RH MAGAZINE [79]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 79

A presente edição da revista é direcionada para a “Valorização pessoal”. Neste sentido são explorados tópicos como o coaching, organizações positivas, felicidade e bem-estar, entre outros. Esta edição temática surge da necessidade, percebida pela RH Magazine, de dotar o leitor de conhecimentos que permitam exaltar o talento e a motivação no desempenho das suas funções, tendo em conta os desafios que são colocados diariamente às organizações.
Neste contexto poderá ler o artigo de Maria Martins Nogueira, que defende a teoria do retorno assegurado para quem investir na valorização pessoal, ao mesmo tempo que atribui ao líder a responsabilidade de implementar “políticas de recursos humanos que contemplem planos individuais para a sua equipa”. Pedro Neves reflete sobre o conceito de “Confiança” e como podem as organizações gerar confiança numa conjetura socioeconómica propícia à suspeição. Já Celso Pais escreve sobre a relação fundamental da dinâmica no coaching de colaborador e propõe a equação do sucesso profissional, não deixe de ler.
I HAVE THE POWER é o projeto em foco nesta edição. Liderado por Adelino Cunha, este projeto pioneiro em Portugal consiste num sistema integrado de formação contínua em excelência pessoal.
O grande entrevistado é Pedro Norton de Matos, Managing Partner da My Change, que entre outros assuntos fala sobre boas práticas de gestão de pessoas que conduzem ao reforço da motivação organizacional.

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BOM PORTUGUÊS - ACORDO ORTOGRÁFICO

Editora: PORTO EDITORA

A presente edição do Bom Português dá a conhecer o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, explicando o que muda e o que se mantém na grafia das palavras.
Com prefácio da jornalista Carla Trafaria, esta obra ajuda a escrever segundo a nova grafia e a interiorizar as mudanças ortográficas. De forma rápida e simples, esclarece dúvidas sobre eliminação de consoantes, uso de hífen, emprego de maiúscula e acentuação gráfica.

Em formato de livro de bolso, pode levar consigo para qualquer lado esta versão da rubrica «Bom Português» dedicada ao Acordo Ortográfico.
O livro é de fácil consulta, num formato de pergunta-resposta, onde a pergunta tem sempre a palavra escrita de acordo com a grafia anterior ao Acordo Ortográfico. Na resposta apresenta-se a grafia correta ou preferencial após o Acordo.
Pode ainda consultar o Glossário onde se explicam os termos gramaticais aqui utilizados e ler o Guia do Acordo Ortográfico onde estão expostas de forma sucinta as regras deste Acordo.
Para chegar rapidamente a qualquer palavra que lhe suscite dúvida, pode recorrer ao índice alfabético presente no final do livro.
“Assim se escreve em Bom Português!”

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O CONSUMO PARA OS OUTROS: OS PRESENTES COMO LINGUAGEM DE SOCIABILIDADE

Autora: ALICE DUARTE

Neste livro Alice Duarte aborda o consumo para os outros na forma de presentes, demonstrando o papel instrumental das mercadorias em termos da sua capacidade para corporizar fluxos de sociabilidade. O objectivo é dar conta da participação dos bens de consumo no estabelecimento e manutenção das relações interpessoais dos actores sociais.

Partindo da premissa da crescente produção e distribuição em massa como sinónimo da cultura da sociedade industrial, esta investigação, nas palavras da autora, “localiza-se na área da Antropologia do Consumo”, o que implicou, em termos de enquadramento analítico, “o abandono da conceção dos fenómenos de consumo como subsidiários ou menores relativamente à prossuposta centralidade da produção”. O consumo, aqui, é tratado como todo o processo que envolve a aquisição de produtos, desde as decisões anteriores e posteriores à compra. Para além disso, o consumo é interpretado sob a perspetiva da dinâmica de sociabilidade que impõe.
A proposta da autora para este trabalho é investigar uma problemática ainda pouco explorada quer na literatura académica portuguesa no seu todo, quer na área da Antropologia em particular. A opção metodológica desta investigação é declaradamente de cariz qualitativo e passou por um conjunto de entrevistas subestruturadas a 24 agregados familiares, residentes na cidade ou na área circundante do Porto.
Alice Duarte organizou esta exposição em três capítulos através de uma estruturação que vai especificando os conteúdos. Assim, no capítulo 1, a abordagem é mais abrangente e apresenta-se uma perspetiva histórica do “Consumo como objeto de estudo”, a emergência dos anos 70, a consolidação nos anos 80 e a maturação do Estudo do consumo correspondente à década de 90. O capítulo 2 contempla “Um modelo de abordagem de consumo” , neste ponto estão justificadas ao detalhe todas as opções metodológicas que sustentam a investigação. No último capítulo “ O consumo para os outros: os presentes”, a autora analisa as práticas de consumo como agente da criação e manutenção das relações interpessoais, ao nível familiar, amoroso, de amizade, entre outros e ainda de que forma um produto massificado acaba por se tornar um presente único.
A autora, Alice Duarte, fez todo seu percurso académico até ao Doutoramento na área da Antropologia com ramo de especialização em Antropologia das Sociedades Complexas, é docente na Faculdade de Letras da UP e para além deste trabalho escreveu “Experiências de Consumo – estudos de caso no interior da classe média” também editado pela U. Porto Editorial. 
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UM PLANETA AMEAÇADO: A CIÊNCIA PERANTE O COLAPSO DA BIOSFERA

