23 dezembro 2013

ESPIÕES EM PORTUGAL DURANTE A II GUERRA MUNDIAL

Autora: IRENE FLUNSER PIMENTEL

Enquanto o resto da Europa estava a ferro e fogo, Portugal, durante a II Guerra Mundial, foi «terra franca» para os serviços de propaganda e espionagem e palco de alguns episódios verdadeiramente novelescos como a tentativa de rapto dos duques de Windsor pelo SS Walter Schellenberg, dos serviços secretos alemães.
A historiadora Irene Flunser Pimentel, autora do livro Os Judeus em Portugal durante a II Guerra Mundial, traz-nos uma investigação baseada em documentos inéditos, nomeadamente dos arquivos norte-americanos e alemães, que nos revelam como o nosso país foi, graças à sua neutralidade e situação geográfica, um local importante de plataforma de negociações políticas, bem como de trocas de informações, comerciais, económicas e financeiras, entre os dois lados beligerantes. A situação atlântica, quer de Portugal, quer das suas ilhas e colónias, fez com que a principal espionagem, de ambos os lados, fosse a deteção de comboios de navios, para serem objecto de bombardeamento aéreos, ou de submarinos.
Pelo nosso país passaram agentes secretos como os agentes duplos , do XX Comiittee, Juan Pujol, mais conhecido como «Garbo», e Dusko Popov, nome de código «Tricycle», que conseguiram enganar os alemães sobre o verdadeiro destino do desembarque aliado na Europa, em junho de 1944, desviando as suas atenções das praias da Normandia, onde ele ocorreu realmente, para a zona do Pas-de-Calais. Popov terá ainda fornecido informações aos serviços britânicos sobre o possível ataque a Pearl Harbour. Também o escritor e agente secreto inglês Ian Lancaster Fleming se alojou no Estoril ao serviço do Naval Intelligence Department, e terá sido neste ambiente de guerra e espionagem que se inspirou para criar a figura de James Bond.
Mas também os portugueses, quer os elementos da Legião Portuguesa quer os da PVDE, se viram envolvidos nas teias de espionagem estrangeira, chegando mesmo a estar ao serviço, à vez ou em simultâneo, dos dois campos beligerantes.

Se por si só o tema da espionagem em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial merece uma atenção especial, a objetividade com que Irene Flunser Pimentel o expõe torna-o mais apelativo. A autora, especialista em História Contemporânea, particularmente no âmbito político e institucional, focou a sua investigação em fontes dos serviços secretos ingleses, americanos e alemães (limitados em virtude da derrota destes na guerra).
Irene Flunser Pimentel também desenvolveu pesquisa nos arquivos do Ministério dos Negócios Estrangeiros, alemão, em Berlim, no Public Record Office, em Londres, no National Archives and Records Administration, em Washington e no Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
Numa obra que segue uma linha cronológica, a autora começa pelo fim, em 1944, onde em solo português foi traçado o plano «Fortaleza», decisivo para o desembarque com sucesso na Normandia. Voltando aos anos 30, acompanha o percurso paralelo do desenvolvimento de instituições do Estado Novo, fascistas e nazis, e a colaboração luso-alemã. Em seguida explica a atuação das redes britânicas em Portugal e as suas consequências para a relação luso-britânica. 
Segue-se uma nova fase (1943-1945) com a resposta inglesa ao desmantelamento das suas redes, sendo a análise ampliada ao vasto território português além-mar, e termina com uma análise a Lisboa como palco de negociações entre personalidades dos dois lados. Apresenta um capítulo dedicado aos espiões duplos, para terminar com um capítulo dedicado aos últimos dois anos da guerra. Pelo meio retrata a atuação dos serviços secretos franceses e norte-americanos.

