CONSTRUÇÃO MAGAZINE [48]

Número: 48

Ao invés de encarar a atual crise económica como uma fatalidade, o País deve encara-la como uma oportunidade para melhorar a sua performance, "só apostando na excelência, fazendo um reajuste em "alta", do ponto de vista tecnológico (...) será possível ultrapassar a presente situação". Este é o mote dado pela Construção Magazine numa edição dedicada aos "Sistemas de Informação na Construção", ainda pouco explorados no contexto nacional.
Desta forma, o convidado para co-editor do presente número é o especialista na área, Prof. Hipólito de Sousa, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Enquanto o entrevistado é o Engº Rui Campos, da Mota Engil, que fala, optimista, do contributo das Tecnologias da Informação  para a superação das dificuldades no setor da Construção.
Poderá ler, então, vários artigos no âmbito das Tecnologias da Informação:
- Rui Calejo Rodrigues e Luís Martins escrevem sobre o sistema automático de informação na manutenção de edifícios  - o Projeto RFID;
- Através de João Poças Martins, fica-se a conhecer o papel da tecnologia BIM na gestão da informação na construção;
- Sara de Sá Caetano apresenta um caso prático da aplicação ProNIC (base de dados) -  no Parque Escolar, que procura a modernização dos edifícios, a abertura da escola à comunidade e a criação de um sistema eficiente e eficaz da gestão dos edifícios;
- Benchemarking na indústria da construção, realizado por docentes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto;
- De Pedro Vaz Paulo, fatores de sucesso para a implementação de metodologias de aquisição por meio eletrónicos: o e-sourcing na construção civil.

Para além destes, pode ler sobre segurança sísmica de edifícios, declarações ambientais de produtos na construção, comportamento térmico dos edifícios de habitação, e fique a saber se ainda faz sentido construir com recurso à terra. 

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INDUSTRIA E AMBIENTE [73]

Número: 73

O dossier da edição número 73 desta revista foca-se na Gestão Industrial e Ambiente, entendendo os desafios ambientais como uma oportunidade de negócio e, portanto, aponta para os recursos próprios e capacidades nacionais para transformar os problemas em soluções de valor acrescentado. Neste sentido, a sustentabilidade surge como conceito chave da edição.
Ao encontro desta ideia, poderá ler o artigo de Luís Andrade Ferreira, intitulado "Manutenção: sua importância na sustentabilidade das operações industriais", onde advoga que a sobrevivência do negócio está na capacidade das empresas se manterem competitivas e apetrechadas de tecnologias cada vez mais complexas. Já Carlos Casimiro da Costa e António Augusto Fernandes prenunciam-se sobre as responsabilidades dos Designers, como atores no processo de renovação, para o desenvolvimento sustentável. O Ecodesign é definido, por Paulo Ferrão e José Amaral, como o desenvolvimento de um produto que é ecologica, economica e socialmente sustentável.
O ambiente como instrumento na gestão industrial é motivo de reflexão por parte do Engº Ricardo Lopes Ferro. Neste artigo, o autor, fala sobre a importância do ambiente nos processos de aquisição, o ambiente como indústria, a globalização e futuro do ambiente.
O entrevistado desta edição é Carlos Costa, do ramo da gestão ambiental, que aborda incisivamente o comportamento do tecido empresarial português relativamente ao ambiente, as parcerias entre universidades e empresas e as consequências da crise económica.

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PASSATEMPO «MARKETING RELACIONAL»


Novo passatempo!
O Cita-Livros, em parceria com as Edições Sílabo, tem para oferecer um exemplar do livro «Marketing Relacional», de Alzira Marques.
Para se habilitarem a ganhar este livro têm de escrever uma frase (note-se frase) que inclua as palavras MARKETING RELACIONAL, em forma de comentário a este post. No final, têm de colocar o vosso nome e email.
Não existe limite de comentários por pessoa.
Este passatempo é válido até 25 de Maio.
O vencedor será anunciado no dia 27 de Maio e contactado por email de modo a indicar a morada na qual deverá ser entregue o prémio.

