INVEST [86]

Revista: INVEST
Número: 86

A mais recente publicação da «Invest» incide sob dois sectores de aposta relevante: a energia e a agricultura.
Neste contexto, é-nos apresentada uma inovação portuguesa que tem fomentado o interesse de investidores: o pavimento Waynergy, resultado de um trabalho académico desenvolvido na Universidade da Beira Interior, que faz com que se produza energia enquanto se anda. Conheça ao pormenor as potencialidades deste sistema.
Do Ribatejo chega-nos o relato de um aglomerado de empresas no sector agroindustrial. Com o projeto Agrocluster “pretende-se juntar as empresas e agentes do sector agroindustrial e pôr as coisas a mexer”, de acordo com Pedro Felix, vice-presidente da Comissão Executiva da Nersant. Fique a par das medidas que estão a permitir aumentar a competitividade das empresas associadas a este projeto.
Sofia Coutinho e Luís Santos falam sobre a “sua” eco aldeia. Um trabalho realizado com a ajuda de voluntários que tem feito florescer uma horta comunitária às portas de Leiria. Leia sobre este projeto e outras ideias a desenvolver por ambos. Ainda na região de Leiria, Pedro Cordeiro apresenta o “copão”, um recipiente para armazenamento e reciclagem de copos de plástico.
Na seção Negócios desta edição vai poder ainda ler sobre: a nova vida do ISLA; o Marketing para a gastronomia tradicional e, ainda, como reinventar produto no turismo.

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COMO FUNCIONA A MÚSICA

Autor: JOHN POWELL
Editora: BIZÂNCIO

Alguma vez, ao ouvir uma música fabulosa, se interrogou por que tem uma vontade súbita de dançar? Ou de chorar? Sempre teve curiosidade em perceber como sabem os músicos o que tocar a seguir quando estão a improvisar? E porque soam certas notas tão bem e outras são tão dissonantes? Descubra as respostas nesta jornada acerca de como funciona a música. John Powell, compositor de formação clássica e professor de Física, decidiu escrever este livro divertido, um extraordinário guia indolor sobre a música, quando descobriu que todos os que conheciam sobre o assunto lhe provocavam grandes dores de cabeça. Revela-nos factos pouco conhecidos, a ciência que subjaz ao que ouvimos, explica os fundamentos da harmonia, as escalas, o ritmo, e tantas outras coisas, de uma forma tão simples que qualquer leitor entenderá. Sabe também explicar-nos coisas muito curiosas como as razões pelas quais existe afinidade musical entre Led Zeppelin e Beethoven… Aqui está o que todos devemos e precisamos de saber, mesmo se incapazes de ler uma nota, para desfrutar ainda mais das músicas que gostamos de ouvir, ou de tocar.

Este livro de John Powell foi redigido a pensar em todos aqueles que sentem satisfação através da música sem contudo a compreenderem. Desta forma o autor expõe conteúdos que, segundo o mesmo, podem ser percebidos por quem tenha apenas conhecimentos básicos de matemática, como somar e subtrair, e saiba trautear a mais simples das melodias. Nesse sentido o autor recorre frequentemente à explicação de termos mais específicos para que o leitor não perca o fio à meada.
Além disso, acompanhando a leitura, são feitas sugestões de peças musicais, de fácil acesso na Internet, que complementam as observações do autor.
No entanto, John Powell direciona este livro também para músicos profissionais e acredita ter realizado aqui um trabalho que não vai causar frustração àqueles que detenham já um conhecimento mais aprofundado neste domínio. Estes podem ler sobre fatores elementares subjacentes à música que podem escapar mesmo a músicos experientes.
Em «COMO FUNCIONA A MÚSICA» o saber tem como fundamento informação real sobre a produção musical, sendo a formação do autor em Física a chave para esta compressão. De facto, John Powell defende que a arte não é o grande sustento da música, existem “regras de lógica, de engenharia e de físicas subjacentes a todo o lado criativo da música”. Assim, nesta obra a música surge decomposta até ao seu estado mais puro o que permite dar resposta às questões mais curiosas.

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TECNOHOSPITAL [49]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 49

Nesta edição é dada especial atenção às Engenharias e Tecnologias Aplicadas à Saúde. Ao todo na secção dossiê poderá ler cinco estudos relacionados com esta temática, coordenados pelo engenheiro Torres Farinha.
Num desses artigos Viriato M. Marques e Dulce Bento concluem que a Business Intelligence poderá ter inúmeras possibilidades de aplicação na gestão hospitalar e na saúde pública, saiba como e porquê.
Rúben Silva Oliveira e José Torres Farinha apresentam um estudo sobre a Realidade Aumentada onde explicam como esta pode potenciar um melhor desempenho nas intervenções de manutenção em equipamento hospitalar. De Luís Roseiro e Maria Augusto Neto pode ler-se um artigo com vista à otimização do procedimento num caso relativo a uma tíbia com uma fratura transversal.
Este dossiê fica completo com artigos relacionados com os Sensores Médicos  e os RobAid (robôs particularmente úteis em tarefas repetitivas e de elevado nível de precisão).
O entrevistado desta edição é José Santos Bacalhau que durante 46 anos se dedicou ao Serviço de Instalações do Centro Hospitalar de Coimbra. Conheça a sua história de vida ao serviço dos hospitais.
Já o artigo técnico é da responsabilidade de Vitorino de Matos Beleza, Rosária Santos e Marta Pinto e tem como título “Redução do consumo de água em circuitos abertos de água de arrefecimento”. Confira os dados recolhidos neste estudo.

