EDUARDO SOUTO DE MOURA: ATLAS DE PAREDE, IMAGENS DE MÉTODO

Textos: PEDRO BANDEIRA, PHILIP URSPRUNG, DIOGO SEIXAS & EDUARDO SOUTO DE MOURA
Editora: DAFNE

Como é que um arquitecto trabalha? Sabemos que gere um número complexo de solicitações, das exigências peculiares do cliente às limitações geológicas do terreno, passando pelo autoritarismo dos regulamentos e pela subjectividade do mestre-de-obras. O projecto é o lugar onde essa gestão ganha forma documental e a Arquitectura é o saber que permite operar o projecto.
Mas como é que se cartografa esse saber? Como é que ele é composto? Como é que ele se constrói?
Este livro navega por essas interrogações, utilizando o imaginário visual do arquitecto Eduardo Souto de Moura para ensaiar algumas hipóteses. As muitas imagens que conquistaram o espaço do livro foram sendo recolhidas pelo arquitecto e dialogam com desenhos e projectos originais. Estiveram ou estão ainda afixadas nas paredes do seu escritório, arquivadas em gavetas pesadas, penduradas nas paredes de casa e, particularmente, presentes ou latentes no modo como o arquitecto imagina a Arquitectura.

Nesta obra os autores procuraram "estratificar, de modo ilusoriamente objectivo, as imagens que se assumem como metodologia para pensar o projecto de arquitectura". Apesar de Eduardo Souto de Moura ter acompanhado a construção deste atlas "abdicou da última palavra na selecção e combinação final das imagens (na sua ordem e na sua associação) na expectativa de também ele ser surpreendido por uma nova narrativa construída a partir de imagens que ele conhece tão bem". É provável que tenha ficado surpreendido, nós com certeza ficamos. Este atlas, de grande porte e capa dura, apresenta-se como uma fascinante reunião de imagens e do trabalho de um dos mais notáveis arquitetos portugueses.
As imagens apresentadas podem dividir-se em quatro grandes grupos: "imagens que emergem no âmbito da concepção do projeto e que de certo modo o antecedem; imagens que emergem durante a produção do projecto e que com ele concorrem; imagens que emergem da comunicação do projecto, afirmando-se quase sempre como imagens que lhe são posteriores; e, finalmente, imagens que emergem com a materialização da obra, com a sua recepção, imagens que a apropriação da obra, idealizada pelo autor ou participada por outros".

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FELIPE & LETIZIA - A conquista do trono

Autor: JOSÉ APEZARENA

Uma «monarquia renovada, para um tempo novo» foi esta a promessa feita por Felipe de Borbón, no dia 19 de junho de 2014, ao ser coroado Felipe VI de Espanha, sucedendo ao seu pai Juan Carlos. Ao seu lado, como sempre, estava Letizia Ortiz, a nova rainha de Espanha. A mulher com quem escolheu casar há dez anos, desafiando tudo e todos. Começava a 22 de maio de 2004, data do matrimónio, a longa caminhada de Felipe e Letizia na conquista do trono espanhol. Muita coisa aconteceu ao longo destes dez anos. Episódios felizes, como o nascimento das suas duas filhas, Leonor e Sofía, outros mais polémicos que vieram demostrar a união deste casal e o seu total compromisso para com Espanha e os espanhóis. Letizia Ortiz, uma plebeia e ex-jornalista, esteve sempre no centro das atenções, viu os seus comportamentos, gestos e escolhas de vestuário serem analisados ao pormenor e, por vezes, violentamente, criticados. Juan Carlos, pai de Felipe e antigo rei esteve no centro de algumas polémicas e viu o seu estado de saúde comentado nos jornais. Mas o caso que abalou os alicerces da monarquia espanhola e promete marcar este início de reinado é, sem dúvida, o caso Urdangarin, que atinge a irmã Cristina e o cunhado do novo rei. A tudo isto, Filipe VI promete responder com a imagem de marca deste casal: rigor, empenho e honestidade. Nesta obra atual e recheada de pormenores inéditos, o jornalista José Apezarena, especialista em assuntos da casa real espanhola, analisa a vida de Felipe e Letizia desde que se conheceram até ao momento em que se tornaram soberanos de Espanha. Os desafios que enfrentaram, os obstáculos que ultrapassaram em dez anos intensos entre o amor, as dificuldades e o dever. Os reis de Espanha do século xxi têm uma tarefa complicada pela frente. Mas Felipe e Letizia prepararam-se para ela durante a última década. Agora, chegou o seu momento.

