Mostrando postagens com marcador Esfera do Caos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Esfera do Caos. Mostrar todas as postagens

DESASSOSSEGO DE ENSINAR

Autor: DANIEL JOANA
Editora: ESFERA DO CAOS

Desassossego de Ensinar é uma obra que retrata os desafios da Escola portuguesa dos nossos dias, segundo uma perspetiva dinâmica, mul­tímoda e muito pessoal. Como ensinam os professores? O que pensam os pais? Como aprendem os alunos? Por que razão se abor­recem? O que lhes atiça a curiosidade? De onde vem a indisciplina? Que geração vem aí?

Contrariamente ao que se possa esperar ao ler o título desta obra, Daniel Joana considera que este livro não é para professores, nem para alunos, pois nele não encontrarão "nada de novo", já que "nestas páginas não está mais do que uma pequena parcela do que se passou e passa todos os dias dentro de uma sala de aula e da alma de quem a vive". Assim sendo, este livro destina-se "a alguém que apenas vê a escola por fora" e que desta forma "talvez possa entender melhor esta geração de gente que aprende e que tenta ensinar.".
Daniel Joana define este livro como "uma coletânea de crónicas, de artigos críticos, de contos (...) um diário, uma autobiografia profissional".
Neste livro estão retratadas experiências desde 2008 até 2015 e que passam por escolas em Coimbra, Quiaios, Figueira da Foz, Sátão e Guarda, num tom descontraído e envolvente, que nos aproxima da realidade que se vive nas escolas portuguesas.

Podem comprar este livro aqui!

OS FILHOS DE MAOMÉ - A oposição entre sunitas e xiitas no Médio Oriente

Autor: FRANCISCO SOROMENHO-MARQUES
Editora: ESFERA DO CAOS

Em Os Filhos de Maomé Francisco Soromenho-Marques propõe ao leitor uma viagem pela História do Islão e pela geografia política e religiosa do Médio Oriente. Desde a longínqua e turbulenta alvorada da religião fundada por Maomé à sangrenta e híbrida afirmação do Daesh como grupo terrorista global e proto-Estado, o autor convida-nos a olhar para uma das regiões mais instáveis do mundo, não pelas lentes do Ocidente, mas pelo esforço de compreender a secular dilaceração religiosa e identitária dos seus habitantes.

Nas 100 páginas deste livro, Francisco Soromenho-Marques inicia com "as origens do Islão e a posterior divisão entre sunitas e xiitas, após a morte de Maomé". Depois "incide na longa rivalidade que opõe no Iraque a maioria xiita à minoria sunita" já que "o intensificar deste conflito representa um importante foco no terrorismo islâmico, contribuindo para a instabilidade regional". Segue-se uma análise à Guerra Civil Libanesa "enquanto fenómeno gerador de violência entre sunitas e xiitas com consequências contemporâneas". Posto isto, o autor explora a Revolução Islâmica no Irão, "acontecimento que despertou a consciência xiita, criando uma nova militância que em muito afetou os conservadores sistemas políticos sunitas".
Francisco Soromenho-Marques também expõe as "complexas relações entre a Arábia Saudita e o Irão, que ambicionaram, respetivamente, a liderança sunita e xiita no mundo muçulmano". Por fim, o autor aborda o Daesh, apresentando "este fenómeno contemporâneo como uma violenta reação do fundamentalismo sunita a alterações geopolíticas no Médio Oriente".
Com estes argumentos, esperamos conseguir despertar o vosso interesse por esta obra.

Mais detalhes sobre este livro aqui.

