FUNDAMENTOS DA GESTÃO DE PESSOAS

Autor: ALBINO LOPES
Editora: SÍLABO

Este livro é o produto de uma reflexão conduzida a pensar na formação de gestores para os Recursos Humanos das organizações do século XXI. O texto evidencia sete grandes princípios da gestão de pessoas: um relativo à liderança e seis outros relativos às práticas de gestão.

Albino Lopes defende que um dos grandes problemas da gestão de recursos humanos é a burocratização das práticas. Com isto em mente o autor apresenta o modelo dos ´6 C’, nomeadamente: comunidade; competências, confiança, circulação do saber, coesão social e comunicação transversal.
O que a obra traz de novo é o facto de enquadrar a gestão de recursos humanos numa perspetiva nacional, assente nas micro, pequenas e médias empresas, ao contrário do que é feito habitualmente, isto é, a abordagem do ponto de vista das grandes organizações.
Para tal, o ponto de partida da obra dá-se com a apresentação de um estudo de caso sobre a ‘A.J. Lobo’, que serve como suporte à análise teórica.
A liderança é também um dos focos desta obra, onde o autor afirma que: “Liderar não é gerir. O líder não gere a organização. Pelo contrário, vai pedir a cada elemento, a cada unidade que faça a gestão adequada. A liderança concentra-se, fundamentalmente, na partilha da visão”.
Uma obra muito completa que será certamente um contributo fundamental para alunos e docentes da área e também para os profissionais.

GUIA DE ARQUITETURA - SUL E ILHAS DE PORTUGAL

Autores: NUNO CAMPOS e PATRÍCIA MATOS
Editora: VIDA ECONÓMICA

Com mapas, fotografias e textos referentes a obras realizadas a partir de 1974, informação sobre o tipo de visita possível e coordenadas GPS.
Um guia fiável e prático, que para além de possibilitar a seleção das obras, contém informação que permite contextualizar as mesmas no tempo e no espaço e que responde de forma eficaz aos anseios de quem gosta de visitar obras de arquitetura.
Se o Guia de arquitetura Norte e Centro de Portugal apresenta as mais interessantes obras de arquitetura construídas no Norte e Centro, este livro exibe as obras construídas no Sul e Ilhas, no mesmo período de tempo: 1974-2010.
ÁLVARO SIZA, no texto introdutório do livro afirma: “…Posso pessoalmente prever o interesse que despertará a publicação deste Guia… A procura de Guias de Arquitetura, não só por parte de arquitetos, acompanha hoje o hábito e gosto generalizados de viajar.”
Este guia, da autoria dos arquitetos Nuno Campos e Patrícia Matos, responde de forma eficaz aos anseios de todos aqueles que gostam de visitar obras de arquitetura: um guia com boas obras, fotos esclarecedoras, mapas e, inovando neste ponto, com coordenadas GPS.

Já pensou conhecer o Sul de Portugal ou as Ilhas numa perspetiva de apreciar arquitetura do pós-25 de Abril? Se já, este guia será o seu melhor aliado para o ajudar a identificar os locais a visitar.
Conheça as obras arquitetónicas de Beja, Évora, Faro, Lisboa, Setúbal, Açores e Madeira, criadas desde 1974, cuidadosamente escolhidas após uma extensa pesquisa, por dois arquitetos portugueses.
Esteticamente apelativo, o guia foi integralmente escrito em português e inglês, pelo que poderá ser uma ótima prenda para oferecer a amigos estrangeiros que partilhem a paixão pela arquitetura.
Congratulamos os autores pela iniciativa e pelo excelente resultado final deste guia.

Boas viagens!

Pode comprar o livro aqui!

