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INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO


Título: Investigação em Ciência da Informação
Autor: Carlos Guardado da Silva


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CASAS [PÓS] RURAIS - ENTRE 1900 E 2015

Autora: ANA SARAIVA

Num relato que se estende por um século (1900-2015), são descritos três tipos habitacionais da arquitetura popular em Portugal: a “casa do trabalhador rural” (1900-1960), ligada à agropecuária; a “casa do emigrante” (1970-2015), ligada à emigração e a mudanças profundas nos campos; e a “casa emblematizada” (1990-2015), ligada à reificação da tradição. 
A obra apresenta uma teia de temas que se intersetam constantemente e que refletem a relação com as casas em aspetos como os materiais e técnicas de construção, o espaço construído, a genealogia familiar, a vizinhança, a economia, a política, a hibridização o consumo, a identidade e o património. 

Com base nas "práticas e discursos relativos a expressões da arquitetura doméstica em espaço (pós-)rural" dos últimos cento e quinze anos, em Portugal, esta obra "incide em casas de habitação e edifícios de apoio em espaço de aldeia, erguidos e ocupados num passado associado à produção agrícola dos campos e num presente mais próximo das realidade urbanas".
O concelho é Ourém é um terreno privilegiado neste estudo, onde primeiramente se faz uma abordagem à diminuição de moradias nas aldeias, nos anos mais recentes. Isto, "reforça a necessidade do estudo do passado para interpelar posicionamentos contemporâneos de indivíduos e de grupos sociais e políticos em relação à construção e (re)apropriação de moradias em contexto de pós-modernidade e pós-ruralidade".
Na prática, o livro divide-se em cinco capítulos. No primeiro, faz-se uma síntese do panorama socioeconómico do início do século XX até à atualidade. O segundo capítulo reflete sobre as casas rurais de Ourém construídas entre 1900 e 1960. Já o terceiro capítulo trata as práticas e discursos associados às casas de portugueses emigrantes em França, que foram erguidas em Ourém e noutros territórios portugueses entre 1960 e 1990. O quarto capítulo avança no estudo das casas de emigrantes erguidas entre 2000 e 2015 - em Ourém e na periferia de Paris - e retoma antigas casas rurais de Ourém que foram sujeitas a processos de emblematização nos últimos 15 anos.
Feita toda esta análise, "sobressaem mudanças profundas na relação dos cidadãos com os campos e na produção das aldeias como arenas culturais interativas e complexas. Conclui-se que a mobilidade virtual não substitui a mobilidade física e que a globalização conduz à cidadania multicultural, mas não impede o despovoamento dos territórios".

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A ORGANIZAÇÃO ARQUIVÍSTICA - O fundo Administração do Concelho de Torres Vedras


Autora: SUZETE LEMOS MARQUES

Este é um trabalho de natureza historicista e tecnicista, enquadrável no paradigma custodial, tão necessário e pertinente para a promoção do acesso à informação acumulada nos arquivos municipais e, neste caso particular, do Arquivo Municipal de Torres Vedras. Pois não chega afirmarmos o princípio do livre acesso à informação se, no momento seguinte, anularmos esse acesso pela não organização da informação aí acumulada e, consequentemente, a sua não comunicação. Aqui reside uma das maiores contradições dos arquivos, de que a porta aberta não é condição suficiente para garantia do acesso à informação.

Suzete Marques inicia este trabalho com uma "reflexão teórica sobre a função arquivística mais complexa: a organização arquivística". De facto, a organização é uma das palavras-chave neste contexto, uma vez que "não se pode comunicar um fundo sem que este esteja organizado, da mesma forma que não existe preservação e conservação sem antes se organizarem os documentos.". Assim a autora introduz a organização arquivística e, depois, aborda a normalização, aclarando as diferentes normas existentes e fazendo uma análise crítica às normas internacionais. Uma vez que para aceder à informação "é necessário desenvolver instrumentos que sejam capazes de permitir a sua localização e recuperação", Suzete Marques apresenta detalhadamente os instrumentos de descrição documental.
No segundo capítulo desde livro é apresentado o fundo Administração do Concelho de Torres Vedras, "desde a sua caraterização à metodologia usada na sua organização".
Já na terceira parte desta obra faz-se uma abordagem à profissão de arquivista, suportada pela "experiência e aprendizagem" da autora.
Este é o primeiro livro da coleção Ciência da Informação (CI) – uma parceria das Edições Colibri com a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Esta coleção "pretende ser a montra de muitos trabalhos finais de mestrado e doutoramento em Ciência da Informação, assim como de reunião de estudos dispersos de docentes e investigadores incontornáveis na área da Ciência da Informação. Um projeto pioneiro em Portugal.".
Ficamos a aguardar as próximas publicações.

