28 abril 2016

A ECONOMIA PORTUGUESA NA ZONA EURO

Autor: ALEXANDRE PATRÍCIO GOUVEIA
Editora: ALÊTHEIA

Com prefácio de Álvaro Santos Pereira, esta obra procura reflectir «sobre os erros cometidos no passado de forma a evitar a sua repetição, criando simultaneamente as condições para que Portugal possa crescer mais rapidamente, convergindo com os países mais desenvolvidos da Zona Euro».  

«Este livro de Alexandre Patrício Gouveia ajuda-nos a compreender as razões e os desequilíbrios que nos conduziram à recente crise nacional, enquadrando devidamente os constrangimentos a que somos sujeitos por pertencermos ao espaço europeu e à moeda única.»
Prof. Álvaro Santos Pereira

Neste livro, escrito de forma muito clara e direta, Alexandre Patrício Gouveia faz uma análise íntegra e muito relevante sobre a União Europeia em geral, e a economia portuguesa neste âmbito, em concreto. 
Assim, o autor começa por lembrar a construção da integração europeia, depois lança a seguinte questão: Têm justificação as regras da União Europeia? Aqui, o autor analisa a relação inversa entre dívida pública e crescimento económico; a relação inversa entre deficits orçamentais e crescimento económico; uma relação direta entre: deficits orçamentais e taxas de juro, deficits orçamentais e deficits externos e deficits orçamentais e desemprego. Posto isto, Alexandre Patrício Gouveia aborda a evolução da economia portuguesa desde a entrada na zona euro até 2011 e, em seguida, fala detalhadamente sobre os efeitos do programa de assistência económica e financeira, entre 2011 e 2015, na economia portuguesa. Neste livro, também se realçam os principais desequilíbrios ainda por resolver em Portugal, nomeadamente, os níveis excessivos da dívida externa, de dívida pública, de dívida das empresas; o nível elevado do desemprego e, ainda, a insuficiente implementação de reformas estruturais. 
Uma parte significativa do livro é dedicada aos desequilíbrios da sociedade portuguesa não explicitamente referidos no programa de assistência económica e financeira, onde o autor escreve, a título de exemplo, sobre poupança; natalidade; sistema de pensões e reformas e preços da eletricidade.
O autor acredita que "a integração europeia foi uma aposta ganhadora que está contudo ainda em evolução" e que "a Europa terá que ter o realismo e a coragem de implementar reformas estruturais que lhe permitam recuperar a sua competitividade num mundo globalizado.".

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