DIREÇÃO E GESTÃO DA FORÇA DE VENDAS

Coordenação: ELISABETH DE MAGALHÃES SERRA
Editora: VIDA ECONÓMICA

A conjuntura económica, a evolução tecnológica e o desenvolvimento de novos produtos/serviços, exige que as empresas sustentem o seu crescimento na reformulação da sua estratégia comercial – dos tradicionais sistemas de venda (“selling oriented”) evoluam para um enfoque de natureza consultiva orientado à satisfação das necessidades dos seus mercados.
Cada vez mais competitivas e complexas, as vendas enfrentam desafios provenientes de várias frentes: (1) diferentes perfis de compra dependentes do grau de informação dos clientes; (2) uma concorrência eficiente e eficaz que responde ao mercado em tempo cada vez mais curto; (3) a indiferenciação entre produtos e serviços; (4) equipas de vendedores difíceis de gerir com objetivos nem sempre coincidentes com os da Organização; (5) as novas tecnologias que alteram sistematicamente as regras de mercado, favorecendo a desintermediação e a venda direta.
Com o lançamento deste livro o mercado passará a dispor de um manual especializado, dotado de elevado potencial de inovação e adesão à realidade empresarial.

Esta obra, coordenada por Elisabeth de Magalhães Serra, tem como motivação a Tese de Mestrado de Simão Soares Machado em Gestão da Força de Vendas, e agrega os conhecimentos de um conjunto de autores especialistas em Marketing. Desta colaboração resulta um livro que aborda várias perspectivas convergentes com a gestão de equipas de vendas.
A estrutura do livro contempla um capítulo destinado à Introdução ao Conceito e Função das Forças de Vendas, desenvolve o Paradigma da Gestão de Força de Vendas na Gestão de Marketing, com foco particular no Marketing Relacional, trata da Direção de Vendas, da Gestão e Motivação da Força de Vendas, para terminar com as Métricas de Avaliação de Desempenho. Os capítulos da obra expõem casos de estudo prático como complemento.
«Direção e Gestão da Força de Vendas» assenta numa realidade prática, na medida em que se adequa ao quotidiano empresarial, ao apoiar decisões comerciais, assim como se torna oportuno para estudantes e investigadores aprofundarem conhecimentos sobre esta temática.
O livro está ainda disponível na versão ebook.

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INVEST [90]

Revista: INVEST
Número: 90

Dedicada ao empreendedorismo verde, a revista desafiou um grupo de 500 alunos do ensino superior e profissional a criarem soluções sustentadas para as cidades. Esta edição dá a conhecer o vencedores e como tornar os projetos realidade.
Além disso, poderá ler sobre uma oportunidade de negócio a vender sacos de gelo no Brasil; empresárias que transformam sapatos tradicionais em sapatos de luxo; uma possível ameaça à indústria tabaqueira por parte de uma empresa que pretende acabar com o vício do cigarro em 90 minutos num processo indolor.
Leia também a análise de António Henriques, CEO da CH Business Consulting sobre «Como a Destroika vai salvar-nos», a Destroika é um programa de gestão de mudança inovador que tem como objetivo salvar empresas e empregos.

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A TRAGÉDIA DE FIDEL CASTRO

Autor: JOÃO CERQUEIRA

Há quase 50 anos, Fidel Castro espantou o mundo com a sua revolução. Mas será que El Comandante perdeu o rumo? Ter-se- á transformado no pior inimigo do seu povo?
A Tragédia de Fidel Castro é um livro simultaneamente divertido e exigente, conduzindo-nos à mente de um dos mais enigmáticos e polémicos líderes do mundo atual. A sátira e o humor inteligente — ora discreto ora descarado — prendem-nos e despertam a reflexão. A narrativa foge a quaisquer regras, propondo-se revelar a intricada mente de Fidel como nenhum outro livro o fez.
Qualquer um ficará surpreendido com os personagens que irá encontrar: Cristo, Afonso Henriques, o Grande Inquisidor, Fátima, Deus e o Diabo... , figuras simbólicas desta tragédia fantástica onde apenas Fidel Castro é real.
Entre as sátiras de Gil Vicente, Ramalho Ortigão e Fialho d’Almeida e a fantasia de Ruben A. Leitão, A Tragédia de Fidel Castro abre uma página nova na literatura portuguesa, na qual se descobre o nosso próprio país.

