22 abril 2015

A RELAÇÃO ENTRE O TRABALHO E A FAMÍLIA

Organização: MARIA JOSÉ CHAMBEL & MARIA TERESA RODRIGUES RIBEIRO
Editora: EDITORA RH

Para a sociedade atual, designadamente para as organizações e as famílias, a interface entre o trabalho e família reveste-se de uma enorme importância, não só porque o equilíbrio entre estas duas esferas da vida das pessoas afeta os seus níveis de bem-estar, as suas atitudes e os seus comportamentos, mas também porque este equilíbrio está dependente, pelo menos em parte, de diferentes características do contexto familiar e do contexto organizacional. A ideia central consiste em considerar que cada trabalhador desempenha dois papéis cruciais na sua vida, o familiar e o profissional, e a vivência de cada um deles não acontece de forma isolada. Com este livro temos como principais objetivos: explicitar os vários constructos implicados nesta interface, integrando-os nos respetivos referenciais teóricos por forma a clarificar a sua diferenciação, mas também a sua interrelação ou interdependência e dar a conhecer a tradução, adaptação e validação para o contexto Português de algumas das medidas internacionais mais utilizadas na área.

Este livro divide-se em cinco capítulos. No primeiro, sobre «Trabalho-Família: uma questão de equilíbrio» as autoras realçam a importância de se considerar as diferentes etapas da família, por exemplo, uma família onde nasce um bebé ou uma família com adolescentes têm dinâmicas diferentes, que podem e devem ser consideradas no equilíbrio entre o trabalho e a família. Já no segundo capítulo, «A interface entre o trabalho e a família», "define-se a relação entre estas duas esferas da vida e mostra-se a evolução de uma conceção negativa, de conflito, para uma que inclui as vantagens que podem existir com a acumulação destes dois papéis, o profissional e o familiar". No terceiro capítulo é apresentado um estudo que analisou as relações entre o conflito ou a interferência negativa do trabalho na família e o conflito ou a interferência negativa da família no trabalho e as respetivas repercussões. Por sua vez, no quarto capítulo, surge um estudo sobre «O equilíbrio trabalho-família e suas repercussões no bem-estar», cujos resultados mostram que existem "maiores níveis de enriquecimento nos indivíduos casados e de conflito em indivíduos com filhos, especialmente em fases de ciclo familiar exigentes". No último capítulo, apresenta-se um estudo que mostra que, efetivamente, é importante as organizações apostarem numa flexibilização de medidas até aqui voltadas para o conflito ou para o enriquecimento, sublinhando-se a importância das medidas que promovam o enriquecimento trabalho-família.

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14 abril 2015

UM GRÃO DE AREIA EM 40 ANOS DE CIDADANIA E AMBIENTES

Autor: ANTÓNIO ELOY
Editora: ESFERA DO CAOS

A estória do passado deve apoiar-se no presente.
Sem presente não há passado para contar e gente para o discutir. Marc Bloch diz-nos isso num dos seus textos sobre a falsificação da História.
Neste Grão de Areia as falsificações também são abordadas, desde o mitológico Viriato às estórias, muitas estórias das lutas ecológicas portuguesas… mal contadas, deturpadas, omitidas, ou ditas por gente que ouviu dizer.
Com as suas vitórias e fracassos, esta é uma estória contada por um protagonista desta História, que por ela foi semeando grãos...
É uma das versões do Ambiente em Portugal em 40 anos de democracia.
Um livro que conta segredos e aventuras, e que reflecte um profundo envolvimento com a polis.

Este livro divide-se em duas temáticas principais, por um lado as liberdades individuais e, por outro lado, a ecologia política.
Tal como nos elucida Paulo Trigo Pereira, no prefácio deste livro, existem duas gerações de leitores deste livro. "Os que já eram, ou se sentiam, suficientemente maduros em Abril de 1974 e que viveram a revolução e o que se lhe seguiu, e os que ainda não eram nascidos nessa data, ou eram muito novos...", por isso, para os primeiros, este livro, "ajuda a avivar memórias; para os segundos é um poderoso testemunho do exercício de cidadania numa sociedade civil". Acima de tudo, "em qualquer caso é um livro inspirador".
Quem comprar este livro está a contribuir para a Secção Portuguesa da Amnistia Internacional, da qual o autor é membro.

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