Autor: MIGUEL ALMEIDA
Editora: ESFERA DO CAOS

O aquecimento global e as alterações climáticas, assim como a redução da biodiversidade e outras ameaças que pairam sobre os frágeis equilíbrios ecológicos que afinal suportam a perenidade da vida no nosso planeta, são fenómenos que não podem mais ser ignorados e que constituem um portentoso desafio para o qual a ciência, os decisores políticos, as empresas e os cidadãos, num prazo relativamente curto, terão de encontrar respostas eficazes.
Esta obra diagnostica e denuncia, com rigor, propõe tarefas e abre janelas de esperança, com realismo, devendo então ser encarada como uma valiosa ferramenta de apoio à tomada de consciência, à identificação das causas do descalabro a que todos assistimos e à reflexão em torno das soluções.

A formação em Filosofia do autor está bem presente nesta obra, tendo em conta o nível de profundidade que Miguel Almeida consegue colocar no seu discurso. De facto, em «Um Planeta Ameaçado» a descrição é pautada pelo detalhe e clarividência, sem contudo ostentar dogmatismo. Este é mesmo um dos principais cartões-de-visita na escrita de Miguel Almeida, que transmite ponderação em cada palavra e estimula o pensamento do leitor, para que seja este a refletir sobre a problemática em questão.
Tendo dito isto, a introdução é feita através da conceptualização de “crise” adotada pelo autor, que serve para classificar as ameaças ambientais e ecológicas a diversos níveis, sendo a ameaça global o motivo de desenvolvimento nesta obra.
A partir daqui o livro multiplica-se em diverso capítulos, entre os quais se “pensa” a Ciência e se engendra a evolução da mesma. É proposta uma aproximação entre a Ciência e a sociedade, de forma a aumentar o impacto do conhecimento científico na tomada de decisão “coletiva”. É, contudo, transversal a toda a obra a urgência do alerta para a consciencialização do Homem sobre as consequências dos seus atos para o ambiente. Após uma revisão de literatura consistente o autor debate, em jeito de conclusão, a importância, necessidade e transformação da ciência no contexto da crise ecológica planetária.
De destacar, ao nível da organização do livro, a notória preocupação do autor em proporcionar uma experiência de consulta mais apurada. Desta forma, Miguel Almeida não se inibe de complementar o seu texto com a descrição completa das referências, finaliza todos os capítulos com notas sugestivas e faculta um índice Onomástico para uma identificação instantânea dos autores na prosa.

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A CONSTRUÇÃO DO SISTEMA INFORMATIVO EM PORTUGAL NO SÉCULO XX

Autor: JOEL FREDERICO DA SILVEIRA

Este livro é comprometido e apaixonado, porque, por detrás das suas palavras estão sempre presentes, e nem sempre bem dissimuladas, duas paixões. Uma é a paixão pela acção, alicerçada numa velha convicção de que a partir dos media se pode influenciar socialmente, se pode transformar a sociedade, se pode incidir sobre a política e os políticos: uma fé consolidada na capacidade dos media como cães de guarda da decência e honestidade pública, como agentes da pluralidade, da transparência e da democracia sem zonas opacas, como organizadores capazes de articular respostas de contrapoder. A outra paixão é por Portugal, como país, como sociedade organizada, como povo livre, digno de ser respeitado por quem tem a capacidade para manipular, portador, como todos os demais povos, do direito a ser objectivamente informados para poder ter capacidade de opção, capacidade de decidir sobre as suas decisões de compra e capacidade de decidir as suas opções de voto, sem serem manipulados pelos gestores de opinião nem pelos media.