João Cerqueira rescreveu a História, e fê-lo com grande inspiração!
A trama tem como pano de fundo a ambição imperialista de Cuba, de Fidel Castro, e os seus desígnios de conquistar o reino de Dom Afonso Henriques, onde qualquer semelhança com o Portugal contemporâneo não é a mais pura das coincidências. Dado o mote, esta «Tragédia de Fidel Castro» está repleta de incidentes insólitos - imagine-se o cenário em que El Comandante refugiado num mosteiro isolado em solo português, incita à sublevação dos “loucos” sobre os monges e destes sobre o abade.
A narrativa de João Cerqueira deriva constantemente da ligeireza popular para a densidade intelectual, o que confere ao livro uma cadência anti- aborrecimento. Das características de escrita de João Cerqueira destaca-se, ainda, o engenho em criar trocadilhos inteligentes e um registo de descrição bastante gráfico (a intimidade de El Comandante narrada como nunca antes).
«A Tragédia de Fidel Castro» é portanto uma obra não convencional, desaconselhada a suscetíveis político-religiosos, que garante momentos de leitura com boa disposição.

O autor é licenciado e mestre em História de Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e especialista na obra do artista plástico José de Guimarães, é ainda autor das obras Arte e Literatura na Guerra Civil de Espanha, A Culpa é destas Liberdades, Reflexões do Diabo e co-autor da biografia Maria Pia: Rainha e Mulher.

MICROECONOMIA - TEORIA E PRÁTICA SIMPLIFICADA


Autora: MICAELA PINHO
Editora: SÍLABO

A Microeconomia é uma área da economia que estuda a tomada de decisões racionais por parte dos agentes económicos num contexto de escassez de recursos. O seu caráter técnico confere-lhe alguma complexidade que este manual procura simplificar. A matéria compilada em cinco capítulos é exposta de uma forma sintética e pragmática em termos teóricos com recurso a representações gráficas. Os conhecimentos teóricos são depois testados num vasto conjunto de exercícios, resolvidos e propostos.
Esta obra destina-se, sobretudo, a estudantes do 1º ciclo. No entanto e, uma vez que compreende as principais temáticas abordadas em qualquer curso servirá certamente àqueles que prosseguem os estudos ao nível do 2º ciclo.

Este livro resulta da experiência da autora, Micaela Pinho, como docente de microeconomia nos últimos 15 anos, dos cursos de economia e gestão de empresas, em que se apercebeu das dificuldades que os alunos sentiam em estudar esta disciplina técnica. Desta forma, a autora previu a necessidade de editar uma compilação de caráter teórico e prático que se materializou neste trabalho.
O livro está organizado em cinco capítulos, que representam tópicos essenciais de suporte à formação de economistas e gestores, tais como, o estudo do equilíbrio do mercado (teoria dos preços), teorias do consumidor, produtor e dos custos, assim como, as estruturas do mercado.
Escrito com grande objetividade, clareza e repleto de elementos gráficos, o livro faz acompanhar os capítulos teóricos com problemas resolvidos, exercícios a resolver com as devidas soluções, para além das questões teóricas e de escolha múltipla.

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INVEST [89]

Revista: INVEST
Número: 89

O emergente “cowork” é o tema em evidência nesta «Invest». Trata-se de uma tendência global que começa a marcar presença no nosso país e consiste numa partilha de espaço de trabalho, possibilitada pela evolução das tecnologias de informação e comunicação, que permite reduzir despesa. Conheça todos os pormenores relacionados com este conceito através da «Invest».
Esta edição foca, ainda, as oportunidades de negócio potenciadas pela internet. Poderá ler sobre as vantagens e desvantagens do comércio 100% na net, sobre o novo folego que a internet confere aos negócios tradicionais, nomeadamente na distribuição de peixe fresco porta-a-porta.
Na secção “Negócios” fique a par de um modelo de negócio que reside na distribuição de lanches saudáveis pelas empresas, de um projeto de investigação que visa a extração de petróleo de vegetação “inútil”, do primeiro veículo de cavalos português, entre outros.
A iniciativa “conversas improváveis” coloca frente a frente Francisco Louça e Miguel Sousa Tavares que debatem a troika, a questão do desemprego, os serviços secretos e o caso Miguel Relvas.

