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MANIFESTO ANTI-KEYNES - Uma perspetiva da Escola Austríaca
Autor: CARLOS NOVAIS GONÇALVES
Editora: CHIADO EDITORA
A refutação do Keynesianismo, onde o consumo cria a sua própria produção, o investimento cria a sua própria poupança e a despesa cria o seu próprio rendimento.
Carlos Novais inicia esta obra com algumas notas onde "desconstrói alguns dos argumentos do Keynesianismo original". De facto, a primeira parte deste livro é um ensaio de Carlos Novais onde o autor "descreve criticamente a teoria keynesiana original, quebrando mitos que sobrevivem até aos dias de hoje. O caso mais exemplar é a forma como as afirmações de Say sobre o papel da oferta foram distorcidas e como a distorção foi reproduzida no tempo, ao ponto de se tornar uma verdade absoluta entre economistas nos dias de hoje".
Este livro inclui também dois ensaios traduzidos de dois grandes pensadores da Escola Austríaca, Hans-Hermann Hoppe e Murray Rothbard. Segundo Carlos Novais "estes dois ensaios, com preocupações diferentes, complementam-se".
Assim, o autor defende que a publicação deste manifesto "pretende, em primeiro lugar, expor em língua portuguesa uma dissecação crítica frontal, ainda que sintética, de erros cometidos em pontos fulcrais pela teoria económica Keynesiana - na aplicação dos conceitos de desemprego, de moeda, de juro e do crescimento económico - que se irradiaram em diferentes variantes da doutrina que se tornou dominante; e, em segundo lugar, enquadrar a personalidade de Keynes no seu pensamento e história concreta de sucesso, dado em boa verdade ter influenciado toda a doutrina económica e o espectro político, da esquerda à direita (incluindo até os seus extremos), passando pelo centro".
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BES - OS DIAS DO FIM REVELADOS
Autora: ALEXANDRA FERREIRA
Editora: CHIADO EDITORA
Passaram dezoito meses desde o desaparecimento do Banco Espírito Santo, no dia 3 de Agosto de 2014. Na casa da Pedra da Nau, Ricardo Salgado ouviu decretado o fim do banco de família pelo Governador do Banco de Portugal. Ao seu lado estava a mulher, Maria João. O dia foi talvez o pior das suas vidas.
O Banco de Portugal e o Governo de então, liderado por Pedro Passos Coelho e Paulo Portas justificaram a decisão de acabar com o banco como a única que não teria custos para os portugueses. Um argumento politicamente astuto mas que hoje se sabe que irrealista.
Entre Julho e Outubro de 2015, Ricardo Salgado esteve impedido de sair de casa. Durante esses meses que viveu com resiliência assinalável, durante muitas horas de conversa, contou os dias do fim do banco que liderou mais de vinte anos. A história está longe de ser financeira. É politica, é familiar, é de pessoas que cometem erros. Não é um livro dobre culpas e responsabilidades. É o enredo de uma história com muitos protagonistas. Desengane-se quem pensa que só existe um.
É difícil entender como é que o Banco Espírito Santo acabou, mas também é razoável acreditar que a culpa não foi exclusivamente de uma pessoa.
De qualquer forma, é importante percebermos os diferentes lados desta história. E é nesse contexto que surge esta obra. Afinal, qual é a versão de Ricardo Salgado? Neste livro, que se escreve entre o passado e o presente, o banqueiro fala do início do fim, de Zé Guilherme (o amigo de Ricardo Salgado, que lhe ofereceu num ato de gratidão - segundo o próprio - alguns milhões de euros), de Álvaro Sobrinho (que, segundo Ricardo Salgado, mentiu e escondeu informações relevantes que conduziram ao buraco no BES Angola), da família Espírito Santo, do Grupo Espírito Santo, de como preparou a própria sucessão (e de como ela aconteceu efetivamente) e, claro, do abismo em que o BES caiu.
Quanto aos lesados, que continuam a manifestar-se, "a questão a responder para estas pessoas é só uma: de quem é a responsabilidade do não pagamento de 597 milhões de euros a clientes de retalho do BES que compraram o papel comercial que era dívida das empresas do Grupo Espírito Santo. A resposta tem dois níveis de análise. Um pragmático, se há ou não dinheiro para pagar a estas pessoas. A outra obriga a refletir como se chegou aqui.".
Alexandra Ferreira, jornalista há 10 anos, publica neste livro a longa conversa com Ricardo Salgado, "onde conta como o banqueiro viveu os últimos dias do Banco a que presidiu quase 30 anos".
