A PUBLICIDADE SEGUNDO O MEU TIO OLAVO

Autor: EDSON ATHAYDE
Editora: CHIADO EDITORA

Um descontraído manual de como se faz e se vive a publicidade, escrito por um criativo que escolheu Portugal e foi reconhecido pelo mundo.
Esta edição 2.0 precisa de ser lida por antigos e novos, decanos e jovens, portugueses, brasileiros, angolanos, moçambicanos e quem mais quiser perceber de boa publicidade feita em português.

Um best seller reeditado este ano, com novos textos e novos temas.
Uma das coisas admiráveis neste livro é o facto de não se destinar apenas a quem trabalha em publicidade. Este livro é muito mais do que isso, é perfeito para quem é cliente de uma agência de publicidade, mas também para o consumidor. Ou seja, para todos. Porque todos temos a aprender com este livro, sejamos marketeers, clientes ou consumidores.
A primeira parte do livro foca-se na vida do autor e na definição de publicidade. Depois, Edson Athayde explora, de forma clara e transparente, o trabalho das agências de publicidade: o que são, como funcionam, a relação entre os clientes e as agências. Fala também sobre os marketeers e sobre o marketing político, onde, entre outros, ficamos a saber como começou a relação de Edson Athayde com José Sócrates e António Guterres. Tudo isto, de forma simples, divertida e criativa. E claro, com os ensinamentos do querido Tio Olavo, que tornam o livro ainda mais rico.
No final, o autor lembra algumas das campanhas mais marcantes que produziu em Portugal: o spot "Laranja", o spot do Pedro Lamy para a Galp, os spots "Ogilvy e Krypton para MTV", "In Love MTV Aids Campaign", "Ministério da Saúde Bebé Master", "MTV Shot Aids", "WWF Fósforos", "Master Alzheimer Pastas Abraz". E claro, uma das publicidades que marcou uma geração: o «Tou Xim».

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CAMINHAR PELO PORTO

Autor: GERMANO SILVA
Editora: PORTO EDITORA

Este livro é, simultaneamente, um repositório de histórias do Porto e um guia para quem pretende conhecer o Porto dessas histórias.
Com ele, parta à descoberta de um Porto diferente. De um Porto monumental, mas também da cidade das escadinhas, da aragem que sobe do Douro, dos recantos típicos que se precipitam nas encostas sobre o rio.
E sobretudo descubra o Porto de quem o habitou e habita, do portuense de todos os tempos, da sua longa caminhada de milénios e do afã que sempre o motivou na construção da sua cidade.
Caminhe pelo Porto, atravessando a sua história, na companhia de quem melhor o conhece.

Há sete pontos essenciais a visitar, de acordo com este guia. Comece pelos Clérigos, da Praça da Liberdade a São Bento, um passeio de cerca de dois quilómetros, que demora cerca de duas horas. Depois, percorra o Morro da Sé, em cerca de 45 minutos, da Batalha à Ribeira, "um pedaço do Porto que será um testemunho vivo e eloquente da vida de um povo". Segue-se a Marginal, numa extensão de 4,5 quilómetros, do Infante ao Passeio Alegre. Posto isto, descubra a Foz Velha, em pouco mais de uma hora, vá do Passeio Alegre à Praça do Ourigo, "este não é um passeio como outro qualquer (...) intentamos com ele uma viagem em retrospetiva a um passado de festas e romarias". Mude o rumo, e conheça as Fontaínhas, desde Santa Clara ao Prado do Repouso, serão mais de duas horas para apreciar "um dos mais curiosos bairros da cidade oriental - o Bonfim". Ainda pelo Porto Oriental, vá de Soares dos Reis ao Bolhão, e entre na baixa do Porto. Há ainda um último ponto de destaque neste guia: o Palácio de Cristal, num percurso de Carlos Alberto à Igreja de Cedofeita, que lhe dará a conhecer "uma cidade industrializada, mas que não se apartou ainda de antigas tradições e de ruínas floridas".
Um guia com excelente bom gosto, ao qual nem os portuenses vão conseguir resistir.

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500 FRASES QUE MUDARAM A NOSSA HISTÓRIA


Autor: JOÃO FERREIRA

Da Antiguidade até aos nossos dias. De autores dos quatro cantos da Terra. De políticos a artistas, humoristas, escritores, ativistas, filósofos antigos e modernos, reis e rainhas. Aqui encontra 500 frases fundamentais que mudaram, de alguma forma, a nossa História de Portugal e do Mundo. João Ferreira, autor dos bestsellers Histórias Rocambolescas da História de Portugal e Histórias Bizarras de um Mundo Absurdo, percorreu livros, arquivos nacionais e internacionais para nos trazer este grande livro de citações, cada uma delas contextualizada na época e na sua autoria. Sim, porque há frases que estamos habituados a atribuir a determinada pessoa que nunca a proferiu.