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A ÚLTIMA PEPITA

Autor: LUCAS FIGUEIREDO
Editora: MARCADOR

Um dos períodos mais fantásticos da história de Portugal, num livro que mostra a incrível saga dos portugueses na corrida ao ouro no Brasil.
«Se pudesse escolher, Sua Majestade Fidelíssima talvez tivesse preferido passar o dia a tocar violoncelo ou a traduzir mais uma peça de Shakespeare para o português, trancado no gabinete real. Disso era o que D. Luís I gostava e fazia de melhor. Mas naquele princípio de fevereiro de 1876, a sua agenda incluía uma tarefa que ele não apreciava e que definitivamente não era a sua especialidade: governar Portugal. A missão estava longe de ser árdua, mas o seu significado era triste. D. Luís deveria vistoriar as joias da Coroa a fim de escolher algumas para serem vendidas.
Na vistoria, Sua Majestade notou um caixote e resolveu ver o que tinha dentro. Descobriu vasos, urnas e conchas e remexendo um pouco mais encontrou uma preciosidade: uma enorme pepita de ouro, do tamanho de um melão.» Esquecida durante décadas nos Tesouros Reais, a pedra retirada de solo brasileiro é o último remanescente de uma época de riqueza incalculável para o velho império lusitano. É com esta cena – insólita mas absolutamente verdadeira – que Lucas Figueiredo inicia esta brilhante investigação histórica.

Esta obra, da autoria do jornalista premiado Lucas Figueiredo, consagra uma investigação que atravessou três continentes (Europa, América do Sul e África). Todo o conteúdo assenta numa estrutura de fontes sólida, como arquivos de documentos, coleções de fontes primárias e acervos históricos, com o complemento de uma extensa bibliografia.
Consequentemente, toda a exposição é marcada pelo detalhe, sendo inúmeros os pormenores que a pesquisa de Lucas Figueiredo permitiu destacar, que em muito contribuem para a fundamentação das conclusões avançadas pelo autor. A leitura do livro é dinâmica e vai muito além da aventura da demanda pelo ouro, uma vez que todos os elementos estão relacionados e vamos lemos simultaneamente sobre o clima económico-político português e a “construção” do Brasil.
Depois de nos aguçar o apetite com a premissa inicial da descoberta da pepita de ouro por D. Luís I, a narrativa arranca em 1495 e estende-se até 1827, sendo segmentada pela Busca, Descoberta, Corrida, Decadência e o Fim, abrangendo a dinastia de Avis, a Filipina e a de Bragança.
Este livro deverá fazer parte das estantes de todos os que gostarem de relacionar a leitura de teor informativo com o entretenimento.


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RH MAGAZINE [80]


Revista: RH MAGAZINE
Número: 80

A RH Magazine preparou uma edição especial sobre as boas práticas na gestão de Recursos Humanos, divulgando as empresas que têm tido o melhor desempenho neste contexto. Para tal, aproveitou a 8ª edição do Prémio RH para dar voz aos protagonistas galardoados, que testemunham pessoalmente acerca do sucesso das políticas de gestão das organizações que representam.
Conheça, através da experiência de Artur Nunes, Managing partner da Humanpersi, as dez boas práticas internacionais da ISPI para a melhoria da performance e produtividade das organizações. De acordo com Artur Nunes este tema é essencial na discussão das soluções no contexto económico atual.
Já Luísa António, Managing partner da LA Innovative Trainer, destaca a importância de novas metodologias para a sustentabilidade nos resultados e apresenta as boas práticas de formação adaptadas ao contexto instável nacional e internacional. A autora defende que o sucesso na área da formação depende da personalização, colaboração e informalidade.
O grande entrevistado da presente edição é Rui Henriques, administrador-delegado da RHmais.
A última edição do Rock in Rio Lisboa é dada como um caso de boas práticas em virtude do exemplo que transmite na gestão de recursos humanos, ao mesmo tempo que realça a importância da cidadania ativa, empreendedorismo e voluntariado para o desenvolvimento sustentado.
Em “Prisma síntese” poderá ficar a saber a estratégia do Call Centre da Vodafone, quais as exigências da redefinição do mercado de trabalho para as empresas, e ainda, como criar um bom ambiente de trabalho em período de crise.

