28 maio 2015

EGOÍSTA [54]

Revista: EGOÍSTA
Número: 54

Já saiu mais uma fantástica edição da revista «Egoísta». Desta vez o tema é 'O enigma da vida'.
Intrigados?
Então desvendem nesta edição os seguintes trabalhos:
- Image maker - Guy Bourdin;
- Um artista da distância - Luísa Costa Gomes;
- A mulher que não gostava de enigmas - Helena Matos;
- como Fim e - Ricardo João Vaz;
- Enigma - Teolinda Gersão;
- Malfazer - Mário de Carvalho;
- Auschwitz não foi um acidente - Natalie Zwillinger;
- Eunigma - Miguel Gullander;
- Entre-Existir - João Rodrigues;
- Hello Winter - Pedro Ferreira;
- O mistério do relógio e as rosas de Baí - Margarida Ramalho;
- Paulina Valente Pimentel;
- A rainha das abelhas - José Eduardo Agualusa;
- Momento - Luís Pedro Nunes e Alfredo Cunha;
- A vida em centrifugação - Ana Margarida Carvalho;
- Ecce Homo - Evelyn Bencicova;
- A outra metade da maçã - José Fialho Gouveia;
- Vinho sem verdades - Mónica Franco.

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27 maio 2015

INDÚSTRIA E AMBIENTE [91]

Número: 91

"A ecoeficiência é um processo e um conceito evolutivo e não se limita à fase de produção, só sendo eficaz se for uma orientação desde a fase de inicial de conceção do produto até ao fim do seu tempo útil, garantindo uma logística apropriada para a reciclagem de recursos e a reutilização em produtos novos.", tal como nos indica o diretor desta revista, António Guerreiro de Brito.
Sendo o tema desta edição «Ecoeficiência na indústria» sugerimos que leiam os artigos que compõem o dossier sobre esta temática, nomedamente:
- A competitividade das empresas;
- Prevenção de resíduos industriais - Estudo de caso na empresa Toyota Caetano Portugal;
- Prevenção de resíduos numa perspetiva de minimização de custos dos desperdícios: estudo de caso numa empresa de curtumes;
- Ecoeficiência na indústria de produção de batata frita;
- Monitorização e controlo: ecoeficiência na indústria;
- Ecoeficiência na indústria cimenteira.

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25 maio 2015

TECNOHOSPITAL [68]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 68

Nesta edição são abordados dois grandes temas, por um lado temos o dossier sobre a «Eficiência energética em estabelecimentos de saúde» e, por outro, uma formação base ligada à engenharia que ainda existe em Portugal há poucos anos - a engenharia biomédica.
No âmbito do dossier, com coordenação do eng.º Pascoal Faísca, os artigos que poderá ler são:
- Breves notas sobre eficiência energética em edifícios (por Humberto Jorge);
- A eficiência energética na saúde (por Paulo Neto);
- A utilização de energia e a economia de energia em unidades hospitalares (por Luís Hagatong);
- Criação de uma infraestrutura tecnológica inteligente para hospitais: Melhores práticas para o seu planeamento e implementação (por Carlos Duarte);
- A eficiência energética em estabelecimentos de saúde: A iluminação perfeita (por Rui Mota).
Já no que respeita à engenharia biomédica, leia a entrevista a Miguel Morgado, coordenador do mestrado integrado de Engenharia Biomédica da Universidade de Coimbra.
Ao comprar a TecnoHospital também irá receber a revista «Magazine CENES», "cujos conteúdos visam proporcionar ao público-alvo uma leitura focada nas atividades do CENES".

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21 maio 2015

GUIA DOS TESOUROS ARQUITETÓNICOS


Autora: DIANA FERREIRA
Editora: CHIADO EDITORA

Este livro trata a análise de uma herança exímia de exemplares arquitetónicos representativos da criação humana, que acompanham a evolução da arquitetura numa ordem cronológica, assinalada por expoentes de diferentes culturas. Uma publicação para entendidos ou leigos, que pretendam aprofundar ou iniciar conhecimentos, num encontro entre a arte, a história, a cultura e a religião.
Uma viagem no tempo, desde o Egito Antigo até aos nossos dias, que nos proporciona o deleite de alguns dos mais turísticos e belos monumentos mundias,  sobreviventes aos mais duros agentes: o tempo e o Homem.

Tal como explica Diana Ferreira, "a origem da arquitetura e das primeiras urbanizações, deu-se na Mesopotâmia (atual Iraque) e no Egito, onde recursos naturais ideais para a construção, como lama e os juncos abundavam. Segundo o arquiteto alemão Ludwing Mies van der Rohe, esta arte começou quando dois tijolos foram colocados um sobre o outro, num ato auto-consciente de construir com sensibilidade artística. A partir daí as edificações têm refletido o espírito da sua época, a política, a cultura e a economia, ou pelo menos, o seu encomendador ou arquiteto. Tornou-se reflexo das sociedades e do seu tempo, das suas necessidades e preferências, revelando a habilidade do engenho humano e a sua criatividade".
Assim, neste livro são apresentados alguns exemplares representativos da evolução da arquitetura, por ordem cronológica.
Nesse sentido, neste guia poderá encontrar informação sobre a arquitetura dos faraós; a arquitetura grega e as bases da atualidade; a arquitetura do grande império romano; a arquitetura bizantina e o nascer de uma nova religião; o românico e as peregrinações cristãs; as catedrais góticas; o manuelino e os descobrimentos portugueses; o renascimento e o regresso das formas clássicas; a arquitetura muçulmana e o seu exotismo; o barroco e a contra-reforma católica; o rococó e a decoração de interiores; o neoclássico e o racionalismo; o historicismo e o ecletismo; a arquitetura do ferro e a revolução industrial; a arte nova e a natureza; a high-tech e a arquitetura das tubagens e, por fim, o desconstrutivismo e a arquitetura escultórica.
Consideramos, portanto, que este livro será de grande interesse para os estudantes de arquitetura e para o público em geral.

Pode comprar este livro aqui!

08 maio 2015

CONSTRUÇÃO MAGAZINE [66]

Número: 66

A conservação do património em edifícios modernos é o tema central desta edição número 66 da revista «Construção Magazine». 
Neste contexto, Eduardo Júlio, diretor da revista, explica que "A salvaguarda - classificação e conservação - de espaços com elevado interesse cultural (em sentido lato), habitualmente designados de 'património', é um dos aspectos mais relevantes neste contexto. Nestes casos, a abrangência e a complexidade da abordagem, assim como o rigor e a qualidade dos trabalhos, são muito superiores aos das obras correntes de manutenção, reparação e/ou reabilitação de construções anónimas. E quando a intervenção reporta a património contemporâneo, as exigências não diminuem, pelo contrário, aumentando igualmente muito significativamente o risco de não serem respeitados os princípios universais, que visam preservar a autenticidade do espaço, minimizar o impacte da intervenção, e garantir a reversibilidade da solução, entre outros aspectos."
Assim, nesta edição, poderá ler os seguintes artigos:
- Património moderno: a conservação e a reutilização como um recurso sustentável;
- Habitação plurifamiliar moderna no Porto: experiências de reuso;
- As instalações académicas de Coimbra, um caso de estudo;
- Reabilitação do património moderno, o caso do Bloco das Águas Livres;
- Museu do Oriente em Lisboa.

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