BOOK STAGE - NOS BASTIDORES DO ROCK PORTUGUÊS


Autores: LUÍS SILVA DO Ó e BRUNO GONÇALVES PEREIRA
Editora: CHIADO EDITORA

"E esta conjugação de esforços (...) deu um bom fruto: o livro que, com muito gosto, acabo de ler, onde reconhecemos as vozes de cada artista e quase nos juntamos à conversa, oscilando nós entre concordar, discordar e rir às gargalhadas"
"As entrevistas são conduzidas sem que os jornalistas as atravanquem com a sua presença. Percebe-se o prazer e a disponibilidade dos seus interlocutores -ora, antes de mais nada, esse prazer e essa disponibilidade é preciso merecê-los. Depois, os testemunhos são muito diferentes e muito verdadeiros, por serem tão bem reproduzidos. Interessantemente diferentes."
"Se o Rock Português ficar - e eu sou dos que acham que fica - este livro vai ser referência para quem queira revisitá-lo. Mas também serve, o livro, para quem só o queira ler; vai sentir-se no meio da vivacidade das conversas. E muitos leitores, provavelmente, vão depois querer ouvir músicas que não conhecem ou conhecem menos bem."
David Ferreira in Prefácio

"O espírito rocker de António Garcez salta do palco para as páginas deste livro, as convicções de António Manuel Ribeiro são o espelho das canções que escreve, as ideias de Miguel Ângelo permanecem coerentes com uma certa postura Pop moderna, a honestidade de Rui Veloso é a mesma que se ouve na interpretação de Afurada, o estilo pragmático de João Grande é tão directo e incisivo quanto um single dos Taxi, e as palavras de Sérgio Castro confirmam uma tendência aglutinadora presente na saga que foi a sua vida enquanto músico e produtor."
"Por entre revelações e revisões da história, é extraordinário como [as entrevistas de Zé Pedro e a Zé Leonel] se complementam. Tanto a nível da biografia pessoal como da trajectória artística de cada um dos entrevistados - afinal de contas, foram fundadores dos Xutos & Pontapés."
"Que o livro seja aberto para ser sublinhado, comentado, escalpelizado. Trata-se de um passo importante no resgate da nossa memória colectiva."
Pedro de Freitas in introdução

Zé Pedro, Rui Veloso, António Manuel Ribeiro, Miguel Ângelo, António Garcez, Sérgio Castro e Zé Leonel são as oito personalidades do rock português escolhidas por Luís Silva do Ó e Bruno Gonçalves Pereira para este livro, apresentado em formato de entrevista.
É uma obra obrigatória para os amantes do rock nacional e uma escolha acertada para quem tem curiosidade em saber mais sobre estes grandes artistas portugueses.

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RH MAGAZINE [84]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 84

A grande entrevista desta 84ª edição da RH Magazine é a Isabel Vaz, presidente da comissão executiva do Grupo Espírito Santo Saúde, onde a mesma afirma que "o Grupo tem vindo a crescer cerca de 40% ao ano, o que diz muito da dinâmica notável de todos os colaboradores da organização" (pág.10-19). Pode ainda ler uma entrevista a Domingos Lopes, presidente da comissão diretiva do PO Temático Potencial Humano, onde este refere que "o POPH já chegou a mais de 8280 entidades, 83% das quais do setor privado e que representam 50% do financiamento total aprovado" (pág.42-49).
Relativamente aos artigos, esta edição aborda o «Eu, líder positivo» através de Miguel Pina e Cunha e Arménio Rego; a «Promoção social - estratégias de integração socioprofissional no município de Oeiras» por António Barros e Paula Saraiva, e ainda, «A Liderança nas empresas nacionais e nas multinacionais em portugal - que diferenças?", por Fernando Acabado Romana (pág.20-32).
Na secção "Mitos e factos" perceba se a função de RH pode ser desempenhada por qualquer pessoa (pág.53-54).
Quanto às "Ideias inovadoras" a RH Magazine sugere a NATA Lisboa (pág.56-57).

