CONSTRUÇÃO MAGAZINE [48]

Número: 48

Ao invés de encarar a atual crise económica como uma fatalidade, o País deve encara-la como uma oportunidade para melhorar a sua performance, "só apostando na excelência, fazendo um reajuste em "alta", do ponto de vista tecnológico (...) será possível ultrapassar a presente situação". Este é o mote dado pela Construção Magazine numa edição dedicada aos "Sistemas de Informação na Construção", ainda pouco explorados no contexto nacional.
Desta forma, o convidado para co-editor do presente número é o especialista na área, Prof. Hipólito de Sousa, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Enquanto o entrevistado é o Engº Rui Campos, da Mota Engil, que fala, optimista, do contributo das Tecnologias da Informação  para a superação das dificuldades no setor da Construção.
Poderá ler, então, vários artigos no âmbito das Tecnologias da Informação:
- Rui Calejo Rodrigues e Luís Martins escrevem sobre o sistema automático de informação na manutenção de edifícios  - o Projeto RFID;
- Através de João Poças Martins, fica-se a conhecer o papel da tecnologia BIM na gestão da informação na construção;
- Sara de Sá Caetano apresenta um caso prático da aplicação ProNIC (base de dados) -  no Parque Escolar, que procura a modernização dos edifícios, a abertura da escola à comunidade e a criação de um sistema eficiente e eficaz da gestão dos edifícios;
- Benchemarking na indústria da construção, realizado por docentes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto;
- De Pedro Vaz Paulo, fatores de sucesso para a implementação de metodologias de aquisição por meio eletrónicos: o e-sourcing na construção civil.

Para além destes, pode ler sobre segurança sísmica de edifícios, declarações ambientais de produtos na construção, comportamento térmico dos edifícios de habitação, e fique a saber se ainda faz sentido construir com recurso à terra. 

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INDUSTRIA E AMBIENTE [73]

Número: 73

O dossier da edição número 73 desta revista foca-se na Gestão Industrial e Ambiente, entendendo os desafios ambientais como uma oportunidade de negócio e, portanto, aponta para os recursos próprios e capacidades nacionais para transformar os problemas em soluções de valor acrescentado. Neste sentido, a sustentabilidade surge como conceito chave da edição.
Ao encontro desta ideia, poderá ler o artigo de Luís Andrade Ferreira, intitulado "Manutenção: sua importância na sustentabilidade das operações industriais", onde advoga que a sobrevivência do negócio está na capacidade das empresas se manterem competitivas e apetrechadas de tecnologias cada vez mais complexas. Já Carlos Casimiro da Costa e António Augusto Fernandes prenunciam-se sobre as responsabilidades dos Designers, como atores no processo de renovação, para o desenvolvimento sustentável. O Ecodesign é definido, por Paulo Ferrão e José Amaral, como o desenvolvimento de um produto que é ecologica, economica e socialmente sustentável.
O ambiente como instrumento na gestão industrial é motivo de reflexão por parte do Engº Ricardo Lopes Ferro. Neste artigo, o autor, fala sobre a importância do ambiente nos processos de aquisição, o ambiente como indústria, a globalização e futuro do ambiente.
O entrevistado desta edição é Carlos Costa, do ramo da gestão ambiental, que aborda incisivamente o comportamento do tecido empresarial português relativamente ao ambiente, as parcerias entre universidades e empresas e as consequências da crise económica.

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PASSATEMPO «MARKETING RELACIONAL»


Novo passatempo!
O Cita-Livros, em parceria com as Edições Sílabo, tem para oferecer um exemplar do livro «Marketing Relacional», de Alzira Marques.
Para se habilitarem a ganhar este livro têm de escrever uma frase (note-se frase) que inclua as palavras MARKETING RELACIONAL, em forma de comentário a este post. No final, têm de colocar o vosso nome e email.
Não existe limite de comentários por pessoa.
Este passatempo é válido até 25 de Maio.
O vencedor será anunciado no dia 27 de Maio e contactado por email de modo a indicar a morada na qual deverá ser entregue o prémio.

