DA ORIGEM POPULAR DO PODER AO DIREITO DA RESISTÊNCIA: Doutrinas políticas no século XVII em Portugal

Autor: PEDRO CALAFATE
Editora: ESFERA DO CAOS

Dedicada às doutrinas políticas portuguesas do século XVII, esta obra confronta o leitor actual com teses muitas vezes surpreendentes e inusitadas sobre a origem democrática ou popular do poder político, a fundamentação ética da política, o direito de resistência activa contra a tirania e a injustiça, e as relações entre a Igreja e o Estado. Os autores analisados são de Seiscentos, mas as suas ideias revelam, por vezes, uma espantosa actualidade neste início do século XXI e muito em particular neste momento de gigantescos desafios que agora vivemos — talvez porque os pensadores que este livro convoca escreveram numa época também ela marcada por enormes desafios: a edificação e conservação do império e a restauração da independência nacional, perdida em 1580.

Esta obra, materializada em livro, corresponde a parte do conteúdo da cadeira de Filosofia em Portugal, do curso de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, lecionada pelo professor catedrático e autor deste livro, Pedro Calafate. Autor que, entre outros, é responsável pela publicação da História do Pensamento Filosófico Português (5 volumes; 7 tomos) e de Portugal como problema - Séculos XV-XX.
Ao longo dos diversos capítulos que compõem este trabalho podemos ler sobre o pensamento político em relação à origem do poder, nomeadamente na transmissão do poder divino para o plano temporal (político); sobre a natureza e finalidade do poder político, realçando que este assenta na justiça e na paz que esta promove, enquadrando esta perspectiva num ambiente de crescente laicização e debate em torno da felicidade natural.
Aborda ainda a questão da resistência ativa, com origem no poder popular. Fala-nos sobre o império e a monarquia universal, para culminar com o aprofundamento da ideia de império universal como profecia. Destaque, ainda, para o capítulo dedicado à sempre complicada questão da relação igreja-estado.
Todos estes capítulos são introduzidos por uma contextualização, à qual se segue uma contemplação ao pensamento dos principais autores neste contexto durante a Restauração. Sendo que neste particular o autor destaca a obra de Francisco Suárez, que tal como nos explica "foi um monumento insuperável da filosofia peninsular, seja no domínio jurídico-político seja no da metafísica moderna".

INDÚSTRIA E AMBIENTE [78]

Número: 78

Comece esta leitura com a entrevista feita a Fernando Sousa, um dos sócios gerentes da «CEI - Companhia de Equipamentos Industriais», empresa do grupo Zipor (pág.6-9).
O dossier "Ecoeficiência na Indústria" agrupa vários temas de interesse, nomedamente:
- «Eco-eficiência em sistemas de produção», de Emanuel Lourenço (pág.10-13)
- «Mapeamento de alternativas de design numa perspetiva do ciclo de vida», de Paulo Peças et al. (pág.14-16).
- «O ecodesign e a sustentabilidade na indústria dos bens de equipamento», de José António de Bessa Pacheco (pág.17-20).
- «Integração de tecnologias de energia solar térmica em processos produtivos», de Ana Magalhães et al. (pág.22-25).
- «Integração de metodologias e ferramentas de ecodesign no desenvolvimento de bens de equipamento», de Sílvia Esteves et al. (pág. 26-28).
Leia ainda sobre a ecoeficiência (pág.29-30).
Quanto à investigação, a ler sobre as «Alterações climáticas e saúde urbana» de Nelson Leite e Sá (pág.35- 38) e os «Leitos de plantas aplicados ao tratamento das águas residuais: o caso de estudo na indústria do Couro» de Cristina S.C. Calheiros et al. (pág.39-41).
Outros temas de interesse poderão ser consultados nesta revista de informação técnica e científica.