Nesta obra ficamos a conhecer intimamente a vida de Felipe e Letizia. No caso de Felipe, não apenas a vida após o casamento como também factos sobre o crescimento, a educação e a vida privada. Factos estes, obviamente ligados à monarquia e à preparação de um jovem para futuro rei.
É portanto uma obra que vai além do que habitualmente conhecemos através das revistas. Neste livro, ficamos a conhecer o que realmente importa sobre aqueles que atualmente são os reis de Espanha. E o caminho não é fácil.
Além das personagens principais, o livro também aborda a vida de Juan Carlos e Sofía, e das infantas, Leonor e Sofía. 
Com efeito, tal como diz José Apezarena, "este livro tenta relatar e resumir o que aconteceu na vida de Felipe e de Letizia desde o dia 22 de maio de 2004, há dez anos, quando contraíram matrimónio na catedral de La Almudena, até à sua chegada ao trono como novos reis de Espanha. Pretende ser, de certa maneira, uma crónica dos anos que viveram, das mudanças que eles próprios sofreram, e como chegaram até aqui. Qual foi e é o seu trabalho para merecer o trono e o que têm de fazer para o ocupar a partir de agora com dignidade e ao serviço dos espanhóis".
Uma obra bastante interessante, particularmente por abordar o percurso de preparação de duas pessoas distintas para cargos tão nobres como o de rei e de rainha. 

TUDO SE TREINA

Autor: JORGE ARAÚJO
Editora: INCM

O ser humano precisa de estar em constante relação com os outros, e integrado em coletivos ou comunidades. Mas também apresenta necessidades prementes de afirmação individual, reconhecimento e distinção. Gosta de cooperar, mas igualmente de competir. Compara-se com aqueles que o rodeiam, e interpreta as suas atitudes e comportamentos com base nas crenças e valores adquiridos. Está em permanente comunicação, consoante o treino e a educação recebidos e, integrado numa realidade social complexa e imprevisível, confronta-se com uma constante necessidade de adaptação.
Todos nós adquirimos hábitos comportamentais através da educação e do treino a que somos sujeitos. É um processo naturalmente condicionado pelo ambiente social em que nos integramos, pelas oportunidades e experiências vividas, pela paixão com que nos entregamos à busca da melhoria pretendida e, principalmente, pela presença e pela qualidade do apoio de quem nos mobiliza no sentido de adquirir a empatia e a resiliência necessárias para atingirmos determinados objetivos.

Jorge Araújo foi treinador profissional de basquetebol durante 38 anos. Atualmente é uma referência no que respeita ao coaching individual e de equipas em contexto empresarial.
O livro conta com dois prefácios, um de José Constantino, presidente do Comité Olímpico de Portugal e outro de Paulo Almeida, chefe de gabinete do presidente do Comité Olímpico de Portugal. Posto isto, o autor inicia a obra recordando a história da 'bola no nariz', também referida ao longo do livro, onde, resumidamente, ficamos a saber que por um jogador ter colocado a mão no nariz após lhe terem atirado com uma bola, perdeu a bola que tinha na mão, dando a possibilidade ao adversário de recuperar a mesma e marcar cesto. A equipa perdeu o campeonato devido a esse "deslize". O que aconteceu depois deixamos para lerem no livro.
Mas afinal, o que é que podemos aprender com este livro? O autor aborda vários pontos, tais como: adquirir hábitos comportamentais; ser excelente; a importância das neurociências; as energias e as emoções; o interruptor do sucesso; em equipa que ganha também se mexe; treino na área comportamental; bem-estar físico, mental, emocional e espiritual; entre outros.
Este livro conta ainda com oito notas finais, onde Jorge Araújo afirma que "uma intervenção de coaching pressupõe envolver, ajudar a refletir, criar opções e aprender com os erros, concentrando-se o treinando em soluções imediatas, possíveis de alcançar, e não só nas de longo prazo, e, obviamente, mais ambiciosas (e difíceis de concretizar)".