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PENSAR A DEMOCRACIA COM TOCQUEVILLE

Autor: LÍVIA FRANCO
Editora: PRINCIPIA

«Este é um livro a não perder, a mais do que um titulo [...] o primeiro estudo académico sistemático publicado por um autor português sobre a vida e a obra de Alexis de Tocqueville [...] uma excelente crítica que também constitui um guia para descobrir esse grande pensador francês...» João Carlos Espada. «A obra de Lívia Franco é uma excelente introdução ao pensamento deste aristocrata que, tenho nascido sob o Antigo Regime, procurou compreender as sociedades democráticas.» Maria Filomena Mónica.

Adaptado da tese de doutoramento de Lívia Franco em Ciência Política, pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, este livro condensa, com a objectividade e rigor próprios da investigação científica, o essencial do pensamento de um dos grandes nomes do liberalismo clássico, sendo esta obra, por consequência, um exame profundo sobre democracia. Um dos ponto fortes deste trabalho é esbater as dúvidas sobre a natureza conservadora, liberal ou republicana dos ideais de Tocqueville.
O pensamento de Tocqueville aparece desconstruído em quatro pontos. A autora começa por explorar a partida de Tocqueville para os Estados Unidos e a confrontação do mesmo com uma nova realidade, que veio a dar origem a uma das suas mais famosas obras Da Democrácia na América (1835), onde este disserta sobre a condição social do indivíduo e a relação deste com o mercado e o Estado. Aborda o tema da natureza do Homem Democrático, nomeadamente a paixão pela igualdade e bem estar material, e como a doutrina do interesse não é, na perspectiva de Tocqueville, por si só suficiente para a defesa da liberdade política. Pode ainda ler-se sobre a Constituição e Direitos, assim como sobre a ação comum como fator indissociável à manutenção da liberdade individual.
Para completar esta obra é apresentada em anexo uma cronologia biográfica do autor, para além de esquissos biográficos de alguns correspondentes e interlocutores contemporâneos de Tocqueville.

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INVEST [97]

Revista: INVEST 
Número: 97

Nesta edição a «Invest» apresenta 11 medidas para ajudar o crescimento do país (pág.48-49). 
Com efeito, a edição deste mês contem uma variedade de temas, nomeadamente:
- A mala de cartão que leva o país além fronteiras (pág.6-7);
- Como a «Devoro» criou o ovo estrelado instantâneo (pág.8-9);
- «KTL» cresce em contraciclo no mercado das lojas (pág.10-11);
- «Tesai» vai fazer frigoríficos em Moçambique (pág.14);
- «LiberOffice», o hotel para empresas (pág. 16);
- A estratégia do vinho português no estrangeiro (pág.30-31);
Leia ainda sobre o empreendedorismo por Ana Ribeiro (pág.37) e como a «ANCC» quer credibilizar o setor (pág.38). 
Em análise, Jaime Guerra explica como as empresas podem sair mais fortes da crise (pág.15); Manuel Alexandre relembra a abertura do Leste ao mercado português (pág.20 e 21) e João Carlos Pereira defende uma postura de força face aos mercados (pág.22).

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DA ORIGEM POPULAR DO PODER AO DIREITO DA RESISTÊNCIA: Doutrinas políticas no século XVII em Portugal

Autor: PEDRO CALAFATE
Editora: ESFERA DO CAOS

Dedicada às doutrinas políticas portuguesas do século XVII, esta obra confronta o leitor actual com teses muitas vezes surpreendentes e inusitadas sobre a origem democrática ou popular do poder político, a fundamentação ética da política, o direito de resistência activa contra a tirania e a injustiça, e as relações entre a Igreja e o Estado. Os autores analisados são de Seiscentos, mas as suas ideias revelam, por vezes, uma espantosa actualidade neste início do século XXI e muito em particular neste momento de gigantescos desafios que agora vivemos — talvez porque os pensadores que este livro convoca escreveram numa época também ela marcada por enormes desafios: a edificação e conservação do império e a restauração da independência nacional, perdida em 1580.