INVEST [87]

Revista: INVEST
Número: 87

Nesta edição é dado a conhecer o Centro para o Desenvolvimento Rápido e Sustentado do Produto (Instituto Politécnico de Leiria). Aqui trabalha-se o desenvolvimento de produtos ainda por lançar no mercado e procuram-se soluções para os problemas com os quais geralmente as empresas se confrontam. É, portanto, um bom exemplo de cooperação entre o tecido empresarial e a universidade.
Na seção “negócios” pode ler sobre um projeto inovador levado a cabo por Joaquim Rodrigues, trata-se de uma casa feita em módulos, encaixáveis entre si, como uma construção Lego.
Já Acácio Teixeira, administrador da Seaside, fala da ambição da empresa em internacionalizar a marca. Conheça ainda a mais recente coqueluche da Roca: uma sanita que também serve como bidé e que…dá música. Saiba, também, como um tecido tradicionalmente usado para agasalhar pastores é agora usado, por exemplo, na decoração e acessórios de moda. Além disso, compreenda como tirar partido das energias limpas para ganhar dinheiro gerando eletricidade.
Quanto ao top das 25 melhores empresas, neste número, a Invest apresenta dados relativos a Coimbra.

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A EUROPA SEGUNDO PORTUGAL

Coordenação: JOSÉ EDUARDO FRANCO e PEDRO CALAFATE
Editora: GRADIVA

A Europa é hoje um tema omnipresente na cultura portuguesa. A Europa chega a ser mesmo a grande obsessão de Portugal.
Perdido o império, virámos os olhos para a Europa como uma espécie de ponto de fuga, uma tábua de salvação para o nosso secular atraso e subdesenvolvimento. A Europa tornou-se, com a democracia, uma espécie de utopia possível.
Mas o tema da Europa impôs-se pelo menos desde o tempo do Marquês de Pombal, na medida em que a propaganda pombalina tornou a Europa das Luzes, mitificada, uma meta a atingir e a superar, e, ao mesmo tempo, uma bitola pela qual passámos a medir os níveis de atraso e progresso do país. Ficámos desde então obcecados por uma Europa idealizada que queríamos igualar e da qual sempre nos sentimos tão distantes. Foi então que ganhámos o terrível e crónico complexo de «país-cauda da Europa». Hoje, o mito da Europa do progresso permanece intocável, apesar de todas as desilusões da integração europeia.

Coordenado por José Eduardo Franco e Pedro Calafate (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), este livro conta com a colaboração de autores de pólos distintos das Ciências Sociais, o historiador Carlos Leone, o filósofo Luís Machado de Abreu e da literatura, José Eduardo Branco. Esta multidisciplinaridade contribui para o enriquecimento teórico desta obra, em virtude do grau de especialização dos autores e sentido crítico que conferem aos seus textos.
O livro está organizado de forma a transmitir uma perspetiva histórica do desenvolvimento das Ideias de Europa, sob o ponto de vista português. Desta forma, a conceptualização de Europa começa na Idade Média, época em que a Europa ainda não estava presente no pensamento político e cultural português. A análise à evolução do conceito Europa estende-se, sistematicamente, desde o século XVI até ao século XXI, cada século correspondente a um capítulo da obra. O nível de detalhe deste trabalho é, portanto, um bom argumento para a aquisição do livro.
De destacar o posfácio de Guilherme d´Oliveira Martins, sob o título “Ideias de Europa e Portugal”, onde este sugere a ligação às raízes europeias como condição essencial à compreensão da história portuguesa. O livro é acompanhado por uma lista de sugestões de leitura paralelas a este assunto.