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A HERANÇA DE SANTOS SIMÕES - Novas perspectivas para o estudo da azulejaria e da cerâmica

Coordenação: SUSANA VARELA FLOR

Autor de vasta obra publicada, João Miguel dos Santos Simões (1907-1972) foi figura marcante para o estudo da azulejaria e cerâmica portuguesa e holandesa. Passados mais de quarenta anos sobre o seu desaparecimento, a obra legada é não só de referência imprescindível, como serviu também de estímulo a inúmeros investigadores, cujo trabalho reflecte o dinamismo de uma geração que soube trilhar os caminhos abertos por Santos Simões. O livro que agora se dá à estampa tem como objectivos o de apresentar novas perspectivas histórico-científicas em torno dos estudos sobre Azulejaria e Cerâmica e o de prestar bom testemunho da recepção da herança de Santos Simões. A afirmação da História da Arte como ciência aberta tem-se reforçado em Portugal nos últimos anos, justamente porque soube prosseguir a lição dos seus grandes nomes-referência.

Esta obra divide-se em cinco áreas: preservação patrimonial; projetos científicos; estudos de azulejaria (sécs. XVI-XX); estudos de cerâmica (sécs. XV-XX) e, ainda, interações artísticas na azulejaria e na cerâmica. Ao todo são 28 artigos que constroem este livro, que contou com a coordenação científica de Susana Varela Flor. Alguns dos textos publicados são reflexo da interação entre a Rede Temática em Estudos de Azulejaria (coordenada por Susana Varela Flor) "com os vários ramos do saber, numa perspectiva alargada e de investigação integrada, e que em muito ultrapassam a mera inventariação da obra de arte".
Assim sendo, estamos perante uma vasta reunião de estudos sobre a azulejaria e a cerâmica, que merecem a nossa atenção.

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A RÁDIO EM PORTUGAL - 'Sempre no ar, sempre consigo'

Autor: ROGÉRIO SANTOS

O aparelho de rádio estava ali, num lugar central da sala. À minha memória afluem os ruídos do rádio quando sintonizado em ondas curtas, com o meu pai a procurar não sei bem o quê nessas ondas. Talvez porque começara a ouvir as emissões em português da BBC desde a II Guerra Mundial, à espera de informação verdadeira sobre a realidade do nosso país. Ele nunca me conseguiu explicar a origem de ruídos e sons se ouvirem mais altos e mais baixos, vindos daquelas ondas, às vezes desaparecendo no meio de outros sons. Lembro-me, em igual época, das emissões em ondas médias, com vozes graves de locutores e muita música. Na magia da infância, procurei o dono da voz por detrás da telefonia, mas ele não estava, o que aumentou o meu fascínio e curiosidade.

O livro «A Rádio em Portugal - 'Sempre no ar, sempre consigo' (1941-1968)» surge no seguimento do livro «Vozes da rádio (1924-1939)», editado em 2005. 
Segundo Rogério Santos, "o objetivo principal deste livro é investigar o contributo cultural da rádio e a relação da sua programação com um mundo mais vasto, o da música, incluindo a promoção de artistas, a realização de espetáculos, a promoção de fonogramas e o modo como a rádio e os jornais se articulavam". Além disso, ao autor teve como missão "interrogar a relação das instituições públicas do Estado Novo com as estações, os programadores e os autores". Para isso, Rogério Santos interrogou-se sobre: o impacto político e ideológico na programação das estações; a importância dos produtos independentes na rádio; que inovações estéticas e de programação introduziram; que alterações estruturais ao longo de quase trinta anos de emissões radiofónicas e, ainda, qual o peso relativo de cada estação ou grupos de estações.
Com efeito, este livro é bastante rico e tem indubitavelmente enorme valor cultural.

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O FIM DA URSS: A NOVA RÚSSIA E A CRISE DAS ESQUERDAS

Coordenação: PEDRO AIRES DE OLIVEIRA
Editora: EDIÇÕES COLIBRI

O Curso Livre de História Contemporânea, fruto de uma parceria que a Fundação Mário Soares e o Instituto de História Contemporânea têm mantido desde 1997, teve a sua XI edição em finais de Novembro de 2011 na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, subordinado ao tema «O Fim da URSS, Vinte Anos Depois».O seu propósito foi o de realizar um balanço histórico da derrocada da União Soviética e do modelo socialista que esta encarnava e, ao mesmo tempo, promover uma reflexão acerca das vastas repercussões políticas, estratégicas e ideológicas resultantes desse acontecimento, contando para isso com o contributo de um conjunto de reputados analistas e investigadores da área da história, da ciência política, das Relações Internacionais e estudos de segurança. O livro agora editado reúne as principais comunicações aí apresentadas.