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GUIA DOS TESOUROS ARQUITETÓNICOS

Autora: DIANA FERREIRA
Editora: CHIADO EDITORA
Este livro trata a análise de uma herança exímia de exemplares arquitetónicos representativos da criação humana, que acompanham a evolução da arquitetura numa ordem cronológica, assinalada por expoentes de diferentes culturas. Uma publicação para entendidos ou leigos, que pretendam aprofundar ou iniciar conhecimentos, num encontro entre a arte, a história, a cultura e a religião.
Uma viagem no tempo, desde o Egito Antigo até aos nossos dias, que nos proporciona o deleite de alguns dos mais turísticos e belos monumentos mundias, sobreviventes aos mais duros agentes: o tempo e o Homem.
Tal como explica Diana Ferreira, "a origem da arquitetura e das primeiras urbanizações, deu-se na Mesopotâmia (atual Iraque) e no Egito, onde recursos naturais ideais para a construção, como lama e os juncos abundavam. Segundo o arquiteto alemão Ludwing Mies van der Rohe, esta arte começou quando dois tijolos foram colocados um sobre o outro, num ato auto-consciente de construir com sensibilidade artística. A partir daí as edificações têm refletido o espírito da sua época, a política, a cultura e a economia, ou pelo menos, o seu encomendador ou arquiteto. Tornou-se reflexo das sociedades e do seu tempo, das suas necessidades e preferências, revelando a habilidade do engenho humano e a sua criatividade".
Assim, neste livro são apresentados alguns exemplares representativos da evolução da arquitetura, por ordem cronológica.
Nesse sentido, neste guia poderá encontrar informação sobre a arquitetura dos faraós; a arquitetura grega e as bases da atualidade; a arquitetura do grande império romano; a arquitetura bizantina e o nascer de uma nova religião; o românico e as peregrinações cristãs; as catedrais góticas; o manuelino e os descobrimentos portugueses; o renascimento e o regresso das formas clássicas; a arquitetura muçulmana e o seu exotismo; o barroco e a contra-reforma católica; o rococó e a decoração de interiores; o neoclássico e o racionalismo; o historicismo e o ecletismo; a arquitetura do ferro e a revolução industrial; a arte nova e a natureza; a high-tech e a arquitetura das tubagens e, por fim, o desconstrutivismo e a arquitetura escultórica.
Consideramos, portanto, que este livro será de grande interesse para os estudantes de arquitetura e para o público em geral.
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DEAD COMBO - Sound Files
Autores: Pedro Gonçalves & Tó Trips
Editora: Chiado Editora
"No dia 31 de março de 2003 dois tipos encontraram-se num concerto, depois dessa noite resolveram formar uma banda, o resto são histórias!!", começa assim esta banda desenhada que assinala o 10ºaniversário dos Dead Combo.
Uma interessante forma de assinalar o já longo percurso desta banda nacional, com textos de Pedro Gonçalvez e desenhos de Tó Trips.
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A PUBLICIDADE SEGUNDO O MEU TIO OLAVO
Autor: EDSON ATHAYDE
Editora: CHIADO EDITORA
Um descontraído manual de como se faz e se vive a publicidade, escrito por um criativo que escolheu Portugal e foi reconhecido pelo mundo.
Esta edição 2.0 precisa de ser lida por antigos e novos, decanos e jovens, portugueses, brasileiros, angolanos, moçambicanos e quem mais quiser perceber de boa publicidade feita em português.
Um best seller reeditado este ano, com novos textos e novos temas.
Uma das coisas admiráveis neste livro é o facto de não se destinar apenas a quem trabalha em publicidade. Este livro é muito mais do que isso, é perfeito para quem é cliente de uma agência de publicidade, mas também para o consumidor. Ou seja, para todos. Porque todos temos a aprender com este livro, sejamos marketeers, clientes ou consumidores.
A primeira parte do livro foca-se na vida do autor e na definição de publicidade. Depois, Edson Athayde explora, de forma clara e transparente, o trabalho das agências de publicidade: o que são, como funcionam, a relação entre os clientes e as agências. Fala também sobre os marketeers e sobre o marketing político, onde, entre outros, ficamos a saber como começou a relação de Edson Athayde com José Sócrates e António Guterres. Tudo isto, de forma simples, divertida e criativa. E claro, com os ensinamentos do querido Tio Olavo, que tornam o livro ainda mais rico.
