RH MAGAZINE [79]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 79

A presente edição da revista é direcionada para a “Valorização pessoal”. Neste sentido são explorados tópicos como o coaching, organizações positivas, felicidade e bem-estar, entre outros. Esta edição temática surge da necessidade, percebida pela RH Magazine, de dotar o leitor de conhecimentos que permitam exaltar o talento e a motivação no desempenho das suas funções, tendo em conta os desafios que são colocados diariamente às organizações.
Neste contexto poderá ler o artigo de Maria Martins Nogueira, que defende a teoria do retorno assegurado para quem investir na valorização pessoal, ao mesmo tempo que atribui ao líder a responsabilidade de implementar “políticas de recursos humanos que contemplem planos individuais para a sua equipa”. Pedro Neves reflete sobre o conceito de “Confiança” e como podem as organizações gerar confiança numa conjetura socioeconómica propícia à suspeição. Já Celso Pais escreve sobre a relação fundamental da dinâmica no coaching de colaborador e propõe a equação do sucesso profissional, não deixe de ler.
I HAVE THE POWER é o projeto em foco nesta edição. Liderado por Adelino Cunha, este projeto pioneiro em Portugal consiste num sistema integrado de formação contínua em excelência pessoal.
O grande entrevistado é Pedro Norton de Matos, Managing Partner da My Change, que entre outros assuntos fala sobre boas práticas de gestão de pessoas que conduzem ao reforço da motivação organizacional.

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BOM PORTUGUÊS - ACORDO ORTOGRÁFICO

Editora: PORTO EDITORA

A presente edição do Bom Português dá a conhecer o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, explicando o que muda e o que se mantém na grafia das palavras.
Com prefácio da jornalista Carla Trafaria, esta obra ajuda a escrever segundo a nova grafia e a interiorizar as mudanças ortográficas. De forma rápida e simples, esclarece dúvidas sobre eliminação de consoantes, uso de hífen, emprego de maiúscula e acentuação gráfica.

Em formato de livro de bolso, pode levar consigo para qualquer lado esta versão da rubrica «Bom Português» dedicada ao Acordo Ortográfico.
O livro é de fácil consulta, num formato de pergunta-resposta, onde a pergunta tem sempre a palavra escrita de acordo com a grafia anterior ao Acordo Ortográfico. Na resposta apresenta-se a grafia correta ou preferencial após o Acordo.
Pode ainda consultar o Glossário onde se explicam os termos gramaticais aqui utilizados e ler o Guia do Acordo Ortográfico onde estão expostas de forma sucinta as regras deste Acordo.
Para chegar rapidamente a qualquer palavra que lhe suscite dúvida, pode recorrer ao índice alfabético presente no final do livro.
“Assim se escreve em Bom Português!”

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O CONSUMO PARA OS OUTROS: OS PRESENTES COMO LINGUAGEM DE SOCIABILIDADE

Autora: ALICE DUARTE

Neste livro Alice Duarte aborda o consumo para os outros na forma de presentes, demonstrando o papel instrumental das mercadorias em termos da sua capacidade para corporizar fluxos de sociabilidade. O objectivo é dar conta da participação dos bens de consumo no estabelecimento e manutenção das relações interpessoais dos actores sociais.