INVEST [87]

Revista: INVEST
Número: 87

Nesta edição é dado a conhecer o Centro para o Desenvolvimento Rápido e Sustentado do Produto (Instituto Politécnico de Leiria). Aqui trabalha-se o desenvolvimento de produtos ainda por lançar no mercado e procuram-se soluções para os problemas com os quais geralmente as empresas se confrontam. É, portanto, um bom exemplo de cooperação entre o tecido empresarial e a universidade.
Na seção “negócios” pode ler sobre um projeto inovador levado a cabo por Joaquim Rodrigues, trata-se de uma casa feita em módulos, encaixáveis entre si, como uma construção Lego.
Já Acácio Teixeira, administrador da Seaside, fala da ambição da empresa em internacionalizar a marca. Conheça ainda a mais recente coqueluche da Roca: uma sanita que também serve como bidé e que…dá música. Saiba, também, como um tecido tradicionalmente usado para agasalhar pastores é agora usado, por exemplo, na decoração e acessórios de moda. Além disso, compreenda como tirar partido das energias limpas para ganhar dinheiro gerando eletricidade.
Quanto ao top das 25 melhores empresas, neste número, a Invest apresenta dados relativos a Coimbra.

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A EUROPA SEGUNDO PORTUGAL

Coordenação: JOSÉ EDUARDO FRANCO e PEDRO CALAFATE
Editora: GRADIVA

A Europa é hoje um tema omnipresente na cultura portuguesa. A Europa chega a ser mesmo a grande obsessão de Portugal.
Perdido o império, virámos os olhos para a Europa como uma espécie de ponto de fuga, uma tábua de salvação para o nosso secular atraso e subdesenvolvimento. A Europa tornou-se, com a democracia, uma espécie de utopia possível.
Mas o tema da Europa impôs-se pelo menos desde o tempo do Marquês de Pombal, na medida em que a propaganda pombalina tornou a Europa das Luzes, mitificada, uma meta a atingir e a superar, e, ao mesmo tempo, uma bitola pela qual passámos a medir os níveis de atraso e progresso do país. Ficámos desde então obcecados por uma Europa idealizada que queríamos igualar e da qual sempre nos sentimos tão distantes. Foi então que ganhámos o terrível e crónico complexo de «país-cauda da Europa». Hoje, o mito da Europa do progresso permanece intocável, apesar de todas as desilusões da integração europeia.

Coordenado por José Eduardo Franco e Pedro Calafate (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), este livro conta com a colaboração de autores de pólos distintos das Ciências Sociais, o historiador Carlos Leone, o filósofo Luís Machado de Abreu e da literatura, José Eduardo Branco. Esta multidisciplinaridade contribui para o enriquecimento teórico desta obra, em virtude do grau de especialização dos autores e sentido crítico que conferem aos seus textos.
O livro está organizado de forma a transmitir uma perspetiva histórica do desenvolvimento das Ideias de Europa, sob o ponto de vista português. Desta forma, a conceptualização de Europa começa na Idade Média, época em que a Europa ainda não estava presente no pensamento político e cultural português. A análise à evolução do conceito Europa estende-se, sistematicamente, desde o século XVI até ao século XXI, cada século correspondente a um capítulo da obra. O nível de detalhe deste trabalho é, portanto, um bom argumento para a aquisição do livro.
De destacar o posfácio de Guilherme d´Oliveira Martins, sob o título “Ideias de Europa e Portugal”, onde este sugere a ligação às raízes europeias como condição essencial à compreensão da história portuguesa. O livro é acompanhado por uma lista de sugestões de leitura paralelas a este assunto.

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RH MAGAZINE [79]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 79

A presente edição da revista é direcionada para a “Valorização pessoal”. Neste sentido são explorados tópicos como o coaching, organizações positivas, felicidade e bem-estar, entre outros. Esta edição temática surge da necessidade, percebida pela RH Magazine, de dotar o leitor de conhecimentos que permitam exaltar o talento e a motivação no desempenho das suas funções, tendo em conta os desafios que são colocados diariamente às organizações.
Neste contexto poderá ler o artigo de Maria Martins Nogueira, que defende a teoria do retorno assegurado para quem investir na valorização pessoal, ao mesmo tempo que atribui ao líder a responsabilidade de implementar “políticas de recursos humanos que contemplem planos individuais para a sua equipa”. Pedro Neves reflete sobre o conceito de “Confiança” e como podem as organizações gerar confiança numa conjetura socioeconómica propícia à suspeição. Já Celso Pais escreve sobre a relação fundamental da dinâmica no coaching de colaborador e propõe a equação do sucesso profissional, não deixe de ler.
I HAVE THE POWER é o projeto em foco nesta edição. Liderado por Adelino Cunha, este projeto pioneiro em Portugal consiste num sistema integrado de formação contínua em excelência pessoal.
O grande entrevistado é Pedro Norton de Matos, Managing Partner da My Change, que entre outros assuntos fala sobre boas práticas de gestão de pessoas que conduzem ao reforço da motivação organizacional.

