os espanhóis. Letizia Ortiz, uma plebeia e ex-jornalista, esteve sempre no centro das atenções, viu os seus comportamentos, gestos e escolhas de vestuário serem analisados ao pormenor e, por vezes, violentamente, criticados. Juan Carlos, pai de Felipe e antigo rei esteve no centro de algumas polémicas e viu o seu estado de saúde comentado nos jornais. Mas o caso que abalou os alicerces da monarquia espanhola e promete marcar este início de reinado é, sem dúvida, o caso Urdangarin, que atinge a irmã Cristina e o cunhado do novo rei. A tudo isto, Filipe VI promete responder com a imagem de marca deste casal: rigor, empenho e honestidade. Nesta obra atual e recheada de pormenores inéditos, o jornalista José Apezarena, especialista em assuntos da casa real espanhola, analisa a vida de Felipe e Letizia desde que se conheceram até ao momento em que se tornaram soberanos de Espanha. Os desafios que enfrentaram, os obstáculos que ultrapassaram em dez anos intensos entre o amor, as dificuldades e o dever. Os reis de Espanha do século xxi têm uma tarefa complicada pela frente. Mas Felipe e Letizia prepararam-se para ela durante a última década. Agora, chegou o seu momento.

Nesta obra ficamos a conhecer intimamente a vida de Felipe e Letizia. No caso de Felipe, não apenas a vida após o casamento como também factos sobre o crescimento, a educação e a vida privada. Factos estes, obviamente ligados à monarquia e à preparação de um jovem para futuro rei.
É portanto uma obra que vai além do que habitualmente conhecemos através das revistas. Neste livro, ficamos a conhecer o que realmente importa sobre aqueles que atualmente são os reis de Espanha. E o caminho não é fácil.
Além das personagens principais, o livro também aborda a vida de Juan Carlos e Sofía, e das infantas, Leonor e Sofía. 
Com efeito, tal como diz José Apezarena, "este livro tenta relatar e resumir o que aconteceu na vida de Felipe e de Letizia desde o dia 22 de maio de 2004, há dez anos, quando contraíram matrimónio na catedral de La Almudena, até à sua chegada ao trono como novos reis de Espanha. Pretende ser, de certa maneira, uma crónica dos anos que viveram, das mudanças que eles próprios sofreram, e como chegaram até aqui. Qual foi e é o seu trabalho para merecer o trono e o que têm de fazer para o ocupar a partir de agora com dignidade e ao serviço dos espanhóis".
Uma obra bastante interessante, particularmente por abordar o percurso de preparação de duas pessoas distintas para cargos tão nobres como o de rei e de rainha. 

TUDO SE TREINA

Autor: JORGE ARAÚJO
Editora: INCM

O ser humano precisa de estar em constante relação com os outros, e integrado em coletivos ou comunidades. Mas também apresenta necessidades prementes de afirmação individual, reconhecimento e distinção. Gosta de cooperar, mas igualmente de competir. Compara-se com aqueles que o rodeiam, e interpreta as suas atitudes e comportamentos com base nas crenças e valores adquiridos. Está em permanente comunicação, consoante o treino e a educação recebidos e, integrado numa realidade social complexa e imprevisível, confronta-se com uma constante necessidade de adaptação.
Todos nós adquirimos hábitos comportamentais através da educação e do treino a que somos sujeitos. É um processo naturalmente condicionado pelo ambiente social em que nos integramos, pelas oportunidades e experiências vividas, pela paixão com que nos entregamos à busca da melhoria pretendida e, principalmente, pela presença e pela qualidade do apoio de quem nos mobiliza no sentido de adquirir a empatia e a resiliência necessárias para atingirmos determinados objetivos.

Jorge Araújo foi treinador profissional de basquetebol durante 38 anos. Atualmente é uma referência no que respeita ao coaching individual e de equipas em contexto empresarial.
O livro conta com dois prefácios, um de José Constantino, presidente do Comité Olímpico de Portugal e outro de Paulo Almeida, chefe de gabinete do presidente do Comité Olímpico de Portugal. Posto isto, o autor inicia a obra recordando a história da 'bola no nariz', também referida ao longo do livro, onde, resumidamente, ficamos a saber que por um jogador ter colocado a mão no nariz após lhe terem atirado com uma bola, perdeu a bola que tinha na mão, dando a possibilidade ao adversário de recuperar a mesma e marcar cesto. A equipa perdeu o campeonato devido a esse "deslize". O que aconteceu depois deixamos para lerem no livro.
Mas afinal, o que é que podemos aprender com este livro? O autor aborda vários pontos, tais como: adquirir hábitos comportamentais; ser excelente; a importância das neurociências; as energias e as emoções; o interruptor do sucesso; em equipa que ganha também se mexe; treino na área comportamental; bem-estar físico, mental, emocional e espiritual; entre outros.
Este livro conta ainda com oito notas finais, onde Jorge Araújo afirma que "uma intervenção de coaching pressupõe envolver, ajudar a refletir, criar opções e aprender com os erros, concentrando-se o treinando em soluções imediatas, possíveis de alcançar, e não só nas de longo prazo, e, obviamente, mais ambiciosas (e difíceis de concretizar)".

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CONSTRUÇÃO MAGAZINE [62]

Número: 62

O número 62 da revista «Construção Magazine» pretende dar a conhecer aos leitores uma visão alargada do LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil).
Nesta edição da revista acompanhe a conversa de Eduardo Júlio, diretor da «Construção Magazine», com Carlos Pina, presidente do LNEC. Aqui, poderá saber mais sobre o início auspicioso da instituição, para o qual contribuiu o facto de agregar todas as áreas da engenharia civil, e também sobre os atuais desafios, nomeadamente ao nível do financiamento e da capacidade de adaptação ao presente e futuro da construção civil.
Carlos Pina revela, por exemplo, que “um desafio que o LNEC e as universidades têm é o de serem capazes de fazer com que o conhecimento existente nos vários centros de investigação que, desde os anos 80, 90, se desenvolveram em Portugal, na área da Engenharia Civil, seja passado para a prática”.

Outros temas de interesse nesta edição da «Construção Magazine» são, por exemplo, a ‘Intervenção na Herdade de Torre da Palma’; a ‘Análise com GPR da constituição de chaminés industriais em alvenaria’; a ‘Marcação CE e Avaliação Técnica Europeia de produtos e sistemas de isolamento térmico de edifícios” e, ainda, a ‘Análise estrutural da cabine de um pequeno submarino de recreio e investigação”.

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