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A CIDADE


Título: A Cidade
Texto: Inês Fonseca Santos
Ilustração: Beatriz Bagulho

Editora: INCM

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PORTUGAL E A PROTEÇÃO INTERNACIONAL DE DIREITOS HUMANOS


Título: Portugal e a Proteção Internacional de Direitos Humanos
Autora: Sofia Caseiro

Editora: INCM

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CITA MINI | O AMOR DAS COISAS BELAS


Título: O Amor das Coisas Belas (Ou pelo menos das que eu considero belas)
Texto: Jorge Reis-Sá 
Ilustração: Nicolau

Editora: INCM & PATO LÓGICO

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THOMAZ DE MELLO BREYNER, RELATOS DE UMA ÉPOCA

Título: THOMAZ DE MELLO BREYNER, RELATOS DE UMA ÉPOCA - DO FINAL DA MONARQUIA AO ESTADO NOVO
Autor: Margarida de Magalhães Ramalho

Editora: INCM

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PORTO - PATRIMÓNIO MUNDIAL - 20 ANOS, 20 IMAGENS


Editora: INCM

«A 5 de dezembro de 1996 na cidade de Mérida, no México, o Centro Histórico do Porto foi acrescentado à lista dos sítios classificados como Património Mundial pela UNESCO tendo por base o critério IV (cultural), considerando que este bem possui notável valor universal pelo seu tecido urbano e pelos seus inúmeros edifícios históricos que testemunham o desenvolvimento ao longo do último milénio de uma cidade europeia virada para o ocidente pelas suas ligações comerciais e culturais.»
Porto Património Mundial — 20 Anos/20 Imagens testemunha a metamorfose através das visões do geógrafo Álvaro Domingues, do historiador Gaspar Martins Pereira e do repórter Manuel Carvalho, associadas a vinte olhares fotográficos, «de um Porto presente, vivo, vibrante, repleto de gente, com histórias e relações a consolidar-se, na ponte entre ontem e amanhã.»

Coube ao atual presidente da Câmara Municipal do Porto a introdução desta bela obra. Neste âmbito, Rui Moreira refere que "são mil as maneiras de viver o Centro Histórico do Porto. Partindo do Morro da Sé - onde se situam as primeiras marcas populacionais - e experimentando a gastronomia e o vinho, abeirando-se do rio Douro e atravessando a icónica ponte, são muitos os pontos de interesse, exemplares de arquitetura, obras de arte pública, que desenham uma experiência de atravessamento da História.".
Álvaro Domingues, por sua vez, faz um breve resumo das centenas de anos de história da cidade do Porto, com grande destaque para o património e para a mobilidade, terminando a sua intervenção dizendo que "quando se fala da cidade, fala-se da diversidade, da relação, da cultura, dos valores civilizacionais positivos, das oportunidades, do ambiente de liberdade e tolerância".
Já Gaspar Martins Pereira centra o seu discurso nas mudanças que ocorreram nestes 20 anos, reforçando "os sinais de modernidade que se conjugam com novas dinâmicas culturais e económicas. Sobretudo nas ruas da baixa, uma babel de línguas e rostos veio reforçar a feição cosmopolita e de abertura ao mundo do Porto.".
Por fim, Manuel Carvalho recorda o grandioso dia de 5 de dezembro de 1996, quando nasceu o Porto Património Mundial. Até porque, acredita, "sem esse dia mágico de há 20 anos, sem o reconhecimento mundial de um património que conserva essas memórias e projeta essa identidade, seria sem dúvida muito mais difícil perceber o velho burgo, protegê-lo e amá-lo como merece.".

Este livro está escrito em português, inglês e francês.

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CONDOMÍNIO - DIREITOS E DEVERES

Editora: INCM

A maioria do tecido urbano vive em prédios em regime de propriedade horizontal, vendo-se obrigada a partilhar um mesmo espaço comum com outras pessoas.
Estabelecem-se entre si relações de vizinhança, tanto sociais como jurídicas, em que estão presentes vários agentes, entre eles, proprietários, condóminos e administradores de condomínio.
Para um melhor conhecimento dos direitos e deveres de cada um, surge a obra Condomínio: Direitos e Deveres, onde o leitor poderá encontrar toda a legislação referente à matéria.