SONHOS SÃO OLHOS QUE VÊEM A CORES

Autor: AGOSTINHO ABADIA

É um escritor mas mais que alguém que escreve é um “consciencializador”. É aparentemente simples, na forma de escrever e de ser, ainda que goste de levar essa simplicidade, essa subtileza, para terras mais carregadas de simbolismo e de reflexão. É recatado, gosta de observar e de ouvir e isso influencia o que escreve.
Não gosta de estar preso, pois prefere se deixar andar e ver onde, literáriamente, os dias o transportam. É apaixonado por tudo e principalmente pelo acto crítico de amar. Gosta de fotografia e de imagem. Vive a música e sente com ela. Vê nas artes uma janela com uma vista diferente do mundo em que vive.
É um optimista mas não descura a visão mais densa do negativismo, já que apesar de ser um ser positivista, compreende e percebe como funcionam as coisas que o rodeiam.
É um idealista e um criativo que gosta de estar presente e de se fazer ouvir. Gosta de fazer passar a mensagem.

Este livro é uma edição independente que só conheceu a luz do dia devido à abnegação, esforço e dedicação do autor, o que ilustra bem a paixão que este tem pela sua arte.
Ao longo das cerca de 100 páginas que constituem a obra, Agostinho Abadia transmite ao leitor, através dos seus poemas, uma diversidade de sentimentos, o que faz da leitura deste «Sonhos são olhos que vêem a cores» uma experiência completa. O autor escreve sobre o Amor, o Sossego e Melancolia, a Loucura, mas sobretudo da Vida.
Cada poema denuncia o contacto próximo que Agostinho Abadia tem com as inúmeras formas de arte, tal é a sensibilidade veiculada às suas palavras e a preocupação com o detalhe. Segundo o autor “Toda a palavra tem o tamanho que lhe quisermos sentir pesar”.
No entanto, nada melhor do que enunciar um fragmento da obra:

Talvez um dia serei como ele!
Talvez um dia serei mestria
De um vassalo aprendiz
Serei ousadia de não ousar
Ser vulgar insistente.
Serei negligente do que de mim
Advêm metodicamente.
Contrapartida do natural cerebral!


Se gosta de poesia pode seguir o trabalho de Agostinho Abadia no Facebook!

VENCEDOR DO PASSATEMPO «MARKETING RELACIONAL»



O vencedor do passatempo MARKETING RELACIONAL, uma parceria entre o Cita-Livros e as Edições Sílabo, é:

PAULA GRAMACHO!
Parabéns!

Obrigada a todos os participantes.

CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSO HUMANOS

Autores: ANTÓNIO EDUARDO MARTINS; ALBINO ANJO LOPES
Editora: RH EDITORA

O triângulo virtuoso da economia do conhecimento é composto por três vértices: a flexibilidade organizacional, a revolução tecnológica e o capital intelectual.
A flexibilidade compreende as noções de pequena dimensão e de iniciativa e empreendedorismo, as quais, conjugadas com a noção de rede intra e interorganizacional, criam as condições que potenciam os efeitos de adaptabilidade às variações do mercado e às necessidades de escala adequada ao modelo de ação.
A revolução tecnológica, obtida pela conjugação da informática e das telecomunicações e, nomeadamente, pelo desenvolvimento da Internet, transformou a atividade produtiva, colocando a informação no lugar anteriormente ocupado pela energia, enquanto fator principal da produção.
O capital intelectual é entendido como uma interação de indivíduos, com os seus talentos específicos, no seio de grupos dotados de espírito de equipa e comunidades de prática, com motivação para a aprendizagem conjunta, seguindo protocolos certificados e focalizados em garantir a qualidade do serviço prestado.
A importância da investigação neste novo conceito de capital intelectual revela-se verdadeiramente apaixonante, pois trata-se de partir à descoberta de uma nova fronteira, de um recurso infinito – o conhecimento –, determinante para o crescimento da economia e, por isso, do futuro do próprio Homem.