João Ferreira resolveu alguns problemas associados a citações ao escrever este livro: “atribuição da mesma frase a diferentes autores; dúvidas sobre as datas em que foram ditas ou escritas; as obras onde tinham sido publicadas; ou mesmo se alguma vez tinham sido ditas por quem era”.
Com esta obra, viaje pela história e conheça a origem de várias frases emblemáticas, algumas das quais usamos no nosso dia a dia.
As 500 frases deste livro estão divididas por vários temas, nomeadamente: a existência e os sentimentos, o amor e o ódio, a vida e a morte, a guerra e a paz, o dinheiro, o trabalho e a preguiça, a política, a liberdade, a esperança, a inveja, a mentira, o bem e o mal, as artes, o espetáculo, a ciência, a literatura, o desporto, a moda e, ainda, o humor.
Um livro perfeito para se ler sem perder o fio à meada. 

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CONSTRUÇÃO MAGAZINE [60]

Revista: CONSTRUÇÃO MAGAZINE
Número: 60


A edição número 60 da revista «Construção Magazine» sobre ‘Caldas, Argamassas e Betões’ é um tributo à personalidade do Eng.º Jorge Lourenço, descrito como “um professor marcante, um engenheiro conhecedor, e um excelente amigo, que deixa uma enorme saudade”, pelo diretor da revista, Eduardo Júlio.

Poderá ler sobre ‘Caldas de cimento: aplicações, composição e caracterização’ (páginas 8-12), um estudo onde se concluiu que “as caldas de selagem têm um papel fundamental nas ligações aço/calda/material de suporte, sendo responsáveis pela transferência de carga e protecção das armaduras. O seu desempenho e a avaliação das suas características mecânicas são fundamentais para a sua aplicação”.
Segue-se ‘A importância de utilização de argamassas e betões leves na execução de enchimentos e camadas de forma’ (páginas 14-17), que demonstra que “uma forma de compatibilizar as necessidades técnicas e de custos é o recurso a betões e argamassas leves, produzidas com agregados leves como a argila expandida. A utilização deste agregado, além de permitir a obtenção de betão leve, com propriedades de isolamento térmico e resistência ao fogo, permite obter resistências elevadas de carácter estrutural”.
Já o artigo ‘Betões estruturais de agregados leves’ (páginas 18-21) “apresenta-se como um método objetivo e abrangente para a composição e produção de betão estrutural de agregados leves (BEAL), o qual permite ajustar a densidade, a consistência e a resistência mecânica do betão aos valores pretendidos”.
Quanto ao trabalho sobre a ‘Fluidez de pastas de cimento CEM II na presença de adjuvantes poliméricos: efeitos da temperatura ambiente’ (páginas 22-25), “é avaliado o comportamento reológico de pastas de cimento com introdução de policarboxilatos modificados, para diferentes temperaturas ambientes”.
No que respeita aos ‘Betões com agregados leves aplicados a estruturas’ (páginas 26-29), concluiu-se que “é possível construir estruturas de betão leve com elevada capacidade de carga e comportamento dúctil”.
Nesta edição fique também a par da regulamentação dos produtos de construção.

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O ESTRANHO CASO DE SEBASTIÃO MONCADA

Autor: JOÃO PEDRO MARQUES
Editora: PORTO EDITORA

Correm tranquilamente os primeiros dias de Junho de 1832 quando um casal desconhecido vem alojar-se numa estalagem da Foz do Douro. Ele é um homem de meia-idade e porte altivo, chamado Sebastião Moncada, e ela, uma mulher mais nova, de olhar assustado e gestos inquietos.
O casal chega rodeado de uma atmosfera de mistério, cuja persistência vai exigir a intervenção da Polícia. Mateus Vilaverde é o oficial da Guarda Real que fica encarregado do caso, mas a sua investigação complica-se extraordinariamente com a chegada do exército liberal de D. Pedro, que, desembarcado nas praias do Mindelo, ocupa a cidade do Porto. É, então, num cenário de guerra que Mateus vai descobrindo a história de Sebastião Moncada. Mas à medida que o vai fazendo vê-se impelido a investigar-se a si próprio e a confrontar-se com os seus afectos, desejos e fantasmas.
Tendo como pano de fundo o Portugal das Guerras Liberais e o estoicismo das gentes do Porto, cercadas durante mais de um ano pelo enorme e impiedoso exército miguelista, O Estranho Caso de Sebastião Moncada é um romance sobre a importância do acaso e das coincidências na vida humana e sobre a coragem necessária para enfrentar e viver as consequências de um grande amor.