Esta obra, materializada em livro, corresponde a parte do conteúdo da cadeira de Filosofia em Portugal, do curso de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, lecionada pelo professor catedrático e autor deste livro, Pedro Calafate. Autor que, entre outros, é responsável pela publicação da História do Pensamento Filosófico Português (5 volumes; 7 tomos) e de Portugal como problema - Séculos XV-XX.
Ao longo dos diversos capítulos que compõem este trabalho podemos ler sobre o pensamento político em relação à origem do poder, nomeadamente na transmissão do poder divino para o plano temporal (político); sobre a natureza e finalidade do poder político, realçando que este assenta na justiça e na paz que esta promove, enquadrando esta perspectiva num ambiente de crescente laicização e debate em torno da felicidade natural.
Aborda ainda a questão da resistência ativa, com origem no poder popular. Fala-nos sobre o império e a monarquia universal, para culminar com o aprofundamento da ideia de império universal como profecia. Destaque, ainda, para o capítulo dedicado à sempre complicada questão da relação igreja-estado.
Todos estes capítulos são introduzidos por uma contextualização, à qual se segue uma contemplação ao pensamento dos principais autores neste contexto durante a Restauração. Sendo que neste particular o autor destaca a obra de Francisco Suárez, que tal como nos explica "foi um monumento insuperável da filosofia peninsular, seja no domínio jurídico-político seja no da metafísica moderna".

INDÚSTRIA E AMBIENTE [78]

Número: 78

Comece esta leitura com a entrevista feita a Fernando Sousa, um dos sócios gerentes da «CEI - Companhia de Equipamentos Industriais», empresa do grupo Zipor (pág.6-9).
O dossier "Ecoeficiência na Indústria" agrupa vários temas de interesse, nomedamente:
- «Eco-eficiência em sistemas de produção», de Emanuel Lourenço (pág.10-13)
- «Mapeamento de alternativas de design numa perspetiva do ciclo de vida», de Paulo Peças et al. (pág.14-16).
- «O ecodesign e a sustentabilidade na indústria dos bens de equipamento», de José António de Bessa Pacheco (pág.17-20).
- «Integração de tecnologias de energia solar térmica em processos produtivos», de Ana Magalhães et al. (pág.22-25).
- «Integração de metodologias e ferramentas de ecodesign no desenvolvimento de bens de equipamento», de Sílvia Esteves et al. (pág. 26-28).
Leia ainda sobre a ecoeficiência (pág.29-30).
Quanto à investigação, a ler sobre as «Alterações climáticas e saúde urbana» de Nelson Leite e Sá (pág.35- 38) e os «Leitos de plantas aplicados ao tratamento das águas residuais: o caso de estudo na indústria do Couro» de Cristina S.C. Calheiros et al. (pág.39-41).
Outros temas de interesse poderão ser consultados nesta revista de informação técnica e científica.

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INVEST [96]

Revista: INVEST
Número: 96

No primeiro mês do ano a «Invest» aborda: os arrendamentos online (pág.5); a tecnologia lusa a conquistar o Brasil (pág.6-7); o talento a preços competitivos (pág.8-9); os portugueses que querem criar o próprio emprego (pág.10); a nova etapa da aposta no mercado angolano (pág.12-13); como vender a quem tem dinheiro (pág.14-15); o marketing à americana (pág.16-17); a universidade aeroespacial (pág.19), como a ISA ajuda a poupar (pág.20).
Em entrevista, Pedro Saraiva explica as prioridades da CCDRC - Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (pág.22-23).
Jorge Capinteyro escreve sobre internacionalização (pág.21).
Para terminar, não se esqueça de ver quais são as 25 melhores empresas de Leira.

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TECNOHOSPITAL [55]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 55

A presente edição começa com uma entrevista a Porfírio Marques dos Santos, diretor técnico e de produção da «A.J. Costa (Irmãos), Lda», uma empresa familiar fabricante de material e equipamento hospitalar (pág.4-8).
O tema do dossier desta edição é o ambiente e conforto em saúde, um tema abrangente, como poderá constatar após a leituras dos seguintes artigos:
- «Ambiente e conforto: a perspetiva de um paciente e simultaneamente técnico especializado na área de climatização e energias», de Nuno Gonçalves (pág.12-14).
- «Prevenção da doença dos legionários - Análise comparativa dos sistemas de tratamento existentes», de Paulo Diegues (pág.16-28).
- «Resíduos hospitalares - práticas e riscos: A influência da formação profissional nas práticas de gestão», de Rosa Neves (pág.30-37).
Outro artigo de interesse, de Artur Oliveira, «Substituição de equipamento médico: Análise económica sob cenários determinísticos e de incerteza» (pág.38-46).