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RH MAGAZINE [79]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 79

A presente edição da revista é direcionada para a “Valorização pessoal”. Neste sentido são explorados tópicos como o coaching, organizações positivas, felicidade e bem-estar, entre outros. Esta edição temática surge da necessidade, percebida pela RH Magazine, de dotar o leitor de conhecimentos que permitam exaltar o talento e a motivação no desempenho das suas funções, tendo em conta os desafios que são colocados diariamente às organizações.
Neste contexto poderá ler o artigo de Maria Martins Nogueira, que defende a teoria do retorno assegurado para quem investir na valorização pessoal, ao mesmo tempo que atribui ao líder a responsabilidade de implementar “políticas de recursos humanos que contemplem planos individuais para a sua equipa”. Pedro Neves reflete sobre o conceito de “Confiança” e como podem as organizações gerar confiança numa conjetura socioeconómica propícia à suspeição. Já Celso Pais escreve sobre a relação fundamental da dinâmica no coaching de colaborador e propõe a equação do sucesso profissional, não deixe de ler.
I HAVE THE POWER é o projeto em foco nesta edição. Liderado por Adelino Cunha, este projeto pioneiro em Portugal consiste num sistema integrado de formação contínua em excelência pessoal.
O grande entrevistado é Pedro Norton de Matos, Managing Partner da My Change, que entre outros assuntos fala sobre boas práticas de gestão de pessoas que conduzem ao reforço da motivação organizacional.

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BOM PORTUGUÊS - ACORDO ORTOGRÁFICO

Editora: PORTO EDITORA

A presente edição do Bom Português dá a conhecer o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, explicando o que muda e o que se mantém na grafia das palavras.
Com prefácio da jornalista Carla Trafaria, esta obra ajuda a escrever segundo a nova grafia e a interiorizar as mudanças ortográficas. De forma rápida e simples, esclarece dúvidas sobre eliminação de consoantes, uso de hífen, emprego de maiúscula e acentuação gráfica.

Em formato de livro de bolso, pode levar consigo para qualquer lado esta versão da rubrica «Bom Português» dedicada ao Acordo Ortográfico.
O livro é de fácil consulta, num formato de pergunta-resposta, onde a pergunta tem sempre a palavra escrita de acordo com a grafia anterior ao Acordo Ortográfico. Na resposta apresenta-se a grafia correta ou preferencial após o Acordo.
Pode ainda consultar o Glossário onde se explicam os termos gramaticais aqui utilizados e ler o Guia do Acordo Ortográfico onde estão expostas de forma sucinta as regras deste Acordo.
Para chegar rapidamente a qualquer palavra que lhe suscite dúvida, pode recorrer ao índice alfabético presente no final do livro.
“Assim se escreve em Bom Português!”

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O CONSUMO PARA OS OUTROS: OS PRESENTES COMO LINGUAGEM DE SOCIABILIDADE

Autora: ALICE DUARTE

Neste livro Alice Duarte aborda o consumo para os outros na forma de presentes, demonstrando o papel instrumental das mercadorias em termos da sua capacidade para corporizar fluxos de sociabilidade. O objectivo é dar conta da participação dos bens de consumo no estabelecimento e manutenção das relações interpessoais dos actores sociais.

Partindo da premissa da crescente produção e distribuição em massa como sinónimo da cultura da sociedade industrial, esta investigação, nas palavras da autora, “localiza-se na área da Antropologia do Consumo”, o que implicou, em termos de enquadramento analítico, “o abandono da conceção dos fenómenos de consumo como subsidiários ou menores relativamente à prossuposta centralidade da produção”. O consumo, aqui, é tratado como todo o processo que envolve a aquisição de produtos, desde as decisões anteriores e posteriores à compra. Para além disso, o consumo é interpretado sob a perspetiva da dinâmica de sociabilidade que impõe.
A proposta da autora para este trabalho é investigar uma problemática ainda pouco explorada quer na literatura académica portuguesa no seu todo, quer na área da Antropologia em particular. A opção metodológica desta investigação é declaradamente de cariz qualitativo e passou por um conjunto de entrevistas subestruturadas a 24 agregados familiares, residentes na cidade ou na área circundante do Porto.
Alice Duarte organizou esta exposição em três capítulos através de uma estruturação que vai especificando os conteúdos. Assim, no capítulo 1, a abordagem é mais abrangente e apresenta-se uma perspetiva histórica do “Consumo como objeto de estudo”, a emergência dos anos 70, a consolidação nos anos 80 e a maturação do Estudo do consumo correspondente à década de 90. O capítulo 2 contempla “Um modelo de abordagem de consumo” , neste ponto estão justificadas ao detalhe todas as opções metodológicas que sustentam a investigação. No último capítulo “ O consumo para os outros: os presentes”, a autora analisa as práticas de consumo como agente da criação e manutenção das relações interpessoais, ao nível familiar, amoroso, de amizade, entre outros e ainda de que forma um produto massificado acaba por se tornar um presente único.
A autora, Alice Duarte, fez todo seu percurso académico até ao Doutoramento na área da Antropologia com ramo de especialização em Antropologia das Sociedades Complexas, é docente na Faculdade de Letras da UP e para além deste trabalho escreveu “Experiências de Consumo – estudos de caso no interior da classe média” também editado pela U. Porto Editorial. 
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UM PLANETA AMEAÇADO: A CIÊNCIA PERANTE O COLAPSO DA BIOSFERA