Este livro surge como consequência de uma investigação contínua, enquadrada na dissertação de mestrado em ciências empresariais de António Eduardo Martins e, retoma estudos antecedentes em que os autores propunham um modelo interpretativo do capital social em quatro dimensões, alicerçado no MDS (multidimensional scaling). Com este trabalho os autores descomplexam a noção de capital social ao mesmo tempo que a enquadram na realidade presente da economia do conhecimento.
Um dos méritos que se pode atribuir a esta publicação é a visão holística com que os autores analisam a questão do capital humano, abrangendo uma multiplicidade de contributos profissionais e académicos neste âmbito e, ainda, recorrendo a estudos de caso.
Os autores optaram por dividir a obra em quatro fases, paralelas à sequência da investigação, que funcionam como um fio condutor. Desta forma, na primeira fase apresenta-se a perspetiva histórica da gestão empresarial, o estado de arte da gestão e as diversas definições de gestão de conhecimento e capital intelectual. A descrição metodológica, correspondente à segunda fase desta obra, assenta sobretudo no estudo de caso dá suporte às fases posteriores   do estudo. Na terceira parte são apresentados os dados empíricos da investigação, obtidos no inquérito/questionário e na observação dos dados na Skandia (estudo de caso). Por fim são divulgadas as conclusões que fazem emergir um modelo explicativo sobre o capital intelectual.
“Capital Intelectual e Gestão Estratégica de Recursos Humanos” é produto de uma fusão de backgrounds do conhecimento destintos mas complementares. António Eduardo Martins tem larga experiência em gestão e economia, enquanto Albino Anjos Lopes é doutorado em Psicologia e relaciona a sua atividade com a Gestão de Recursos Humanos.

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CONSTRUÇÃO MAGAZINE [48]

Número: 48

Ao invés de encarar a atual crise económica como uma fatalidade, o País deve encara-la como uma oportunidade para melhorar a sua performance, "só apostando na excelência, fazendo um reajuste em "alta", do ponto de vista tecnológico (...) será possível ultrapassar a presente situação". Este é o mote dado pela Construção Magazine numa edição dedicada aos "Sistemas de Informação na Construção", ainda pouco explorados no contexto nacional.
Desta forma, o convidado para co-editor do presente número é o especialista na área, Prof. Hipólito de Sousa, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Enquanto o entrevistado é o Engº Rui Campos, da Mota Engil, que fala, optimista, do contributo das Tecnologias da Informação  para a superação das dificuldades no setor da Construção.
Poderá ler, então, vários artigos no âmbito das Tecnologias da Informação:
- Rui Calejo Rodrigues e Luís Martins escrevem sobre o sistema automático de informação na manutenção de edifícios  - o Projeto RFID;
- Através de João Poças Martins, fica-se a conhecer o papel da tecnologia BIM na gestão da informação na construção;
- Sara de Sá Caetano apresenta um caso prático da aplicação ProNIC (base de dados) -  no Parque Escolar, que procura a modernização dos edifícios, a abertura da escola à comunidade e a criação de um sistema eficiente e eficaz da gestão dos edifícios;
- Benchemarking na indústria da construção, realizado por docentes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto;
- De Pedro Vaz Paulo, fatores de sucesso para a implementação de metodologias de aquisição por meio eletrónicos: o e-sourcing na construção civil.

Para além destes, pode ler sobre segurança sísmica de edifícios, declarações ambientais de produtos na construção, comportamento térmico dos edifícios de habitação, e fique a saber se ainda faz sentido construir com recurso à terra. 

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INDUSTRIA E AMBIENTE [73]