Partindo da premissa da crescente produção e distribuição em massa como sinónimo da cultura da sociedade industrial, esta investigação, nas palavras da autora, “localiza-se na área da Antropologia do Consumo”, o que implicou, em termos de enquadramento analítico, “o abandono da conceção dos fenómenos de consumo como subsidiários ou menores relativamente à prossuposta centralidade da produção”. O consumo, aqui, é tratado como todo o processo que envolve a aquisição de produtos, desde as decisões anteriores e posteriores à compra. Para além disso, o consumo é interpretado sob a perspetiva da dinâmica de sociabilidade que impõe.
A proposta da autora para este trabalho é investigar uma problemática ainda pouco explorada quer na literatura académica portuguesa no seu todo, quer na área da Antropologia em particular. A opção metodológica desta investigação é declaradamente de cariz qualitativo e passou por um conjunto de entrevistas subestruturadas a 24 agregados familiares, residentes na cidade ou na área circundante do Porto.
Alice Duarte organizou esta exposição em três capítulos através de uma estruturação que vai especificando os conteúdos. Assim, no capítulo 1, a abordagem é mais abrangente e apresenta-se uma perspetiva histórica do “Consumo como objeto de estudo”, a emergência dos anos 70, a consolidação nos anos 80 e a maturação do Estudo do consumo correspondente à década de 90. O capítulo 2 contempla “Um modelo de abordagem de consumo” , neste ponto estão justificadas ao detalhe todas as opções metodológicas que sustentam a investigação. No último capítulo “ O consumo para os outros: os presentes”, a autora analisa as práticas de consumo como agente da criação e manutenção das relações interpessoais, ao nível familiar, amoroso, de amizade, entre outros e ainda de que forma um produto massificado acaba por se tornar um presente único.
A autora, Alice Duarte, fez todo seu percurso académico até ao Doutoramento na área da Antropologia com ramo de especialização em Antropologia das Sociedades Complexas, é docente na Faculdade de Letras da UP e para além deste trabalho escreveu “Experiências de Consumo – estudos de caso no interior da classe média” também editado pela U. Porto Editorial. 
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UM PLANETA AMEAÇADO: A CIÊNCIA PERANTE O COLAPSO DA BIOSFERA

Autor: MIGUEL ALMEIDA
Editora: ESFERA DO CAOS

O aquecimento global e as alterações climáticas, assim como a redução da biodiversidade e outras ameaças que pairam sobre os frágeis equilíbrios ecológicos que afinal suportam a perenidade da vida no nosso planeta, são fenómenos que não podem mais ser ignorados e que constituem um portentoso desafio para o qual a ciência, os decisores políticos, as empresas e os cidadãos, num prazo relativamente curto, terão de encontrar respostas eficazes.
Esta obra diagnostica e denuncia, com rigor, propõe tarefas e abre janelas de esperança, com realismo, devendo então ser encarada como uma valiosa ferramenta de apoio à tomada de consciência, à identificação das causas do descalabro a que todos assistimos e à reflexão em torno das soluções.

A formação em Filosofia do autor está bem presente nesta obra, tendo em conta o nível de profundidade que Miguel Almeida consegue colocar no seu discurso. De facto, em «Um Planeta Ameaçado» a descrição é pautada pelo detalhe e clarividência, sem contudo ostentar dogmatismo. Este é mesmo um dos principais cartões-de-visita na escrita de Miguel Almeida, que transmite ponderação em cada palavra e estimula o pensamento do leitor, para que seja este a refletir sobre a problemática em questão.
Tendo dito isto, a introdução é feita através da conceptualização de “crise” adotada pelo autor, que serve para classificar as ameaças ambientais e ecológicas a diversos níveis, sendo a ameaça global o motivo de desenvolvimento nesta obra.
A partir daqui o livro multiplica-se em diverso capítulos, entre os quais se “pensa” a Ciência e se engendra a evolução da mesma. É proposta uma aproximação entre a Ciência e a sociedade, de forma a aumentar o impacto do conhecimento científico na tomada de decisão “coletiva”. É, contudo, transversal a toda a obra a urgência do alerta para a consciencialização do Homem sobre as consequências dos seus atos para o ambiente. Após uma revisão de literatura consistente o autor debate, em jeito de conclusão, a importância, necessidade e transformação da ciência no contexto da crise ecológica planetária.
De destacar, ao nível da organização do livro, a notória preocupação do autor em proporcionar uma experiência de consulta mais apurada. Desta forma, Miguel Almeida não se inibe de complementar o seu texto com a descrição completa das referências, finaliza todos os capítulos com notas sugestivas e faculta um índice Onomástico para uma identificação instantânea dos autores na prosa.