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ISTO NÃO É (SÓ) MATEMÁTICA

Autores: ALEXANDRE AIBÉO & PEDRO AIBÉO
Editora: QUIDNOVI

Um livro de contos, de divulgação científica, banda desenhada ou um livro académico? Definitivamente, tudo isso. A matemática como nunca a viu!

É verdade! Nunca vi a matemática assim. Curiosamente desta vez gostei do que vi. Escrito de forma informal, com recurso a imagens através da banda desenhada e com matemática à mistura. Ainda assim, a essência do livro é a matemática. O livro deve ser lido num contexto de vontade de entender a matemática e com disponibilidade para fazer alguns exercícios. Concentração, precisa-se! 
A título de exemplo, a função, o domínio e o contradomínio: "uma laranja inteira não pode ser usada num espremedor de laranjas. Assim, antes mesmo de pegarmos na laranja devemos cortá-la a meio, ou seja, antes de procedermos à ação de a espremer devemos proceder à ação de a cortar. Então temos uma ação antes da outra - ou mais concisamente, uma função após a outra. Neste caso em particular, se a primeira não for realizada corretamente, a segunda torna-se inútil, uma vez que o que sai da primeira função deve apresentar-se de forma adequada a poder entrar na segunda função. Se a faca cortar a laranja em quatro partes de nada servirá ao espremedor. Uma conclusão de enorme importância: para que as duas funções trabalhem bem em conjunto, devem cumprir uma regra básica: o que quer que saia da primeira função, o contradomínio da primeira função, deve estar adequado a entrar na segunda função, ou seja, deverá estar adequado ao domínio da segunda função - estar contido no domínio da segunda função".
Se a sua intenção é saber mais sobre matemática este é o livro certo para o ajudar.

CIÊNCIA

Autor: PETER MOORE

Qual o nosso lugar no universo? Como dominar as forças da natureza? Questões que a Humanidade sempre se colocou e que nos têm levado, até aos dias de hoje, a tentar encontrar respostas. Os 50 maiores cientistas de todos os tempos e as 10 grandes teorias matemáticas e científicas que mudaram a nossa conceção do mundo.

Este livro, inserido na coleção «Pequenos Livros - Grandes Ideias» da Círculo de Leitores, reúne informação que abrange um período de 4.000 anos de civilização. O livro começa com o pai da anatomia, Cláudio Galeno, depois surge William Harvey, que descobriu a circulação sanguínea. Outros se seguem, como Felix Hoffmann, que para ajudar o pai acabou por favorecer milhões de pessoas com a descoberta da aspirina. Também Carl Djerassi teve um papel importante na redução da gravidez indesejada e abortos através da criação da pílula contracetiva. Crick e Watson também marcam presença, afinal foram eles que anunciaram a descoberta da estrutura do ADN. Edwin Hubble, por sua vez, descobriu que a Via Láctea era apenas uma de milhões de galáxias, contrariando o pensamento da maioria dos seus colegas que acreditavam que a Via Láctea ocupava todo o cosmos. Já Wilhelm Röntgen ficou conhecido sobretudo por ter descoberto o raio X. 
Estes são apenas exemplos de personalidades de um livro onde não faltam obviamente os grandes nomes como Pitágoras e Arquimedes, Newton, Faraday, Darwin e Hawking.
Anatomia, informática, eletricidade e astronomia são áreas patentes neste livro que aguardam ser exploradas por si, através da leitura deste pequeno-grande livro.

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CONSTRUÇÃO MAGAZINE [52]

Número: 52

A edição número 52 da «Construção Magazine» dedica-se aos resíduos e materiais de construção e começa com uma grande entrevista a Victor Ferreira, professor associado da Universidade de Aveiro e fundador e presidente da Plataforma para a Construção Sustentável (entidade gestora do Cluster Habitat Sustentável). Seguem-se vários artigos a respeito do tema central desta edição, nomeadamente, desafios ao uso industrial de ligantes ativados alcalinamente (pág. 8-10); produção de painéis de fachada com betão ativado alcalinamente (pág. 12-15); betão produzido com agregados de vidro reciclado: desempenho mecânico (pág. 16-20); melhoramento do comportamento mecânico e térmico de tijolos de alvenaria cerâmica aditivada com resíduos da indústria do alumínio (pág. 21-23); quantificação, composição e indicadores de geração de resíduos de construção e demolição (pág. 24-28); reciclagem de lama residual de anodização e lacagem em tijolo - caso de estudo em indústrias portuguesas (pág. 29-33).
Pode também ler sobre eficiência energética na construção, em concreto, sobre sistemas de pré-aquecimento passivo do ar de ventilação (pág. 34-37). Leia ainda sobre um estudo paramétrico para otimização do projeto térmico de pequenos edifícios (pág. 38-43). Outros assuntos de interesse nesta edição são o aço e a sustentabilidade na construção (pág. 47); a reabilitação térmica e energética: uma aproximação à realidade (pág. 48-49); novos métodos e abordagens à inspeção, monitorização e diagnóstico do betão industrial (pág. 50-51) e, ainda, a gestão do risco sísmico e o património construído com valor cultural em relação à alvenaria e construções antigas (pág. 52-53).