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INVEST [96]

Revista: INVEST
Número: 96

No primeiro mês do ano a «Invest» aborda: os arrendamentos online (pág.5); a tecnologia lusa a conquistar o Brasil (pág.6-7); o talento a preços competitivos (pág.8-9); os portugueses que querem criar o próprio emprego (pág.10); a nova etapa da aposta no mercado angolano (pág.12-13); como vender a quem tem dinheiro (pág.14-15); o marketing à americana (pág.16-17); a universidade aeroespacial (pág.19), como a ISA ajuda a poupar (pág.20).
Em entrevista, Pedro Saraiva explica as prioridades da CCDRC - Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (pág.22-23).
Jorge Capinteyro escreve sobre internacionalização (pág.21).
Para terminar, não se esqueça de ver quais são as 25 melhores empresas de Leira.

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TECNOHOSPITAL [55]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 55

A presente edição começa com uma entrevista a Porfírio Marques dos Santos, diretor técnico e de produção da «A.J. Costa (Irmãos), Lda», uma empresa familiar fabricante de material e equipamento hospitalar (pág.4-8).
O tema do dossier desta edição é o ambiente e conforto em saúde, um tema abrangente, como poderá constatar após a leituras dos seguintes artigos:
- «Ambiente e conforto: a perspetiva de um paciente e simultaneamente técnico especializado na área de climatização e energias», de Nuno Gonçalves (pág.12-14).
- «Prevenção da doença dos legionários - Análise comparativa dos sistemas de tratamento existentes», de Paulo Diegues (pág.16-28).
- «Resíduos hospitalares - práticas e riscos: A influência da formação profissional nas práticas de gestão», de Rosa Neves (pág.30-37).
Outro artigo de interesse, de Artur Oliveira, «Substituição de equipamento médico: Análise económica sob cenários determinísticos e de incerteza» (pág.38-46).

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ISTO NÃO É (SÓ) MATEMÁTICA

Autores: ALEXANDRE AIBÉO & PEDRO AIBÉO
Editora: QUIDNOVI

Um livro de contos, de divulgação científica, banda desenhada ou um livro académico? Definitivamente, tudo isso. A matemática como nunca a viu!

É verdade! Nunca vi a matemática assim. Curiosamente desta vez gostei do que vi. Escrito de forma informal, com recurso a imagens através da banda desenhada e com matemática à mistura. Ainda assim, a essência do livro é a matemática. O livro deve ser lido num contexto de vontade de entender a matemática e com disponibilidade para fazer alguns exercícios. Concentração, precisa-se! 
A título de exemplo, a função, o domínio e o contradomínio: "uma laranja inteira não pode ser usada num espremedor de laranjas. Assim, antes mesmo de pegarmos na laranja devemos cortá-la a meio, ou seja, antes de procedermos à ação de a espremer devemos proceder à ação de a cortar. Então temos uma ação antes da outra - ou mais concisamente, uma função após a outra. Neste caso em particular, se a primeira não for realizada corretamente, a segunda torna-se inútil, uma vez que o que sai da primeira função deve apresentar-se de forma adequada a poder entrar na segunda função. Se a faca cortar a laranja em quatro partes de nada servirá ao espremedor. Uma conclusão de enorme importância: para que as duas funções trabalhem bem em conjunto, devem cumprir uma regra básica: o que quer que saia da primeira função, o contradomínio da primeira função, deve estar adequado a entrar na segunda função, ou seja, deverá estar adequado ao domínio da segunda função - estar contido no domínio da segunda função".
Se a sua intenção é saber mais sobre matemática este é o livro certo para o ajudar.

CIÊNCIA

Autor: PETER MOORE

Qual o nosso lugar no universo? Como dominar as forças da natureza? Questões que a Humanidade sempre se colocou e que nos têm levado, até aos dias de hoje, a tentar encontrar respostas. Os 50 maiores cientistas de todos os tempos e as 10 grandes teorias matemáticas e científicas que mudaram a nossa conceção do mundo.