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21 dezembro 2013

UM MILIONÁRIO EM LISBOA

Autor: JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS
Editora: GRADIVA

Kaloust Sarkisian completa a arquitectura do negócio mundial do petróleo e torna-se o homem mais rico do século. Dividido entre Paris e Londres, cidades em cujas suítes dos hotéis Ritz mantém em permanência um beldade núbil, dedica-se à arte e transforma-se no maior coleccionador do seu tempo.
Mas o destino interveio.
O horror da matança dos Arménios na Primeira Guerra Mundial e a hecatombe da Segunda Guerra Mundial levam o milionário arménio a procurar um novo sítio para viver. Após semanas a agonizar sobre a escolha que teria de fazer, é o filho quem lhe apresenta a solução:
Lisboa.
O homem mais rico do planeta decide viver no bucólico Portugal. O país agita-se, Salazar questiona-se, o mundo do petróleo espanta-se. E a polícia portuguesa prende-o.
Baseado em acontecimento verídicos, Um Milionário em Lisboa conclui a espantosa história iniciada em O Homem de Constantinopla e transporta-nos no percurso de vida do arménio que mudou o mundo - confirmando José Rodrigues dos Santos como um dos maiores narradores da literatura contemporânea.

Tratando-se do segundo volume da versão romanceada da vida de Caloust Gulbenkian, este livro arranca precisamente após os acontecimentos d´ «O Homem de Constantinopla». Sendo o romance introduzido sob a perspetiva de Krikor (filho de Caloust Gulbenkian), com a morte de Caloust Gulbenkian, num prólogo que abre o "apetite" para o que se vai ler a seguir.
Este romance histórico está organizado em três momentos, o "HORROR" da Primeira Guerra Mundial, a "BELEZA" que vai desde os primeiros anos do pós-guerra até ao início da Segunda Guerra, e por fim o "EXÍLIO" após Gulbenkian escolher Portugal para viver.
«Um Milionário em Lisboa» é uma leitura que se faz com agrado, não só porque a personalidade de Gulbenkian é de uma grande riqueza, mas também porque é contextualizada com uma época de incidências politicas e sociais relevantes, para além de se movimentar nos meandros da arte e do negócio petrolífero.
Para os fãs do autor, ou para quem tenha curiosidade de saber mais sobre aquele que a dada altura foi o homem mais rico do mundo, esta é uma obra a não perder de vista, seja para complementar a leitura d`«O Homem de Constantinopla» ou para ler isoladamente.

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19 dezembro 2013

O LIVRO DA MUDANÇA

Autor: MIKAEL KROGERUS & ROMAN TSCHAPPELER
Editora: MARCADOR

Este livro é sobre a mudança - desde as pequenas e aparentemente insignificantes transições no nosso dia a dia, até às grandes e quase incompreensíveis mudanças na história da humanidade.
Baseando-se em conselhos de especialistas e teorias muitas vezes complexas, os autores do bestseller O Livro das Decisões apresentam cinquenta modelos simples e eficazes que ajudam a compreender a mudança no nosso mundo.
A mudança está a acontecer à nossa volta, em todas as esferas, desde a política e a pessoal até à económica e à do meio ambiente. Em o Livro da Mudança vai encontrar modelos que explicam a crise financeira, por que razão a biotecnologia é a indústria do futuro e por que motivo as cidades são as novas nações.
Quer vá comprar um carro novo, quer queira decidir em quem votar ou fazer um investimento, este pequeno livro irá oferecer-lhe explicações surpreendentemente simples sobre o nosso mundo complicado - e desafiar radicalmente algumas das suas ideias preconcebidas.

O principal objetivo d´ «O Livro da Mudança» é apresentar ideias complexas da forma mais sucinta e descomplexada possível. Para tal, os autores recorrem a modelos - porque segundo os mesmos interpretamos de forma mais imediata uma imagem do que um texto -  para responder a algumas das questões mais pertinentes da atualidade. 
Para garantirem a simplicidade das exposições, os autores decidiram afastar-se de convenções académicas ou infografias tecnologicamente avançadas. Optaram também por trabalhar por um conceito de mudança diferente da visão tradicional da gestão de mudança. Assim, a "mudança" aqui não implica uma transição temporária de um estado para o outro, mas antes ser substituída por uma noção de "tornar".
Os 52 modelos que compõem este livro, desenvolvidos para o efeito pelo designer norueguês Dad Grodal (se não existissem ainda), estão divididos em quatro grupos. Sendo eles, modelos que explicam o nosso mundo (o modelo do fim da história; da crise financeira), modelos que explicam o "meu" mundo (monogamia; sentido da vida; contracultura), modelos que vão mudando o "meu" mundo (decisão; tarefas; investimento) e que mudam o nosso mundo (ditadura; religião; dia do juízo final).
De realçar ainda o formato do livro, compacto e fácil de transportar.