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CONSTRUÇÃO MAGAZINE [62]

Número: 62

O número 62 da revista «Construção Magazine» pretende dar a conhecer aos leitores uma visão alargada do LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil).
Nesta edição da revista acompanhe a conversa de Eduardo Júlio, diretor da «Construção Magazine», com Carlos Pina, presidente do LNEC. Aqui, poderá saber mais sobre o início auspicioso da instituição, para o qual contribuiu o facto de agregar todas as áreas da engenharia civil, e também sobre os atuais desafios, nomeadamente ao nível do financiamento e da capacidade de adaptação ao presente e futuro da construção civil.
Carlos Pina revela, por exemplo, que “um desafio que o LNEC e as universidades têm é o de serem capazes de fazer com que o conhecimento existente nos vários centros de investigação que, desde os anos 80, 90, se desenvolveram em Portugal, na área da Engenharia Civil, seja passado para a prática”.

Outros temas de interesse nesta edição da «Construção Magazine» são, por exemplo, a ‘Intervenção na Herdade de Torre da Palma’; a ‘Análise com GPR da constituição de chaminés industriais em alvenaria’; a ‘Marcação CE e Avaliação Técnica Europeia de produtos e sistemas de isolamento térmico de edifícios” e, ainda, a ‘Análise estrutural da cabine de um pequeno submarino de recreio e investigação”.

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DA EUROPA DE SCHUMAN À NÃO EUROPA DE MERKEL

Autor: EDUARDO PAZ FERREIRA
Editora: QUETZAL

«Que reste-t-il de nos amours?» É a indagação nostálgica de uma bela canção de Charles Trenet, dos tempos da grande música europeia. É, também, de algum modo, o fio interrogativo de um livro em que se questiona a forma como foi possível passar de uma construção europeia destinada a assegurar a solidariedade e a prosperidade de um continente devastado - criando estruturas jurídicas de organização social e económica que se impuseram ao Mundo -, para um continente cada vez mais irrelevante, cujos valores fundadores se desvaneceram quase por completo. Como se passou de um projecto comum, em que todas as vozes e vontades se juntavam, a um (des)agregado de países, alguns unidos por pouco mais do que uma moeda comum, em que os interesses nacionais a tudo se sobrepõem, e os conflitos e ódios florescem? Onde errámos? Nos termos da própria criação do Mercado Comum? No Tratado de Maastricht e nas suas revisões? Nos poderes não controlados, outorgados a um grupo de políticos com legitimação frágil e a uma massa anónima de eurocratas insensíveis? Ou teremos errado ao criar o ambiente que levou à passagem de uma Alemanha Europeia a uma Europa Alemã?

Contextualizando a evolução da Europa de forma exemplar, Eduardo Paz Ferreira reforça ao longo do livro "a passagem da Alemanha de Estado tolerado e integrado, de forma que o seu poder não ameaçasse a Europa, ao Estado em que tudo pode e em tudo manda, com fortes consequências na natureza da União Europeia e no quotidiano das suas populações".
Com efeito, Eduardo Paz Ferreia, recorda um documento oficial que retrata a História da integração europeia nos seguintes períodos:
- 1945-1959: Uma Europa pacífica - Início da cooperação;
- 1960-1969: Um período de crescimento económico;
- 1970-1979: Uma comunidade em expansão - O primeiro alargamento;
- 1980-1989: A fisionomia da Europa em mutação - A queda do Muro de Berlim;
- 2000-2009: Mais expansão;
- A partir de 2010: Uma década de oportunidades e desafios.
Posto isto, o autor realça a fama da França e o proveito da Alemanha, onde a última "muito mais rapidamente do que se poderia ter pensado, se vê reabilitada e desejada como parceiro das mais respeitadas organizações europeias".
Obviamente, Eduardo Paz Ferreira também destaca a adesão portuguesa e as respetivas consequências. 
A moeda, o euro, também é objeto de análise nesta obra.
Depois de outros tópicos, o autor dedica o último capítulo ao futuro da Europa, interrogando: "Podemos salvar a Europa?".
Eduardo Paz Ferreira acredita que "fundamental é refundar uma Europa que possa atrair os seus cidadãos" e foi com isto em mente que decidiu publicar este livro.