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CONSTRUÇÃO MAGAZINE [49]


Número: 49

Esta edição destaca os polímeros reforçados com fibras (FRP), tendo em conta o papel determinante na reabilitação do espaço construído, focando com maior incisão a sua baixa resistência ao fogo, uma vez que esta é a questão mais problemática da aplicação de FRP em sistemas de reforço de estruturas.
Como é tradição na Construção Magazine é convidada uma personalidade para coeditor. Nesta edição essa tarefa é atribuída ao investigador da área, Professor João Ramôa Correia, do Instituto Superior Técnico.
Nos artigos especializados poderá ler sobre a avaliação de desempenho de soluções de proteção face à ação térmica para sistemas de reforço com FRP, sobre o reforço de elementos de betão armado com recurso a laminados de CRFP multidirecionais, e ainda a respeito do desenvolvimento de sistemas de proteção ao fogo para elementos de betão armado reforçados com laminados de CRFP. Para além destes, são apresentados os resultados relativos a uma campanha experimental em que se estudou o comportamento de perfis de GRFP sob a ação do fogo. A temática é complementada com artigos sobre a reabilitação sísmica de pilares de betão armado com CFRP e o reforço de vigas de betão armado com laminados de CRFP pré-esforçados.
Neste âmbito é apresentada uma entrevista a um dos maiores especialistas na matéria, o Professor Thomas Keller, que nos fala do Composite Construction Laboratory da EPFL, de projetos de investigação e na necessidade de apostar forte na inovação.

De destacar ainda o suplemento «Energuia», o Guia de Eficiência Energética nos Edifícios, que se foca nas "casas inteligentes".
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OS PAPAS

Autor: JOHN JULIUS NORWICH
Editora: CIVILIZAÇÃO

John Julius Norwich centra-se na mais antiga instituição do mundo, seguindo a linha papal pelos séculos, desde o próprio São Pedro — tradicionalmente (ainda que, de modo algum, historicamente) o primeiro papa —, até ao presente, Bento XVI.
Dos cerca de 280 detentores do ofício supremo, alguns foram inquestionavelmente santos, enquanto outros se deleitaram com a mais indescritível iniquidade. Diz-se que um era mulher, só tendo este facto sido descoberto quando deu à luz imprevidentemente durante uma procissão papal. Quase tão chocante é a história de Formoso, assassinado e o seu corpo exumado, vestido com todos os paramentos litúrgicos, sentado num trono e sujeito a um julgamento. Ou a de João XII, sobre quem Gibbon escreveu: “pelo facto de violar virgens e viúvas, as peregrinas não iam visitar o santuário de São Pedro.”
John Julius Norwich atualiza a história papal com entusiasmantes investigações do antissemitismo do desprezível Pio XII, o possível assassinato de João Paulo I e o fenómeno do papa polaco, João Paulo II. Da glória de Bizâncio à decadência de Roma, da Heresia Albigense à controvérsia no seio da atual Igreja, Os Papas é uma obra escrita de forma soberba e reveladora.