Duas estórias marcam a narrativa deste livro, por um lado, Sebastião Moncada e Francisca, e por outro, Mateus Vilaverde e Luísa. Ambos os casais vivem um amor clandestino e é precisamente este o fio condutor do livro, cuja narrativa se situa na época das Guerras Liberais e do confronto entre D.Pedro e D.Miguel. É também dada a conhecer uma cidade do Porto onde à data reinava a miséria e o poder desmedido. No todo, é possível encarar este livro como uma aula de história romanceada e bem conduzida pelo autor. Um livro recheado de descrições que nos envolvem na história do Norte de Portugal do século XIX. Além do Porto, podemos conhecer outras cidades como por exemplo Penafiel, sendo interessante para quem as conhece fazer uma comparação entre o passado descrito nesta obra e o presente.
«Mistério, paixão e coragem» são as três palavras que definem esta obra.

José Pedro Marques é autor foi professor e é autor de vários artigos relacionados com a época colonial, sendo ainda autor de outros livros, por exemplo, «Uma fazenda em África», também editado pela Porto Editora.

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O FIM DO PODER

Autor: MOISÉS NAÍM
Editora: GRADIVA


Numa investigação original e muito bem fundamentada, Naím mostra como o impulso anti-establishment dos micropoderes pode derrubar tiranos, desalojar monopólios e abrir novas e extraordinárias oportunidades, mas também levar ao caos e à paralisia. Naím cobre habilmente as mudanças sísmicas em curso no mundo dos negócios, da religião, da educação, das famílias, com exemplos retirados de todas as áreas da actividade humana. Acessível e convincente, O Fim do Poder constitui um olhar revolucionário sobre o fim inevitável do poder – e sobre como esse fim irá mudar o nosso mundo. 

Enquanto ministro do Desenvolvimento do governo da Venezuela (finais dos anos 80), Moisés Naím experienciou "um desfasamento entre a percepção e a realidade do meu poder", ou seja, constatou as limitações desse poder. Caraterística que tem vindo a confirmar ao longo dos anos através do contato com personalidades detentoras de poder, de diferentes domínios, que partilham o mesmo pensamento e confirmam a teoria da decadência do poder (o autor refere que este livro não é um apelo a que se tenha pena dos que estão no poder).
Antes de mais o objetivo é avaliar o impacto da decadência do poder - para o bem e para o mal. Para isso o autor apresenta a sua definição de poder com rigor, sendo o poder "a capacidade de orientar ou de prevenir as ações presentes ou futuras de outros grupos e indivíduos". Segundo o mesmo, o poder pode ser expresso através de quatro canais, o músculo (força), o código (apelo ao sentido moral), a promoção (mudança na percepção para nos levar a escolher algo) e a recompensa (recurso a benefícios).
A teoria proposta por Moisés Naím assenta nas fragilidades das barreiras ao poder, sendo agora mais fácil chegar ao topo essa posição torna-se efémera. De acordo com o autor, isto acontece devido à ascensão dos micropoderes potenciada por três revoluções: a revolução do mais - aumento de tudo, mais países, populações, melhor nível de vida; a revolução da mobilidade - dinheiro, pessoas, bens e ideias movimentam-se como nunca antes; e a revolução das mentalidades - mudanças de expetativas e aspirações.
O livro tem muito interesse porque as observações do autor são transversais a várias entidades e também porque foge às leituras tradicionais sobre o poder, que evocam sistematicamente a posição antagônica entre potências (análise geopolítica, particularmente do paradigma E.U.A. e China), e o foco na internet. 
Interessante, também, é a discussão sobre as consequências negativas que a fragilidade do poder, no seu todo, podem ter para a nossa vida. Isto é, um mundo onde não exista autoridade é um mundo onde se torna mais difícil tomar decisões, as vidas são "governadas por incentivos e medos de curto prazo, e menos poderemos planear as nossas ações e projetar o futuro". Como já foi avançado por alguns filósofos, a dispersão do poder pode conduzir ao caos e anarquia. 

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A NEUTRALIDADE PORTUGUESA NO TEMPO DE D. PEDRO II

Autor: ANA LEAL DE FARIA
Editora: ESFERA DO CAOS


As circunstâncias históricas que estruturaram a diplomacia moderna em Portugal proporcionam a análise de um modelo de «diplomacia de guerra», logo abandonado com a assinatura da paz cuja manutenção está subjacente a uma política de neutralidade, que exige habilidade negocial e prestígio. A assinatura da paz luso-castelhana, em 1668, marcou a transição para um período de neutralidade e distanciamento relativamente às questões europeias apenas interrompido, já no final do reinado de D. Pedro II, com a intervenção na Guerra de Sucessão de Espanha. A adesão de Portugal à Grande Aliança de Haia, a 16 de Maio de 1703, assinalou uma inversão da política externa portuguesa, num tempo em que o problema económico pesava cada vez mais na balança das decisões. O Tratado de Methuen, assinado no final desse ano, culminaria três décadas de pressão britânica e abriria uma nova etapa nas relações entre Portugal e Inglaterra.