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100 DATAS QUE FIZERAM A HISTÓRIA DE PORTUGAL

Autor: PEDRO RABAÇAL
Editora: MARCADOR

Este livro foi escrito com o objectivo de tentar despertar o interesse pela história de Portugal por meio da desconstrução de mitos históricos e da revelação de diferentes versões do mesmo acontecimento. Em cada data, é descrito o ambiente histórico e socioeconómico respectivo, assim como os dados biográficos mais relevantes das personagens envolvidas para se conseguir uma melhor compreensão do contexto e ambiente em que se enquadram. A verdade por detrás de cada acontecimento costuma ser mais complicada do que a primeira impressão dá a entender, e descobri-la é sempre um desafio árduo, tarefa que este livro pretende simplificar e tornar os momentos mais marcantes da nossa história acessível a todos.

Tudo começa em 139 A.C., com a história de Viriato. Os acontecimentos sucedem-se e a história de Portugal vai-se escrevendo (e lendo). Curiosamente, o autor não se dedica apenas aos tradicionais factos históricos que aprendemos nos livros de história. E aqui se faz a diferença, não somente pelos conteúdos (pois aborda, por exemplo, a vida de Luísa Todi, Camilo Castelo Branco e Amália Rodrigues), mas também pela apresentação: detalhada e resumida (sim, é possível). 
Acima de tudo, é um valioso documento histórico que nos lembra e/ou dá a conhecer acontecimentos que fizeram a verdadeira história do nosso país e como tal, que todos devemos conhecer.
Para os amantes e estudiosos, para os curiosos ou para os que não querem saber mas precisam de saber, fica a sugestão de um excelente livro de história.

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NÃO FAÇO IDEIA

Autor: VASCO DURÃO
Editora: PRINCIPIA

«Até faço ideia. Ou, antes, faço ideias para viver. Não só porque tenho contas para pagar e família para alimentar, mas sobretudo porque sem ideias murcho. Como sou um idiota à antiga, só tenho uma receita para ter ideias: quando não faço ideia, procuro inspiração naquilo que os outros têm para me dizer. […] Como este não é um livro messiânico, a sua pretensão é apenas a de contar uma visão pessoal do universo da comunicação, baseada na experiência de alguém que anda a trabalhar nestas coisas há múltiplos anos e em múltiplas empresas e inspirado em mil e uma noites de livros. […] Sempre à procura e sempre a pôr tudo em causa. Uma tarefa difícil? Ainda bem, porque não existem ideias fáceis.»

Inteligente, útil e bem-humorado. Três ingredientes que fazem deste opúsculo uma excelente opção de leitura. Neste livro poderão ler e absorver as ideias do autor (e dos vários autores citados) viradas para a comunicação do século XXI, a comunicação na era conceptual. O design é uma das palavras ordem e as ideias chave prendem-se com a iniciativa, a criatividade e a vontade.
Escrito de forma informal e com uma apresentação estética elegante esta obra une ideias e experiências que merecem ser lidas, pensadas e postas em ação. Com efeito, o livro passa por quatro etapas: "Primeiro, abrir a cabeça e pensar, ou seja, estar aberto a tudo o que possa querer entrar. Segundo, ser elementar para criar, isto é, encontrar o elemento que nos torna únicos, neste caso o elemento da criatividade. Terceiro, passar a mensagem, que mais não é do que encontrar a melhor forma de contar a nossa ideia a alguém, o que, para quem tem de lidar com clientes diariamente, convenhamos que é deveras relevante (...). Por último, ou quarto, encontrar a motivação que nos faz fazer isto todos os dias, tal como a criança que opta infinitamente pela mesma brincadeira até à exaustão".
Afinal, "Quantos de nós não apresentamos já aquela ideia que era tão à frente, tão à frente que o cliente preferiu olhar para trás?", o importante é não perder o ânimo, repensar e voltar a tentar.
Se trabalha em comunicação, marketing e design leia, se não leia também! Vale a pena!