Autor: MIGUEL ALMEIDA
Editora: ESFERA DO CAOS

O aquecimento global e as alterações climáticas, assim como a redução da biodiversidade e outras ameaças que pairam sobre os frágeis equilíbrios ecológicos que afinal suportam a perenidade da vida no nosso planeta, são fenómenos que não podem mais ser ignorados e que constituem um portentoso desafio para o qual a ciência, os decisores políticos, as empresas e os cidadãos, num prazo relativamente curto, terão de encontrar respostas eficazes.
Esta obra diagnostica e denuncia, com rigor, propõe tarefas e abre janelas de esperança, com realismo, devendo então ser encarada como uma valiosa ferramenta de apoio à tomada de consciência, à identificação das causas do descalabro a que todos assistimos e à reflexão em torno das soluções.

A formação em Filosofia do autor está bem presente nesta obra, tendo em conta o nível de profundidade que Miguel Almeida consegue colocar no seu discurso. De facto, em «Um Planeta Ameaçado» a descrição é pautada pelo detalhe e clarividência, sem contudo ostentar dogmatismo. Este é mesmo um dos principais cartões-de-visita na escrita de Miguel Almeida, que transmite ponderação em cada palavra e estimula o pensamento do leitor, para que seja este a refletir sobre a problemática em questão.
Tendo dito isto, a introdução é feita através da conceptualização de “crise” adotada pelo autor, que serve para classificar as ameaças ambientais e ecológicas a diversos níveis, sendo a ameaça global o motivo de desenvolvimento nesta obra.
A partir daqui o livro multiplica-se em diverso capítulos, entre os quais se “pensa” a Ciência e se engendra a evolução da mesma. É proposta uma aproximação entre a Ciência e a sociedade, de forma a aumentar o impacto do conhecimento científico na tomada de decisão “coletiva”. É, contudo, transversal a toda a obra a urgência do alerta para a consciencialização do Homem sobre as consequências dos seus atos para o ambiente. Após uma revisão de literatura consistente o autor debate, em jeito de conclusão, a importância, necessidade e transformação da ciência no contexto da crise ecológica planetária.
De destacar, ao nível da organização do livro, a notória preocupação do autor em proporcionar uma experiência de consulta mais apurada. Desta forma, Miguel Almeida não se inibe de complementar o seu texto com a descrição completa das referências, finaliza todos os capítulos com notas sugestivas e faculta um índice Onomástico para uma identificação instantânea dos autores na prosa.

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A CONSTRUÇÃO DO SISTEMA INFORMATIVO EM PORTUGAL NO SÉCULO XX

Autor: JOEL FREDERICO DA SILVEIRA

Este livro é comprometido e apaixonado, porque, por detrás das suas palavras estão sempre presentes, e nem sempre bem dissimuladas, duas paixões. Uma é a paixão pela acção, alicerçada numa velha convicção de que a partir dos media se pode influenciar socialmente, se pode transformar a sociedade, se pode incidir sobre a política e os políticos: uma fé consolidada na capacidade dos media como cães de guarda da decência e honestidade pública, como agentes da pluralidade, da transparência e da democracia sem zonas opacas, como organizadores capazes de articular respostas de contrapoder. A outra paixão é por Portugal, como país, como sociedade organizada, como povo livre, digno de ser respeitado por quem tem a capacidade para manipular, portador, como todos os demais povos, do direito a ser objectivamente informados para poder ter capacidade de opção, capacidade de decidir sobre as suas decisões de compra e capacidade de decidir as suas opções de voto, sem serem manipulados pelos gestores de opinião nem pelos media.

