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ASSESSORES DE IMPRENSA E JORNALISTAS
Autor: VASCO RIBEIRO
Editora: AFRONTAMENTO
É importante que jornalistas e assessores se conheçam bem, que conheçam bem as respetivas áreas de intervenção, os constrangimentos específicos de cada domínio, as especificidades de um sistema comu- nicacional complexo e que muda, hoje, quase a cada dia que passa. Nesse sentido, este livro -- mais um resultado palpável, entre vários outros que têm sido dados à estampa, de um já longo trabalho de reflexão e investigação do autor -- traz um inestimável contributo ao tal conhecimento mútuo que se deseja. Conhecimento que é essencial para a compreensão, a colaboração e o respeito de parte a parte. Com ele podem beneficiar, sem dúvida, os profissionais de ambos os lados da fronteira, assessores e jornalistas. Mas pode igualmente beneficiar o público, todo o público para quem eles alegadamente trabalham e que é, no limite, a sua verdadeira razão de ser. (Joaquim Fidalgo, in Prefácio)
Vasco Ribeiro inicia este livro com um resumo das teorias da comunicação de massa e respetivos efeitos e com uma breve abordagem à "notícia como construção social da realidade".
O capítulo sobre as fontes de informação no processo de produção de notícias é o núcleo duro desta obra. Aqui o autor explora vários temas, nomeadamente, a rotina; o acesso privilegiado das fontes de poder; as notícias como produto do capitalismo; as fontes profissionais ao serviço dos grupos de pressão; a interação entre os jornalistas e fontes de informação; o pragmatismo das fontes profissionais de informação; a crescente dependência do jornalismo face às fontes de informação; a negociação permanente; os modos de saber usar a fonte; a relação adversativa e de troca; o "casamento de conveniência" e, ainda, a utilização e citação de fontes em função da credibilidade.
Após analisar os pontos acima referidos, Vasco Ribeiro conclui que atualmente se considera que "a fonte é, na maioria dos casos, o ponto de partida do processo de produção noticiosa" e, nesse sentido, "o trabalho do jornalista sofre fortes constrangimentos (ou é, pura e simplesmente inviável) sem o acesso a fontes de informação. Por outro lado, a qualidade da notícia depende muito da qualidade da fonte (ou fontes) que esteve na sua origem. Daí que exista uma «hierarquia de credibilidade» entre as fontes, que o jornalista respeita na expetativa de garantir uma informação mais rigorosa e qualificada.". O autor refere também que a capacidade dos assessores de imprensa fornecerem "dados pertinentes" e criarem "eventos noticiáveis atingiu um elevado grau de sofisticação", simplificando, por sua vez, o trabalho dos jornalistas. Assim, "fontes e jornalistas criam entre si uma «relação simbiótica», que decorre da perceção de que juntos conseguem mais facilmente concretizar os seus objetivos.".
No final do livro fica a promessa deste investigador e professor universitário desenvolver mais publicações sobre como as organizações e as fontes profissionais de informação têm atuado ao longo da história.
ALTAS DO ZOOPLÂNCTON MARINHO E ESTUARINO DA COSTA ATLÂNTICA
Autores: FERNANDO MORGADO; LUÍS R. VIEIRA; PEDRO RÉ & AMADEU SOARES
Editora: AFRONTAMENTO
Há cerca de três décadas que os autores deste atlas se dedicam ao estudo do plâncton marinho e estuarino. Embora as abordagens temáticas tenham sido diversificadas, com significativas mudanças e evoluções científicas e tecnológicas, a identificação taxonómica e os guias de identificação continuam a ser áreas de impulso para todos os projetos biológicos e oceanográficos, especialmente aqueles que lidam com estudos de base relativos à ecologia, biologia e poluição marinha. Profissionais e estudantes de pós-graduação procuram constantemente informação sobre a identificação taxonómica que normalmente se encontra distribuída por vários livros e revistas. Este guia constitui uma oportunidade de fornecer informações relativas à classificação taxonómica e descrição dos organismos planctónicos marinhos e estuarinos da costa atlântica. Todas as figuras são suportadas por descrições de identificação pormenorizadas, assim como fornecidos detalhes de identificação e descrição taxonómica das espécies, assumindo uma importância fundamental para o desenvolvimento de uma grande variedade de estudos científicos.