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RH MAGAZINE [83]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 83

A presente edição da «RH Magazine» apresenta uma grande entrevista a José Manuel Monteiro, diretor-geral da Medilabor (pág.10). Em foco está também a ACT, a Autoridade para as Condições do Trabalho (pág.6), um organismo integrado na administração direta do Estado, tutelado pelo Ministério da Economia e do Emprego.
Relativamente aos artigos, Pedro Miguel Carrilho Soares escreve sobre «A saúde da saúde e segurança no trabalho em Portugal» (pág.20), Isabel Moço fala sobre «Pessoas no trabalho e futuro» (pág.26) e António Costa Tavares e Patrícia Silva abordam «Os perigos e os riscos profissionais no setor do saneamento básico» (pág.34).
Leia também a entrevista a Fernando Melo, CEO da Alliance Healthcare Portugal (pág.42).
Em síntese, de destacar o Especial E-GRH 2012 (pág.60); o Prémio RH 2013 (pág.64); «A importância da gestão de riscos na estratégia empresarial» por Inês Taveira - marketing coordinator da Disney Portugal (pág.66); «A empresa trata-lhe (mesmo) da saúde» por Regina Cruz - diretora da Albenture Portugal (pág.68) e, ainda, «Organização dos serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho» por Paula Coxixo Taborda - diretora do serviço de segurança no trabalho da Kmed XXI, Lda. (pág.70).
Num ano marcado pelo aumento do desemprego em Portugal não poderia faltar o artigo «Da (in)segurança de emprego à empregabilidade» de Filipa Sobral - estudante de doutoramento (pág. 72).

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ATRIBULAÇÕES DE UM PORTUGUÊS A FAZER NEGÓCIOS EM ANGOLA

Autores: NUNO GOMES FERREIRA & PAULO FERREIRA

«Em Angola nunca se sabe…». Ulisses, um homem de negócios português, no avião para Angola, não percebeu o que queria dizer o seu companheiro de viagem, Nicolau. Mas a frase intrigou-o e, aproveitando as nove horas de viagem Lisboa-Luanda, inicia um interessante diálogo com aquele angolano que lhe vai explicado o que vai encontrar no país - considerado o «el dourado» para muitos empresários nacionais - e como, por vezes, fazer negócios em Angola se pode tornar numa verdadeira aventura. 
Ao longo desta conversa criada pelos economistas Nuno Gomes Ferreira e Paulo Ferreira, com experiência de formação em e sobre Angola, vamos descobrindo tudo o que precisamos de saber caso queiramos emigrar ou fazer negócios neste país africano. Das diferenças culturais fundamentais para o dia a dia, às grandes diferenças ao nível de legislação e procedimentos administrativos.

Depois de confrontados com mais de 100 páginas (essenciais) sobre a história de Angola, intercaladas com os cuidados pessoais a ter quando se prepara uma viagem para Angola, começamos a ler sobre questões mais práticas como, por exemplo, o PIB e o crescimento económico angolano. De facto, com história se reescreve a história e essa é uma das mensagens. Quer isto dizer que para preparar o futuro em Angola é importante perceber como os portugueses se deslocaram no país, no passado. Isto poderá ser útil, por exemplo, para a estratégia de expansão do negócio nas diferentes regiões de Angola. Com efeito, neste livro facilmente entenderá as formas de estabelecimento em Angola, os procedimentos para abrir uma empresa angolana, os setores e diferentes áreas de atuação no país, o processo de importação e exportação e ainda o sistema tributário.
E lembre-se "para entrar em Angola temos de vir com olhos de empresário, e não apenas como comerciante."
Se não estiver propriamente interessado em fazer negócios em Angola mas tiver curiosidade em perceber como se desenrolaria o processo pode sempre recorrer aos vários "Blocos de notas" patentes ao longo do livro, que fazem o resumo das ideias mais importantes a reter.

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