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16 dezembro 2013

O CERCO DE LENINEGRADO

Autor: MICHAEL JONES
Editora: BIZÂNCIO

O cerco de Leninegrado foi a tentativa de Hitler de erradicar pela fome a população de uma cidade inteira. Martirizados pela fome, pelos rigores do frio, os habitantes da cidade testemunharam os actos mais vis da miséria humana e os mais nobres actos de solidariedade. Quando em 1944 foi posto fim ao cerco de 900 dias, mais de um milhão de pessoas tinham morrido e os sobreviventes ficaram para sempre marcados pelas suas provações. Só a partir dos anos 90 do século XX, quando o império soviético se desmoronou, muitas destas verdades foram reveladas, e, só recentemente, muitos dos diários, poemas e pinturas feitos durante o cerco foram disponibilizados para consulta pública nos museus e arquivos de São Petersburgo.
Michael Jones teve acesso a este espólio, falou com sobreviventes e traz-nos um relato de viva voz de extrema crueldade e suprema bondade que se revelam quando a vida de todos os dias mergulha no mais absoluto horror.

O livro é introduzido por uma visita ao Museu do Bloqueio em São Petersburgo (Leninegrado, durante a Segunda Guerra Mundial). Aqui o autor faz uma sucinta descrição do ambiente de sofrimento que esta cidade viveu durante o cerco das tropas nazis através do diário de Vera Lyudyno. 
Com 17 anos, impedida de se refugiar nos abrigos antiaéreos por motivos de saúde, Vera testemunhou uma vizinha a devorar 200 gramas de carne, para o mês inteiro, de uma só vez com medo que alguém a roubasse, assim como do desaparecimento de crianças no seu prédio, sendo os seus ossos e roupa encontrados na casa de um vizinho. O autor conta-nos também sobre um desenho de um menino que mostra um pão e onde por baixo se pode ler "Fome - e eu tenho tanta!". No entanto, também nos fala de um concerto simbólico, em pleno cerco, que deu uma sensação de vitória à cidade num período de grande tormento. 
Para além do testemunho dos habitantes de Leninegrado, a obra também nos relata a vivência de alguns elementos do exército alemão. Nomeadamente durante a ofensiva relâmpago que os conduziu até às portas da cidade, onde receberam as ordens de Hitler para deixar a população sucumbir à fome.
Michael Jones equilibra a escrita com uma narração ao estilo de romance e uma descrição objetiva dos acontecimentos que não compromete o rigoroso registo histórico deste livro. O autor baseou-se na experiência como guia nos campos de batalha da Frente Oriental da Segunda Guerra Mundial, nos relatos verdadeiros dos que ficaram na cidade, através da entrevista a sobreviventes ou das notas pessoais deixados por outros.


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13 dezembro 2013

A NOVA ERA DIGITAL - REFORMULANDO O FUTURO DAS PESSOAS, DAS NAÇÕES E DA ECONOMIA

Autores: ERIC SCHMIDT e JARED COHEN
Editora: D. QUIXOTE

Quem será mais poderoso no futuro: o cidadão ou o estado? A tecnologia será uma alavanca ou um entrave ao terrorismo? Qual será a relação entre segurança e privacidade? E de que teremos de abdicar para fazermos parte da nova era digital? 
Numa colaboração sem precedentes, dois dos mais reputados pensadores mundiais em tecnologia e política internacional dão-nos a sua há muito aguardada visão do futuro: um mundo cheio de desafios e oportunidades que compete a todos nós enfrentar e aproveitar.