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CRIE A SUA ECONOMIA

Autora: KIMBERLY PALMER
Editora: SELF

Cansadas da ameaça constante do desemprego e das dificuldades financeiras, milhões de pessoas vão dando o salto: joias feitas à mão, comida caseira, formação pessoal, desenvolvimento de aplicações para telemóvel, etc… Reforçam os seus rendimentos e criam redes de segurança para a eventualidade de serem atiradas para o desemprego. Pelo caminho, dão largas à sua criatividade e conseguem uma realização pessoal que nunca julgaram possível. A colunista financeira Kimberly Palmer revela este movimento crescente, começando por contar o seu próprio percurso.
Reconhecendo que o jornalismo não oferecia grande estabilidade (e com um bebé para alimentar), decidiu desenvolver guias financeiros. O seu negócio paralelo rapidamente tornou-se uma fonte de rendimento estável. Crie a Sua Economia conta a história de pessoas que se libertam da angústia financeira.

De acordo com Kimberly Palmer "este livro ajudá-lo-á a preparar o seu biscate para o lançamento, para o salvar do medo e frustração financeiros, para o tornar mais seguro e próspero e para lhe permitir satisfação e realização pessoal muito além do que obteria com a sua ocupação principal.". Com efeito, dado o enquadramento económico atual este livro é bastante pertinente. Dar a volta à crise ou a uma situação desfavorável por vezes acontece através de algo inesperado, de um hobby que passa a atividade principal, e para dar esse "salto" pode contar com as dicas de Kimberly Palmer. Ao longo do livro a autora apresenta várias histórias de sucesso (que poderão facilmente conhecer através dos websites e blogues dos protagonistas apresentados no final do livro), aponta vários tópicos representados em quadros ao longo do livro (que facilitam a leitura) e, ainda, indica quais as principais lições a tirar de cada capítulo. 
No final do livro, existe um caderno prático que o ajudará a saber por onde começar, o que fazer e como encontrar tempo para criar a sua economia. Nesta secção poderá também iniciar um plano de trabalho para transformar a sua ideia/hobby numa fonte de rendimento regular.
Kimberly Palmer dá ainda a conhecer o top dos 50 biscates, estando os webdesigners a ocupar o número um desta lista.

HISTÓRIAS FALSAS

Autor: GONÇALO M. TAVARES
Editora: CAMINHO

Arrogante, mais do que era seu costume, cheio de vaidade pela riqueza que ostentava e pelo estômago farto, Mercatore disse, para Diógenes:
– Se tivesses aprendido a bajular o rei, não precisavas de comer lentilhas.
E riu-se depois, troçando da pobreza evidenciada por Diógenes. O filósofo, no entanto, olhou-o ainda com maior arrogância e altivez. Já tivera à sua frente Alexandre, o Grande, quem era este, agora? Um simples homem rico?
Diógenes respondeu. À letra:
– E tu – disse o filósofo – se tivesses aprendido a comer lentilhas, não precisavas de bajular o rei. 
De «A história de Listo Mercatore»