No final, o autor lembra algumas das campanhas mais marcantes que produziu em Portugal: o spot "Laranja", o spot do Pedro Lamy para a Galp, os spots "Ogilvy e Krypton para MTV", "In Love MTV Aids Campaign", "Ministério da Saúde Bebé Master", "MTV Shot Aids", "WWF Fósforos", "Master Alzheimer Pastas Abraz". E claro, uma das publicidades que marcou uma geração: o «Tou Xim».
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O QUE DEVE SABER SOBRE DINHEIRO E MERCADOS FINANCEIROS
Autor: LUÍS MAIA
Editora: CHIADO EDITORA
Luís Maia, conhecido especialista e formador em mercados financeiros internacionais, partilha consigo a sua experiência como investidor e explica porque existem tantas ideias erradas sobre dinheiro e investimentos. Mais do que isso, explica que a nossa relação emocional com o dinheiro tolda a nossa visão do futuro, vivendo apenas para pagar as contas do dia-a-dia e esquecendo que o dinheiro é apenas um veículo que nos pode levar para outra forma de viver.
O autor ensina-nos os elementos-chave que levarão uma pessoa absolutamente normal a mudar os seus hábitos financeiros e a saber investir de uma maneira a ter outras fontes de rendimento e até a obter independência financeira.
Ao longo destas páginas, Luís Maia conversa com o leitor de modo a lhe ensinar tudo o que precisa saber para transformar a sua forma de pensar e a saber investir para não voltar a preocupar-se com o dinheiro.
Neste manual simplificado, que nos permite compreender como funciona o mercado financeiro, Luís Maia aborda, entre outros, os seguintes tópicos:
Romper com o caminho tradicional - onde partilha a sua visão sobre o investimento, esclarecendo que para ganhar dinheiro é preciso estar apto a perder parte do capital e a encarar o dinheiro como um ferramenta de trabalho e não um fim em sim mesmo. Entender a motivação do preço nos mercados - ponto chave onde saber como analisar informação pode colocar o investidor no lado ganhador. Como minimizar as perdas - será o principal objetivo de um investidor ganhar dinheiro? o autor argumenta que não.
Controlar emoções no trading - as exigências a nível emocional do sistema financeiro.
O autor explora ainda o Plano de Investimento, o posicionamento no mercado, as bases de apoio para o investidor, o volume de contratos no mercado, a gestão monetária, a progressão gradual do investidor, e também a preparação de futuros investimentos.
Com esta leitura pode-se obter maior conhecimento sobre o mundo dos mercados financeiros, que para muitos pode parecer um tanto ou quanto obscuro e inacessível, através da exposição esclarecida de Luís Maia.
Como nota de abertura o autor, define um investidor como um especulador, ao invés de apostador, uma vez que este "tem as informações e as ferramentas necessárias para tomar uma decisão consciente no mercado".
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BOOK STAGE - NOS BASTIDORES DO ROCK PORTUGUÊS
Autores: LUÍS SILVA DO Ó e BRUNO GONÇALVES PEREIRA
Editora: CHIADO EDITORA
"E esta conjugação de esforços (...) deu um bom fruto: o livro que, com muito gosto, acabo de ler, onde reconhecemos as vozes de cada artista e quase nos juntamos à conversa, oscilando nós entre concordar, discordar e rir às gargalhadas"
"As entrevistas são conduzidas sem que os jornalistas as atravanquem com a sua presença. Percebe-se o prazer e a disponibilidade dos seus interlocutores -ora, antes de mais nada, esse prazer e essa disponibilidade é preciso merecê-los. Depois, os testemunhos são muito diferentes e muito verdadeiros, por serem tão bem reproduzidos. Interessantemente diferentes."
"Se o Rock Português ficar - e eu sou dos que acham que fica - este livro vai ser referência para quem queira revisitá-lo. Mas também serve, o livro, para quem só o queira ler; vai sentir-se no meio da vivacidade das conversas. E muitos leitores, provavelmente, vão depois querer ouvir músicas que não conhecem ou conhecem menos bem."
David Ferreira in Prefácio
"O espírito rocker de António Garcez salta do palco para as páginas deste livro, as convicções de António Manuel Ribeiro são o espelho das canções que escreve, as ideias de Miguel Ângelo permanecem coerentes com uma certa postura Pop moderna, a honestidade de Rui Veloso é a mesma que se ouve na interpretação de Afurada, o estilo pragmático de João Grande é tão directo e incisivo quanto um single dos Taxi, e as palavras de Sérgio Castro confirmam uma tendência aglutinadora presente na saga que foi a sua vida enquanto músico e produtor."
