INVEST [82]

Revista: INVEST
Número: 82

Tal como o título sugere, o foco desta edição da INVEST é o crowdfunding. Traduzido à letra significa financiamento pela multidão e, de facto, é disso que se trata, de um financiamento colectivo, ou seja, pequenos donativos (neste caso monetários) de dezenas, centenas ou milhares de pessoas para um projecto ou um empreendedor em que acreditam. Esta é, provavelmente, uma das melhores soluções para quem quer levar a cabo uma ideia mas não consegue financiamento nos meios tradicionais. Actualmente existem três plataformas online que promovem estes projectos: Rede Biz, PPL e Massivemov. Para saberem como se podem candidatar ao financiamento ou como financiar leiam as páginas 12 a 15 desta edição.
Outra ideia de negócio interessante é a casa 100 por cento portuguesa que pretende valorizar os produtos nacionais. Patrícia Valinho idealizou este projecto que tem a casa piloto a ser preparada em Ferraria de S.João (numa das Aldeias de Xisto do Centro do país), mas já há planos para espalhar a ideia por outros locais, adaptando sempre o projecto a cada região e à matéria-prima lá existente.
Saiba também um pouco mais sobre o negócio do mobiliário e da decoração de marca nacional, que se deparam, por exemplo, com o problema da cópia das ideias e artigos originais.
Outros temas de interesse:
- uma empresa portuguesa (a Visionware) que por um lado detecta falhas de segurança e potencial de risco dos clientes e/ou, por outro, investiga e resolve incidentes que podem ir de um simples roubo de identidade electrónica até uma grande fraude informática com impacto global; 
- o futuro centro Barra Talasso que irá usar água do mar (com as características da água da Nazaré) para fins terapêuticos, de bem-estar e combate ao stress;
- a análise de Francisco Banha sobre o empreendedorismo e o capital de risco.

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INVESTIGAÇÃO POR QUESTIONÁRIO


Autores: MANUELA MAGALHÃES HILL & ANDREW HILL
Editora: SÍLABO

Estruturado em quatro partes, faz a cobertura dos diferentes aspectos com que um investigador se confronta durante o processo da investigação — a construção das hipóteses, a construção do questionário, a análise dos dados e a elaboração do relatório — permitindo ao leitor escolher os assuntos que melhor se adaptem ao seu problema específico.
A abordagem dos temas é acompanhada por “Regras de Ouro” e/ou “Conselhos Práticos” para reforçar pontos importantes e guiar o leitor ao longo dos diferentes aspectos abordados.
A Parte 4 apresenta um pequeno case study construído para reforçar os tópicos abordados nos capítulos anteriores e incluir situações vividas na prática quando se desenvolve uma investigação por questionário.
O software informático SPSS é utilizado na exemplificação da criação do ficheiro de dados e da aplicação de técnicas estatísticas.

Precisam de fazer um questionário e não sabem como? Então, este é o livro que precisam de ter por perto.
O livro destina-se a alunos em ciências sociais e a profissionais com pouca experiência na área, uma vez que foi pensado para fornecer conselhos úteis que permitam que o leitor desenvolva adequadamente uma investigação feita por questionário.
Os autores não se cingem apenas à formulação do questionário, abordando o tema de uma forma mais abrangente e contextualizada. Na verdade, tudo está simplificado para ajudar o leitor.
De destacar que todo o livro é suportado pelos extensos conhecimentos científicos dos autores, tanto na área da matemática (métodos quantitativos) como da psicologia.

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ENSINA-ME MAIS!

Autores: DEREK FAGERSTROM, LAUREN SMITH & THE SHOW ME TEAM
Editora: ESTAMPA

«Este livro é uma mina de ouro. Está repleto de informações úteis. Agora já consigo montar um touro mecânico, fazer sexo num elevador com o meu namorado imaginário e construir uma pistola de tatuagem. Se tivesse de escolher apenas dois livros para levar para uma ilha deserta, este estaria no topo da lista.» Amy Sedaris

"Ensina-me Mais! Instruções para a Vida, do dia-a-dia ao Exótico" é um livro peculiar.
Com os conhecimentos adquiridos neste "ENSINA-ME MAIS!" será capaz de, por exemplo, sobreviver ao ataque de uma anaconda, armadilhar uma casa de banho, esconder-se numa mala de viagem, viciar dados, impressionar os seus amigos ao servir três bebidas de uma só vez e saber como procurar o amor no supermercado.
Ou seja, é um manual de sobrevivência às peripécias mais insólitas da vida, assim como, um guia prático do desenrascanço para as situações mais comuns do dia-a-dia.
É, sem dúvida, um livro divertido, acompanhado por ilustrações que demonstram passo a passo como realizar as mais diversas actividades.
"Acima de tudo, é nosso desejo que este livro o encoraje a continuar a explorar todas as coisas bizarras e maravilhosas que a vida tem para nos ensinar". Derek & Lauren