Este livro, inserido na coleção «Pequenos Livros - Grandes Ideias» da Círculo de Leitores, reúne informação que abrange um período de 4.000 anos de civilização. O livro começa com o pai da anatomia, Cláudio Galeno, depois surge William Harvey, que descobriu a circulação sanguínea. Outros se seguem, como Felix Hoffmann, que para ajudar o pai acabou por favorecer milhões de pessoas com a descoberta da aspirina. Também Carl Djerassi teve um papel importante na redução da gravidez indesejada e abortos através da criação da pílula contracetiva. Crick e Watson também marcam presença, afinal foram eles que anunciaram a descoberta da estrutura do ADN. Edwin Hubble, por sua vez, descobriu que a Via Láctea era apenas uma de milhões de galáxias, contrariando o pensamento da maioria dos seus colegas que acreditavam que a Via Láctea ocupava todo o cosmos. Já Wilhelm Röntgen ficou conhecido sobretudo por ter descoberto o raio X. 
Estes são apenas exemplos de personalidades de um livro onde não faltam obviamente os grandes nomes como Pitágoras e Arquimedes, Newton, Faraday, Darwin e Hawking.
Anatomia, informática, eletricidade e astronomia são áreas patentes neste livro que aguardam ser exploradas por si, através da leitura deste pequeno-grande livro.

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CONSTRUÇÃO MAGAZINE [52]

Número: 52

A edição número 52 da «Construção Magazine» dedica-se aos resíduos e materiais de construção e começa com uma grande entrevista a Victor Ferreira, professor associado da Universidade de Aveiro e fundador e presidente da Plataforma para a Construção Sustentável (entidade gestora do Cluster Habitat Sustentável). Seguem-se vários artigos a respeito do tema central desta edição, nomeadamente, desafios ao uso industrial de ligantes ativados alcalinamente (pág. 8-10); produção de painéis de fachada com betão ativado alcalinamente (pág. 12-15); betão produzido com agregados de vidro reciclado: desempenho mecânico (pág. 16-20); melhoramento do comportamento mecânico e térmico de tijolos de alvenaria cerâmica aditivada com resíduos da indústria do alumínio (pág. 21-23); quantificação, composição e indicadores de geração de resíduos de construção e demolição (pág. 24-28); reciclagem de lama residual de anodização e lacagem em tijolo - caso de estudo em indústrias portuguesas (pág. 29-33).
Pode também ler sobre eficiência energética na construção, em concreto, sobre sistemas de pré-aquecimento passivo do ar de ventilação (pág. 34-37). Leia ainda sobre um estudo paramétrico para otimização do projeto térmico de pequenos edifícios (pág. 38-43). Outros assuntos de interesse nesta edição são o aço e a sustentabilidade na construção (pág. 47); a reabilitação térmica e energética: uma aproximação à realidade (pág. 48-49); novos métodos e abordagens à inspeção, monitorização e diagnóstico do betão industrial (pág. 50-51) e, ainda, a gestão do risco sísmico e o património construído com valor cultural em relação à alvenaria e construções antigas (pág. 52-53).

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100 DATAS QUE FIZERAM A HISTÓRIA DE PORTUGAL

Autor: PEDRO RABAÇAL
Editora: MARCADOR

Este livro foi escrito com o objectivo de tentar despertar o interesse pela história de Portugal por meio da desconstrução de mitos históricos e da revelação de diferentes versões do mesmo acontecimento. Em cada data, é descrito o ambiente histórico e socioeconómico respectivo, assim como os dados biográficos mais relevantes das personagens envolvidas para se conseguir uma melhor compreensão do contexto e ambiente em que se enquadram. A verdade por detrás de cada acontecimento costuma ser mais complicada do que a primeira impressão dá a entender, e descobri-la é sempre um desafio árduo, tarefa que este livro pretende simplificar e tornar os momentos mais marcantes da nossa história acessível a todos.