Este altas, resultado da colaboração entre as Edições Afrontamento e o Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, foi criado com o intuito de "satisfazer um certo número de propósitos de natureza muito diversa, sendo o principal o de fotografar organismos zooplanctónicos no seu estado natural.". Neste altas "foram seleccionadas apenas os organismos intactos, mas nas amostras contêm normalmente uma grande quantidade de partes do corpo de uma grande diversidade de organismos como por exemplo, antenas, espinhos, peças bucais, etc.". De facto, neste altas "os organismos zooplanctónicos mais relevantes dos estuários e da costa Norte Atlântica, na sua maioria até ao nível de espécie, são identificados, descritos e fotografados detalhadamente, efectuando a sinopse da sua taxonomia.". Este altas está dividido em duas partes: na primeira é apresentada a sistemática dos principais organismos zooplanctónicos, na segunda parte é apresentado um extenso altas fotográfico das principais espécies.
Assim, este atlas visa ser "uma referência importante para o estudo das comunidades zooplanctónicas de ecossistemas das zonas costeiras".
Consideramos que guia de identificação e descrição de grupos e espécies do zooplâncton terá grande utilidade para investigadores, professores e planctonologistas.
RECONHECER-SE ALÉM FRONTEIRAS - ECOFEMINISMO E O PENSAMENTO DE MARIA DE LOURDES PINTASILGO
Autora: ANA CRISTINA ASSIS
Editora: EDIÇÕES AFRONTAMENTO
Reconhecer-se Além Fronteiras pretende averiguar em que medida o pensamento de Maria Lourdes Pintasilgo pode ser usado como chave para a crítica dos problemas que atualmente envolvem os seres humanos e o mundo natural. Uma linha de pensamento que encontra repercussão no Ecofeminismo, que desde os anos setenta tem vindo a realizar a mesma questionação do quadro conceptual da sociedade ocidental, construído a partir de várias discriminações sociais, na desvalorização da mulher e dos recursos naturais. Estes são pontos de contacto entre estas duas linhas de pensamento: a defesa de um modelo de sociedade assente em relações de interdependência entre seres humanos e natureza, e um desenvolvimento que articule a sustentabilidade da Qualidade de Vida com novos modelos de produção.
Uma questão continua a pairar:
Será a defesa de uma mudança de paradigma, assente numa ética que valoriza o respeito pela diversidade de relações entre seres humanos em equilíbrio dinâmico com a natureza, ainda uma utopia?
Este livro, resultante de uma dissertação de Mestrado de Literatura e Cultura Comparadas, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, pretende incutir no leitor uma reflexão profunda sobre o Ecofeminismo em conformidade com o pensamento de Maria de Lourdes Pintasilgo. Tal como a autora nos explica o ecofeminismo pode interpretar-se na "perspectiva de um movimento, mas também na construção de um suporte teórico e crítico que abrange diferentes sensibilidades, diferentes estratégias de implementação e disseminação, e diferentes perspectivas".
Partindo da relação de subjugação das mulheres e da natureza perante uma sociedade patriarcal e industrializada, a autora procede a uma análise deste fenómeno sob o ponto de vista da sociedade ocidental e da globalização, como conceito utópico.
Este trabalho está dividido em três capítulos, um dos quais dedicado ao movimento ecofeminista, outro ao pensamento e ação de Maria de Lourdes Pintasilgo e o último capítulo explora o surgimento da utopia na literatura ecofeminista, e o utopismo relacionado com a atividade política de Maria de Lourdes Pintasilgo.
A argumentação de Ana Cristina Assis é sólida, sendo sustentada numa minuciosa investigação e na formação técnico-científica da autora e ainda na experiência como engenheira têxtil e como empresária da mesma.