O que é que pode encontrar neste livro?
"Breves narrativas: desvios ficcionais na história da filosofia antiga".
Ao todo são nove histórias "escritas no mesmo período" embora "publicadas em momentos muito distintos, em revistas portuguesas e numa antologia de contos (Jovens escritores para a nova Europa) publicada em italiano e húngaro.
Gonçalo M. Tavares escreveu estas histórias pois pretendia "em primeiro lugar, exercer um ligeiro desvio do olhar em relação à linha central da história da filosofia; por outro lado, tinha curiosidade em perceber o modo como a ficção (verosímil ou nem tanto) se pode encostar suavemente a um fragmento da verdade até ao ponto em que tudo se mistura e se torna uniforme".
Assim sendo, desafiamos os nossos leitores a conhecerem as histórias de: 'Julieta, a santa da Baviera'; de 'Lianor de Mileto'; de 'Listo Mercator'; de 'Metão, o Pequeno'; dos 'Tiranos'; de 'Aurius Anaxos'; de 'Elia de Mirceia', de 'Faustina, a Medrosa', e ainda, a história de 'Arquitas'.

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PERCURSOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO NA UNIVERSIDADE DO PORTO

Coordenação: PEDRO TEIXEIRA

Pedro Teixeira reúne neste livro um amplo conjunto de textos em torno da relevância da internacionalização na U.Porto. O tema é articulado num leque de perspetivas no qual se cruzam a origem e a história da internacionalização da U.Porto, a contextualização europeia e internacional e as estratégias institucionais que modelaram a sua concretização. Nesta obra plural é ainda avaliado o impacto da internacionalização, nomeadamente nas atividades de ensino e investigação, dando atenção às diferenças que o processo assume nas diversas áreas disciplinares. Da sua leitura ressalta uma visão de longo prazo da internacionalização da U.Porto.

Atualmente é fácil associar as palavras 'internacionalização' e 'Universidade do Porto', contudo, nem sempre foi assim. Este livro traz uma perspetiva talvez desconhecida por muitos jovens que hoje se encontram rodeados de colegas estrangeiros. 
Segundo Pedro Teixeira, "embora possamos dizer que o ensino superior teve sempre uma dimensão internacional, este fortalecimento recente é significativo e marca uma diferença com o passado mais recente". Este passado, corresponde a um período de forte envolvimento do Estado nas instituições de ensino superior, que por vários motivos levaram "a generalidade das universidades europeias a tornarem-se um instrumento importante da estrutura do Estado, direcionando a sua atividade, os seus interesses e as suas preocupações para o espaço nacional".
Foi já nas últimas décadas que se começou a assistir a uma alteração significativa desta situação, passando a existir um estímulo à internacionalização. Pedro Teixeira refere que "no caso português, este processo tem algumas especificidades, refletindo os percursos históricos do país e do sistema de ensino superior". 
Assim sendo, neste livro está patente a relevância da internacionalização para a Universidade do Porto ao longo dos 100 anos desta instituição, onde, embora se dê particular atenção aos desenvolvimentos das últimas décadas, se adotou "uma visão de longo prazo, de modo a melhor compreender o caminho percorrido e as realidades e preocupações presentes acerca da internacionalização".
Por tudo isto, esta é uma obra valiosa, para todos os interessados na evolução do ensino superior em Portugal, na região Norte e, concretamente, na cidade do Porto.

Os autores deste livro são: Alberto Amaral (A3ES e CIPES); Amélia Veiga (A3ES e CIPES); António M. Magalhães (FPCEUP e CIPES); Aurora Teixeira (FEP, CEF.UP e OBGEFE); Francisco Miguel Araújo (CITCEM-FLUP); Guy Neave (CIPES); Lúcia Almeida Matos (FBAUP e IHA - FCSH - U. Nova de Lisboa); Luís Alberto Marques Alves (FLUP e CITCEM-FLUP); Maria João Rosa (DEGEI - U. Aveiro e CIPES); Pedro N. Teixeira (FEP e CIPES); Sebastião Feyo de Azevedo (FEUP).