"Por entre revelações e revisões da história, é extraordinário como [as entrevistas de Zé Pedro e a Zé Leonel] se complementam. Tanto a nível da biografia pessoal como da trajectória artística de cada um dos entrevistados - afinal de contas, foram fundadores dos Xutos & Pontapés."
"Que o livro seja aberto para ser sublinhado, comentado, escalpelizado. Trata-se de um passo importante no resgate da nossa memória colectiva."
Pedro de Freitas in introdução
Zé Pedro, Rui Veloso, António Manuel Ribeiro, Miguel Ângelo, António Garcez, Sérgio Castro e Zé Leonel são as oito personalidades do rock português escolhidas por Luís Silva do Ó e Bruno Gonçalves Pereira para este livro, apresentado em formato de entrevista.
É uma obra obrigatória para os amantes do rock nacional e uma escolha acertada para quem tem curiosidade em saber mais sobre estes grandes artistas portugueses.
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A EUROPA ERA MESMO ASSIM
Editora: CHIADO EDITORA
Ao longo desta viagem, é possível acompanhar o ritmo e o batimento cardíaco de dois jovens à descoberta da Europa… Ambos sedentos de novidades, envolvem-se em inúmeras peripécias, reveladoras de toda a inocência e espanto de quem faz pela primeira vez… A cadência de viagem é facilmente absorvida e as circunstâncias levam a situações limite, ilustradas por opiniões simples e sinceras acerca de tudo e todos: os povos, os transportes, os países, o pão, o leite, a roupa, a polícia, os ladrões, a simpatia, a beleza, o cheiro... tudo isto de forma crua e sem filtros...
Não tendo pretensão a ser um “livro” (de acordo com a nota introdutória) e não sendo um livro politicamente correcto, A EUROPA É MESMO ASSIM é, contudo, um relato interessante da vivência de dois jovens que partem em descoberta da Europa. Jovens esses que apenas ficamos a conhecer por JM e NS.
Com efeito, chega mesmo a dar a impressão que estamos a ouvir um amigo próximo contar as mais diversas experiências de uma viagem, tal é a forma descomplexada com que as peripécias são retratadas.
Difícil mesmo é ler cada pedaço deste livro sem desejar fazer as malas e partir rumo à aventura.
Europa, here we go!
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NÃO HÁ HISTÓRIAS DE AMOR COM FINAL FELIZ
Autora: ANA SOUTO DE MATOS
Editora: CHIADO EDITORA
"(...) Não me envergonho de nenhuma das minhas palavras e atitudes anteriores. Assumi-as perante o mais íntimo em mim, como prova cabal da luta que travei, sobretudo comigo, não contigo, não com quem quer que fosse. Uma luta feroz e voraz que me consumiu os dias e os sentidos, me deixou a arder em desejo, não da tua carne, da tua pele, mas do teu ser total (...)"
Entre cartas, mensagens de telemóvel e relatos de um diário contam-se algumas passagens da vida das personagens principais do livro, Sofia e Afonso, do amor sentido por um, contudo não correspondido pelo outro.
Segundo a autora, a Sofia é "uma mulher com vontade própria, aprendendo a segurança de assumir os seus actos", enquanto o Afonso é "um homem livre que simplesmente se apraz com a vida".
Um livro singelo, sem demasiados ornatos, que considero uma boa opção de leitura em viagem.
FACEBOCK CEM ERROS
Editora: CHIADO EDITORA
Senhor... Depois de tanto investigar os «cumentários» no Facebook, penso ter descoberto o fascínio pela letra "k". Sem querer parecer presunçoso, é com enorme alegria que informo que tudo está relacionado com o mundo "Kamoniano". É isso mesmo! O mundo de Kamões! Se Kamões é o poeta do monóculo? Não! Claro que não! Esse foi Pessoa! Kamões foi o poeta da pala e dos folhos no pescoço. Senhor, ele foi o autor do épico dos dez kantos.
São dezenas de diálogos captados no Facebook que mostram, inequivocamente, os graves erros gramaticais que são diariamente escritos nesta rede social (e a futilidade das conversas que por lá passam).
Todos os diálogos são antecedidos pela "carta" ao "Senhor" e seguidos pela "nota" do autor, onde a sátira marca presença.
Para levar os leitores a comprarem o livro o autor evoca: «Olhem para os voços coraçoes e escolham-no com muito amor e carinho»; «Amovos».
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