O autor, John Julius Norwich, além de um célebre historiador, apresentador e autor de documentários para a televisão inglesa, é também um versátil escritor, como poderá constatar com a leitura da mais recente obra, «Os Papas».
Este livro conta a história, através dos seus representantes máximos, da mais longa monarquia absoluta ainda em persistência. São cerca de 2000 anos condensados numa única obra, numa demonstração clara de poder de síntese e seleção criteriosa de conteúdos que mantêm o leitor sempre concentrado no texto para não perder pitada.
Apesar do caráter desprendido que John Julius Norwich imprime à escrita, o que suscitará o interesse de meros curiosos que apenas queiram saber um pouco mais sobre o papado, este é um trabalho com o potencial para servir a comunidade científica. O autor tem um discurso assertivo, objetivo, neutro e, acima de tudo, fundamentado, uma vez que privou com alguns papas e desempenhou funções na Biblioteca do Vaticano.
O foco do autor incide sobretudo numa análise política, cultural e social, passando um pouco ao lado da teologia, recorrendo a esta apenas quando é útil destacar as questões doutrinárias. Segundo o autor, “ao fazê-lo, segui os passos de muitos dos papas, um número surpreendente dos quais parece ter-se interessado muito mais pelo seu próprio poder temporal do que pelo seu bem-estar espiritual”.
Para quem conhece o trabalho prévio deste autor a leitura d´«Os Papas» será uma confirmação do talento do mesmo e uma garantia da qualidade deste título, para todos aqueles que nunca tiveram a oportunidade de ler John Julius Norwich, este será certamente uma agradável surpresa.

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FUNDAMENTOS DA GESTÃO DE PESSOAS

Autor: ALBINO LOPES
Editora: SÍLABO

Este livro é o produto de uma reflexão conduzida a pensar na formação de gestores para os Recursos Humanos das organizações do século XXI. O texto evidencia sete grandes princípios da gestão de pessoas: um relativo à liderança e seis outros relativos às práticas de gestão.

Albino Lopes defende que um dos grandes problemas da gestão de recursos humanos é a burocratização das práticas. Com isto em mente o autor apresenta o modelo dos ´6 C’, nomeadamente: comunidade; competências, confiança, circulação do saber, coesão social e comunicação transversal.
O que a obra traz de novo é o facto de enquadrar a gestão de recursos humanos numa perspetiva nacional, assente nas micro, pequenas e médias empresas, ao contrário do que é feito habitualmente, isto é, a abordagem do ponto de vista das grandes organizações.
Para tal, o ponto de partida da obra dá-se com a apresentação de um estudo de caso sobre a ‘A.J. Lobo’, que serve como suporte à análise teórica.
A liderança é também um dos focos desta obra, onde o autor afirma que: “Liderar não é gerir. O líder não gere a organização. Pelo contrário, vai pedir a cada elemento, a cada unidade que faça a gestão adequada. A liderança concentra-se, fundamentalmente, na partilha da visão”.
Uma obra muito completa que será certamente um contributo fundamental para alunos e docentes da área e também para os profissionais.

GUIA DE ARQUITETURA - SUL E ILHAS DE PORTUGAL

Autores: NUNO CAMPOS e PATRÍCIA MATOS
Editora: VIDA ECONÓMICA

Com mapas, fotografias e textos referentes a obras realizadas a partir de 1974, informação sobre o tipo de visita possível e coordenadas GPS.
Um guia fiável e prático, que para além de possibilitar a seleção das obras, contém informação que permite contextualizar as mesmas no tempo e no espaço e que responde de forma eficaz aos anseios de quem gosta de visitar obras de arquitetura.
Se o Guia de arquitetura Norte e Centro de Portugal apresenta as mais interessantes obras de arquitetura construídas no Norte e Centro, este livro exibe as obras construídas no Sul e Ilhas, no mesmo período de tempo: 1974-2010.
ÁLVARO SIZA, no texto introdutório do livro afirma: “…Posso pessoalmente prever o interesse que despertará a publicação deste Guia… A procura de Guias de Arquitetura, não só por parte de arquitetos, acompanha hoje o hábito e gosto generalizados de viajar.”
Este guia, da autoria dos arquitetos Nuno Campos e Patrícia Matos, responde de forma eficaz aos anseios de todos aqueles que gostam de visitar obras de arquitetura: um guia com boas obras, fotos esclarecedoras, mapas e, inovando neste ponto, com coordenadas GPS.

