ATRIBULAÇÕES DE UM PORTUGUÊS A FAZER NEGÓCIOS EM ANGOLA

Autores: NUNO GOMES FERREIRA & PAULO FERREIRA

«Em Angola nunca se sabe…». Ulisses, um homem de negócios português, no avião para Angola, não percebeu o que queria dizer o seu companheiro de viagem, Nicolau. Mas a frase intrigou-o e, aproveitando as nove horas de viagem Lisboa-Luanda, inicia um interessante diálogo com aquele angolano que lhe vai explicado o que vai encontrar no país - considerado o «el dourado» para muitos empresários nacionais - e como, por vezes, fazer negócios em Angola se pode tornar numa verdadeira aventura. 
Ao longo desta conversa criada pelos economistas Nuno Gomes Ferreira e Paulo Ferreira, com experiência de formação em e sobre Angola, vamos descobrindo tudo o que precisamos de saber caso queiramos emigrar ou fazer negócios neste país africano. Das diferenças culturais fundamentais para o dia a dia, às grandes diferenças ao nível de legislação e procedimentos administrativos.

Depois de confrontados com mais de 100 páginas (essenciais) sobre a história de Angola, intercaladas com os cuidados pessoais a ter quando se prepara uma viagem para Angola, começamos a ler sobre questões mais práticas como, por exemplo, o PIB e o crescimento económico angolano. De facto, com história se reescreve a história e essa é uma das mensagens. Quer isto dizer que para preparar o futuro em Angola é importante perceber como os portugueses se deslocaram no país, no passado. Isto poderá ser útil, por exemplo, para a estratégia de expansão do negócio nas diferentes regiões de Angola. Com efeito, neste livro facilmente entenderá as formas de estabelecimento em Angola, os procedimentos para abrir uma empresa angolana, os setores e diferentes áreas de atuação no país, o processo de importação e exportação e ainda o sistema tributário.
E lembre-se "para entrar em Angola temos de vir com olhos de empresário, e não apenas como comerciante."
Se não estiver propriamente interessado em fazer negócios em Angola mas tiver curiosidade em perceber como se desenrolaria o processo pode sempre recorrer aos vários "Blocos de notas" patentes ao longo do livro, que fazem o resumo das ideias mais importantes a reter.

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INVEST [95]

Revista: INVEST
Número: 95

O último número de 2012 da Invest tem como tema de fundo a indústria da construção, em particular, as empresas que decidiram descobrir novos mercados, nomeadamente, nos PALOP, no Brasil, em Marrocos, na Argélia, entre outros. Para completar o tema, a Invest entrevistou o presidente da AICEP, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.
Quanto ao ranking das empresas, a que a Invest já nos habituou, foca-se nos distritos de Castelo Branco e da Guarda.
É ainda possível ler, entre outros assuntos, sobre a nova loja IKEA a abrir em Coimbra, sobre as novas clínicas Soares dos Santos em centros comerciais e sobre a Unicre, que anunciou recentemente a crição de uma solução que permite a qualquer micro e PME receber pagamentos via internet sem custos.

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OS SUPERFICIAIS - O que a internet está a fazer aos nossos cérebros

Autor: NICHOLAS CARR
Editora: GRADIVA

Amplamente considerado o livro sobre o debate em curso acerca do poder e dos perigos da tecnologia, esta obra aborda desassombradamente as consequências intelectuais e culturais da internet. Em parte história das ideias e em parte divulgação científica, Os Superficiais abunda em apreciações certeiras e cáusticas ao mesmo tempo que nos inquieta com questões profundas sobre o estado da mente contemporânea. Uma leitura urgente sobre o actual pensamento superficial.