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MARKETING RESEARCH [Volume II]

Autor: JOSÉ VIDAL OLIVEIRA
Editora: SÍLABO

Este manual possibilita aos seus leitores a compreensão do Marketing Research e a clarificação dos limites de uma investigação, tendo em conta o seu desenho e os procedimentos utilizados.
Para a elaboração deste trabalho, e para além da sua rica e vastíssima experiência profissional, o autor consultou mais de uma dezena de obras de conceituados e reconhecidos autores e a síntese aqui apresentada consiste numa sistematização do que estava disperso, com um estilo próprio, facilitando a sua leitura e interpretação, com a apresentação de muitos exemplos.
 O Manual está organizado em dois volumes: o VOLUME II trata da problemática ligada à análise de dados com aplicação de métodos multivariados, seu fundamento estatístico-matemático, desenvolvimento, interpretação e aplicação, bem como das técnicas especializadas em Marketing Research, quer nos estudos de identificação de problemas, quer nos estudos para a sua resolução.

Apesar das 900 páginas poderem intimidar os leitores, este livro está muito bem estruturado, facilitando assim a consulta. Além disso, o autor teve o cuidado de utilizar uma linguagem que é facilmente apreensível, o que torna o livro mais leve.
No que respeita concretamente à análise de dados, este livro aborda os métodos descritivos e explicativos, métricos e não métricos. Posto isto, seguem-se as técnicas especializadas usadas em marketing research, nos estudos de identificação de problemas e nos estudos para a resolução dos mesmos, onde entre outros, é possível perceber como se elaboram os estudos de hábitos de compra e uso de produtos; estudos de imagem de marcas, empresas e instituições; estudos de satisfação de clientela; segmentação de mercado; estudos de influência do preço; estudos sobre a estrutura da distribuição; o cliente mistério; os estudos de audiência de meios; os estudos de avaliação de efeito e impacto de campanhas, os estudos de opinião e, ainda, as sondagens eleitorais.
Efetivamente, este livro é bastante abrangente e relevante para todos os que estão de alguma forma ligados ao marketing. Essencial, obviamente, para os estudantes desta temática.

Mais detalhes sobre esta obra aqui!

FOTO HDR – Fotografia e Edição de Imagens de Alta Gama Dinâmica

Autor: JOEL SANTOS

Este livro aborda a técnica de HDR (High Dynamic Range), desde os seus fundamentos teóricos, passando pelo registo das fotografias no terreno, até à fase em que estas são combinadas e resultam numa imagem final de alta gama dinâmica. Espera-o um novo mundo de luz e de extraordinárias oportunidades fotográficas.

Este livro, que faz lembrar um álbum fotográfico pelo formato e pelo brilho do papel, foca-se na técnica HDR, a Alta Gama Dinâmica, que é uma ferramenta fotográfica que "quando usada nas situações adequadas, pode resolver problemas ou permitir resultados que, de outra forma, estariam fora do alcance das capacidades nativas de uma câmara fotográfica".
Neste livro o autor explora a obtenção de resultados fotorrealistas. Assim, Joel Santos explica como criar uma imagem HDR bem-sucedida, abordando "a compreensão do conceito de gama dinâmica, as técnicas e definições adequadas para o registo das fotografias no terreno, os passos relevantes na edição preliminar das imagens, a utilização dos programas e das ferramentas consagrados à técnica HDR e, por fim, os cuidados de pós-produção necessários para obter o melhor resultado possível". Tudo isto, acompanhado por imagens e esquemas que permitem ao leitor uma plena absorção dos conteúdos.
Assim sendo, estamos perante uma obra perfeita para todos aqueles que se interessam por fotografia e, concretamente, por esta técnica.

Outras informações sobre este livro aqui!

DEAD COMBO - Sound Files

Autores: Pedro Gonçalves & Tó Trips
Editora: Chiado Editora

"No dia 31 de março de 2003 dois tipos encontraram-se num concerto, depois dessa noite resolveram formar uma banda, o resto são histórias!!", começa assim esta banda desenhada que assinala o 10ºaniversário dos Dead Combo.
Uma interessante forma de assinalar o já longo percurso desta banda nacional, com textos de Pedro Gonçalvez e desenhos de Tó Trips.