Tudo começa em 139 A.C., com a história de Viriato. Os acontecimentos sucedem-se e a história de Portugal vai-se escrevendo (e lendo). Curiosamente, o autor não se dedica apenas aos tradicionais factos históricos que aprendemos nos livros de história. E aqui se faz a diferença, não somente pelos conteúdos (pois aborda, por exemplo, a vida de Luísa Todi, Camilo Castelo Branco e Amália Rodrigues), mas também pela apresentação: detalhada e resumida (sim, é possível). 
Acima de tudo, é um valioso documento histórico que nos lembra e/ou dá a conhecer acontecimentos que fizeram a verdadeira história do nosso país e como tal, que todos devemos conhecer.
Para os amantes e estudiosos, para os curiosos ou para os que não querem saber mas precisam de saber, fica a sugestão de um excelente livro de história.

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NÃO FAÇO IDEIA

Autor: VASCO DURÃO
Editora: PRINCIPIA

«Até faço ideia. Ou, antes, faço ideias para viver. Não só porque tenho contas para pagar e família para alimentar, mas sobretudo porque sem ideias murcho. Como sou um idiota à antiga, só tenho uma receita para ter ideias: quando não faço ideia, procuro inspiração naquilo que os outros têm para me dizer. […] Como este não é um livro messiânico, a sua pretensão é apenas a de contar uma visão pessoal do universo da comunicação, baseada na experiência de alguém que anda a trabalhar nestas coisas há múltiplos anos e em múltiplas empresas e inspirado em mil e uma noites de livros. […] Sempre à procura e sempre a pôr tudo em causa. Uma tarefa difícil? Ainda bem, porque não existem ideias fáceis.»

Inteligente, útil e bem-humorado. Três ingredientes que fazem deste opúsculo uma excelente opção de leitura. Neste livro poderão ler e absorver as ideias do autor (e dos vários autores citados) viradas para a comunicação do século XXI, a comunicação na era conceptual. O design é uma das palavras ordem e as ideias chave prendem-se com a iniciativa, a criatividade e a vontade.
Escrito de forma informal e com uma apresentação estética elegante esta obra une ideias e experiências que merecem ser lidas, pensadas e postas em ação. Com efeito, o livro passa por quatro etapas: "Primeiro, abrir a cabeça e pensar, ou seja, estar aberto a tudo o que possa querer entrar. Segundo, ser elementar para criar, isto é, encontrar o elemento que nos torna únicos, neste caso o elemento da criatividade. Terceiro, passar a mensagem, que mais não é do que encontrar a melhor forma de contar a nossa ideia a alguém, o que, para quem tem de lidar com clientes diariamente, convenhamos que é deveras relevante (...). Por último, ou quarto, encontrar a motivação que nos faz fazer isto todos os dias, tal como a criança que opta infinitamente pela mesma brincadeira até à exaustão".
Afinal, "Quantos de nós não apresentamos já aquela ideia que era tão à frente, tão à frente que o cliente preferiu olhar para trás?", o importante é não perder o ânimo, repensar e voltar a tentar.
Se trabalha em comunicação, marketing e design leia, se não leia também! Vale a pena!

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RH MAGAZINE [83]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 83

A presente edição da «RH Magazine» apresenta uma grande entrevista a José Manuel Monteiro, diretor-geral da Medilabor (pág.10). Em foco está também a ACT, a Autoridade para as Condições do Trabalho (pág.6), um organismo integrado na administração direta do Estado, tutelado pelo Ministério da Economia e do Emprego.
Relativamente aos artigos, Pedro Miguel Carrilho Soares escreve sobre «A saúde da saúde e segurança no trabalho em Portugal» (pág.20), Isabel Moço fala sobre «Pessoas no trabalho e futuro» (pág.26) e António Costa Tavares e Patrícia Silva abordam «Os perigos e os riscos profissionais no setor do saneamento básico» (pág.34).
Leia também a entrevista a Fernando Melo, CEO da Alliance Healthcare Portugal (pág.42).
Em síntese, de destacar o Especial E-GRH 2012 (pág.60); o Prémio RH 2013 (pág.64); «A importância da gestão de riscos na estratégia empresarial» por Inês Taveira - marketing coordinator da Disney Portugal (pág.66); «A empresa trata-lhe (mesmo) da saúde» por Regina Cruz - diretora da Albenture Portugal (pág.68) e, ainda, «Organização dos serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho» por Paula Coxixo Taborda - diretora do serviço de segurança no trabalho da Kmed XXI, Lda. (pág.70).
Num ano marcado pelo aumento do desemprego em Portugal não poderia faltar o artigo «Da (in)segurança de emprego à empregabilidade» de Filipa Sobral - estudante de doutoramento (pág. 72).