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A CONSTRUÇÃO DO SISTEMA INFORMATIVO EM PORTUGAL NO SÉCULO XX

Autor: JOEL FREDERICO DA SILVEIRA

Este livro é comprometido e apaixonado, porque, por detrás das suas palavras estão sempre presentes, e nem sempre bem dissimuladas, duas paixões. Uma é a paixão pela acção, alicerçada numa velha convicção de que a partir dos media se pode influenciar socialmente, se pode transformar a sociedade, se pode incidir sobre a política e os políticos: uma fé consolidada na capacidade dos media como cães de guarda da decência e honestidade pública, como agentes da pluralidade, da transparência e da democracia sem zonas opacas, como organizadores capazes de articular respostas de contrapoder. A outra paixão é por Portugal, como país, como sociedade organizada, como povo livre, digno de ser respeitado por quem tem a capacidade para manipular, portador, como todos os demais povos, do direito a ser objectivamente informados para poder ter capacidade de opção, capacidade de decidir sobre as suas decisões de compra e capacidade de decidir as suas opções de voto, sem serem manipulados pelos gestores de opinião nem pelos media.

Esta obra surge motivada pela visível decadência dos media tradicionais. Este contexto aliado à crise económica induz uma necessidade de reestruturação e recomposição dos media que poderá mesmo indicar um fim de um ciclo na história dos media. É com esta hipótese em mente que Joel Frederico da Silveira se propõe a analisar a relação historicamente complexa entre o sistema político e a comunicação social, com especial atenção à política de informação do Estado Novo.
Os conteúdos desta obra estão segmentados, com toda a lógica, em duas balizas temporais: de 1926 a 1974 e de 1974 a 1980.
Na primeira e mais extensa fase, que corresponde ao período que se prolonga desde a ditadura militar até ao fim do Estado Novo, é feito um levantamento à política de informação do regime, que obviamente passa pela censura, pela implementação do secretariado nacional de propaganda (SPN) e pelo condicionamento Industrial à Imprensa. Ainda na relação imprensa-Estado são explicados os motivos da lenta transição para a imprensa moderna e as consequências do pós-guerra no espectro político.
A segunda fase do livro corresponde ao pós-25 de Abril, onde, entre outros aspetos, se destacam a intervenção direta do Estado na imprensa em geral, a política de nacionalizações num período de grande instabilidade política, assim como, a economia da imprensa em que a análise se estende aos grupos privados.
Todos estes temas são tratados ao longo do livro com um grau de incisão que permite abordar casos particulares, ou seja, os exemplos remetem para órgãos de comunicação específicos. 
Joel Frederico da Silveira, que entre outras pertenceu à direção do SOPCOM (Associação Portuguesa para as Ciências da Comunicação) criou esta obra que, certamente, irá interessar a todos aqueles que estudam os Media.

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INVEST [86]

Revista: INVEST
Número: 86

A mais recente publicação da «Invest» incide sob dois sectores de aposta relevante: a energia e a agricultura.
Neste contexto, é-nos apresentada uma inovação portuguesa que tem fomentado o interesse de investidores: o pavimento Waynergy, resultado de um trabalho académico desenvolvido na Universidade da Beira Interior, que faz com que se produza energia enquanto se anda. Conheça ao pormenor as potencialidades deste sistema.
Do Ribatejo chega-nos o relato de um aglomerado de empresas no sector agroindustrial. Com o projeto Agrocluster “pretende-se juntar as empresas e agentes do sector agroindustrial e pôr as coisas a mexer”, de acordo com Pedro Felix, vice-presidente da Comissão Executiva da Nersant. Fique a par das medidas que estão a permitir aumentar a competitividade das empresas associadas a este projeto.
Sofia Coutinho e Luís Santos falam sobre a “sua” eco aldeia. Um trabalho realizado com a ajuda de voluntários que tem feito florescer uma horta comunitária às portas de Leiria. Leia sobre este projeto e outras ideias a desenvolver por ambos. Ainda na região de Leiria, Pedro Cordeiro apresenta o “copão”, um recipiente para armazenamento e reciclagem de copos de plástico.
Na seção Negócios desta edição vai poder ainda ler sobre: a nova vida do ISLA; o Marketing para a gastronomia tradicional e, ainda, como reinventar produto no turismo.