Tendo em conta os recentes acontecimentos a leste, este livro surge como uma referência para perceber o clima de tensão entre a Rússia e a Ucrânia, com óbvias consequências nas relações internacionais da Rússia.
Pedro Aires de Oliveira explica que a queda da URSS ficou a dever-se principalmente à derrocada interna do partido comunista, incapaz de suportar o peso  deste "gigante", e não tanto à pressão externa, fugindo à interpretação mais imediata da "vitória do Ocidente". A queda da União Soviética e as suas consequências são avaliadas por David Priestland.
Em seguida são apresentados trabalhos da autoria de Carlos Gaspar, Maria Raquel Freire e Sandra Fernandes que se focam na transição da URSS para a Rússia pós-comunista, com base na orientação estratégica e a ambiguidade identitária russa, ou seja a difícil gestão da Rússia no equilíbrio da sua identidade euro-asiática.
A relação da Rússia com os países mais próximos é também exaustivamente analisada, nomeadamente a vontade de exercer influência sobre os mesmos, que advém do histórico orgulho imperial russo ferido após a queda da URSS. Exemplo disso é a relação com a Ucrânia, em que a aproximação desta à União Europeia pode ser vista como uma ameaça ao poder russo.
António José Telo e Tiago Moreira de Sá discutem as consequências geopolíticas e os seus efeitos na configuração do sistema internacional após a queda da URSS. Destaque, ainda, para a sempre sensível relação da Rússia com a União Europeia num texto de Luís Lobo-Fernandes, ficando a implosão da URSS e a União Europeia a cargo de Patrícia Daehnhardt.

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INTRODUÇÃO À ESCRITA CRIATIVA

Autor: JOÃO DE MANCELOS

O talento e o esforço são qualidades essenciais a qualquer aspirante a escritor. No entanto, é preciso também conhecer técnicas para criar personagens, gerar suspense, inventar espaços, retratar épocas, construir diálogos naturais... Destinado a jovens e a adultos, este manual transmite essas estratégias, com recurso a exemplos da literatura portuguesa e estrangeira. Constitui, portanto, um instrumento de trabalho fundamental tanto para alunos como para orientadores de oficinas de Escrita Criativa. 

«Introdução à escrita criativa» é um manual útil, que já vai na quarta edição. É um livro prático, leve e agradável de ler. 
À medida que vai lendo este livro, irá deparar-se com os seguintes tópicos: o que é e o que não é a escrita criativa; a preparação para a escrita; a arte de elaborar parágrafos iniciais; o suspense: como enervar o leitor; as personagens, gente de papel e tinta; ensine as personagens a falar; quem conta o quê?; estratégias para criar uma atmosfera; um futuro para a escrita criativa e, ainda, algumas obras de escrita criativa recomendadas pelo autor.
Alguns pormenores que podemos ir desvendando prendem-se, por exemplo, com o facto de o autor sugerir que entreviste a sua personagem, isto para poder traçar fielmente um perfil físico e psicológico da mesma. Na prática, deverá interrogar-se sobre: elementos básicos (como o nome, idade, género...); etnia e nacionalidade; aspeto físico; traços psicológicos; doenças e/ou deficiências; religião e vida espiritual; opções políticas; entre outros. O autor também desafia o leitor a levar a cabo alguns exercícios ao longo do livro, um deles, algo controverso, é "registar as conversas do quotidiano (...). Desloque-se a um café pouco frequentado, e portanto não muito ruidoso, com um gravador oculto no bolso do casaco ou da camisa. (...) Dez minutos de gravação bastam para obter um excerto autêntico, uma fatia do mundo real, que irá, mais tarde, transformar artisticamente".
João de Mancelos é doutorado em Literatura Norte-Americana, e professor na Universidade Católica Portuguesa, em Viseu, onde orientou diversas teses, algumas sobre Escrita Criativa.

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A OUTRA FACE DO IMPÉRIO - CIÊNCIA, TECNOLOGIA E MEDICINA

Coordenação: MARIA PAULA DIOGO
Editora: EDIÇÕES COLIBRI

A outra face do Império: ciência, tecnologia e medicina (sécs. XIX - XX).
Este conjunto de ensaios debruça-se sobre a história do império português, usando uma abordagem menos comum no panorama da historiografia nacional e seguindo a tendência internacional que reconhece o importante papel da ciência, tecnologia e medicina na construção da Europa colonial dos séculos XIX e XX.   O objetivo desta obra é olhar para a apropriação dos territórios coloniais portugueses através de um lente focado na ciência, na tecnologia e na medicina, encarando-as como atores de uma estratégia imperial, nas colónias e na metrópole, que permitiu a Portugal manter a sua voz na  cena dos jogos de poder europeus.