Esta obra surge motivada pela visível decadência dos media tradicionais. Este contexto aliado à crise económica induz uma necessidade de reestruturação e recomposição dos media que poderá mesmo indicar um fim de um ciclo na história dos media. É com esta hipótese em mente que Joel Frederico da Silveira se propõe a analisar a relação historicamente complexa entre o sistema político e a comunicação social, com especial atenção à política de informação do Estado Novo.
Os conteúdos desta obra estão segmentados, com toda a lógica, em duas balizas temporais: de 1926 a 1974 e de 1974 a 1980.
Na primeira e mais extensa fase, que corresponde ao período que se prolonga desde a ditadura militar até ao fim do Estado Novo, é feito um levantamento à política de informação do regime, que obviamente passa pela censura, pela implementação do secretariado nacional de propaganda (SPN) e pelo condicionamento Industrial à Imprensa. Ainda na relação imprensa-Estado são explicados os motivos da lenta transição para a imprensa moderna e as consequências do pós-guerra no espectro político.
A segunda fase do livro corresponde ao pós-25 de Abril, onde, entre outros aspetos, se destacam a intervenção direta do Estado na imprensa em geral, a política de nacionalizações num período de grande instabilidade política, assim como, a economia da imprensa em que a análise se estende aos grupos privados.
Todos estes temas são tratados ao longo do livro com um grau de incisão que permite abordar casos particulares, ou seja, os exemplos remetem para órgãos de comunicação específicos. 
Joel Frederico da Silveira, que entre outras pertenceu à direção do SOPCOM (Associação Portuguesa para as Ciências da Comunicação) criou esta obra que, certamente, irá interessar a todos aqueles que estudam os Media.

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INVEST [86]

Revista: INVEST
Número: 86

A mais recente publicação da «Invest» incide sob dois sectores de aposta relevante: a energia e a agricultura.
Neste contexto, é-nos apresentada uma inovação portuguesa que tem fomentado o interesse de investidores: o pavimento Waynergy, resultado de um trabalho académico desenvolvido na Universidade da Beira Interior, que faz com que se produza energia enquanto se anda. Conheça ao pormenor as potencialidades deste sistema.
Do Ribatejo chega-nos o relato de um aglomerado de empresas no sector agroindustrial. Com o projeto Agrocluster “pretende-se juntar as empresas e agentes do sector agroindustrial e pôr as coisas a mexer”, de acordo com Pedro Felix, vice-presidente da Comissão Executiva da Nersant. Fique a par das medidas que estão a permitir aumentar a competitividade das empresas associadas a este projeto.
Sofia Coutinho e Luís Santos falam sobre a “sua” eco aldeia. Um trabalho realizado com a ajuda de voluntários que tem feito florescer uma horta comunitária às portas de Leiria. Leia sobre este projeto e outras ideias a desenvolver por ambos. Ainda na região de Leiria, Pedro Cordeiro apresenta o “copão”, um recipiente para armazenamento e reciclagem de copos de plástico.
Na seção Negócios desta edição vai poder ainda ler sobre: a nova vida do ISLA; o Marketing para a gastronomia tradicional e, ainda, como reinventar produto no turismo.

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COMO FUNCIONA A MÚSICA

Autor: JOHN POWELL
Editora: BIZÂNCIO

Alguma vez, ao ouvir uma música fabulosa, se interrogou por que tem uma vontade súbita de dançar? Ou de chorar? Sempre teve curiosidade em perceber como sabem os músicos o que tocar a seguir quando estão a improvisar? E porque soam certas notas tão bem e outras são tão dissonantes? Descubra as respostas nesta jornada acerca de como funciona a música. John Powell, compositor de formação clássica e professor de Física, decidiu escrever este livro divertido, um extraordinário guia indolor sobre a música, quando descobriu que todos os que conheciam sobre o assunto lhe provocavam grandes dores de cabeça. Revela-nos factos pouco conhecidos, a ciência que subjaz ao que ouvimos, explica os fundamentos da harmonia, as escalas, o ritmo, e tantas outras coisas, de uma forma tão simples que qualquer leitor entenderá. Sabe também explicar-nos coisas muito curiosas como as razões pelas quais existe afinidade musical entre Led Zeppelin e Beethoven… Aqui está o que todos devemos e precisamos de saber, mesmo se incapazes de ler uma nota, para desfrutar ainda mais das músicas que gostamos de ouvir, ou de tocar.