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PSICOLOGIA PARA NÃO PSICÓLOGOS - A gestão à luz da psicologia

Coordenadores: Patrícia Jardim da Palma, Miguel Pereira Lopes e José Bancaleiro
Editora: Editora RH

Com base em case studies, o livro Psicologia para Não Psicólogos tem como primeiro objetivo o autodesenvolvimento, procurando promover a reflexão e o aperfeiçoamento das competências pessoais do leitor. Como segundo objetivo, este livro visa o heterodesenvolvimento − através da mudança efetiva de hábitos, rotinas e comportamentos das suas pessoas, nos mais variados contextos laborais (e.g., empresas, instituições e organismos públicos, escolas, organizações de saúde, organizações sem fins lucrativos). Pretende-se, assim, proporcionar os conhecimentos e as ferramentas fundamentais de gestão de pessoas e mudança de comportamentos, sem que o leitor sinta a necessidade de obter um grau académico em psicologia!

Escrito com o rigor necessário, mas também de forma acessível a qualquer leitor, este livro divide-se em nove capítulos, onde se abordam os seguintes temas: liderança | persuasão, decisão e mudança de comportamentos | human performance tecnhnology | felicidade e emoções positivas | criatividade e pensamento divergente | networking e gestão das redes sociais | stress e resiliência - como transformar adversidades em respostas positivas | proatividade e espírito empreendedor | coaching, mentoring e gestão ativa na carreira.
Assim, este livro toca em aspetos como "a capacidade de despertar curiosidade, o rigor intelectual, o apoio ao desenvolvimento da autonomia e a adoção de uma atitude proativa".
É, sem dúvida, uma obra atual, que merece o reconhecimento pela forma como foi coordenada, e que servirá, com certeza, como manual de apoio a todos aqueles que estudam e trabalham na área dos recursos humanos.

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JAMOR - O PALCO MAIOR DO DESPORTO NACIONAL

Editora: INCM

O Estádio Nacional, que «ostenta atualmente a designação de Centro Desportivo do Jamor», é considerado um património público com grande peso simbólico e distinto valor social, desportivo, ambiental e cultural, celebrou o septuagésimo aniversário da sua existência no passado dia 10 de junho. Visto como sendo um centro de excelência aberto a todos os apaixonados pelo desporto, ou seja, a todos os que gostam da expressão latina mens sana in corpore sano, é um estádio marcado por grandes acontecimentos desportivos nacionais, tendo passado pelos seus campos glórias de diferentes modalidades – futebol, atletismo, ténis, natação, merecendo particular evidência o futebol por ser, por exemplo, o palco habitual da final da Taça de Portugal e o estádio oficial «de todos nós», a seleção de Portugal. Neste sentido, esta obra representa um grande tributo à memória desportiva nacional. Trata-se de uma coedição entre a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, o Instituto Português do Desporto e Juventude, e o Museu Nacional do Desporto.

Este livro é tão grandioso na forma como no conteúdo. É uma verdadeira homenagem ao desporto nacional.
"Esta monografia procura desvendar a identidade de um símbolo arquitetónico, que entrou no imaginário coletivo como o Jamor, e as diferentes identidades que o Jamor foi adquirindo, desde o Estado Novo até ao presente". Com efeito, o livro parte do contexto político e depois explora o objeto - o estádio em si - através de diferentes abordagens em torno do mesmo. Evidentemente, também se foca na arquitetura do estádio e nas influências internacionais. Na verdade "em relação a muito outros países da Europa e do mundo, Portugal estava atrasado no que dizia respeito a instalações para a prática e o espetáculo desportivos" e portanto foi importante observar e estudar o que se fazia nessa época a nível internacional.
Depois de ficarmos a conhecer todo o processo pelo qual passou a construção deste estádio, é-nos dada a conhecer em detalhe a inauguração do mesmo: a 10 de junho de 1944 inaugurou-se, no vale do Jamor, o Estádio Nacional, com a presença de mais de 60 mil espectadores. "O equipamento principal colocava no centro o desporto rei - o futebol - mas também o atletismo com a pista de cinza negra que circundava o «campo de relva verde». O equipamento contemplava ainda instalações para ténis, campos de treino e um futuro hipódromo. A piscina surgiria mais tarde".
O livro continua afirmando o Jamor como 'o palco das festas nacionais de desporto'.
Esta obra, que relata os 70 anos do Jamor, termina reforçando o seu contributo para "projetar as necessidades futuras e preservar a sua essência e o seu valor, quer na dimensão desportiva, quer simbólica" deste grande palco desportivo nacional.