Já pensou conhecer o Sul de Portugal ou as Ilhas numa perspetiva de apreciar arquitetura do pós-25 de Abril? Se já, este guia será o seu melhor aliado para o ajudar a identificar os locais a visitar.
Conheça as obras arquitetónicas de Beja, Évora, Faro, Lisboa, Setúbal, Açores e Madeira, criadas desde 1974, cuidadosamente escolhidas após uma extensa pesquisa, por dois arquitetos portugueses.
Esteticamente apelativo, o guia foi integralmente escrito em português e inglês, pelo que poderá ser uma ótima prenda para oferecer a amigos estrangeiros que partilhem a paixão pela arquitetura.
Congratulamos os autores pela iniciativa e pelo excelente resultado final deste guia.

Boas viagens!

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SONHOS SÃO OLHOS QUE VÊEM A CORES

Autor: AGOSTINHO ABADIA

É um escritor mas mais que alguém que escreve é um “consciencializador”. É aparentemente simples, na forma de escrever e de ser, ainda que goste de levar essa simplicidade, essa subtileza, para terras mais carregadas de simbolismo e de reflexão. É recatado, gosta de observar e de ouvir e isso influencia o que escreve.
Não gosta de estar preso, pois prefere se deixar andar e ver onde, literáriamente, os dias o transportam. É apaixonado por tudo e principalmente pelo acto crítico de amar. Gosta de fotografia e de imagem. Vive a música e sente com ela. Vê nas artes uma janela com uma vista diferente do mundo em que vive.
É um optimista mas não descura a visão mais densa do negativismo, já que apesar de ser um ser positivista, compreende e percebe como funcionam as coisas que o rodeiam.
É um idealista e um criativo que gosta de estar presente e de se fazer ouvir. Gosta de fazer passar a mensagem.

Este livro é uma edição independente que só conheceu a luz do dia devido à abnegação, esforço e dedicação do autor, o que ilustra bem a paixão que este tem pela sua arte.
Ao longo das cerca de 100 páginas que constituem a obra, Agostinho Abadia transmite ao leitor, através dos seus poemas, uma diversidade de sentimentos, o que faz da leitura deste «Sonhos são olhos que vêem a cores» uma experiência completa. O autor escreve sobre o Amor, o Sossego e Melancolia, a Loucura, mas sobretudo da Vida.
Cada poema denuncia o contacto próximo que Agostinho Abadia tem com as inúmeras formas de arte, tal é a sensibilidade veiculada às suas palavras e a preocupação com o detalhe. Segundo o autor “Toda a palavra tem o tamanho que lhe quisermos sentir pesar”.
No entanto, nada melhor do que enunciar um fragmento da obra:

Talvez um dia serei como ele!
Talvez um dia serei mestria
De um vassalo aprendiz
Serei ousadia de não ousar
Ser vulgar insistente.
Serei negligente do que de mim
Advêm metodicamente.
Contrapartida do natural cerebral!


Se gosta de poesia pode seguir o trabalho de Agostinho Abadia no Facebook!

VENCEDOR DO PASSATEMPO «MARKETING RELACIONAL»



O vencedor do passatempo MARKETING RELACIONAL, uma parceria entre o Cita-Livros e as Edições Sílabo, é:

PAULA GRAMACHO!
Parabéns!

Obrigada a todos os participantes.

CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSO HUMANOS

Autores: ANTÓNIO EDUARDO MARTINS; ALBINO ANJO LOPES
Editora: RH EDITORA

O triângulo virtuoso da economia do conhecimento é composto por três vértices: a flexibilidade organizacional, a revolução tecnológica e o capital intelectual.
A flexibilidade compreende as noções de pequena dimensão e de iniciativa e empreendedorismo, as quais, conjugadas com a noção de rede intra e interorganizacional, criam as condições que potenciam os efeitos de adaptabilidade às variações do mercado e às necessidades de escala adequada ao modelo de ação.
A revolução tecnológica, obtida pela conjugação da informática e das telecomunicações e, nomeadamente, pelo desenvolvimento da Internet, transformou a atividade produtiva, colocando a informação no lugar anteriormente ocupado pela energia, enquanto fator principal da produção.
O capital intelectual é entendido como uma interação de indivíduos, com os seus talentos específicos, no seio de grupos dotados de espírito de equipa e comunidades de prática, com motivação para a aprendizagem conjunta, seguindo protocolos certificados e focalizados em garantir a qualidade do serviço prestado.
A importância da investigação neste novo conceito de capital intelectual revela-se verdadeiramente apaixonante, pois trata-se de partir à descoberta de uma nova fronteira, de um recurso infinito – o conhecimento –, determinante para o crescimento da economia e, por isso, do futuro do próprio Homem.