Esta 2.ª edição, revista e atualizada, divide-se em quatro partes essenciais. A primeira parte, mais extensa, dedica-se à legislação dos condomínios, onde estão patentes o regime jurídico da segurança contra incêndios em edifícios; o regulamento geral do ruído; o modelo da ficha técnica da habitação; o regime de manutenção e inspeção de ascensores e outros meios de elevação; o regulamento dos requisitos acústicos dos edifícios; os julgados de paz (organização, competência e funcionamento); reajusta o programa de apoio financeiro criado pelo decreto-lei n.º7/99, de 8 de janeiro, designado SOLARH, "que tem por objeto a concessão de um apoio financeiro especial, sob a forma de empréstimo sem juros, a agregados familiares de fracos recursos económicos, de modo a permitir-lhes a realização de obras nas habitações de que são proprietários e que constituem a sua residência permanente"; o regime especial de comparticipação e financiamento na recuperação de prédios urbanos em regime de propriedade horizontal, abreviadamente designado por RECRIPH; o regime da conta poupança-condomínio; o regime jurídico da propriedade horizontal e, ainda, o regime de licenciamento de obras particulares. 
Já a segunda parte foca outros diplomas relevantes (artigos selecionados), no âmbito do código civil (título II do direito de propriedade) e do código de processo civil (título I da ação em geral). 
Na terceira parte deste livro poderá ler sobre algumas recentes referências à jurisprudência nesta matéria.
Por último, na quarta parte do livro encontrarão uma minuta de regulamento de condomínio, uma vez que, "em todos os prédios com mais de quatro condóminos é obrigatória a existência de um regulamento que esclareça as normas de utilização do prédio e o relacionamento dos condóminos entre si e com a administração".
Por tudo isto, consideramos que este livro é muito útil para todos aqueles que vivem em prédios em regime de propriedade horizontal.

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POR TRÁS DA GRADE - POESIA CONVENTUAL FEMININA EM PORTUGAL (SÉCULOS XVI-XVIII)

Autora: ISABEL MORUJÃO
Editora: INCM

Os primeiros sinais de visibilidade editorial do rosto feminino da escrita portuguesa foram dados pela produção literária originada nos mosteiros.
A explicação para este facto — ainda pouco consciencializado pela história da literatura e da cultura portuguesas — constituiu a motivação e a preocupação deste livro, que percorre tem e formas dominantes da poesia produzida nos mosteiros femininos, focalizando-se em oito das escritoras mais representativas dos séculos XVI a XVIII e da diversidade de ordens religiosas da época: carmelitas, clarissas, cistercienses, dominicanos, agostinhas... A articulação dos textos produzidos com os ambientes em que circularam (entre a comunidade conventual e a sociedade de corte) permitiu suspeitar redes, perceber funcionalidades e ponderar diálogos textuais, que fazem das composições femininos campos férteis de intertextualidades várias.
Em suma, procurou-se entender o impulso destas mulheres para a escrita, no quadro de uma sociedade e de uma organização de vida religiosa que, paradoxalmente, as vocacionava para o silêncio e para o recolhimento.

Neste estudo, "os textos impressos constituíram a fonte documental que mais escorou esta investigação, não só por serem aqueles que, através da dignidade da imprensa, a sua época caucionou como mais relevantes, como pelo facto de representarem a parte mais substancial do material recolhido, A partir deles, delimitou-se um conjunto de oito poetisas, que consideramos representativas desta poesia conventual, não só por serem as mais editadas, como poer permitirem uma compreensão desta literatura através de ordens religiosas diversas".
Com efeito, este estudo divide-se em três partes distintas. "Na primeira parte, reflecte-se sobre as condições de emergência desta poesia feminina conventual, precisando-lhes razões, contextos e funções. Na segunda parte, descrevem-se as formas poético-literárias dominantes, procurando determinar-lhes a origem e a consistência e avaliar os efeitos decorrentes da sua translação para o contexto monástico. Finalmente, a terceira parte procura articular as formas e os temas preferenciais desta poesia com o tempo e os ritmos de vida claustral, tentando reconstruir funções, circunstâncias, experiências e finalidades que lhe estiveram associadas".
Assim, estamos perante uma obra bastante relevante para todos os interessados na poesia no feminino em Portugal, particularmente no contexto religioso.

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TUDO SE TREINA

Autor: JORGE ARAÚJO
Editora: INCM

O ser humano precisa de estar em constante relação com os outros, e integrado em coletivos ou comunidades. Mas também apresenta necessidades prementes de afirmação individual, reconhecimento e distinção. Gosta de cooperar, mas igualmente de competir. Compara-se com aqueles que o rodeiam, e interpreta as suas atitudes e comportamentos com base nas crenças e valores adquiridos. Está em permanente comunicação, consoante o treino e a educação recebidos e, integrado numa realidade social complexa e imprevisível, confronta-se com uma constante necessidade de adaptação.
Todos nós adquirimos hábitos comportamentais através da educação e do treino a que somos sujeitos. É um processo naturalmente condicionado pelo ambiente social em que nos integramos, pelas oportunidades e experiências vividas, pela paixão com que nos entregamos à busca da melhoria pretendida e, principalmente, pela presença e pela qualidade do apoio de quem nos mobiliza no sentido de adquirir a empatia e a resiliência necessárias para atingirmos determinados objetivos.