Desenvolvido no contexto do programa do seminário Guerra e Diplomacia, do Mestrado em História Moderna (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), este livro tem como pano de fundo o estudo da dimensão externa do Estado, durante um época de aceleramento das relações internacionais. Sendo uma obra pautada por uma exposição objetiva do tema, suportada por uma investigação rigorosa. 
Ana Leal de Faria enquadra bem a baliza temporal sobre a qual este estudo recai - entre o pleno reconhecimento internacional da casa de Bragança, como legítima herdeira do trono de Portugal e o envolvimento de D. Pedro II, como parte interessa na Guerra de Sucessão de Espanha. Por outro lado a autora especifica bem o que entende por neutralidade -  sendo este o conceito chave do trabalho - o conceito de neutralidade com que a autora trabalha significa não tomar partido por nenhuma das partes que se envolvem em discussão, sendo um termo que evoluiu no movimento civilizacional europeu. A neutralidade resulta da soberania para a tomada de decisão, podendo ser gerida conforme as circunstâncias - negociação dos beligerantes com terceiros e destes com cada uma das partes envolvidas em conflito.
São vários os tópicos analisados pela autora - os princípios básicos das relações internacionais nos seculos XVII e XVIII, com destaque para os direitos dinásticos, balança comercial e equilíbrio de poderes. Segue-se a discussão da politica externa de D. Pedro, num período marcado pela generalização da guerra, onde a autora aborda os obstáculos a uma neutralidade ativa, para terminar com o distanciamento de Portugal na fase de paz na Europa. Para além disso, é tratada a politica de casamento da corte portuguesa. O capítulo final do livro evidencia o papel de Portugal durante  a Guerra de Sucessão de Espanha.
Ana Leal de Faria tem estudado as áreas da História Diplomática e Diplomacia, particularmente entre os séculos XVII e inícios do século XIX. Atualmente é Professora na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo já recebido o Prémio Aristides Sousa Mendes e o prémio Gulbenkian de História Moderna e Contemporânea de Portugal, como reconhecimento do trabalho de investigação que tem vindo a realizar.

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O TERCEIRO CHIMPANZÉ: A EVOLUÇÃO E O FUTURO DO ANIMAL HUMANO

Autor: JARED DIAMOND
Editora: TEMAS E DEBATES

Partilhamos noventa e oito por cento do nosso ADN com os chimpanzés. No entanto, somos a espécie dominante no planeta - fundamos civilizações, desenvolvemos intricadas formas de comunicação, aprendemos a ser cientistas, construímos enormes cidades e criamos obras de arte maravilhosas - enquanto as duas espécies de chimpanzés, o comum e o pigmeu, continuam concentrados nas suas necessidades básicas. Porque é que esses dois por cento criaram uma divergência tão grande entre três espécies tão próximas? Nesta obra fascinante, o vencedor do Pulitzer Jared Diamond explica-nos como o animal humano, em tão pouco tempo, desenvolveu a capacidade de dominar o mundo… e os meios para o poder destruir. Um livro brilhante, que nos volta a colocar no lugar mais apropriado, longe do antropocentrismo em que costumamos viver. Porque nós somos apenas  «O Terceiro Chimpanzé».

«O Terceiro Chimpanzé» é um livro estimulante que vai abalar algumas das ideias preconcebidas que temos sobre nós mesmos, como humanos. O objetivo de Jared Diamond com este trabalho é demonstrar que apesar de os humanos apresentarem qualidades singulares, que nos demarcam das restantes espécies e que colocam em risco a nossa sobrevivência, apenas a compreensão da nossa natureza pode ajudar a moldar o nosso comportamento.
O autor salienta que os nossos problemas estão estritamente relacionados com a nossa ascendência animal. Jared Diamond explica que os mesmos problemas podem ser encontrados em várias outras espécies, sendo por nós ampliados, pelo nosso crescente domínio tecnológico e aumento demográfico a um ritmo acelerado. Assim, ao longo do texto são colocados em perspectiva os comportamentos dos humanos e de outras espécies, para ajudar a perceber "o terceiro chimpanzé".
O livro conta a historia da nossa ascensão e queda. Começa por recuar muito no tempo, até às nossas origens, com uma abordagem à tradição arqueológica e aos dados recentes da biologia molecular. Estes dois ramos científicos são os que mais pistas fornecem sobre a evolução humana e o que nos levou a separar dos nossos mais próximos parentes do reino animal – O Grande Salto em Frente. A segunda parte avalia as mudanças do ciclo da vida humana: a evolução da sexualidade humana, a ciência do adultério, a escolha de parceiros sexuais, a origem das raças humanas e, ainda, por que envelhecemos e morremos.
Para além disso, o autor discute o que consideramos que nos afasta definitivamente dos animais, com destaque para as nossas características culturais, a língua, a arte, a tecnologia e a agricultura. Após este ponto são tratadas as características que podem ditar o fim da nossa espécie, como a xenofobia e o isolamento extremo, sendo feito um estudo sobre a história mundial registada sobre o extermínio xenófobo em massa – segundo o autor, a recusa em enfrentar a nossa história condena-nos a repetir os erros do passado numa escala mais perigosa. Por fim são apresentados argumentos sobre como estamos a reverter o progresso alcançado num período de tempo muito mais rápido.