BARRAGENS, SOCIEDADE E AMBIENTE

Autor: ANTÓNIO GONÇALVES HENRIQUES
Editora: ESFERA DO CAOS

Ao longo do século XX as barragens foram marcantes para o desenvolvimento económico e assumiram-se como elementos simbólicos de identidade das populações.
A emergência das preocupações ambientais, nas décadas de 1970 e 1980, obrigaria contudo a repensar os projectos de construção destas importantes infraestruturas. Com efeito, os rios constituem ecossistemas complexos, muito ricos e diversificados, que proporcionam serviços ecológicos indispensáveis para a própria sobrevivência da espécie humana. Mais de 60% dos rios, a nível mundial, foram fortemente modificados pela construção de barragens, que afectaram os ecossistemas fluviais.
Entretanto, o crescimento populacional e os desafios ao desenvolvimento que se acentuaram no início do século XXI, bem como a tomada de consciência acerca da necessidade imperiosa de controlar as emissões dos gases com efeito de estufa para prevenir as alterações climáticas, recolocariam de novo pressão sobre a premência de se construírem novas barragens, não só para a produção de energia, mas também para possibilitar a expansão da agricul­tura e o abastecimento de água em condições seguras.

Ao lermos este livro percebemos que os aproveitamentos hidráulicos "têm múltiplas configurações, em função dos usos da água que visam satisfazer, das condições naturais de ocorrências da água e dos locais onde são implementados", sendo as barragens um dos elementos principais destes aproveitamentos. As barragens, por sua vez, "introduzem sempre alterações nos cursos de água, modificando os regimes de escoamento e de transporte de sedimentos, e constituem barreiras para as espécies aquáticas migradoras, causando o fraccionamento dos habitats e dos ecossistemas aquáticos". Além disso, às barragens estão associadas obras anexas, que geram "impactes ambientais cumulativos com os impactes da barragem e da albufeira". 
Nesta obra, conseguimos entender quais são os impactes mais característicos sobre os diferentes fatores ambientais e de que forma estes se podem minimizar.
António Gonçalves Henriques explica que "sendo as barragens infraestruturas em que a avaliação de impacte ambiental é particularmente complexa, procurou-se, neste livro, explorar as vertentes da avaliação de impacte ambiental, explorando vários exemplos elucidativos e referindo as técnicas de análise que podem ser adoptadas" e, desta forma, "contribuir para uma melhor avaliação do impacte ambiental não só pelos promotores e pelas autoridades da Administração Pública, mas também pelo público interessado que é chamado a participar activamente.".

Mais informações sobre esta obra aqui!

UM GRÃO DE AREIA EM 40 ANOS DE CIDADANIA E AMBIENTES

Autor: ANTÓNIO ELOY
Editora: ESFERA DO CAOS

A estória do passado deve apoiar-se no presente.
Sem presente não há passado para contar e gente para o discutir. Marc Bloch diz-nos isso num dos seus textos sobre a falsificação da História.
Neste Grão de Areia as falsificações também são abordadas, desde o mitológico Viriato às estórias, muitas estórias das lutas ecológicas portuguesas… mal contadas, deturpadas, omitidas, ou ditas por gente que ouviu dizer.
Com as suas vitórias e fracassos, esta é uma estória contada por um protagonista desta História, que por ela foi semeando grãos...
É uma das versões do Ambiente em Portugal em 40 anos de democracia.
Um livro que conta segredos e aventuras, e que reflecte um profundo envolvimento com a polis.

Este livro divide-se em duas temáticas principais, por um lado as liberdades individuais e, por outro lado, a ecologia política.
Tal como nos elucida Paulo Trigo Pereira, no prefácio deste livro, existem duas gerações de leitores deste livro. "Os que já eram, ou se sentiam, suficientemente maduros em Abril de 1974 e que viveram a revolução e o que se lhe seguiu, e os que ainda não eram nascidos nessa data, ou eram muito novos...", por isso, para os primeiros, este livro, "ajuda a avivar memórias; para os segundos é um poderoso testemunho do exercício de cidadania numa sociedade civil". Acima de tudo, "em qualquer caso é um livro inspirador".
Quem comprar este livro está a contribuir para a Secção Portuguesa da Amnistia Internacional, da qual o autor é membro.

Mais informações sobre este livro aqui!