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BOM PORTUGUÊS - ACORDO ORTOGRÁFICO

Editora: PORTO EDITORA

A presente edição do Bom Português dá a conhecer o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, explicando o que muda e o que se mantém na grafia das palavras.
Com prefácio da jornalista Carla Trafaria, esta obra ajuda a escrever segundo a nova grafia e a interiorizar as mudanças ortográficas. De forma rápida e simples, esclarece dúvidas sobre eliminação de consoantes, uso de hífen, emprego de maiúscula e acentuação gráfica.

Em formato de livro de bolso, pode levar consigo para qualquer lado esta versão da rubrica «Bom Português» dedicada ao Acordo Ortográfico.
O livro é de fácil consulta, num formato de pergunta-resposta, onde a pergunta tem sempre a palavra escrita de acordo com a grafia anterior ao Acordo Ortográfico. Na resposta apresenta-se a grafia correta ou preferencial após o Acordo.
Pode ainda consultar o Glossário onde se explicam os termos gramaticais aqui utilizados e ler o Guia do Acordo Ortográfico onde estão expostas de forma sucinta as regras deste Acordo.
Para chegar rapidamente a qualquer palavra que lhe suscite dúvida, pode recorrer ao índice alfabético presente no final do livro.
“Assim se escreve em Bom Português!”

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O CONSUMO PARA OS OUTROS: OS PRESENTES COMO LINGUAGEM DE SOCIABILIDADE

Autora: ALICE DUARTE

Neste livro Alice Duarte aborda o consumo para os outros na forma de presentes, demonstrando o papel instrumental das mercadorias em termos da sua capacidade para corporizar fluxos de sociabilidade. O objectivo é dar conta da participação dos bens de consumo no estabelecimento e manutenção das relações interpessoais dos actores sociais.

Partindo da premissa da crescente produção e distribuição em massa como sinónimo da cultura da sociedade industrial, esta investigação, nas palavras da autora, “localiza-se na área da Antropologia do Consumo”, o que implicou, em termos de enquadramento analítico, “o abandono da conceção dos fenómenos de consumo como subsidiários ou menores relativamente à prossuposta centralidade da produção”. O consumo, aqui, é tratado como todo o processo que envolve a aquisição de produtos, desde as decisões anteriores e posteriores à compra. Para além disso, o consumo é interpretado sob a perspetiva da dinâmica de sociabilidade que impõe.
A proposta da autora para este trabalho é investigar uma problemática ainda pouco explorada quer na literatura académica portuguesa no seu todo, quer na área da Antropologia em particular. A opção metodológica desta investigação é declaradamente de cariz qualitativo e passou por um conjunto de entrevistas subestruturadas a 24 agregados familiares, residentes na cidade ou na área circundante do Porto.
Alice Duarte organizou esta exposição em três capítulos através de uma estruturação que vai especificando os conteúdos. Assim, no capítulo 1, a abordagem é mais abrangente e apresenta-se uma perspetiva histórica do “Consumo como objeto de estudo”, a emergência dos anos 70, a consolidação nos anos 80 e a maturação do Estudo do consumo correspondente à década de 90. O capítulo 2 contempla “Um modelo de abordagem de consumo” , neste ponto estão justificadas ao detalhe todas as opções metodológicas que sustentam a investigação. No último capítulo “ O consumo para os outros: os presentes”, a autora analisa as práticas de consumo como agente da criação e manutenção das relações interpessoais, ao nível familiar, amoroso, de amizade, entre outros e ainda de que forma um produto massificado acaba por se tornar um presente único.
A autora, Alice Duarte, fez todo seu percurso académico até ao Doutoramento na área da Antropologia com ramo de especialização em Antropologia das Sociedades Complexas, é docente na Faculdade de Letras da UP e para além deste trabalho escreveu “Experiências de Consumo – estudos de caso no interior da classe média” também editado pela U. Porto Editorial. 
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