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O FIM DA URSS: A NOVA RÚSSIA E A CRISE DAS ESQUERDAS

Coordenação: PEDRO AIRES DE OLIVEIRA
Editora: EDIÇÕES COLIBRI

O Curso Livre de História Contemporânea, fruto de uma parceria que a Fundação Mário Soares e o Instituto de História Contemporânea têm mantido desde 1997, teve a sua XI edição em finais de Novembro de 2011 na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, subordinado ao tema «O Fim da URSS, Vinte Anos Depois».O seu propósito foi o de realizar um balanço histórico da derrocada da União Soviética e do modelo socialista que esta encarnava e, ao mesmo tempo, promover uma reflexão acerca das vastas repercussões políticas, estratégicas e ideológicas resultantes desse acontecimento, contando para isso com o contributo de um conjunto de reputados analistas e investigadores da área da história, da ciência política, das Relações Internacionais e estudos de segurança. O livro agora editado reúne as principais comunicações aí apresentadas.

Tendo em conta os recentes acontecimentos a leste, este livro surge como uma referência para perceber o clima de tensão entre a Rússia e a Ucrânia, com óbvias consequências nas relações internacionais da Rússia.
Pedro Aires de Oliveira explica que a queda da URSS ficou a dever-se principalmente à derrocada interna do partido comunista, incapaz de suportar o peso  deste "gigante", e não tanto à pressão externa, fugindo à interpretação mais imediata da "vitória do Ocidente". A queda da União Soviética e as suas consequências são avaliadas por David Priestland.
Em seguida são apresentados trabalhos da autoria de Carlos Gaspar, Maria Raquel Freire e Sandra Fernandes que se focam na transição da URSS para a Rússia pós-comunista, com base na orientação estratégica e a ambiguidade identitária russa, ou seja a difícil gestão da Rússia no equilíbrio da sua identidade euro-asiática.
A relação da Rússia com os países mais próximos é também exaustivamente analisada, nomeadamente a vontade de exercer influência sobre os mesmos, que advém do histórico orgulho imperial russo ferido após a queda da URSS. Exemplo disso é a relação com a Ucrânia, em que a aproximação desta à União Europeia pode ser vista como uma ameaça ao poder russo.
António José Telo e Tiago Moreira de Sá discutem as consequências geopolíticas e os seus efeitos na configuração do sistema internacional após a queda da URSS. Destaque, ainda, para a sempre sensível relação da Rússia com a União Europeia num texto de Luís Lobo-Fernandes, ficando a implosão da URSS e a União Europeia a cargo de Patrícia Daehnhardt.

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VIVER NA SOCIEDADE DIGITAL: Tecnologias Digitais, Novas Práticas e Mudanças Sociais


Autora: PATRÍCIA DIAS
Editora: PRINCÍPIA

«Quando vejo o meu filho de dois anos deitar fora o livro que lhe propus que lesse antes de dormir, em fúria porque, depois de tocar nas páginas, nada aconteceu, ao contrário dos tablets que tanto atraem a sua atenção e que a irmã de cinco anos domina com maior perfeição do que o papá e a mamã, parece-me evidente que a sociedade contemporânea e as tecnologias digitais são indissociáveis. Esta relação foi o ponto de partida para uma investigação aprofundada sobre as principais características da sociedade em que vivemos, e que são, em grande medida, moldadas pelas tecnologias que a indústria nos propõe, mas também pelo modo como escolhemos usá-las em função das nossas necessidades e preferências. Este livro procura abarcar toda a complexidade da sociedade contemporânea concebendo-a como um prisma e explorando as suas diferentes facetas, descrevendo como é comunicar (e viver) na era digital.»

"6:30 - toca o despertador (...) 7:30 - nada como um bom duche depois de ler alguma notícias interessantes que consegui encontrar nas 60 páginas do jornal. (...) Hoje estava um trânsito infernal, mas às 9:30 chego ao escritório. Boas notícias: o contrato deve chegar pelo correio para ser assinado na próxima semana, e o projeto poderá começar daqui a um mês. À hora de almoço, vou comprar bilhetes para o teatro".
"8:00 - hora de acordar ao som de mais uma música nova, escolhida pelo meu telefone de acordo com as minhas preferências. O pão encomendado pela Internet já chegou e já tenho as minhas notícias prontas no flipboard. (...) Ainda bem que o GPS me avisou sobre o trânsito. Consegui chegar ao escritório às 9:00, bem a tempo da reunião com os nossos colegas de Dhaka, às 9:30. A videochamada correu bem e o novo projeto vai mesmo avançar. Graça ao cartão de cidadão consigo assinar o contrato e a equipa estará pronta a começar daqui a duas horas. Enquanto troco algumas impressões com um colegas acerca deste sucesso, digo ao meu telefone para comprar dois bilhetes para o teatro".
25 anos separam estas duas citações, e este é o mote para este livro que se debruça sobre as relações entre «tecnologia e sociedade», levantando duas questões essenciais: como é a sociedade em que vivemos? Como são as tecnologias que utilizamos? 
Seguem-se «as facetas da sociedade contemporânea», onde se encontra a figura do prisma como representação dos impactos das tecnologias digitais, tanto a nível individual como social. «Uma revolução tecnológica», «mudanças sociais profundas», «uma sociedade global», «imersão digital e cognição» e «uma nova forma de interação social e de comunicação» são os pontos que se seguem nesta leitura.
Patrícia Dias destaca ainda "a necessidade de consciencialização relativamente aos efeitos individuais e sociais das tecnologias individuais e sociais das tecnologias digitais, condição sine qua non de uma utilização positiva e responsável".