LITERATURA & JOGO

Organizadores: ISABEL LIMA PATIM; DANIEL SEABRA; RUI ESTRADA; FERNANDO HILÁRIO
Editora: ESFERA DO CAOS

Perspetivada, não apenas como um objeto de estudo próprio nos domínios das línguas e culturas ou em estudos de área, mas também como uma ferramenta de análise crítica noutras disciplinas, como as ciências naturais, da saúde, sociais e humanas, ou políticas, a Literatura tem sido equacionada para além das fronteiras académicas e disciplinares, con­vocando múltiplas áreas do conhecimento e modos de questionar, a partir de diferen­tes abordagens. Neste volume, a Literatura também se enquadra na sua relação com a sociedade, promovendo-se aqui o enquadramento de áreas disciplinares diver­sificadas — Linguística, Publicidade, Antropologia, Sociologia, Desporto, Medicina, Psicologia, História, Direito, Política e Relações Internacionais, entre outras —, na sua relação com o Jogo e com as especificidades da produção de narra­tivas, discur­sos, representações e mitos que daí decorrem.

Aqui há jogo, e como diz Rui Estrada na introdução do livro "aqui ganha-se sempre".
Esta obra aborda o jogo de uma forma não convencional. Para começar, na secção literatura são apresentados vários tópicos como o jogo da linguagem poética, a presença e a relevância de diversos jogos na literatura, o jogo humano, o jogo dos quartos de hotel, o jogo e o delito na literatura inglesa, entre outros. Já no que respeita à saúde "temos o jogo patológico e a doença de Parkinson, o jogo do corpo na adolescência, a importância do sono e da alimentação no desporto, o jogo e lesões e jogo e doping". Com efeito, este livro torna-se bastante interessante por todas estas abordagens. E não se ficam por aqui. O jogo e a publicidade, o caso da Coca-Cola com os advergames, o jogo discursivo no anúncio publicitário e o jogo do bigposter são também objeto de análise neste livro. Para terminar, "há ainda jogo e simbologia, jogo e pedagogia, jogo e museologia".
Assim, há jogos para todos os gostos e para várias áreas do conhecimento.
Desafiamo-lo a ler.

Mais informações sobre o livro aqui!

A NEUTRALIDADE PORTUGUESA NO TEMPO DE D. PEDRO II

Autor: ANA LEAL DE FARIA
Editora: ESFERA DO CAOS


As circunstâncias históricas que estruturaram a diplomacia moderna em Portugal proporcionam a análise de um modelo de «diplomacia de guerra», logo abandonado com a assinatura da paz cuja manutenção está subjacente a uma política de neutralidade, que exige habilidade negocial e prestígio. A assinatura da paz luso-castelhana, em 1668, marcou a transição para um período de neutralidade e distanciamento relativamente às questões europeias apenas interrompido, já no final do reinado de D. Pedro II, com a intervenção na Guerra de Sucessão de Espanha. A adesão de Portugal à Grande Aliança de Haia, a 16 de Maio de 1703, assinalou uma inversão da política externa portuguesa, num tempo em que o problema económico pesava cada vez mais na balança das decisões. O Tratado de Methuen, assinado no final desse ano, culminaria três décadas de pressão britânica e abriria uma nova etapa nas relações entre Portugal e Inglaterra.

Desenvolvido no contexto do programa do seminário Guerra e Diplomacia, do Mestrado em História Moderna (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), este livro tem como pano de fundo o estudo da dimensão externa do Estado, durante um época de aceleramento das relações internacionais. Sendo uma obra pautada por uma exposição objetiva do tema, suportada por uma investigação rigorosa. 
Ana Leal de Faria enquadra bem a baliza temporal sobre a qual este estudo recai - entre o pleno reconhecimento internacional da casa de Bragança, como legítima herdeira do trono de Portugal e o envolvimento de D. Pedro II, como parte interessa na Guerra de Sucessão de Espanha. Por outro lado a autora especifica bem o que entende por neutralidade -  sendo este o conceito chave do trabalho - o conceito de neutralidade com que a autora trabalha significa não tomar partido por nenhuma das partes que se envolvem em discussão, sendo um termo que evoluiu no movimento civilizacional europeu. A neutralidade resulta da soberania para a tomada de decisão, podendo ser gerida conforme as circunstâncias - negociação dos beligerantes com terceiros e destes com cada uma das partes envolvidas em conflito.
São vários os tópicos analisados pela autora - os princípios básicos das relações internacionais nos seculos XVII e XVIII, com destaque para os direitos dinásticos, balança comercial e equilíbrio de poderes. Segue-se a discussão da politica externa de D. Pedro, num período marcado pela generalização da guerra, onde a autora aborda os obstáculos a uma neutralidade ativa, para terminar com o distanciamento de Portugal na fase de paz na Europa. Para além disso, é tratada a politica de casamento da corte portuguesa. O capítulo final do livro evidencia o papel de Portugal durante  a Guerra de Sucessão de Espanha.
Ana Leal de Faria tem estudado as áreas da História Diplomática e Diplomacia, particularmente entre os séculos XVII e inícios do século XIX. Atualmente é Professora na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo já recebido o Prémio Aristides Sousa Mendes e o prémio Gulbenkian de História Moderna e Contemporânea de Portugal, como reconhecimento do trabalho de investigação que tem vindo a realizar.