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EGOÍSTA [52]

Revista: EGOÍSTA
Número: 52

Esta edição que tem como missão REVOLUCIONAR.
Com o bom gosto ao qual já nos habituou, esta «Egoísta» revoluciona através da liberdade artística.
A grande entrevista deste número foi feita a Eduardo Lourenço, que deixou uma mensagem aos leitores "devíamos respirar mal o ar que respiramos tão bem, não nos habituarmos a que isto desaparecerá como um mau sonho".
Podemos também apreciar as emblemáticas fotografias que Alfredo Cunha tirou no dia 25 de abril de 1974 e perceber melhor o contexto em que foram tiradas.
Também para apreciar são as fotografias de Annie Leibovitz, disponíveis num "excerto exclusivo do livro 'Annie Leibovitz' em Portugal", onde a autora apresenta alguns dos seus retratos mais famosos. "As suas fotografias são, ao mesmo tempo, intimistas, icónicas e esteticamente vastas e singulares.". Nesta edição da 'Egoísta' podemos ver, por exemplo, fotografias que Annie tirou a Clint Eastwood, Angelina Jolie e Andy Warhol.
Para ler, há também textos de Lídia Jorge, Mário de Carvalho, Valério Romão, João Adelino Faria, entre outros.

A próxima edição da 'Egoísta' será publicada em Dezembro.

O OLHAR DO FOTÓGRAFO

Autor: MICHAEL FREEMAN
Editora: DINALIVRO

Quer queiramos quer não, fotografar já não é o que era. De facto, a fotografia digital revolucionou por completo todo o processo de composição e de tratamento da imagem, que pode agora ser recriada, corrigida ou até simplesmente ignorada assim que acabamos de premir o obturador. Ciente das potencialidades infinitas actualmente ao alcance de profissionais e de amadores, Michael Freeman, fotógrafo e escritor de renome internacional, ensina-o, no presente livro, a trabalhar com as novas ferramentas de edição de imagem, revelando-lhe também todos os seus segredos. Para o autor, porém, a fotografia, para além de poder ser um mero documento, é sobretudo uma expressão da criatividade humana e o bom fotógrafo necessariamente um artista. Nesse sentido, Freeman convida-o a redescobrir um sem-número de técnicas tradicionais relativas à composição, enquadramento, equilíbrio e ritmo das imagens, bem como à sua profundidade, textura, contraste e perspectiva.

Tal como nos é revelado no início desta magnífica obra "este é o primeiro livro no qual se explora o tema da composição do enquadramento para profissionais e grande amadores da fotografia digital. Uma obra que abrange as técnicas tradicionais de composição e as novas potencialidades de edição de imagem digital para elaborar excelentes fotografias. Michael Freeman mostra-nos como explorar as situações e os locais para encontrar os melhores momentos fotográficos.". Com efeito, é mesmo isto que acontece. Neste livro está patente uma vasta apresentação de trabalhos fotográficos, acompanhados por ilustrações esquemáticas, que explicam detalhadamente como e por que motivo as fotografias resultam, ou não, de determinada forma. De facto, "há muitos preparativos no processo de exposição de uma fotografia que não são percetíveis no resultado final" e este livro explica de forma muito clara quais são esses preparativos.
Esta é, portanto, uma obra essencial para estudantes de fotografia e, particularmente, para amadores, que não podendo fazer um curso têm aqui uma excelente ferramenta de apoio.