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JUDEUS ILUSTRES DE PORTUGAL

Autora: MIRIAM ASSOR

Numa extraordinária viagem do século XV ao século XX, as vidas destes 14 homens e mulheres ilustres da nossa História renascem pela mão da jornalista Miriam Assor, que nos conta como de formas variadas, cada um deles contribuiu, enriqueceu, dignificou e honrou o país, marcando terminantemente o universo histórico-nacional e além-fronteiras. Da Medicina à Filosofia, da Ciência ao sector pioneiro empresarial, da Poesia litúrgica a autoridades rabínicas, da Música à Matemática, da Literatura à liderança comunitária. Foram humanistas, homens e mulheres corajosos que optaram por actuar ao serviço do próximo, colocando, muitas vezes, as suas próprias vidas em risco ou num último plano. 

Neste livro conheça a história de Isaac Aboab da Fonseca, 'o rabino poeta de Amesterdão'; Moses Bensabat Amzalak, 'o líder diligente'; Sam Levy, 'o homem de concordâncias'; Isaac Cardoso, 'o médico português do rei espanhol'; Samuel Sequerra e Joel Sequerra, 'os corajosos irmãos gémeos'; Garcia de Orta, 'o fascinante percurso do naturismo'; Amato Lusitano, 'o amado doutor lusitano'; Dona Grácia Naci, 'a grande senhora'; Alain Oulman, 'o compositor de afetos'; Pedro Nunes, 'o maior matemático do mundo'; Alfredo Bensaude e Matilde Bensaude, 'a ciência entre gerações' e, por fim, Rabino Abraham Assor.
Isaac Aboab da Fonseca fugiu da Inquisição para a Holanda, vindo a tornar-se no primeiro rabino no Novo Mundo, durante o tempo em que os holandeses ocuparam o nordeste do Brasil. O catedrático Moses Bensabat Amzalak, por sua vez, foi presidente da Academia de Ciências de Lisboa e dirigente da Comunidade Israelita de Lisboa durante mais de 50 anos, lutando para que os judeus fossem acolhidos em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial. Já Sam Levy, entre outros feitos relevantes, traduziu a epopeia de Luís Vaz de Camões para francês. Isaac Cardoso, foi uma personalidade de vulto no século XVI, atravessando diversas áreas do saber. Quanto a Samuel e Joel Sequerra, estes foram responsáveis por salvar judeus refugiados do nazismo na Espanha de Franco. Conheça também os motivos que levaram a Inquisição a punir por auto de fé e a queimar as ossadas do ilustre Garcia de Orta. Outra das personalidades é o médico Amato Lusitano, que fugido da Inquisição curou papas e famoso em Itália. Dona Grácia Naci, vanguardista da globalização da economia que tentou construir uma pátria judaica em Tiberíades. Engenheiro, apaixonado pela literatura, música e causas, Alain Oulman contribuiu para a transformação do fado ao lado de Amália Rodrigues. Pedro Nunes destacou-se no âmbito da geometria e da matemática no período dos Descobrimentos. Pai e filha, Alfredo e Matilde Bensaude, marcaram a ciência portuguesa. 
O último destaque do livro vai para o pai da autora, Rabino Abraham Assor, figura que durante cinquenta anos liderou espiritualmente a Comunidade Israelita de Lisboa.