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ATRIBULAÇÕES DE UM PORTUGUÊS A FAZER NEGÓCIOS EM ANGOLA

Autores: NUNO GOMES FERREIRA & PAULO FERREIRA

«Em Angola nunca se sabe…». Ulisses, um homem de negócios português, no avião para Angola, não percebeu o que queria dizer o seu companheiro de viagem, Nicolau. Mas a frase intrigou-o e, aproveitando as nove horas de viagem Lisboa-Luanda, inicia um interessante diálogo com aquele angolano que lhe vai explicado o que vai encontrar no país - considerado o «el dourado» para muitos empresários nacionais - e como, por vezes, fazer negócios em Angola se pode tornar numa verdadeira aventura. 
Ao longo desta conversa criada pelos economistas Nuno Gomes Ferreira e Paulo Ferreira, com experiência de formação em e sobre Angola, vamos descobrindo tudo o que precisamos de saber caso queiramos emigrar ou fazer negócios neste país africano. Das diferenças culturais fundamentais para o dia a dia, às grandes diferenças ao nível de legislação e procedimentos administrativos.

Depois de confrontados com mais de 100 páginas (essenciais) sobre a história de Angola, intercaladas com os cuidados pessoais a ter quando se prepara uma viagem para Angola, começamos a ler sobre questões mais práticas como, por exemplo, o PIB e o crescimento económico angolano. De facto, com história se reescreve a história e essa é uma das mensagens. Quer isto dizer que para preparar o futuro em Angola é importante perceber como os portugueses se deslocaram no país, no passado. Isto poderá ser útil, por exemplo, para a estratégia de expansão do negócio nas diferentes regiões de Angola. Com efeito, neste livro facilmente entenderá as formas de estabelecimento em Angola, os procedimentos para abrir uma empresa angolana, os setores e diferentes áreas de atuação no país, o processo de importação e exportação e ainda o sistema tributário.
E lembre-se "para entrar em Angola temos de vir com olhos de empresário, e não apenas como comerciante."
Se não estiver propriamente interessado em fazer negócios em Angola mas tiver curiosidade em perceber como se desenrolaria o processo pode sempre recorrer aos vários "Blocos de notas" patentes ao longo do livro, que fazem o resumo das ideias mais importantes a reter.

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INVEST [95]

Revista: INVEST
Número: 95

O último número de 2012 da Invest tem como tema de fundo a indústria da construção, em particular, as empresas que decidiram descobrir novos mercados, nomeadamente, nos PALOP, no Brasil, em Marrocos, na Argélia, entre outros. Para completar o tema, a Invest entrevistou o presidente da AICEP, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.
Quanto ao ranking das empresas, a que a Invest já nos habituou, foca-se nos distritos de Castelo Branco e da Guarda.
É ainda possível ler, entre outros assuntos, sobre a nova loja IKEA a abrir em Coimbra, sobre as novas clínicas Soares dos Santos em centros comerciais e sobre a Unicre, que anunciou recentemente a crição de uma solução que permite a qualquer micro e PME receber pagamentos via internet sem custos.

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OS SUPERFICIAIS - O que a internet está a fazer aos nossos cérebros

Autor: NICHOLAS CARR
Editora: GRADIVA

Amplamente considerado o livro sobre o debate em curso acerca do poder e dos perigos da tecnologia, esta obra aborda desassombradamente as consequências intelectuais e culturais da internet. Em parte história das ideias e em parte divulgação científica, Os Superficiais abunda em apreciações certeiras e cáusticas ao mesmo tempo que nos inquieta com questões profundas sobre o estado da mente contemporânea. Uma leitura urgente sobre o actual pensamento superficial.