Esta obra surge motivada pela visível decadência dos media tradicionais. Este contexto aliado à crise económica induz uma necessidade de reestruturação e recomposição dos media que poderá mesmo indicar um fim de um ciclo na história dos media. É com esta hipótese em mente que Joel Frederico da Silveira se propõe a analisar a relação historicamente complexa entre o sistema político e a comunicação social, com especial atenção à política de informação do Estado Novo.
Os conteúdos desta obra estão segmentados, com toda a lógica, em duas balizas temporais: de 1926 a 1974 e de 1974 a 1980.
Na primeira e mais extensa fase, que corresponde ao período que se prolonga desde a ditadura militar até ao fim do Estado Novo, é feito um levantamento à política de informação do regime, que obviamente passa pela censura, pela implementação do secretariado nacional de propaganda (SPN) e pelo condicionamento Industrial à Imprensa. Ainda na relação imprensa-Estado são explicados os motivos da lenta transição para a imprensa moderna e as consequências do pós-guerra no espectro político.
A segunda fase do livro corresponde ao pós-25 de Abril, onde, entre outros aspetos, se destacam a intervenção direta do Estado na imprensa em geral, a política de nacionalizações num período de grande instabilidade política, assim como, a economia da imprensa em que a análise se estende aos grupos privados.
Todos estes temas são tratados ao longo do livro com um grau de incisão que permite abordar casos particulares, ou seja, os exemplos remetem para órgãos de comunicação específicos. 
Joel Frederico da Silveira, que entre outras pertenceu à direção do SOPCOM (Associação Portuguesa para as Ciências da Comunicação) criou esta obra que, certamente, irá interessar a todos aqueles que estudam os Media.

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INVEST [86]

Revista: INVEST
Número: 86

A mais recente publicação da «Invest» incide sob dois sectores de aposta relevante: a energia e a agricultura.
Neste contexto, é-nos apresentada uma inovação portuguesa que tem fomentado o interesse de investidores: o pavimento Waynergy, resultado de um trabalho académico desenvolvido na Universidade da Beira Interior, que faz com que se produza energia enquanto se anda. Conheça ao pormenor as potencialidades deste sistema.
Do Ribatejo chega-nos o relato de um aglomerado de empresas no sector agroindustrial. Com o projeto Agrocluster “pretende-se juntar as empresas e agentes do sector agroindustrial e pôr as coisas a mexer”, de acordo com Pedro Felix, vice-presidente da Comissão Executiva da Nersant. Fique a par das medidas que estão a permitir aumentar a competitividade das empresas associadas a este projeto.
Sofia Coutinho e Luís Santos falam sobre a “sua” eco aldeia. Um trabalho realizado com a ajuda de voluntários que tem feito florescer uma horta comunitária às portas de Leiria. Leia sobre este projeto e outras ideias a desenvolver por ambos. Ainda na região de Leiria, Pedro Cordeiro apresenta o “copão”, um recipiente para armazenamento e reciclagem de copos de plástico.
Na seção Negócios desta edição vai poder ainda ler sobre: a nova vida do ISLA; o Marketing para a gastronomia tradicional e, ainda, como reinventar produto no turismo.

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COMO FUNCIONA A MÚSICA

Autor: JOHN POWELL
Editora: BIZÂNCIO

Alguma vez, ao ouvir uma música fabulosa, se interrogou por que tem uma vontade súbita de dançar? Ou de chorar? Sempre teve curiosidade em perceber como sabem os músicos o que tocar a seguir quando estão a improvisar? E porque soam certas notas tão bem e outras são tão dissonantes? Descubra as respostas nesta jornada acerca de como funciona a música. John Powell, compositor de formação clássica e professor de Física, decidiu escrever este livro divertido, um extraordinário guia indolor sobre a música, quando descobriu que todos os que conheciam sobre o assunto lhe provocavam grandes dores de cabeça. Revela-nos factos pouco conhecidos, a ciência que subjaz ao que ouvimos, explica os fundamentos da harmonia, as escalas, o ritmo, e tantas outras coisas, de uma forma tão simples que qualquer leitor entenderá. Sabe também explicar-nos coisas muito curiosas como as razões pelas quais existe afinidade musical entre Led Zeppelin e Beethoven… Aqui está o que todos devemos e precisamos de saber, mesmo se incapazes de ler uma nota, para desfrutar ainda mais das músicas que gostamos de ouvir, ou de tocar.