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INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ORGANIZACIONAIS

Autor: BRÁULIO ALTURAS
Editora:SÍLABO


Vivemos hoje numa sociedade da informação e do conhecimento, também caracterizada por ser uma sociedade em rede, onde a dependência da informação e interdependência entre organizações são uma realidade. Os gestores das organizações em geral e das empresas em particular, cada vez mais consideram a informação como um recurso estratégico fundamental para o sucesso das suas atividades. Gerir é tomar decisões, e para tomar boas decisões há que possuir boa informação. Quase todos os tipos de profissionais necessitam de utilizar sistemas de informação nas suas atividades diárias, e, em muitos casos, são chamados a participar na implementação dos mesmos. O domínio dos principais conceitos relativos a tecnologias da informação, já não é só para os informáticos, pois estas tecnologias estão sempre presentes no nosso dia-a-dia, quer em termos profissionais quer particulares. Este livro é destinado a estudantes e a profissionais não informáticos, com necessidades de formação especializada em sistemas de informação, bem como em ferramentas informáticas aplicadas à sociedade da informação e do conhecimento. Estes profissionais poderão ter formação de base em domínios da comunicação social, das ciências de gestão, das ciências sociais e humanas, das ciências médicas e da saúde, etc. Este livro será também muito útil para docentes do ensino secundário e universitário, investigadores, gestores, quadros técnicos de empresas e quadros de topo. É objetivo deste livro transmitir os conhecimentos adequados para que os leitores possam melhorar as suas competências como utilizadores de tecnologias e sistemas de informação, aprofundar, aperfeiçoar ou adquirir novos conhecimentos e aptidões específicas nas áreas da informática e das tecnologias da informação, desenvolver e aprimorar as suas capacidades para construir modelos e sistemas de informação organizacionais.

Tendo em conta a vantagem competitiva que uma organização pode obter a partir de uma boa gestão da informação, Bráulio Alturas apresenta um trabalho essencial para os profissionais que lidem com este recurso valioso. Isto porque um profissional, independentemente da sua formação, que saiba tirar partido da informação está não só a criar valor para a organização mas também a destacar-se perante os demais. 

Este é um livro acessível e direcionado a um público alargado, uma vez que o objetivo do autor não é fazer do leitor um especialista na análise de sistemas. É, sim, um trabalho que pretende incutir no leitor noções de modelação de sistemas de informação, para que estes "possam utilizá-la na sua atividade, dialogando, se necessário, com os analistas de sistemas e compreendendo a terminologia que estes utilizam".
Por isso mesmo, o ponto de partida deste trabalho passa por definir conceitos essenciais como "dados", "informação" e "conhecimento", porque só dominando estes conceitos se podem compreender os sistemas de informação. Para além disso são dadas as noções de organização e sistemas de informação. Uma vez compreendidos estes conceitos a abordagem torna-se mais específica e o autor explora o Desenvolvimento de sistemas de informação, a Modelação, explica o desenho de bases de dados (Modelo Relacional), para terminar com um capítulo dedicado ao Planeamento de sistemas de informação.
Bráulio Alturas é doutorado em Organização e Gestão de Empresas com especialização em Marketing e tem desenvolvido trabalho na área da Informática Aplicada à Gestão e Ciências Sociais, com particular interesse nos Sistemas de Informação Organizacionais.

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MEDICINA PALIATIVA

Autor: ALEXANDRE COTOVIO MARTINS
Editora: ESFERA DO CAOS

Partindo de uma perspectiva sociológica de análise, esta obra aborda a problemática da medicina paliativa em internamentos hospitalares.
Envolvendo trabalho empírico aprofundado e centrado no juízo dos médicos e na sua acção, introduzem-se, numa abordagem específica às temáticas da saúde, questões inovadoras, procurando compreender a uma nova luz o trabalho médico em cuidados paliativos.
Fundamental para todos os que se dedicam ao trabalho sociológico, no plano académico ou profissional, mas também para os profissionais de saúde empenhados em descortinar alguns elementos axiais das transições entre paradigmas de cuidados que entretecem os actuais quotidianos profissionais no domínio da saúde e no nosso país.

Um livro dedicado a uma área relativamente recente em Portugal que, numa primeira fase, aborda teoricamente os grandes temas e questões orientadores que organizam a análise realizada neste âmbito; dedica-se à elucidação dos problemas metodológicos e à explicitação dos elementos práticos de pesquisa; foca-se na restituição e interpretação das condições pragmáticas da ação nos cuidados paliativos e ao julgamento e ação médicas nos cuidados paliativos. Numa segunda fase, o livro explora a medicina paliativa numa perspetiva compreensiva. "Com efeito, o trabalho paliativo decorre, muitas vezes, em hospitais. Tratando-se de hospitais 'clássicos', estes são dispositivos altamente complexos de saúde, organizados no seio de um mundo cívico-industrial que os vocaciona, as mais das vezes, para a luta contra a doença. Assim, segundo os médicos dos cuidados paliativos, não estão orientandos, do ponto de vista construtivo como do ponto de vista da regulamentação e funcionamento internos, para o trabalho de cuidado a doentes terminais.". Neste sentido, lê-se também neste livro a 'crítica' feita pelos médicos dos cuidados paliativos à medicina em condições 'normais' de modernidade, principalmente quando orientada para a cura ou prevenção da doença.
O livro termina com a análise do inquérito por questionário que teve como objetivo "procurar, de modo exploratório, sondar o sentido moral dos respondentes em ordem a perceber se, face a situações caratecterísticas da acção e julgamento dos médicos nos cuidados paliativos, as suas opções morais eram congruentes com as destes profissionais.".
Uma leitura que certamente será uma ferramenta importante para todos os profissionais da saúde e estudantes que estão ligados à área dos cuidados paliativos.