O autor começa por falar da preocupação com a diminuição da atenção para ler textos longos como consequência do hábito em ler textos curtos on-line. Depois de algumas reflexões com recurso a Nietzsche e McLuhan o autor fala, por exemplo, da alteração que a internet veio provocar nos meios de comunicação, como o facto de nas revistas e jornais se reduzirem os textos, aumentarem os títulos e optarem por layouts semelhantes aos dos websites. Além disso, o autor reflete num capítulo muito interessante sobre a influência que a internet teve sobre o uso dos livros.
Depois de um capítulo dedicado à Google o autor debruça-se sobre o uso da memória.
Com recurso a vários artigos, discussões e autores, este livro apresenta-se como uma ferramenta interessante para refletirmos sobre a utilização da internet, do computador e do facilitismo, deixando uma afirmação muito curiosa: "ao passarmos a depender de computadores para mediar o nosso entendimento do mundo, é a nossa própria inteligência que se aplana e se transforma em inteligência artificial".

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INDÚSTRIA E AMBIENTE [77]

Número: 77

Numa edição dedicada à água começa-se por abordar a abertura das torneiras, por Leonor Amaral (pág.4), seguindo-se uma entrevista a José Sardinha, CEO da «Empresa Portugal das Águas Livres, S.A.», onde este faz o retrato do setor das águas em Portugal (pág.5-9).
O dossier desta edição foca os seguintes pontos:
- «10 passos para gerir uma crise no abastecimento de água», de Ana Marcão (pág.10-
- «Balanço na implementação da Estratégia Nacional para os Afluentes Agropecuários e Agroindustriais (ENEAPAI), de João Oliveira Miguel (pág.14-
- «HIDRODEPUR: Da conceção à realidade», de Bernardo Taneco (pág.17-
- «LCC - Custo do Ciclo de Vida Útil de uma Bomba», de Nuno Aleixo (pág.20-
- «Análise da relevância do uso eficiente da água, em particular a reutilização de águas residuais tratadas, no âmbito dos PGRH», de Paula de Brito Pereira (pág.24-
- «SMART WATER SYSTEMS: Exemplo da aplicação do AQUASAFE na SIMTEJO», de Pedro Póvoa (pág.27-
Leia também a reportagem «Eco-inovação na Europa» (pág.32
A 'Investigação' desta edição fica a cargo de Fátima Carvalho, Ana R. Prazeres e Javier Rivas no âmbito da «Gestão das águas residuais da indústria de queijo» (pág.41

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TECNOHOSPITAL [54]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 54

Esta edição abre com uma entrevista a Nuno de Sousa Pereira, diretor da «Porto Business School» (pág.4-7).
O dossier desta 54ª edição é dedicado à 'Farmácia hospitalar e política do medicamento' e inicia-se com um artigo homónimo de Odete Isabel (pág.12-15). Segue-se António Luiz Araújo, com a «Segurança na conservação de medicamentos» (pág.16-18). Paulo Barradas reflete sobre «A indústria farmacêutica em Portugal: dos medicamentos genéricos à biotecnologia» (pág.20-23). Já Sofia Pinto foca «A política do medicamento e o seu impacto na farmácia hospitalar» (pág.24-27). Cristina Pratas faz «Breves reflexões sobre preços na política do medicamento» (pág.28-30). Patrick Bárcia apresenta a «Produção in-situ de oxigénio medicinal» (pág.31-32) e João Almeida Lopes levanta a questão «Que limites, em saúde?» (pág.34-36).
Na secção 'Tecnologia' leia sobre a «Mamografia espectral de contraste no Hospital de Santarém: Técnica inovadora em imagiologia mamária e pioneira em Portugal», por Inês Pereira e Maria Sapeira (pág.38-39). Outro artigo de interesse é «A qualidade e a ISO 9001 nas instituições de saúde», de David Sanders (pág.40-43).

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