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INFORMAÇÃO

Autor: JAMES GLEICK
Editora: TEMAS E DEBATES

James Gleick, um dos grandes nomes da divulgação científica e autor de bestsellers, apresenta-nos agora um livro já considerado a sua obra-prima, surpreendente e revolucionária, que nos mostra como a informação se tornou a qualidade que define a era moderna - o sangue, o combustível, o princípio vital do nosso mundo.
Desde a invenção de escritas e alfabetos até aos tambores falantes de África, incompreendidos durante tantos anos, Gleick conta-nos a história das tecnologias da informação que mudaram a própria natureza da consciência humana. Apresenta-nos as personalidades que contribuíram para o desenvolvimento da compreensão atual da informação: Charles Babbage, o inventor do primeiro grande computador mecânico; Ada Byron, a brilhante e condenada filha do poeta, que se tornou a primeira programadora verdadeira; figuras fundamentais como Samuel Morse e Alan Turing; e Claude Shannon, criador da teoria da informação.

Uma História – é assim que James Gleick nos seduz, conta-nos uma história – e neste livro ela é contada de uma forma apaixonante, pois não se trata apenas de nos contar o modo como a Informação foi evoluindo, o autor teve a capacidade de relacionar uma série de conceitos e acontecimentos que ajudaram a construir aquilo que se define como “Informação”.
Entre outras, nesta História fazemos uma viagem à África subsariana para perceber como os tambores eram usados para transmitir informação quando os Europeus ainda procuravam uma forma de comunicar à distância. Com um recuo de dois milénios podemos perceber, por exemplo, como se processava a informação numa época anterior à escrita.
E é já completamente imersos na leitura que vamos ficar a conhecer a Teoria –  neste ponto o autor não abusa do aprofundamento das noções de equação e fórmulas. Procura, sim, retratar a vida e o trabalho de muitas mentes que teorizaram a Informação. Como explicar a Informação não seria viável sem abordar o trabalho de Claude Shannon, somos guiados até aos laboratórios da Bell nos anos 40 em plena Segunda Guerra Mundial, onde este trabalhava num sistema para encriptar conversas. Mas isto é apenas uma pequena amostra do material de interesse que pode ser lido sobre a Teoria.
Por fim, ficamos submersos pelo Dilúvio – aqui debate-se uma das problemáticas relacionadas com a Informação, o seu excesso. O mote é dado através da conceptualização de uma Biblioteca Universal onde não existem limites, a informação nunca pode ser esquecida, provocando o caos.

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COMUNICAR 2.0

Autor: FILIPE CARRERA
Editora: SÍLABO

Sabia que a sua posição social e o seu rendimento anual dependem da sua capacidade de comunicar? Sabia que o maior terror de qualquer ser humano é falar em público?
Este livro dirige-se a todos os profissionais que querem melhorar as suas competências enquanto comunicadores, utilizando todos os meios à sua disposição na atualidade, superando barreiras culturais e programas mentais, alcançando os seus objetivos profissionais e pessoais num mundo globalizado.
Ao longo desta obra são apresentadas as mais avançadas técnicas de apresentação em sala e também utilizando tecnologias como: telemóvel, audioconferência, Skype, videoconferência, plataformas colaborativas, rádio, televisão, correio eletrónico, redes sociais, etc.
É dada particular atenção às ferramentas disponibilizadas pela Web 2.0; nesse âmbito poderá encontrar uma página no Facebook Comunicar 2.0, que funciona como um espaço de interatividade entre os leitores e o autor e de acesso a novos recursos em múltiplos formatos.

Seguindo o estilo das suas anteriores publicações, Filipe Carrera, que entre outras atividades tem feito um percurso de formador e orador a nível internacional, vem partilhar com o leitor a sua experiência como comunicador adquirida ao longo dos últimos 20 anos.
O autor, que admite ter sofrido de receio de comunicar em público durante a sua formação académica, defende que a qualidade de vida depende da forma como comunicamos e, desta forma, encontrou aqui a motivação para escrever este livro que transmite um conjunto de técnicas de aperfeiçoamento das competências de comunicação.
Desenvolvido para consulta e com uma estrutura bem delineada, este livro comtempla a grande variedade de formas de comunicar nos dias de hoje. Após uma introdução à essência da comunicação, somos conduzidos para uma detalhada exposição sobre a “Comunicação Presencial”, porque o modo como dizemos é mais determinante do que aquilo que é dito, onde o autor sugere as etapas de preparação da comunicação, os tipos de formato a explorar, a análise das audiências, entre outros.
Destaque ainda para o capítulo “Comunicação Multimédia”, onde são abordadas plataformas colaborativas determinantes na produtividade dos profissionais. A comunicação áudio e escrita são também tratadas com particularidade por Filipe Carrera. O conceito de feedback, por sua vez, surge como um conceito chave e transversal a toda a obra, sendo este uma das principais valias das quais um comunicador pode tirar partido dentro do contexto 2.0.