Número: 73

O dossier da edição número 73 desta revista foca-se na Gestão Industrial e Ambiente, entendendo os desafios ambientais como uma oportunidade de negócio e, portanto, aponta para os recursos próprios e capacidades nacionais para transformar os problemas em soluções de valor acrescentado. Neste sentido, a sustentabilidade surge como conceito chave da edição.
Ao encontro desta ideia, poderá ler o artigo de Luís Andrade Ferreira, intitulado "Manutenção: sua importância na sustentabilidade das operações industriais", onde advoga que a sobrevivência do negócio está na capacidade das empresas se manterem competitivas e apetrechadas de tecnologias cada vez mais complexas. Já Carlos Casimiro da Costa e António Augusto Fernandes prenunciam-se sobre as responsabilidades dos Designers, como atores no processo de renovação, para o desenvolvimento sustentável. O Ecodesign é definido, por Paulo Ferrão e José Amaral, como o desenvolvimento de um produto que é ecologica, economica e socialmente sustentável.
O ambiente como instrumento na gestão industrial é motivo de reflexão por parte do Engº Ricardo Lopes Ferro. Neste artigo, o autor, fala sobre a importância do ambiente nos processos de aquisição, o ambiente como indústria, a globalização e futuro do ambiente.
O entrevistado desta edição é Carlos Costa, do ramo da gestão ambiental, que aborda incisivamente o comportamento do tecido empresarial português relativamente ao ambiente, as parcerias entre universidades e empresas e as consequências da crise económica.

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PASSATEMPO «MARKETING RELACIONAL»


Novo passatempo!
O Cita-Livros, em parceria com as Edições Sílabo, tem para oferecer um exemplar do livro «Marketing Relacional», de Alzira Marques.
Para se habilitarem a ganhar este livro têm de escrever uma frase (note-se frase) que inclua as palavras MARKETING RELACIONAL, em forma de comentário a este post. No final, têm de colocar o vosso nome e email.
Não existe limite de comentários por pessoa.
Este passatempo é válido até 25 de Maio.
O vencedor será anunciado no dia 27 de Maio e contactado por email de modo a indicar a morada na qual deverá ser entregue o prémio.

INVEST [87]

Revista: INVEST
Número: 87

Nesta edição é dado a conhecer o Centro para o Desenvolvimento Rápido e Sustentado do Produto (Instituto Politécnico de Leiria). Aqui trabalha-se o desenvolvimento de produtos ainda por lançar no mercado e procuram-se soluções para os problemas com os quais geralmente as empresas se confrontam. É, portanto, um bom exemplo de cooperação entre o tecido empresarial e a universidade.
Na seção “negócios” pode ler sobre um projeto inovador levado a cabo por Joaquim Rodrigues, trata-se de uma casa feita em módulos, encaixáveis entre si, como uma construção Lego.
Já Acácio Teixeira, administrador da Seaside, fala da ambição da empresa em internacionalizar a marca. Conheça ainda a mais recente coqueluche da Roca: uma sanita que também serve como bidé e que…dá música. Saiba, também, como um tecido tradicionalmente usado para agasalhar pastores é agora usado, por exemplo, na decoração e acessórios de moda. Além disso, compreenda como tirar partido das energias limpas para ganhar dinheiro gerando eletricidade.
Quanto ao top das 25 melhores empresas, neste número, a Invest apresenta dados relativos a Coimbra.

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A EUROPA SEGUNDO PORTUGAL

Coordenação: JOSÉ EDUARDO FRANCO e PEDRO CALAFATE
Editora: GRADIVA

A Europa é hoje um tema omnipresente na cultura portuguesa. A Europa chega a ser mesmo a grande obsessão de Portugal.
Perdido o império, virámos os olhos para a Europa como uma espécie de ponto de fuga, uma tábua de salvação para o nosso secular atraso e subdesenvolvimento. A Europa tornou-se, com a democracia, uma espécie de utopia possível.
Mas o tema da Europa impôs-se pelo menos desde o tempo do Marquês de Pombal, na medida em que a propaganda pombalina tornou a Europa das Luzes, mitificada, uma meta a atingir e a superar, e, ao mesmo tempo, uma bitola pela qual passámos a medir os níveis de atraso e progresso do país. Ficámos desde então obcecados por uma Europa idealizada que queríamos igualar e da qual sempre nos sentimos tão distantes. Foi então que ganhámos o terrível e crónico complexo de «país-cauda da Europa». Hoje, o mito da Europa do progresso permanece intocável, apesar de todas as desilusões da integração europeia.