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RH MAGAZINE [76]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 76

A presente edição é maioritariamente dedicada ao uso das novas tecnologias na gestão de recursos humanos. Nesse contexto, João Silva Martins, director-geral da Randstad Technologies, fixou que é essencial que as organizações repensem a utilização das redes sociais. Já Rui Fiolhais, gestor do POPH (Programa Operacional Potencial Humano), reforçou o contributo do programa operacional para a melhoria da qualificação dos portugueses no que respeita às novas tecnologias. 
De destacar o artigo de José Bancaleiro, managing partner da Staton Chase Internacional, que explicou que daqui a alguns anos as metodologias usadas actualmente pelos gestores de recursos humanos estarão obsoletas e mostrou como já é possível descortinar as grandes linhas de tendência que orientarão a evolução da gestão de talentos. Assim, José Bancaleiro falou sobre o TRM (talent relationship management); o e-recruitment & social recruitment; a inventariação interna e segmentação de talentos e, também, sobre a retenção de talentos.
Ainda neste número, leia um artigo bastante esclarecedor, escrito por Rui Pedro Caramez e Ricardo Andorinho (consultores do Let'sTalkGroup), sobre o social media & e-recruitment.
Perceba, também, se o outsourcing é uma ameaça ou uma solução e conheça melhor a Oracle, através de Vítor Rodrigues (country manager da Oracle Portugal) e saiba, por exemplo, que tipo de pessoas é que esta empresa está a contratar.
Se está a considerar optar pelo teletrabalho leia o artigo de Manuel António Mendes, advogado, que esclarece pontos importantes a respeito do direito do trabalho nesta área.

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CLARABOIA

Autor: JOSÉ SARAMAGO
Editora: CAMINHO

«Claraboia é a história de um prédio com seis inquilinos sucessivamente envolvidos num enredo. Acho que o livro não está mal construído. Enfim, é um livro também ingénuo, mas que, tanto quanto me recordo, tem coisas que já têm que ver com o meu modo de ser.» José Saramago

Um romance de época que José Saramago acabou de escrever a 5 de Janeiro de 1953 e assinou com o pseudónimo «Honorato».
Com personagens muito caricatas, quase tão distantes como comuns, cujas vidas privadas se tornam públicas para todos os leitores de CLARABOIA. Capítulo a capítulo entramos em casa de cada um dos inquilinos. Entre eles destacam-se o senhor Silvestre (o sapateiro) e a mulher, dona Mariana, que vivem um casamento feliz;  Abel (o hóspede deste casal); a dona Cândida (mãe de Isaura, uma leitora voraz e de Adriana, que prefere escrever no seu diário) e a dona Amélia (irmã da dona Cândida, que é parca em palavras contudo muito perspicaz); a dona Justina, a doente casada com o boémio Caetano; a dona Rosália, que venera o marido, e o senhor Anselmo, que pensa que controla tudo (pais de Maria Cláudia, uma bela moça de 19 anos); a dona Carmen, mulher do pacato Emílio e mãe do Henriquinho, que se considera uma "disgraciada" e, ainda, a dona Lídia, mulher independente cuja vida causa alguma estranheza nos vizinhos. Seis apartamentos, seis estórias.
Um enredo simples, bem conduzido, que não sendo a melhor obra de Saramago merece todo o respeito.

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COMPREENDER A ARTE

Autora: DIANA NEWALL
Editora: ESTAMPA

Maravilhosas reproduções de cerca de duzentas obras-primas do clássico ao contemporâneo. Um texto acessível que o vai ajudar a apreciar, perceber e desfrutar a pintura. Quadros que auxiliam a interpretação dos tema-chave e dos assuntos. Grande variedade de referências cruzadas, para facilitar a navegação entre trabalhos, análogos ou contrastantes. Dividido por temas e estilos, e depois cronologicamente, por forma a acompanhar a evolução das ideias. Suficientemente vasto para consistir num curso completo de como compreender a arte, mas simultaneamente susceptível de ser consultado como um guia.

Apreciar a arte é algo intuitivo, cada um vê e interpreta à sua maneira. Contudo, há aspectos fundamentais que nos ajudam a reconhecer o estilo e/ou a técnica utilizada e, assim sendo, a abordar a pintura de uma nova perspectiva, muito mais completa.
"Este livro explora a arte do Renascimento a partir do séc.XV, mas cada capítulo faz também uma breve retrospectiva para esquematizar os precedentes e formas visuais anteriores influentes." Com efeito, entre os nove capítulos deste livro pode perceber como avaliar os seguintes temas e estilos: o nu, o retrato, a pintura religiosa, o mito e alegoria, os temas históricos, a natureza-morta, a paisagem, o género e a pintura desde 1900 até ao presente. Cada capítulo pode ser lido como um todo.
Por sua vez, caso prefira aceder à informação através dos artistas o livro também conta com o índice remissivo que o ajudará nessa matéria.
Se pretende olhar para a pintura de uma forma diferente e mais profunda tem aqui um óptimo auxiliar para esse efeito.