O autor começa por falar da preocupação com a diminuição da atenção para ler textos longos como consequência do hábito em ler textos curtos on-line. Depois de algumas reflexões com recurso a Nietzsche e McLuhan o autor fala, por exemplo, da alteração que a internet veio provocar nos meios de comunicação, como o facto de nas revistas e jornais se reduzirem os textos, aumentarem os títulos e optarem por layouts semelhantes aos dos websites. Além disso, o autor reflete num capítulo muito interessante sobre a influência que a internet teve sobre o uso dos livros.
Depois de um capítulo dedicado à Google o autor debruça-se sobre o uso da memória.
Com recurso a vários artigos, discussões e autores, este livro apresenta-se como uma ferramenta interessante para refletirmos sobre a utilização da internet, do computador e do facilitismo, deixando uma afirmação muito curiosa: "ao passarmos a depender de computadores para mediar o nosso entendimento do mundo, é a nossa própria inteligência que se aplana e se transforma em inteligência artificial".

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INDÚSTRIA E AMBIENTE [77]

Número: 77

Numa edição dedicada à água começa-se por abordar a abertura das torneiras, por Leonor Amaral (pág.4), seguindo-se uma entrevista a José Sardinha, CEO da «Empresa Portugal das Águas Livres, S.A.», onde este faz o retrato do setor das águas em Portugal (pág.5-9).
O dossier desta edição foca os seguintes pontos:
- «10 passos para gerir uma crise no abastecimento de água», de Ana Marcão (pág.10-
- «Balanço na implementação da Estratégia Nacional para os Afluentes Agropecuários e Agroindustriais (ENEAPAI), de João Oliveira Miguel (pág.14-
- «HIDRODEPUR: Da conceção à realidade», de Bernardo Taneco (pág.17-
- «LCC - Custo do Ciclo de Vida Útil de uma Bomba», de Nuno Aleixo (pág.20-
- «Análise da relevância do uso eficiente da água, em particular a reutilização de águas residuais tratadas, no âmbito dos PGRH», de Paula de Brito Pereira (pág.24-
- «SMART WATER SYSTEMS: Exemplo da aplicação do AQUASAFE na SIMTEJO», de Pedro Póvoa (pág.27-
Leia também a reportagem «Eco-inovação na Europa» (pág.32
A 'Investigação' desta edição fica a cargo de Fátima Carvalho, Ana R. Prazeres e Javier Rivas no âmbito da «Gestão das águas residuais da indústria de queijo» (pág.41

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TECNOHOSPITAL [54]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 54

Esta edição abre com uma entrevista a Nuno de Sousa Pereira, diretor da «Porto Business School» (pág.4-7).
O dossier desta 54ª edição é dedicado à 'Farmácia hospitalar e política do medicamento' e inicia-se com um artigo homónimo de Odete Isabel (pág.12-15). Segue-se António Luiz Araújo, com a «Segurança na conservação de medicamentos» (pág.16-18). Paulo Barradas reflete sobre «A indústria farmacêutica em Portugal: dos medicamentos genéricos à biotecnologia» (pág.20-23). Já Sofia Pinto foca «A política do medicamento e o seu impacto na farmácia hospitalar» (pág.24-27). Cristina Pratas faz «Breves reflexões sobre preços na política do medicamento» (pág.28-30). Patrick Bárcia apresenta a «Produção in-situ de oxigénio medicinal» (pág.31-32) e João Almeida Lopes levanta a questão «Que limites, em saúde?» (pág.34-36).
Na secção 'Tecnologia' leia sobre a «Mamografia espectral de contraste no Hospital de Santarém: Técnica inovadora em imagiologia mamária e pioneira em Portugal», por Inês Pereira e Maria Sapeira (pág.38-39). Outro artigo de interesse é «A qualidade e a ISO 9001 nas instituições de saúde», de David Sanders (pág.40-43).