Coordenado por José Eduardo Franco e Pedro Calafate (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), este livro conta com a colaboração de autores de pólos distintos das Ciências Sociais, o historiador Carlos Leone, o filósofo Luís Machado de Abreu e da literatura, José Eduardo Branco. Esta multidisciplinaridade contribui para o enriquecimento teórico desta obra, em virtude do grau de especialização dos autores e sentido crítico que conferem aos seus textos.
O livro está organizado de forma a transmitir uma perspetiva histórica do desenvolvimento das Ideias de Europa, sob o ponto de vista português. Desta forma, a conceptualização de Europa começa na Idade Média, época em que a Europa ainda não estava presente no pensamento político e cultural português. A análise à evolução do conceito Europa estende-se, sistematicamente, desde o século XVI até ao século XXI, cada século correspondente a um capítulo da obra. O nível de detalhe deste trabalho é, portanto, um bom argumento para a aquisição do livro.
De destacar o posfácio de Guilherme d´Oliveira Martins, sob o título “Ideias de Europa e Portugal”, onde este sugere a ligação às raízes europeias como condição essencial à compreensão da história portuguesa. O livro é acompanhado por uma lista de sugestões de leitura paralelas a este assunto.

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RH MAGAZINE [79]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 79

A presente edição da revista é direcionada para a “Valorização pessoal”. Neste sentido são explorados tópicos como o coaching, organizações positivas, felicidade e bem-estar, entre outros. Esta edição temática surge da necessidade, percebida pela RH Magazine, de dotar o leitor de conhecimentos que permitam exaltar o talento e a motivação no desempenho das suas funções, tendo em conta os desafios que são colocados diariamente às organizações.
Neste contexto poderá ler o artigo de Maria Martins Nogueira, que defende a teoria do retorno assegurado para quem investir na valorização pessoal, ao mesmo tempo que atribui ao líder a responsabilidade de implementar “políticas de recursos humanos que contemplem planos individuais para a sua equipa”. Pedro Neves reflete sobre o conceito de “Confiança” e como podem as organizações gerar confiança numa conjetura socioeconómica propícia à suspeição. Já Celso Pais escreve sobre a relação fundamental da dinâmica no coaching de colaborador e propõe a equação do sucesso profissional, não deixe de ler.
I HAVE THE POWER é o projeto em foco nesta edição. Liderado por Adelino Cunha, este projeto pioneiro em Portugal consiste num sistema integrado de formação contínua em excelência pessoal.
O grande entrevistado é Pedro Norton de Matos, Managing Partner da My Change, que entre outros assuntos fala sobre boas práticas de gestão de pessoas que conduzem ao reforço da motivação organizacional.

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BOM PORTUGUÊS - ACORDO ORTOGRÁFICO

Editora: PORTO EDITORA

A presente edição do Bom Português dá a conhecer o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, explicando o que muda e o que se mantém na grafia das palavras.
Com prefácio da jornalista Carla Trafaria, esta obra ajuda a escrever segundo a nova grafia e a interiorizar as mudanças ortográficas. De forma rápida e simples, esclarece dúvidas sobre eliminação de consoantes, uso de hífen, emprego de maiúscula e acentuação gráfica.

Em formato de livro de bolso, pode levar consigo para qualquer lado esta versão da rubrica «Bom Português» dedicada ao Acordo Ortográfico.
O livro é de fácil consulta, num formato de pergunta-resposta, onde a pergunta tem sempre a palavra escrita de acordo com a grafia anterior ao Acordo Ortográfico. Na resposta apresenta-se a grafia correta ou preferencial após o Acordo.
Pode ainda consultar o Glossário onde se explicam os termos gramaticais aqui utilizados e ler o Guia do Acordo Ortográfico onde estão expostas de forma sucinta as regras deste Acordo.
Para chegar rapidamente a qualquer palavra que lhe suscite dúvida, pode recorrer ao índice alfabético presente no final do livro.
“Assim se escreve em Bom Português!”