Esta compilação de escritos científicos está inserida numa iniciativa assinalável do Centro Universitário de História das Ciências e Tecnologias, que através da Colecção CIUHCT "contribui para a promoção de trabalhos originais nas referidas áreas de investigação, dirigidos a um público académico" (mas não só).
Para pensar na história do império português sob a perspetiva da ciência, tecnologia e medicina, nos séculos XIX e XX, deve-se recuar um pouco no tempo, até ao século XVIII, e refletir sobre a mudança de paradigma ocorrida no mundo ocidental - a transição para o Iluminismo. O mesmo será dizer que a colonização passou de uma "agenda" de cristianização para um imperialismo técnico-científico. O triângulo ciência, tecnologia e medicina representa fatores indispensáveis à europeização, tanto para a exploração de recursos, circulação de mercadorias, pessoas e informações, como para a própria resistência dos colonizadores às doenças tropicais. A questão da educação dos povos colonizados é também crítica em todo este processo.
Este trabalho está então dividido em três segmentos. Pedro Raposo, Maria das Dores Areias, João Rui Rita e Ana Leonor Pereira escrevem sobre "ciência", sob as mais diversas perspetivas, como por exemplo a astronomia. No campo da "tecnologia" o contributo é dado por Maria Paula Diogo, Bruno Navarro e Ana Paula Silva, com enfoque no papel da engenharia portuguesa na apropriação e formatação dos espaços africanos, e na construção da Estação de Caminho-de-ferro em Lourenço Marques. Os trabalhos sobre "medicina" de Isabel Amaral, Pedro Lau Ribeiro, Cristina Bastos e Ana Rita Lobo abordam a dimensão médica no contexto do eixo metrópole-colónias. 
«A outra face do Império» assume-se como uma obra essencial para o reforço da historiografia portuguesa no plano do papel da ciência, tecnologia e medicina, num período marcante para Portugal.

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A CONSTRUÇÃO DO SISTEMA INFORMATIVO EM PORTUGAL NO SÉCULO XX

Autor: JOEL FREDERICO DA SILVEIRA

Este livro é comprometido e apaixonado, porque, por detrás das suas palavras estão sempre presentes, e nem sempre bem dissimuladas, duas paixões. Uma é a paixão pela acção, alicerçada numa velha convicção de que a partir dos media se pode influenciar socialmente, se pode transformar a sociedade, se pode incidir sobre a política e os políticos: uma fé consolidada na capacidade dos media como cães de guarda da decência e honestidade pública, como agentes da pluralidade, da transparência e da democracia sem zonas opacas, como organizadores capazes de articular respostas de contrapoder. A outra paixão é por Portugal, como país, como sociedade organizada, como povo livre, digno de ser respeitado por quem tem a capacidade para manipular, portador, como todos os demais povos, do direito a ser objectivamente informados para poder ter capacidade de opção, capacidade de decidir sobre as suas decisões de compra e capacidade de decidir as suas opções de voto, sem serem manipulados pelos gestores de opinião nem pelos media.

Esta obra surge motivada pela visível decadência dos media tradicionais. Este contexto aliado à crise económica induz uma necessidade de reestruturação e recomposição dos media que poderá mesmo indicar um fim de um ciclo na história dos media. É com esta hipótese em mente que Joel Frederico da Silveira se propõe a analisar a relação historicamente complexa entre o sistema político e a comunicação social, com especial atenção à política de informação do Estado Novo.
Os conteúdos desta obra estão segmentados, com toda a lógica, em duas balizas temporais: de 1926 a 1974 e de 1974 a 1980.
Na primeira e mais extensa fase, que corresponde ao período que se prolonga desde a ditadura militar até ao fim do Estado Novo, é feito um levantamento à política de informação do regime, que obviamente passa pela censura, pela implementação do secretariado nacional de propaganda (SPN) e pelo condicionamento Industrial à Imprensa. Ainda na relação imprensa-Estado são explicados os motivos da lenta transição para a imprensa moderna e as consequências do pós-guerra no espectro político.
A segunda fase do livro corresponde ao pós-25 de Abril, onde, entre outros aspetos, se destacam a intervenção direta do Estado na imprensa em geral, a política de nacionalizações num período de grande instabilidade política, assim como, a economia da imprensa em que a análise se estende aos grupos privados.
Todos estes temas são tratados ao longo do livro com um grau de incisão que permite abordar casos particulares, ou seja, os exemplos remetem para órgãos de comunicação específicos. 
Joel Frederico da Silveira, que entre outras pertenceu à direção do SOPCOM (Associação Portuguesa para as Ciências da Comunicação) criou esta obra que, certamente, irá interessar a todos aqueles que estudam os Media.

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