Saiba mais sobre o livro aqui!

MEDICINA PALIATIVA

Autor: ALEXANDRE COTOVIO MARTINS
Editora: ESFERA DO CAOS

Partindo de uma perspectiva sociológica de análise, esta obra aborda a problemática da medicina paliativa em internamentos hospitalares.
Envolvendo trabalho empírico aprofundado e centrado no juízo dos médicos e na sua acção, introduzem-se, numa abordagem específica às temáticas da saúde, questões inovadoras, procurando compreender a uma nova luz o trabalho médico em cuidados paliativos.
Fundamental para todos os que se dedicam ao trabalho sociológico, no plano académico ou profissional, mas também para os profissionais de saúde empenhados em descortinar alguns elementos axiais das transições entre paradigmas de cuidados que entretecem os actuais quotidianos profissionais no domínio da saúde e no nosso país.

Um livro dedicado a uma área relativamente recente em Portugal que, numa primeira fase, aborda teoricamente os grandes temas e questões orientadores que organizam a análise realizada neste âmbito; dedica-se à elucidação dos problemas metodológicos e à explicitação dos elementos práticos de pesquisa; foca-se na restituição e interpretação das condições pragmáticas da ação nos cuidados paliativos e ao julgamento e ação médicas nos cuidados paliativos. Numa segunda fase, o livro explora a medicina paliativa numa perspetiva compreensiva. "Com efeito, o trabalho paliativo decorre, muitas vezes, em hospitais. Tratando-se de hospitais 'clássicos', estes são dispositivos altamente complexos de saúde, organizados no seio de um mundo cívico-industrial que os vocaciona, as mais das vezes, para a luta contra a doença. Assim, segundo os médicos dos cuidados paliativos, não estão orientandos, do ponto de vista construtivo como do ponto de vista da regulamentação e funcionamento internos, para o trabalho de cuidado a doentes terminais.". Neste sentido, lê-se também neste livro a 'crítica' feita pelos médicos dos cuidados paliativos à medicina em condições 'normais' de modernidade, principalmente quando orientada para a cura ou prevenção da doença.
O livro termina com a análise do inquérito por questionário que teve como objetivo "procurar, de modo exploratório, sondar o sentido moral dos respondentes em ordem a perceber se, face a situações caratecterísticas da acção e julgamento dos médicos nos cuidados paliativos, as suas opções morais eram congruentes com as destes profissionais.".
Uma leitura que certamente será uma ferramenta importante para todos os profissionais da saúde e estudantes que estão ligados à área dos cuidados paliativos.

Pode comprar o livro aqui!

DA ORIGEM POPULAR DO PODER AO DIREITO DA RESISTÊNCIA: Doutrinas políticas no século XVII em Portugal

Autor: PEDRO CALAFATE
Editora: ESFERA DO CAOS

Dedicada às doutrinas políticas portuguesas do século XVII, esta obra confronta o leitor actual com teses muitas vezes surpreendentes e inusitadas sobre a origem democrática ou popular do poder político, a fundamentação ética da política, o direito de resistência activa contra a tirania e a injustiça, e as relações entre a Igreja e o Estado. Os autores analisados são de Seiscentos, mas as suas ideias revelam, por vezes, uma espantosa actualidade neste início do século XXI e muito em particular neste momento de gigantescos desafios que agora vivemos — talvez porque os pensadores que este livro convoca escreveram numa época também ela marcada por enormes desafios: a edificação e conservação do império e a restauração da independência nacional, perdida em 1580.