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COMO FUNCIONA A MÚSICA

Autor: JOHN POWELL
Editora: BIZÂNCIO

Alguma vez, ao ouvir uma música fabulosa, se interrogou por que tem uma vontade súbita de dançar? Ou de chorar? Sempre teve curiosidade em perceber como sabem os músicos o que tocar a seguir quando estão a improvisar? E porque soam certas notas tão bem e outras são tão dissonantes? Descubra as respostas nesta jornada acerca de como funciona a música. John Powell, compositor de formação clássica e professor de Física, decidiu escrever este livro divertido, um extraordinário guia indolor sobre a música, quando descobriu que todos os que conheciam sobre o assunto lhe provocavam grandes dores de cabeça. Revela-nos factos pouco conhecidos, a ciência que subjaz ao que ouvimos, explica os fundamentos da harmonia, as escalas, o ritmo, e tantas outras coisas, de uma forma tão simples que qualquer leitor entenderá. Sabe também explicar-nos coisas muito curiosas como as razões pelas quais existe afinidade musical entre Led Zeppelin e Beethoven… Aqui está o que todos devemos e precisamos de saber, mesmo se incapazes de ler uma nota, para desfrutar ainda mais das músicas que gostamos de ouvir, ou de tocar.

Este livro de John Powell foi redigido a pensar em todos aqueles que sentem satisfação através da música sem contudo a compreenderem. Desta forma o autor expõe conteúdos que, segundo o mesmo, podem ser percebidos por quem tenha apenas conhecimentos básicos de matemática, como somar e subtrair, e saiba trautear a mais simples das melodias. Nesse sentido o autor recorre frequentemente à explicação de termos mais específicos para que o leitor não perca o fio à meada.
Além disso, acompanhando a leitura, são feitas sugestões de peças musicais, de fácil acesso na Internet, que complementam as observações do autor.
No entanto, John Powell direciona este livro também para músicos profissionais e acredita ter realizado aqui um trabalho que não vai causar frustração àqueles que detenham já um conhecimento mais aprofundado neste domínio. Estes podem ler sobre fatores elementares subjacentes à música que podem escapar mesmo a músicos experientes.
Em «COMO FUNCIONA A MÚSICA» o saber tem como fundamento informação real sobre a produção musical, sendo a formação do autor em Física a chave para esta compressão. De facto, John Powell defende que a arte não é o grande sustento da música, existem “regras de lógica, de engenharia e de físicas subjacentes a todo o lado criativo da música”. Assim, nesta obra a música surge decomposta até ao seu estado mais puro o que permite dar resposta às questões mais curiosas.

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TECNOHOSPITAL [49]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 49

Nesta edição é dada especial atenção às Engenharias e Tecnologias Aplicadas à Saúde. Ao todo na secção dossiê poderá ler cinco estudos relacionados com esta temática, coordenados pelo engenheiro Torres Farinha.
Num desses artigos Viriato M. Marques e Dulce Bento concluem que a Business Intelligence poderá ter inúmeras possibilidades de aplicação na gestão hospitalar e na saúde pública, saiba como e porquê.
Rúben Silva Oliveira e José Torres Farinha apresentam um estudo sobre a Realidade Aumentada onde explicam como esta pode potenciar um melhor desempenho nas intervenções de manutenção em equipamento hospitalar. De Luís Roseiro e Maria Augusto Neto pode ler-se um artigo com vista à otimização do procedimento num caso relativo a uma tíbia com uma fratura transversal.
Este dossiê fica completo com artigos relacionados com os Sensores Médicos  e os RobAid (robôs particularmente úteis em tarefas repetitivas e de elevado nível de precisão).
O entrevistado desta edição é José Santos Bacalhau que durante 46 anos se dedicou ao Serviço de Instalações do Centro Hospitalar de Coimbra. Conheça a sua história de vida ao serviço dos hospitais.
Já o artigo técnico é da responsabilidade de Vitorino de Matos Beleza, Rosária Santos e Marta Pinto e tem como título “Redução do consumo de água em circuitos abertos de água de arrefecimento”. Confira os dados recolhidos neste estudo.

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