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FREUD, JUNG, LACAN: SOBRE O INCONSCIENTE

Autor: LUÍS M. AUGUSTO

Freud, Jung, Lacan: Sobre o Inconsciente debruça-se de um modo exaustivo, ainda que a um nível introdutório, sobre as teorias fundamentais do inconsciente da autoria dos três teóricos da psicanálise mais importantes até aos nossos dias. O texto divide-se em três grandes capítulos dedicados ao aspeto principal de cada uma destas teorias. No caso de Freud, aborda-se a sua teoria do inconsciente de um ponto de vista genético e do desenvolvimento das duas tópicas de modo a explicar porque é que formam uma teoria única. O inconsciente coletivo é o fil rouge que une o capítulo dedicado a Jung, autor de um surpreendente e quase proibitivo enciclopedismo. Em relação a Lacan, debruçamo-nos sobre a sua complexa teoria do inconsciente estruturado como uma linguagem, uma conceção que continua a funcionar como um maná inesgotável para a compreensão de aspetos culturais e científicos de relevo no pensamento contemporâneo. O texto permite pelo menos dois níveis de análise, um nível mais referencial no texto principal, com as abundantes notas de rodapé a facultar um nível mais crítico.

"As perspetivas freudiana, junguiana e lacaniana representam hoje muito provavelmente as três principais vertentes da teoria e da prática psicanalítica.". Com efeito, apesar de atualmente "parecer inconcebível, podemos imaginar um tempo em que o indivíduo humano não tinha consciência de si como uma unidade psicofísica agindo no meio circundante de modo mais ao menos consciente e voluntário e, como tal, responsável em maior ou menor medida pelos seus atos e até mesmo pelos seus pensamentos e intenções. (...) Não temos de olhar para esse tempo como passado; aquilo que podemos ver como um tempo 'primitivo' é não só o tempo atual de certas culturas em zonas geográficas mais ou menos remotas, mas o presente que muitos indivíduos que 'partilham' connosco as estruturas civilizacionais (direito, ciência, religião, etc.) fundadas na crença mais ou menos explícita da autoconsciência como propriedade do humano na sua maturidade e sanidade mental.". O autor explica ainda que "um dos aspetos mais interessantes do ponto de vista da história das ideias é a coincidência em meados do século XIX de crenças populares e das pseudo-ciências (magnetismo animal ou mesmerismo, por exemplo) com conceções filosóficas de carácter sistemático e ainda de hipóteses da nascente psicologia experimental à procura de verificação, todas elas em torno do inconsciente. (...) Coube a Sigmund Freud descobrir um método que, embora não completamente conforme os métodos desta psicologia experimental nascente, introduzia possibilidades de análise até então insuspeitadas (...). Firmando o terreno, a evolução do pensamento psicanalítico depressa obrigaria a divisões internas e à formação de rebentos: uma das primeiras divisões dá-se precisamente com a psicologia analítica pela mão de C. G. Jung e, alguns anos mais tarde, 'retornando' a Freud, Jacques Lacan abriu caminhos novos que continuam por explorar e cujas consequências desafiam ainda hoje a nossa compreensão.".
Uma obra relevante para todos os que se interessam pelo mundo do inconsciente. 

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EGOÍSTA [51]

Revista: EGOÍSTA
Número: 51

Uma edição dedicada à poesia, com poemas e arte unidos em perfeita sintonia. Nesta «Egoísta» podemos ler e ver os trabalhos de Adrienne Rich, Alex Kanevsky, Amalia Bautista, Ana Luísa Amaral, Annie Leibovitz, Antonia Pozzi, Antonio Cicero, António Ramos Rosa, António Saias, Armando Silva Carvalho, Augusto Brázio, Christophe  Jacrot, Eduardo Pitta, Eugénio de Andrade, Fabiano Calixto, Fernando Pinto do Amaral, Filipa Leal, Gastão Cruz, Helena Gonçalves, Helga Moreira, Hilda Hilst, Inês Dias, Jaime Rocha, João Camilo, João Rui de Sousa, João Vilhena, Lu Yun, Luís Filipe Cunha, Manuel San Payo, Margarida Ferra, Maria do Rosário Pedreira, Maria João Gonçalves, Maria Manuela Viana, Maria Teresa Horta, Marina Tsevetáieva, Nuno Júdice, Pedro Cláudio, Pedro Tamen, Rainer Maria Rilke, Ricardo Alevizos, Rodrigos Prazeres Saias, Rui Cóias, Sylvia Plath, thegirlnextdoor, Vasco Graça Moura.
Deixamos algumas imagens do interior, que comprovam que realmente esta edição é belíssima:
Ficamos rendidos a este número da «Egoísta» e aguardamos ansiosamente pelo próximo.