Este livro de John Powell foi redigido a pensar em todos aqueles que sentem satisfação através da música sem contudo a compreenderem. Desta forma o autor expõe conteúdos que, segundo o mesmo, podem ser percebidos por quem tenha apenas conhecimentos básicos de matemática, como somar e subtrair, e saiba trautear a mais simples das melodias. Nesse sentido o autor recorre frequentemente à explicação de termos mais específicos para que o leitor não perca o fio à meada.
Além disso, acompanhando a leitura, são feitas sugestões de peças musicais, de fácil acesso na Internet, que complementam as observações do autor.
No entanto, John Powell direciona este livro também para músicos profissionais e acredita ter realizado aqui um trabalho que não vai causar frustração àqueles que detenham já um conhecimento mais aprofundado neste domínio. Estes podem ler sobre fatores elementares subjacentes à música que podem escapar mesmo a músicos experientes.
Em «COMO FUNCIONA A MÚSICA» o saber tem como fundamento informação real sobre a produção musical, sendo a formação do autor em Física a chave para esta compressão. De facto, John Powell defende que a arte não é o grande sustento da música, existem “regras de lógica, de engenharia e de físicas subjacentes a todo o lado criativo da música”. Assim, nesta obra a música surge decomposta até ao seu estado mais puro o que permite dar resposta às questões mais curiosas.

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TECNOHOSPITAL [49]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 49

Nesta edição é dada especial atenção às Engenharias e Tecnologias Aplicadas à Saúde. Ao todo na secção dossiê poderá ler cinco estudos relacionados com esta temática, coordenados pelo engenheiro Torres Farinha.
Num desses artigos Viriato M. Marques e Dulce Bento concluem que a Business Intelligence poderá ter inúmeras possibilidades de aplicação na gestão hospitalar e na saúde pública, saiba como e porquê.
Rúben Silva Oliveira e José Torres Farinha apresentam um estudo sobre a Realidade Aumentada onde explicam como esta pode potenciar um melhor desempenho nas intervenções de manutenção em equipamento hospitalar. De Luís Roseiro e Maria Augusto Neto pode ler-se um artigo com vista à otimização do procedimento num caso relativo a uma tíbia com uma fratura transversal.
Este dossiê fica completo com artigos relacionados com os Sensores Médicos  e os RobAid (robôs particularmente úteis em tarefas repetitivas e de elevado nível de precisão).
O entrevistado desta edição é José Santos Bacalhau que durante 46 anos se dedicou ao Serviço de Instalações do Centro Hospitalar de Coimbra. Conheça a sua história de vida ao serviço dos hospitais.
Já o artigo técnico é da responsabilidade de Vitorino de Matos Beleza, Rosária Santos e Marta Pinto e tem como título “Redução do consumo de água em circuitos abertos de água de arrefecimento”. Confira os dados recolhidos neste estudo.

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INFORMAÇÃO

Autor: JAMES GLEICK
Editora: TEMAS E DEBATES

James Gleick, um dos grandes nomes da divulgação científica e autor de bestsellers, apresenta-nos agora um livro já considerado a sua obra-prima, surpreendente e revolucionária, que nos mostra como a informação se tornou a qualidade que define a era moderna - o sangue, o combustível, o princípio vital do nosso mundo.
Desde a invenção de escritas e alfabetos até aos tambores falantes de África, incompreendidos durante tantos anos, Gleick conta-nos a história das tecnologias da informação que mudaram a própria natureza da consciência humana. Apresenta-nos as personalidades que contribuíram para o desenvolvimento da compreensão atual da informação: Charles Babbage, o inventor do primeiro grande computador mecânico; Ada Byron, a brilhante e condenada filha do poeta, que se tornou a primeira programadora verdadeira; figuras fundamentais como Samuel Morse e Alan Turing; e Claude Shannon, criador da teoria da informação.