Este livro de John Powell foi redigido a pensar em todos aqueles que sentem satisfação através da música sem contudo a compreenderem. Desta forma o autor expõe conteúdos que, segundo o mesmo, podem ser percebidos por quem tenha apenas conhecimentos básicos de matemática, como somar e subtrair, e saiba trautear a mais simples das melodias. Nesse sentido o autor recorre frequentemente à explicação de termos mais específicos para que o leitor não perca o fio à meada.
Além disso, acompanhando a leitura, são feitas sugestões de peças musicais, de fácil acesso na Internet, que complementam as observações do autor.
No entanto, John Powell direciona este livro também para músicos profissionais e acredita ter realizado aqui um trabalho que não vai causar frustração àqueles que detenham já um conhecimento mais aprofundado neste domínio. Estes podem ler sobre fatores elementares subjacentes à música que podem escapar mesmo a músicos experientes.
Em «COMO FUNCIONA A MÚSICA» o saber tem como fundamento informação real sobre a produção musical, sendo a formação do autor em Física a chave para esta compressão. De facto, John Powell defende que a arte não é o grande sustento da música, existem “regras de lógica, de engenharia e de físicas subjacentes a todo o lado criativo da música”. Assim, nesta obra a música surge decomposta até ao seu estado mais puro o que permite dar resposta às questões mais curiosas.

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TECNOHOSPITAL [49]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 49

Nesta edição é dada especial atenção às Engenharias e Tecnologias Aplicadas à Saúde. Ao todo na secção dossiê poderá ler cinco estudos relacionados com esta temática, coordenados pelo engenheiro Torres Farinha.
Num desses artigos Viriato M. Marques e Dulce Bento concluem que a Business Intelligence poderá ter inúmeras possibilidades de aplicação na gestão hospitalar e na saúde pública, saiba como e porquê.
Rúben Silva Oliveira e José Torres Farinha apresentam um estudo sobre a Realidade Aumentada onde explicam como esta pode potenciar um melhor desempenho nas intervenções de manutenção em equipamento hospitalar. De Luís Roseiro e Maria Augusto Neto pode ler-se um artigo com vista à otimização do procedimento num caso relativo a uma tíbia com uma fratura transversal.
Este dossiê fica completo com artigos relacionados com os Sensores Médicos  e os RobAid (robôs particularmente úteis em tarefas repetitivas e de elevado nível de precisão).
O entrevistado desta edição é José Santos Bacalhau que durante 46 anos se dedicou ao Serviço de Instalações do Centro Hospitalar de Coimbra. Conheça a sua história de vida ao serviço dos hospitais.
Já o artigo técnico é da responsabilidade de Vitorino de Matos Beleza, Rosária Santos e Marta Pinto e tem como título “Redução do consumo de água em circuitos abertos de água de arrefecimento”. Confira os dados recolhidos neste estudo.

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INFORMAÇÃO

Autor: JAMES GLEICK
Editora: TEMAS E DEBATES

James Gleick, um dos grandes nomes da divulgação científica e autor de bestsellers, apresenta-nos agora um livro já considerado a sua obra-prima, surpreendente e revolucionária, que nos mostra como a informação se tornou a qualidade que define a era moderna - o sangue, o combustível, o princípio vital do nosso mundo.
Desde a invenção de escritas e alfabetos até aos tambores falantes de África, incompreendidos durante tantos anos, Gleick conta-nos a história das tecnologias da informação que mudaram a própria natureza da consciência humana. Apresenta-nos as personalidades que contribuíram para o desenvolvimento da compreensão atual da informação: Charles Babbage, o inventor do primeiro grande computador mecânico; Ada Byron, a brilhante e condenada filha do poeta, que se tornou a primeira programadora verdadeira; figuras fundamentais como Samuel Morse e Alan Turing; e Claude Shannon, criador da teoria da informação.