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TECNOHOSPITAL [53]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 53

O tema do dossier desta edição é a informática na saúde. Um tema que poderá, por exemplo, ser do interesse dos estudantes de ciência da informação. Neste contexto, pode ler sobre o enquadramento e processos dos sistemas e tecnologias de informação na saúde (por Álvaro Rocha), os sistemas de gestão e da segurança da informação nas organizações de saúde (por David Campos), o desenho da plataforma de dados da saúde (PDS) ao serviço dos cidadãos e dos profissionais da saúde (por Lia Patrício e António Brito), o aumento da eficiência do circuito de MCDT (por Carlos Beco), a interoperabilidade em medicina (por Paulo Barbeiro) e, também, sobre a plataforma de dados de saúde - i.desafios (por Diogo Reis e Henrique Martins).
A grande entrevista foi feita a Manuel Eugénio, diretor do setor Healthcare da Philips Portugal e country manager da Philips Portuguesa, S.A.
O artigo técnico desta edição é sobre os materiais cirúrgicos, subordinado ao tema "Os materiais fibrosos e a medicina".

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PIPOCAS COM TELEMÓVEL e outras histórias de falsa ciência

Autores: DAVID MARÇAL e CARLOS FIOLHAIS
Editora: GRADIVA

A falsa ciência que circula na internet, nos media, que se vê no supermercado e até - pasme-se! - na escola; a falsa ciência na saúde e a falsa ciência na própria ciência. Num livro bem-humorado e muito esclarecedor, os autores desmontam alguns «factos» pseudcientíficos que se construíram e alimentam no nosso quotidiano. Como eles próprios afirmam, «se a ciência pode ser divertida, a pseudociência é garantidamente muito divertida». Uma leitura informativa que expõe os logros mais actuais.
Não há lugares seguros.
A única segurança terá de estar no leitor: uma atitude crítica poderá evitar-lhe contratempos e poupar dinheiro. Lembre-se de que a ciência assenta na observação, na experiência e na correcção de erros, e não nas palavras de pretensas autoridades que nunca aceitam ser corrigidas. Não se deixe enganar!

Logo no início surgem histórias de falsa ciência recorrendo ao exemplo que dá nome ao livro, isto é, a (im)possibilidade de se fazerem pipocas com telemóveis. Recheado de humor este livro é perfeito para quem quer saber mais sobre ciência de uma forma agradável, divertida mas de confiança.
Posto isto, os autores realçam que existe uma diferença entre jornalismo e ciência, deixando um alerta para os cuidados a ter na preparação de uma notícia sobre ciência onde, segundo os mesmos, o problema é precisamente a "ausência da própria ciência".
No capítulo "falsa ciência de supermercado" somos alertados para o uso da ciência como bandeira publicitária para produtos alimentares. Os autores lembram que, por exemplo, a Danone chegou a reconhecer que não existe nenhuma evidência científica de que um iogurte Activia por dia «regula o trânsito intestinal». 
Muitos outros temas de interesse podem ser lidos neste livro, nomeadamente, a falsa ciência na escola, na saúde e até mesmo na própria ciência.
É de ler para crer!

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CONSTRUÇÃO MAGAZINE [51]


Número: 51

A presente edição da «Construção Magazine» é dedicada a um tema com o qual somos confrontados praticamente todos os dias: as patologias em edifícios recentes. Muitas vezes perguntamos o que poderá ter corrido mal para um edifício recente já apresentar problemas tão visíveis. Pois nesta revista é possível entender as patologias estruturais em edifícios recentes (pág.9-16), saber como evitar algumas anomalias em coberturas em terraço (pág.18-21), conhecer o sistema de inspeção e diagnóstico de ETICS (External Thermal Insulation Composite System) em paredes (pág.22-23) e ainda ler sobre as patologias de caráter higrotérmico (pág.26-30). Além disso, nas páginas 32-35 dá-se resposta à questão "As anomalias em revestimentos de paredes e tetos podem afetar seriamente a segurança?".
Outros temas de interesse são a reabilitação do património - o diagnóstico e classificação de anomalias e rebocos no Palácio Nacional de Sintra, a proteção ao fogo de estruturas de madeira, as estruturas metálicas do Palácio de Cristal do Porto e quanto à sísmica as implicações do Eurocódigos na prática de projeto e construção de edifícios.

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