Outras informações sobre o livro aqui!
(DES)HUMANO, DEMASIADO (DES)HUMANO - O HOMEM NA ERA DIGITAL
Autora: MARIA ASSUMPTA COIMBRA
Editora: AFRONTAMENTO
Este livro não constitui apenas um esforço de legitimação da Maria Assumpta Coimbra em prol das novas tecnologias ou da sociedade digital em que o dedo é o órgão criador, mas representa uma importante reflexão em torno de temas que a Filosofia deve considerar com urgência, já que os novos espaços de nomadismo podem consubstanciar mutações decisivas, seja pela dilatação (ou retracção) da democracia, seja pela emergência de um outro tipo de subjectividade.
Penso que não podemos ainda declarar que o ciberespaço poderá promover, com as suas especificidades técnicas, uma nova civilidade e/ou uma nova urbanidade, mas estou certa que a revitalização do pensar depende da capacidade de experienciarmos os desafios e as questões que nos chegam do mundo contemporâneo, no sentido de esclarecermos o que a Filosofia deve fazer hoje e valorizarmos a construção de seres humanos capazes de afirmar, num espaço comum, a dignidade e liberdades humanas. [Paula Cristina Pereira, do «Prefácio»]
Integrado na dissertação de Doutoramento em Filosofia da autora, este trabalho, contudo, não se esgota dentro dos limites desta área científica. Isto porque se trata de “equacionar a Filosofia da Tecnologia como uma disciplina que, no âmbito da sociedade em rede, articula, de modo efectivo, a Politica, a Antropologia, a Ética e a Educação”.
O livro está estruturado em três partes, onde a autora debate com elevado rigor o questionamento da condição do Homem actual, as acepções sobre o futuro do Humano e, ainda, a posição de Pierre Lévy e as suas implicações na caracterização do Humano.
Com a chancela de qualidade da Universidade do Porto, “(DES)HUMANO DEMASIADO (DES)HUMANO” é , portanto, uma leitura que promete suscitar o interesse nos mais diversos quadrantes de investigação, tal é a relevância e a actualidade da problemática em reflexão.
Saiba mais sobre o livro aqui!
PME - PLANO DE MARKETING EMPRESARIAL
Autor: HUGO TORRES
Obra dedicada a todos os gestores e estudantes que desejem enriquecer o seu conhecimento teórico-prático no universo do planeamento de marketing. Apresenta uma metodologia inovadora de construção deste instrumento baseada em critérios de simplicidade, objectividade e facilidade, estando ao alcance de todos os profissionais, estudantes e interessados, com ou sem conhecimento de marketing de base.
A metodologia aqui apresentada foi desenvolvida em resposta à necessidade dos gestores das micro, pequenas e médias empresas, que não dispunham de uma estrutura simples e operacional que lhes permitisse organizar, sistematizar e operacionalizar as tarefas de marketing das suas organizações, bem como compreender o modelo de uma forma simples e lógica.
Prático, prático e...sim, prático.
De facto, ideal para quem precisa de elaborar um plano de marketing numa pequena/média empresa.
Primeiro o autor explica bem o que é um plano de marketing e como funciona e, depois, indica passo-a-passo o que deve ser feito. Nomeadamente, a recolha de dados; a táctica a escolher; a implementação; a monitorização e, claro, a apresentação do plano. Há também referência à metodologia de investigação do plano e os diferentes modelos existentes de planos de marketing.
Portanto, uma obra completa, de fácil interpretação e manuseamento.
Prático, prático e...sim, prático.
De facto, ideal para quem precisa de elaborar um plano de marketing numa pequena/média empresa.
Primeiro o autor explica bem o que é um plano de marketing e como funciona e, depois, indica passo-a-passo o que deve ser feito. Nomeadamente, a recolha de dados; a táctica a escolher; a implementação; a monitorização e, claro, a apresentação do plano. Há também referência à metodologia de investigação do plano e os diferentes modelos existentes de planos de marketing.
Portanto, uma obra completa, de fácil interpretação e manuseamento.
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