Uma História – é assim que James Gleick nos seduz, conta-nos uma história – e neste livro ela é contada de uma forma apaixonante, pois não se trata apenas de nos contar o modo como a Informação foi evoluindo, o autor teve a capacidade de relacionar uma série de conceitos e acontecimentos que ajudaram a construir aquilo que se define como “Informação”.
Entre outras, nesta História fazemos uma viagem à África subsariana para perceber como os tambores eram usados para transmitir informação quando os Europeus ainda procuravam uma forma de comunicar à distância. Com um recuo de dois milénios podemos perceber, por exemplo, como se processava a informação numa época anterior à escrita.
E é já completamente imersos na leitura que vamos ficar a conhecer a Teoria –  neste ponto o autor não abusa do aprofundamento das noções de equação e fórmulas. Procura, sim, retratar a vida e o trabalho de muitas mentes que teorizaram a Informação. Como explicar a Informação não seria viável sem abordar o trabalho de Claude Shannon, somos guiados até aos laboratórios da Bell nos anos 40 em plena Segunda Guerra Mundial, onde este trabalhava num sistema para encriptar conversas. Mas isto é apenas uma pequena amostra do material de interesse que pode ser lido sobre a Teoria.
Por fim, ficamos submersos pelo Dilúvio – aqui debate-se uma das problemáticas relacionadas com a Informação, o seu excesso. O mote é dado através da conceptualização de uma Biblioteca Universal onde não existem limites, a informação nunca pode ser esquecida, provocando o caos.

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COMUNICAR 2.0

Autor: FILIPE CARRERA
Editora: SÍLABO

Sabia que a sua posição social e o seu rendimento anual dependem da sua capacidade de comunicar? Sabia que o maior terror de qualquer ser humano é falar em público?
Este livro dirige-se a todos os profissionais que querem melhorar as suas competências enquanto comunicadores, utilizando todos os meios à sua disposição na atualidade, superando barreiras culturais e programas mentais, alcançando os seus objetivos profissionais e pessoais num mundo globalizado.
Ao longo desta obra são apresentadas as mais avançadas técnicas de apresentação em sala e também utilizando tecnologias como: telemóvel, audioconferência, Skype, videoconferência, plataformas colaborativas, rádio, televisão, correio eletrónico, redes sociais, etc.
É dada particular atenção às ferramentas disponibilizadas pela Web 2.0; nesse âmbito poderá encontrar uma página no Facebook Comunicar 2.0, que funciona como um espaço de interatividade entre os leitores e o autor e de acesso a novos recursos em múltiplos formatos.

Seguindo o estilo das suas anteriores publicações, Filipe Carrera, que entre outras atividades tem feito um percurso de formador e orador a nível internacional, vem partilhar com o leitor a sua experiência como comunicador adquirida ao longo dos últimos 20 anos.
O autor, que admite ter sofrido de receio de comunicar em público durante a sua formação académica, defende que a qualidade de vida depende da forma como comunicamos e, desta forma, encontrou aqui a motivação para escrever este livro que transmite um conjunto de técnicas de aperfeiçoamento das competências de comunicação.
Desenvolvido para consulta e com uma estrutura bem delineada, este livro comtempla a grande variedade de formas de comunicar nos dias de hoje. Após uma introdução à essência da comunicação, somos conduzidos para uma detalhada exposição sobre a “Comunicação Presencial”, porque o modo como dizemos é mais determinante do que aquilo que é dito, onde o autor sugere as etapas de preparação da comunicação, os tipos de formato a explorar, a análise das audiências, entre outros.
Destaque ainda para o capítulo “Comunicação Multimédia”, onde são abordadas plataformas colaborativas determinantes na produtividade dos profissionais. A comunicação áudio e escrita são também tratadas com particularidade por Filipe Carrera. O conceito de feedback, por sua vez, surge como um conceito chave e transversal a toda a obra, sendo este uma das principais valias das quais um comunicador pode tirar partido dentro do contexto 2.0.

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REVISTA DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO DO ISSSP [1]

Nome: REVISTA DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO DO ISSSP
Editora: PAPIRO

O Instituto Superior de Serviço Social do Porto procurando, através da estrutura científica e pedagógica dos cursos que leciona e das ações de formação específicas que disponibiliza, uma formação multidisciplinar integrada, pretende contribuir para o desenvolvimento desta reflexão centrada nas especificidades, fragilidades e possibilidades das nossas condições de desenvolvimento editando, através do seu Centro de Investigação em Ciências do Serviço Social a Revista Investigação em Trabalho Social que, assumindo um caráter temático, abrirá o seu espaço editorial a debates sobre a contemporaneidade dos problemas sociais, nomeadamente, na sociedade portuguesa.