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REVISTA DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO DO ISSSP [1]

Nome: REVISTA DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO DO ISSSP
Editora: PAPIRO

O Instituto Superior de Serviço Social do Porto procurando, através da estrutura científica e pedagógica dos cursos que leciona e das ações de formação específicas que disponibiliza, uma formação multidisciplinar integrada, pretende contribuir para o desenvolvimento desta reflexão centrada nas especificidades, fragilidades e possibilidades das nossas condições de desenvolvimento editando, através do seu Centro de Investigação em Ciências do Serviço Social a Revista Investigação em Trabalho Social que, assumindo um caráter temático, abrirá o seu espaço editorial a debates sobre a contemporaneidade dos problemas sociais, nomeadamente, na sociedade portuguesa.

Na primeira edição desta revista podemos ler os artigos de Vincent de Gaulejac sobre “O trabalho social contra a exclusão” onde se desenvolve uma reflexão sobre a exclusão, a desinserção e o trabalho social; de Maria Cidália Queirós e Marielle Christine Gros a respeito do “Rendimento Social de Inserção num contexto económico que não cessa de produzir excedentários”, um trabalho pormenorizado e bastante elucidativo; de Stéphane Rullac, com o tema “Trabalho social, urgência social, os sem abrigo fixo: uma crítica ilustrada do conceito de exclusão social”, ilustrando a reflexão através de um par formando pelos SDF e o trabalho social. O último artigo é sobre as considerações éticas da exclusão social, cuja autora é Maria Manuela Carvalho.
Uma edição que se adivinha de sucesso numa área em que cada vez mais é premente “debater os problemas e dilemas das práticas de intervenção social”.

MARKETING INTERNO E COMUNICAÇÃO


Jorge Remondes:
Formador/Consultor Sénior.
Gestor em Grupos Económicos Nacionais e Multinacionais.
Doutoramento em Comunicação.
D.E.A. em Comunicação.
M.B.A. em Marketing.
Especializado em Gestão Comercial e Marketing.
Licenciatura em Relações Internacionais.


Jorge Remondes escreveu este livro como uma adaptação da sua tese de doutoramento, concluída em Fevereiro de 2010, na Faculdade de Ciências Sociais e da Comunicação, da Universidade de Vigo.
Nesta obra, é feita uma revisão da literatura nacional e internacional, divulgam-se os resultados de um estudo efetuado junto de 173 PME’s, analisa-se a dimensão dos recursos às novas tecnologias no marketing e comunicação interna das PME’s, identificando-se também as tendências para a comunicação interna destas empresas.
Tal como indica o autor “é decisivo que os recursos humanos não vejam nos processos, ferramentas e tecnologias, ameaças, mas sim, oportunidades”.
O livro aborda várias áreas de interesse como a comunicação, o marketing, os recursos humanos, as relações públicas, os sistemas de informação e as novas tecnologias, daí o elevado interesse que este livro deve suscitar nos gestores das PME’s. Além destes, será também relevante para os investigadores da área, na medida em que, esta obra surge como um passo para o arranque da produção científica deste domínio concreto, ainda pouco explorado em Portugal.

Pode seguir o blog do autor aqui!

IRMÃ

Autora: ROSAMUND LUPTON
Editora: CIVILIZAÇÃO

Quando Beatrice recebe um telefonema frenético a meio do almoço de domingo e lhe dizem que a sua irmã mais nova, Tess, desapareceu, apanha o primeiro avião de regresso a Londres. Mas quando conhece as circunstâncias que rodeiam o desaparecimento da irmã, apercebe-se, com surpresa, do pouco que sabe sobre a vida de Tess - e de que não está preparada para a terrível verdade que terá de enfrentar. A Polícia, o noivo de Beatrice e até a própria mãe aceitam ter perdido Tess, mas Beatrice recusa-se a desistir e embarca numa perigosa viagem para descobrir a verdade, a qualquer custo.

Apesar de experiente na escrita de guiões originais para televisão e cinema este é o primeiro romance de Rosamund Lupton, uma estreia sublime que faz antever uma carreira de sucesso.
Este «Irmã» vai além do típico thriller sobre de desaparecimento de uma pessoa, aqui somos confrontados com um tema controverso: a adulteração de um ensaio clínico.
Narrado pela personagem principal, este enredo nunca se torna monótono pois está preenchido com diálogos bem construídos.
Contrariando a previsibilidade, a autora consegue verdadeiramente surpreender com o desfecho deste «Irmã».
A título de curiosidade, no final do livro somos brindados com uma pequena entrevista à autora sobre o processo de criação da obra. (Gostamos desse pormenor).

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