Jorge Araújo foi treinador profissional de basquetebol durante 38 anos. Atualmente é uma referência no que respeita ao coaching individual e de equipas em contexto empresarial.
O livro conta com dois prefácios, um de José Constantino, presidente do Comité Olímpico de Portugal e outro de Paulo Almeida, chefe de gabinete do presidente do Comité Olímpico de Portugal. Posto isto, o autor inicia a obra recordando a história da 'bola no nariz', também referida ao longo do livro, onde, resumidamente, ficamos a saber que por um jogador ter colocado a mão no nariz após lhe terem atirado com uma bola, perdeu a bola que tinha na mão, dando a possibilidade ao adversário de recuperar a mesma e marcar cesto. A equipa perdeu o campeonato devido a esse "deslize". O que aconteceu depois deixamos para lerem no livro.
Mas afinal, o que é que podemos aprender com este livro? O autor aborda vários pontos, tais como: adquirir hábitos comportamentais; ser excelente; a importância das neurociências; as energias e as emoções; o interruptor do sucesso; em equipa que ganha também se mexe; treino na área comportamental; bem-estar físico, mental, emocional e espiritual; entre outros.
Este livro conta ainda com oito notas finais, onde Jorge Araújo afirma que "uma intervenção de coaching pressupõe envolver, ajudar a refletir, criar opções e aprender com os erros, concentrando-se o treinando em soluções imediatas, possíveis de alcançar, e não só nas de longo prazo, e, obviamente, mais ambiciosas (e difíceis de concretizar)".

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JAMOR - O PALCO MAIOR DO DESPORTO NACIONAL

Editora: INCM

O Estádio Nacional, que «ostenta atualmente a designação de Centro Desportivo do Jamor», é considerado um património público com grande peso simbólico e distinto valor social, desportivo, ambiental e cultural, celebrou o septuagésimo aniversário da sua existência no passado dia 10 de junho. Visto como sendo um centro de excelência aberto a todos os apaixonados pelo desporto, ou seja, a todos os que gostam da expressão latina mens sana in corpore sano, é um estádio marcado por grandes acontecimentos desportivos nacionais, tendo passado pelos seus campos glórias de diferentes modalidades – futebol, atletismo, ténis, natação, merecendo particular evidência o futebol por ser, por exemplo, o palco habitual da final da Taça de Portugal e o estádio oficial «de todos nós», a seleção de Portugal. Neste sentido, esta obra representa um grande tributo à memória desportiva nacional. Trata-se de uma coedição entre a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, o Instituto Português do Desporto e Juventude, e o Museu Nacional do Desporto.

Este livro é tão grandioso na forma como no conteúdo. É uma verdadeira homenagem ao desporto nacional.
"Esta monografia procura desvendar a identidade de um símbolo arquitetónico, que entrou no imaginário coletivo como o Jamor, e as diferentes identidades que o Jamor foi adquirindo, desde o Estado Novo até ao presente". Com efeito, o livro parte do contexto político e depois explora o objeto - o estádio em si - através de diferentes abordagens em torno do mesmo. Evidentemente, também se foca na arquitetura do estádio e nas influências internacionais. Na verdade "em relação a muito outros países da Europa e do mundo, Portugal estava atrasado no que dizia respeito a instalações para a prática e o espetáculo desportivos" e portanto foi importante observar e estudar o que se fazia nessa época a nível internacional.
Depois de ficarmos a conhecer todo o processo pelo qual passou a construção deste estádio, é-nos dada a conhecer em detalhe a inauguração do mesmo: a 10 de junho de 1944 inaugurou-se, no vale do Jamor, o Estádio Nacional, com a presença de mais de 60 mil espectadores. "O equipamento principal colocava no centro o desporto rei - o futebol - mas também o atletismo com a pista de cinza negra que circundava o «campo de relva verde». O equipamento contemplava ainda instalações para ténis, campos de treino e um futuro hipódromo. A piscina surgiria mais tarde".
O livro continua afirmando o Jamor como 'o palco das festas nacionais de desporto'.
Esta obra, que relata os 70 anos do Jamor, termina reforçando o seu contributo para "projetar as necessidades futuras e preservar a sua essência e o seu valor, quer na dimensão desportiva, quer simbólica" deste grande palco desportivo nacional.

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