Esta obra, materializada em livro, corresponde a parte do conteúdo da cadeira de Filosofia em Portugal, do curso de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, lecionada pelo professor catedrático e autor deste livro, Pedro Calafate. Autor que, entre outros, é responsável pela publicação da História do Pensamento Filosófico Português (5 volumes; 7 tomos) e de Portugal como problema - Séculos XV-XX.
Ao longo dos diversos capítulos que compõem este trabalho podemos ler sobre o pensamento político em relação à origem do poder, nomeadamente na transmissão do poder divino para o plano temporal (político); sobre a natureza e finalidade do poder político, realçando que este assenta na justiça e na paz que esta promove, enquadrando esta perspectiva num ambiente de crescente laicização e debate em torno da felicidade natural.
Aborda ainda a questão da resistência ativa, com origem no poder popular. Fala-nos sobre o império e a monarquia universal, para culminar com o aprofundamento da ideia de império universal como profecia. Destaque, ainda, para o capítulo dedicado à sempre complicada questão da relação igreja-estado.
Todos estes capítulos são introduzidos por uma contextualização, à qual se segue uma contemplação ao pensamento dos principais autores neste contexto durante a Restauração. Sendo que neste particular o autor destaca a obra de Francisco Suárez, que tal como nos explica "foi um monumento insuperável da filosofia peninsular, seja no domínio jurídico-político seja no da metafísica moderna".

GESTÃO DA ÁGUA: INCERTEZAS E RISCOS

Autor: ANTÓNIO BETÂMIO DE ALMEIDA

Na sociedade contemporânea, as incertezas e os riscos são preocupações dominantes no contexto empresarial, assim como na gestão de bens públicos.
Este livro, que beneficia da vasta experiência do autor, apresenta-nos o conceito multidisciplinar do risco e uma organização operacional para a respetiva gestão e análise quantitativa.
A temática principal e os exemplos apresentados estão orientados para problemas associados à água, mas os tópicos abordados podem ser, afinal, aplicados a domínios de natureza diferente.
Harmonizando um quadro integrado de conhecimentos com uma criteriosa reflexão crítica, esta obra assume-se como o primeiro texto de referência publicado em Portugal na área da problemática do risco associado à água e aos seus usos. há de interessar, seguramente, a estudantes universitários de engenharia, tal como a projetistas e consultores, e a técnicos e gestores de municípios, empresas e institutos que tenham de lidar com o recurso «água».

Esta obra surge de uma iniciativa da Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos, que ao longo dos anos tem dinamizado a difusão de conhecimento técnico e científico sobre temas relacionados com a água. Consequentemente esta associação pretendeu lançar um canal editorial sendo esta publicação a sua primeira materialização.
O autor, António Betâmio de Almeida, personalidade envolvida nas mais diversas áreas da engenharia, expõe com este seu estudo as implicações do risco e da ambiguidade numa era de crise ambiental. Este é um livro com “um propósito didático” que associa “de uma forma muito rara e singular, um profundo conhecimento teórico, e uma rica experiência que só o teste do saber aplicado ao real permite adquirir”.
A informação contida neste livro está dividida em cinco capítulos. Na sua introdução é feita uma contextualização dos conteúdos e pode-se ler sobre “O Risco na Sociedade Contemporânea”, a “ Gestão da Água” com enfoque nos riscos e ainda “Acidentes e Desastres Associados à Água”. Já no segundo capítulo é descrito com exaustividade o conceito de Risco. Em seguida é apresentada uma estrutura operacional que dá suporte à análise do risco e são definidas estratégias que garantam resultados adequados. Os dois últimos capítulos são dedicados à análise crítica e reflexões finais, em que o autor, para além da sugestão de metodologias alternativas explora desafios, dificuldades e vantagens (4º capítulo), e a exemplificação com recurso a estudos de caso que atribuem a este trabalho uma maior dimensão prática (5º capítulo).

Saiba como adquirir este livro aqui!