Uma História – é assim que James Gleick nos seduz, conta-nos uma história – e neste livro ela é contada de uma forma apaixonante, pois não se trata apenas de nos contar o modo como a Informação foi evoluindo, o autor teve a capacidade de relacionar uma série de conceitos e acontecimentos que ajudaram a construir aquilo que se define como “Informação”.
Entre outras, nesta História fazemos uma viagem à África subsariana para perceber como os tambores eram usados para transmitir informação quando os Europeus ainda procuravam uma forma de comunicar à distância. Com um recuo de dois milénios podemos perceber, por exemplo, como se processava a informação numa época anterior à escrita.
E é já completamente imersos na leitura que vamos ficar a conhecer a Teoria –  neste ponto o autor não abusa do aprofundamento das noções de equação e fórmulas. Procura, sim, retratar a vida e o trabalho de muitas mentes que teorizaram a Informação. Como explicar a Informação não seria viável sem abordar o trabalho de Claude Shannon, somos guiados até aos laboratórios da Bell nos anos 40 em plena Segunda Guerra Mundial, onde este trabalhava num sistema para encriptar conversas. Mas isto é apenas uma pequena amostra do material de interesse que pode ser lido sobre a Teoria.
Por fim, ficamos submersos pelo Dilúvio – aqui debate-se uma das problemáticas relacionadas com a Informação, o seu excesso. O mote é dado através da conceptualização de uma Biblioteca Universal onde não existem limites, a informação nunca pode ser esquecida, provocando o caos.

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COMUNICAR 2.0

Autor: FILIPE CARRERA
Editora: SÍLABO

Sabia que a sua posição social e o seu rendimento anual dependem da sua capacidade de comunicar? Sabia que o maior terror de qualquer ser humano é falar em público?
Este livro dirige-se a todos os profissionais que querem melhorar as suas competências enquanto comunicadores, utilizando todos os meios à sua disposição na atualidade, superando barreiras culturais e programas mentais, alcançando os seus objetivos profissionais e pessoais num mundo globalizado.
Ao longo desta obra são apresentadas as mais avançadas técnicas de apresentação em sala e também utilizando tecnologias como: telemóvel, audioconferência, Skype, videoconferência, plataformas colaborativas, rádio, televisão, correio eletrónico, redes sociais, etc.
É dada particular atenção às ferramentas disponibilizadas pela Web 2.0; nesse âmbito poderá encontrar uma página no Facebook Comunicar 2.0, que funciona como um espaço de interatividade entre os leitores e o autor e de acesso a novos recursos em múltiplos formatos.

Seguindo o estilo das suas anteriores publicações, Filipe Carrera, que entre outras atividades tem feito um percurso de formador e orador a nível internacional, vem partilhar com o leitor a sua experiência como comunicador adquirida ao longo dos últimos 20 anos.
O autor, que admite ter sofrido de receio de comunicar em público durante a sua formação académica, defende que a qualidade de vida depende da forma como comunicamos e, desta forma, encontrou aqui a motivação para escrever este livro que transmite um conjunto de técnicas de aperfeiçoamento das competências de comunicação.
Desenvolvido para consulta e com uma estrutura bem delineada, este livro comtempla a grande variedade de formas de comunicar nos dias de hoje. Após uma introdução à essência da comunicação, somos conduzidos para uma detalhada exposição sobre a “Comunicação Presencial”, porque o modo como dizemos é mais determinante do que aquilo que é dito, onde o autor sugere as etapas de preparação da comunicação, os tipos de formato a explorar, a análise das audiências, entre outros.
Destaque ainda para o capítulo “Comunicação Multimédia”, onde são abordadas plataformas colaborativas determinantes na produtividade dos profissionais. A comunicação áudio e escrita são também tratadas com particularidade por Filipe Carrera. O conceito de feedback, por sua vez, surge como um conceito chave e transversal a toda a obra, sendo este uma das principais valias das quais um comunicador pode tirar partido dentro do contexto 2.0.

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