Este livro surge como consequência de uma investigação contínua, enquadrada na dissertação de mestrado em ciências empresariais de António Eduardo Martins e, retoma estudos antecedentes em que os autores propunham um modelo interpretativo do capital social em quatro dimensões, alicerçado no MDS (multidimensional scaling). Com este trabalho os autores descomplexam a noção de capital social ao mesmo tempo que a enquadram na realidade presente da economia do conhecimento.
Um dos méritos que se pode atribuir a esta publicação é a visão holística com que os autores analisam a questão do capital humano, abrangendo uma multiplicidade de contributos profissionais e académicos neste âmbito e, ainda, recorrendo a estudos de caso.
Os autores optaram por dividir a obra em quatro fases, paralelas à sequência da investigação, que funcionam como um fio condutor. Desta forma, na primeira fase apresenta-se a perspetiva histórica da gestão empresarial, o estado de arte da gestão e as diversas definições de gestão de conhecimento e capital intelectual. A descrição metodológica, correspondente à segunda fase desta obra, assenta sobretudo no estudo de caso dá suporte às fases posteriores   do estudo. Na terceira parte são apresentados os dados empíricos da investigação, obtidos no inquérito/questionário e na observação dos dados na Skandia (estudo de caso). Por fim são divulgadas as conclusões que fazem emergir um modelo explicativo sobre o capital intelectual.
“Capital Intelectual e Gestão Estratégica de Recursos Humanos” é produto de uma fusão de backgrounds do conhecimento destintos mas complementares. António Eduardo Martins tem larga experiência em gestão e economia, enquanto Albino Anjos Lopes é doutorado em Psicologia e relaciona a sua atividade com a Gestão de Recursos Humanos.

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CONSTRUÇÃO MAGAZINE [48]

Número: 48

Ao invés de encarar a atual crise económica como uma fatalidade, o País deve encara-la como uma oportunidade para melhorar a sua performance, "só apostando na excelência, fazendo um reajuste em "alta", do ponto de vista tecnológico (...) será possível ultrapassar a presente situação". Este é o mote dado pela Construção Magazine numa edição dedicada aos "Sistemas de Informação na Construção", ainda pouco explorados no contexto nacional.
Desta forma, o convidado para co-editor do presente número é o especialista na área, Prof. Hipólito de Sousa, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Enquanto o entrevistado é o Engº Rui Campos, da Mota Engil, que fala, optimista, do contributo das Tecnologias da Informação  para a superação das dificuldades no setor da Construção.
Poderá ler, então, vários artigos no âmbito das Tecnologias da Informação:
- Rui Calejo Rodrigues e Luís Martins escrevem sobre o sistema automático de informação na manutenção de edifícios  - o Projeto RFID;
- Através de João Poças Martins, fica-se a conhecer o papel da tecnologia BIM na gestão da informação na construção;
- Sara de Sá Caetano apresenta um caso prático da aplicação ProNIC (base de dados) -  no Parque Escolar, que procura a modernização dos edifícios, a abertura da escola à comunidade e a criação de um sistema eficiente e eficaz da gestão dos edifícios;
- Benchemarking na indústria da construção, realizado por docentes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto;
- De Pedro Vaz Paulo, fatores de sucesso para a implementação de metodologias de aquisição por meio eletrónicos: o e-sourcing na construção civil.

Para além destes, pode ler sobre segurança sísmica de edifícios, declarações ambientais de produtos na construção, comportamento térmico dos edifícios de habitação, e fique a saber se ainda faz sentido construir com recurso à terra. 

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