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O CONSUMO PARA OS OUTROS: OS PRESENTES COMO LINGUAGEM DE SOCIABILIDADE

Autora: ALICE DUARTE

Neste livro Alice Duarte aborda o consumo para os outros na forma de presentes, demonstrando o papel instrumental das mercadorias em termos da sua capacidade para corporizar fluxos de sociabilidade. O objectivo é dar conta da participação dos bens de consumo no estabelecimento e manutenção das relações interpessoais dos actores sociais.

Partindo da premissa da crescente produção e distribuição em massa como sinónimo da cultura da sociedade industrial, esta investigação, nas palavras da autora, “localiza-se na área da Antropologia do Consumo”, o que implicou, em termos de enquadramento analítico, “o abandono da conceção dos fenómenos de consumo como subsidiários ou menores relativamente à prossuposta centralidade da produção”. O consumo, aqui, é tratado como todo o processo que envolve a aquisição de produtos, desde as decisões anteriores e posteriores à compra. Para além disso, o consumo é interpretado sob a perspetiva da dinâmica de sociabilidade que impõe.
A proposta da autora para este trabalho é investigar uma problemática ainda pouco explorada quer na literatura académica portuguesa no seu todo, quer na área da Antropologia em particular. A opção metodológica desta investigação é declaradamente de cariz qualitativo e passou por um conjunto de entrevistas subestruturadas a 24 agregados familiares, residentes na cidade ou na área circundante do Porto.
Alice Duarte organizou esta exposição em três capítulos através de uma estruturação que vai especificando os conteúdos. Assim, no capítulo 1, a abordagem é mais abrangente e apresenta-se uma perspetiva histórica do “Consumo como objeto de estudo”, a emergência dos anos 70, a consolidação nos anos 80 e a maturação do Estudo do consumo correspondente à década de 90. O capítulo 2 contempla “Um modelo de abordagem de consumo” , neste ponto estão justificadas ao detalhe todas as opções metodológicas que sustentam a investigação. No último capítulo “ O consumo para os outros: os presentes”, a autora analisa as práticas de consumo como agente da criação e manutenção das relações interpessoais, ao nível familiar, amoroso, de amizade, entre outros e ainda de que forma um produto massificado acaba por se tornar um presente único.
A autora, Alice Duarte, fez todo seu percurso académico até ao Doutoramento na área da Antropologia com ramo de especialização em Antropologia das Sociedades Complexas, é docente na Faculdade de Letras da UP e para além deste trabalho escreveu “Experiências de Consumo – estudos de caso no interior da classe média” também editado pela U. Porto Editorial. 
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UM PLANETA AMEAÇADO: A CIÊNCIA PERANTE O COLAPSO DA BIOSFERA

Autor: MIGUEL ALMEIDA
Editora: ESFERA DO CAOS

O aquecimento global e as alterações climáticas, assim como a redução da biodiversidade e outras ameaças que pairam sobre os frágeis equilíbrios ecológicos que afinal suportam a perenidade da vida no nosso planeta, são fenómenos que não podem mais ser ignorados e que constituem um portentoso desafio para o qual a ciência, os decisores políticos, as empresas e os cidadãos, num prazo relativamente curto, terão de encontrar respostas eficazes.
Esta obra diagnostica e denuncia, com rigor, propõe tarefas e abre janelas de esperança, com realismo, devendo então ser encarada como uma valiosa ferramenta de apoio à tomada de consciência, à identificação das causas do descalabro a que todos assistimos e à reflexão em torno das soluções.