Na primeira edição desta revista podemos ler os artigos de Vincent de Gaulejac sobre “O trabalho social contra a exclusão” onde se desenvolve uma reflexão sobre a exclusão, a desinserção e o trabalho social; de Maria Cidália Queirós e Marielle Christine Gros a respeito do “Rendimento Social de Inserção num contexto económico que não cessa de produzir excedentários”, um trabalho pormenorizado e bastante elucidativo; de Stéphane Rullac, com o tema “Trabalho social, urgência social, os sem abrigo fixo: uma crítica ilustrada do conceito de exclusão social”, ilustrando a reflexão através de um par formando pelos SDF e o trabalho social. O último artigo é sobre as considerações éticas da exclusão social, cuja autora é Maria Manuela Carvalho.
Uma edição que se adivinha de sucesso numa área em que cada vez mais é premente “debater os problemas e dilemas das práticas de intervenção social”.

MARKETING INTERNO E COMUNICAÇÃO


Jorge Remondes:
Formador/Consultor Sénior.
Gestor em Grupos Económicos Nacionais e Multinacionais.
Doutoramento em Comunicação.
D.E.A. em Comunicação.
M.B.A. em Marketing.
Especializado em Gestão Comercial e Marketing.
Licenciatura em Relações Internacionais.


Jorge Remondes escreveu este livro como uma adaptação da sua tese de doutoramento, concluída em Fevereiro de 2010, na Faculdade de Ciências Sociais e da Comunicação, da Universidade de Vigo.
Nesta obra, é feita uma revisão da literatura nacional e internacional, divulgam-se os resultados de um estudo efetuado junto de 173 PME’s, analisa-se a dimensão dos recursos às novas tecnologias no marketing e comunicação interna das PME’s, identificando-se também as tendências para a comunicação interna destas empresas.
Tal como indica o autor “é decisivo que os recursos humanos não vejam nos processos, ferramentas e tecnologias, ameaças, mas sim, oportunidades”.
O livro aborda várias áreas de interesse como a comunicação, o marketing, os recursos humanos, as relações públicas, os sistemas de informação e as novas tecnologias, daí o elevado interesse que este livro deve suscitar nos gestores das PME’s. Além destes, será também relevante para os investigadores da área, na medida em que, esta obra surge como um passo para o arranque da produção científica deste domínio concreto, ainda pouco explorado em Portugal.

Pode seguir o blog do autor aqui!

IRMÃ

Autora: ROSAMUND LUPTON
Editora: CIVILIZAÇÃO

Quando Beatrice recebe um telefonema frenético a meio do almoço de domingo e lhe dizem que a sua irmã mais nova, Tess, desapareceu, apanha o primeiro avião de regresso a Londres. Mas quando conhece as circunstâncias que rodeiam o desaparecimento da irmã, apercebe-se, com surpresa, do pouco que sabe sobre a vida de Tess - e de que não está preparada para a terrível verdade que terá de enfrentar. A Polícia, o noivo de Beatrice e até a própria mãe aceitam ter perdido Tess, mas Beatrice recusa-se a desistir e embarca numa perigosa viagem para descobrir a verdade, a qualquer custo.

Apesar de experiente na escrita de guiões originais para televisão e cinema este é o primeiro romance de Rosamund Lupton, uma estreia sublime que faz antever uma carreira de sucesso.
Este «Irmã» vai além do típico thriller sobre de desaparecimento de uma pessoa, aqui somos confrontados com um tema controverso: a adulteração de um ensaio clínico.
Narrado pela personagem principal, este enredo nunca se torna monótono pois está preenchido com diálogos bem construídos.
Contrariando a previsibilidade, a autora consegue verdadeiramente surpreender com o desfecho deste «Irmã».
A título de curiosidade, no final do livro somos brindados com uma pequena entrevista à autora sobre o processo de criação da obra. (Gostamos desse pormenor).