A ARTE DAS BASES DE DADOS

Autor: CARLOS PAMPULIM CALDEIRA
Editora: SÍLABO

O planeamento é a mãe de todo o sucesso.
Uma ideia tão simples que se expressa numa única linha, mas que no entanto não é habitualmente levada a sério.
Ao longo de cerca de um quarto de século dedicado ao ensino e investigação de matérias associadas com o mundo das bases de dados relacionais, tenho-me deparado com inúmeras situações em que a pressa e o desleixo na conceptualização destes sistemas têm conduzido a produtos imaturos, pouco rigorosos, e imediatamente desactualizados desde o seu primeiro dia de funcionamento.
Os resultados provocados nas organizações por esses maus produtos variam entre dois extremos: o completo desinteresse pelo conceito de «base de dados» até ao colapso organizativo e económico da entidade que encomendou uma base de dados e recebeu uma tulha de dados.
O «fazer» uma base de dados é mais do que construir meia dúzia de tabelas num modo ad hoc com a esperança de que a velocidade de desenvolvimento daí resultante consiga impressionar o utilizador final; a construção de uma base de dados é um processo sujeito a normas analíticas e técnicas precisas e bem conhecidas que devem ser seguidas em determinada ordem, desde a etapa de conceptualização até à fase de construção física da base de dados.
Assim como um cirurgião ortopedista segue um determinado procedimento para reparar uma fractura num osso, também o especialista em base de dados tem que obedecer a uma conduta tecnológica de modo a obter um produto final válido tecnicamente, e que devolva à organização um valor acrescentado.
O segredo no sucesso no desenvolvimento de Sistemas de Informação em geral e, em particular em Base de Dados Relacionais, é assim a organização.
O conteúdo deste livro destina-se a «meros mortais» como sejam, por exemplo, gestores ou investigadores e estudantes nas mais variadas áreas da ciência e tecnologia. Os temas são apresentados de uma forma simples, sem a complexidade desnecessária habitual em certos livros de informática, nem a superficialidade existente noutros.

Dificilmente encontramos livros tão oportunos e pertinentes como este trabalho de Carlos Pampulim Caldeira. Nomeadamente porque as bases de dados desempenham um papel fundamental no que hoje tantas vezes designamos por Sociedade da Informação
Em A ARTE DAS BASES DE DADOS o conhecimento é transmitido de forma sucinta mas totalmente eficaz.
Com este livro ficamos a conhecer o fundamental sobre Base de Dados, sendo que este faz uma abordagem ao: Desenho do Modelo de Dados; Desenvolvimento da Aplicação; Exploração da Informação; A Ecologia da Informação e, ainda, Administração da Base de Dados.
Note-se que apesar dos exemplos de aplicação sejam para Oracle e SQL Server as soluções apresentadas são válidas para qualquer sistema de base de gestão de base de dados, seja, comercial ou de livre acesso.
Para todos aqueles que considerem as bases de dados como um forte aliado na tomada de decisões estratégicas este livro é um “must have”.

Carlos Pampulim Caldeira é doutorado em Sistemas de Informação e é pioneiro na utilização de sistemas de bases de dados em Portugal.

INVEST [81]

Revista: INVEST
Número: 81

Sabia que uma empresa portuguesa criou um "Facebook dos negócios"? Trata-se da plataforma Vortal Next que foi criada de modo a favorecer a internacionalização das empresas, facilitando a interacção com mercados desconhecidos.
Além disso, nesta edição da INVEST, são apresentadas embalagens comestíveis, uma inovação mundial em questões de embalagens alimentares levada a cabo pela Universidade do Minho.
Fique ainda a par das vantagens e inconvenientes de diversos equipamentos e sistemas de climatização e descodifique qual a melhor opção para si.
O grande destaque deste número é, sem dúvida, o projecto Smart Rural: "Imagine chegar a casa após um árduo dia de trabalho. Em vez de se sentar no sofá a ver televisão, pega no portátil ou na consola do miúdo para observar, em directo, o curral onde, a essa hora, já estará recolhida a cabra que adquiriu lá na aldeia (...). Aproveita para reservar o alojamento rural preferido da sua família, para aproveitar o passeio de BTT que tem direito no próximo fim-de-semana, isto pela boa performance do caprino em que investiu (...)". Isto e muito mais está a ser planeado na região de Peneda onde, actualmente, se estão a desenvolver vários projectos num laboratório vivo.

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