A formação em Filosofia do autor está bem presente nesta obra, tendo em conta o nível de profundidade que Miguel Almeida consegue colocar no seu discurso. De facto, em «Um Planeta Ameaçado» a descrição é pautada pelo detalhe e clarividência, sem contudo ostentar dogmatismo. Este é mesmo um dos principais cartões-de-visita na escrita de Miguel Almeida, que transmite ponderação em cada palavra e estimula o pensamento do leitor, para que seja este a refletir sobre a problemática em questão.
Tendo dito isto, a introdução é feita através da conceptualização de “crise” adotada pelo autor, que serve para classificar as ameaças ambientais e ecológicas a diversos níveis, sendo a ameaça global o motivo de desenvolvimento nesta obra.
A partir daqui o livro multiplica-se em diverso capítulos, entre os quais se “pensa” a Ciência e se engendra a evolução da mesma. É proposta uma aproximação entre a Ciência e a sociedade, de forma a aumentar o impacto do conhecimento científico na tomada de decisão “coletiva”. É, contudo, transversal a toda a obra a urgência do alerta para a consciencialização do Homem sobre as consequências dos seus atos para o ambiente. Após uma revisão de literatura consistente o autor debate, em jeito de conclusão, a importância, necessidade e transformação da ciência no contexto da crise ecológica planetária.
De destacar, ao nível da organização do livro, a notória preocupação do autor em proporcionar uma experiência de consulta mais apurada. Desta forma, Miguel Almeida não se inibe de complementar o seu texto com a descrição completa das referências, finaliza todos os capítulos com notas sugestivas e faculta um índice Onomástico para uma identificação instantânea dos autores na prosa.

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A CONSTRUÇÃO DO SISTEMA INFORMATIVO EM PORTUGAL NO SÉCULO XX

Autor: JOEL FREDERICO DA SILVEIRA

Este livro é comprometido e apaixonado, porque, por detrás das suas palavras estão sempre presentes, e nem sempre bem dissimuladas, duas paixões. Uma é a paixão pela acção, alicerçada numa velha convicção de que a partir dos media se pode influenciar socialmente, se pode transformar a sociedade, se pode incidir sobre a política e os políticos: uma fé consolidada na capacidade dos media como cães de guarda da decência e honestidade pública, como agentes da pluralidade, da transparência e da democracia sem zonas opacas, como organizadores capazes de articular respostas de contrapoder. A outra paixão é por Portugal, como país, como sociedade organizada, como povo livre, digno de ser respeitado por quem tem a capacidade para manipular, portador, como todos os demais povos, do direito a ser objectivamente informados para poder ter capacidade de opção, capacidade de decidir sobre as suas decisões de compra e capacidade de decidir as suas opções de voto, sem serem manipulados pelos gestores de opinião nem pelos media.

Esta obra surge motivada pela visível decadência dos media tradicionais. Este contexto aliado à crise económica induz uma necessidade de reestruturação e recomposição dos media que poderá mesmo indicar um fim de um ciclo na história dos media. É com esta hipótese em mente que Joel Frederico da Silveira se propõe a analisar a relação historicamente complexa entre o sistema político e a comunicação social, com especial atenção à política de informação do Estado Novo.
Os conteúdos desta obra estão segmentados, com toda a lógica, em duas balizas temporais: de 1926 a 1974 e de 1974 a 1980.
Na primeira e mais extensa fase, que corresponde ao período que se prolonga desde a ditadura militar até ao fim do Estado Novo, é feito um levantamento à política de informação do regime, que obviamente passa pela censura, pela implementação do secretariado nacional de propaganda (SPN) e pelo condicionamento Industrial à Imprensa. Ainda na relação imprensa-Estado são explicados os motivos da lenta transição para a imprensa moderna e as consequências do pós-guerra no espectro político.
A segunda fase do livro corresponde ao pós-25 de Abril, onde, entre outros aspetos, se destacam a intervenção direta do Estado na imprensa em geral, a política de nacionalizações num período de grande instabilidade política, assim como, a economia da imprensa em que a análise se estende aos grupos privados.
Todos estes temas são tratados ao longo do livro com um grau de incisão que permite abordar casos particulares, ou seja, os exemplos remetem para órgãos de comunicação específicos. 
Joel Frederico da Silveira, que entre outras pertenceu à direção do SOPCOM (Associação Portuguesa para as Ciências da Comunicação) criou esta obra que, certamente, irá interessar a todos aqueles que estudam os Media.

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