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SOBRE ARTE, TÉCNICA, LINGUAGEM E POLÍTICA

Autor: WALTER BENJAMIM

«O nome do filósofo cuja vida se extinguiu durante a fuga aos polícias hitlerianos foi adquirindo uma auréola nos quinze anos que decorreram desde a sua morte, apesar do carácter esotérico dos seus primeiros trabalhos e do carácter fragmentário dos últimos. O fascínio pela pessoa e oeuvre levam inevitavelmente a uma atração magnética ou a uma defesa estremecida. Sob o olhar das suas palavras tudo se transforma como se se tornasse radioativo. Mas a sua capacidade de distinguir constantemente novos aspetos das coisas — não tanto pelo processo que consiste em romper criticamente as convenções como pelo de relacionar-se com o objeto de acordo com a sua organização interna como se a convenção nenhum poder tivesse sobre ele — não pode apreender-se seriamente através do conceito de originalidade. Nenhum pensamento original desse homem inesgotável se assemelha a algo sem mistura.» T. W. Adorno

Com este livro é feita uma viagem através do pensamento de Walter Benjamim, filosofo, crítico literário, ensaísta e sociólogo, e em retrospetiva é dado a conhecer o seu contributo na maturação da teoria materialista da arte.
Assim, ao longo deste livro são compilados os trabalhos de reflexão deste autor. O leitor tem acesso ao ensaio “O Narrador”, onde Walter Benjamim aborda a obra de Nikolai Leskov. A Teoria das Semelhanças é também um dos capítulos de interesse neste livro, aqui o autor debate o mimetismo e como o Homem possui mais capacidade de produzir semelhanças do que a própria Natureza. O trabalho mais representativo da obra de Walter Benjamim não podia ficar de fora deste livro, pode-se ler a “A Obra de Arte na Era da Sua Reprodutibilidade Técnica” que incide na influência da sociologia sobre as artes plásticas, trata-se da compreensão das artes com particular enfoque no cinema, e da forma como a arte está “submetida ao decurso da evolução social”. Destaque ainda para o capítulo “Problemas da Sociologia da Linguagem” onde o autor, dado o seu profundo conhecimento em filosofia da linguagem e Psicologia, relaciona a influência da comunidade linguística sob a linguagem dos indivíduos à psicologia da infância.
Esta obra fica ainda mais completa com a “Pequena História da Fotografia”, “O Autor enquanto Produtor”, “ Teses sobre a Filosofia da História, “O Brinquedo e o Jogo”, “Sobre a Linguagem em Geral e sobre a Linguagem Humana”, e finaliza com o “Curriculum Vitae, Dr. Walter Benjamim”.

ESTUDOS DE MERCADO E DE OPINIÃO: PRÍNCIPIOS E APLICAÇÕES DE AMOSTRAGEM

Autor: PAULA VICENTE
Editora: SÍLABO

Na realização dos estudos de mercado e de opinião a escolha da amostra requer uma resposta a três questões essenciais: QUEM selecionar? COMO selecionar? QUANTOS selecionar? Este livro responde a estas questões através da apresentação dos princípios elementares da Teoria da Amostragem, apoiada por inúmeros exemplos práticos capazes de orientar a tomada de decisões eficientes no que respeita ao desenho e à implementação de um plano amostral. «Estudos de Mercado e de Opinião – Princípios e Aplicações de Amostragem» constitui, pois, um importante recurso para os estudantes desta temática, bem como para os profissionais e todos os que usam estes estudos em contexto empresarial ou académico.

“Os estudos de mercado e de opinião surgiram da necessidade em conhecer as pessoas naquilo que elas pensam, sentem, fazem ou desejam”. Tradicionalmente os estudos de mercado consistiam em entrevistas ou questionários, hoje em dia com o crescimento exponencial da tecnologia existem ferramentas indispensáveis à recolha e processamento de dados. Estas inovações tecnológicas, dínamos da evolução  dos estudos de mercado, são também uma fonte de novos desafios.
Lançado com o objetivo de dar apoio à implementação de um plano de amostragem, este livro evidencia com particular atenção dois objetivos. Primeiro, faz uma revisão profunda às etapas necessárias para a construção de um estudo de mercado e oferece uma perspetiva atualizada das metodologias de apoio a este processo. Em segundo lugar, converge a teoria com a prática, com a demonstração de casos práticos para consolidar este princípio.
Ao longo do livro será possível ficar a saber como identificar as populações alvo e bases de sondagem, qual o método de amostragem a adotar, como determinar a dimensão da amostra, como selecionar e contatar o segmento da amostra, para além do que não deve ser feito neste tipo de estudo.
Este trabalho da expert em Métodos Quantitativos, Paula Vicente, enquadra-se bem com o perfil académico ou profissional do leitor e pode ser utilizado como uma fonte de referência que certamente ajudará na tomada de decisão. Para além disso, é um livro que se distingue pela sua abordagem incisiva.

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