"A Internet é a maior experiência histórica do âmbito da anarquia". É com esta frase contundente que é dado o mote sobre o conteúdo deste livro - as tecnologias e a forma como os humanos interagem com as mesmas.
Argumentam os autores que à medida que a Internet cresce (e a quantidade de dados transmitidos por fibra óptica duplica, em média, a cada nove meses), altera-se em paralelo a nossa compreensão de quase todas as facetas da nossa vida, como a noção de identidade e segurança. Para além disso a revolução tecnológica, embora não sendo pioneira, é a primeira da História que vai "permitir a quase todos possuir, desenvolver  e disseminar conteúdos em tempo real sem ter de recorrer a intermediários". 
A motivação inerente à produção deste livro prende-se com a constatação, em consequência de um viagem à Bagdade flagelada pela guerra, de um fosso entre as pessoas que tiram partido das tecnologias e as pessoas que lidam com as mais sérias questões geopolíticas, sem que haja um elemento agregador. Assim os autores consideram haver potencial para a colaboração entre a indústria tecnológica, setor público e sociedade civil. Ao longo deste livro os autores discutem os ganhos de eficiência, melhor qualidade de vida, mais inovação e oportunidades num futuro próximo como benefícios da alargada conectividade. Abordam questões de identidade, cidadania e relações humanas, o futuro dos Estados e da Revolução (ex: Primavera Árabe), o futuro do Terrorismo, do conflito, do combate e da intervenção e o futuro da Reconstrução (a tecnologia com papel central).
Eric Schmidt é presidente executivo da Google, enquanto Jared Cohen é diretor da Google Ideas. Ambos partilham a ideia optimista que a relação de poder entre humanos e máquinas está nas mãos dos primeiros, rejeitando a ideia fatalista da tomada de poder pelas máquinas.

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08 dezembro 2013

O LIVRO DO UNIVERSO - A REVELAÇÃO DO COSMOS E A PROCURA DO OUTRO

Autor: JOAQUIM FERNANDES
Editora: QUIDNOVI


A mesma questão que ocupava Demócrito na Grécia Antiga permanece intemporal e viva nos debates contemporâneos «estamos sós no Universo?». Esta é porventura a pergunta que há mais tempo perdura, suspensa nos quadros das angústias humanas, ao longo das civilizações e culturas que se têm sucedido, umas após outra, no nosso planeta.
O trajeto que propomos nesta obra inicia-se na longínqua Grécia pré-socrática e desemboca nos contributos cosmopolitas que apostam na matematização do espaço e do tempo, antecedendo a construção do edifício mental das Luzes. De permeio, resta a longa travessia do tempo, imóvel e fechado, desde a Idade Média até aos sobressaltos de uma Renascença que redescobre a excelência do Homem e o (re)liga a todo o cósmico.

Através da premissa que o contacto com qualquer outra forma de vida, exterior ao nosso planeta, será inevitável ("não se sabendo quando"), e que tal comportará consequências extraordinárias para a humanidade, Joaquim Fernandes leva-nos numa viagem à evolução histórica do questionamento do Homem sobre o seu lugar no Universo.
A exposição do autor coloca sempre em pano de fundo várias perspetivas. Assim, podemos ler sobre aqueles que ousaram avançar com novas teorias e sobre o pensamento dominante em cada época, o que mantém elevado o grau de interesse deste livro. Entre outros, figuram no livro pensadores como o cardeal Nicolau de Cusa, que defendeu a existência de vida, tal como na Terra, em elevadas regiões solares e estelares, Giordano Bruno - o monge herege - queimado na fogueira por favorecer a ideia de um "Universo infinito", e Johannes Kepler que descreveu os habitantes lunares num relato ficcional. De destacar ainda, um interessante capítulo sobre Angelologia - essência, existência e mundo dos anjos.
Este trabalho apresenta também um conjunto de retratos e figuras acompanhadas de descrições que sintetizam teorias, o que permite uma recapitulação das ideia presentes neste trabalho.
«O LIVRO DO UNIVERSO» é um trabalho enquadrado na investigação para a tese de doutoramento de Joaquim Fernandes, que é cofundador do Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência na Universidade Portucalense do Porto. Joaquim Fernandes para além de vários escritos nesta temática, escreveu o argumento da mini-série de ficção «A Noite do Fim do Mundo» da RTP.

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06 dezembro 2013

RECONHECER-SE ALÉM FRONTEIRAS - ECOFEMINISMO E O PENSAMENTO DE MARIA DE LOURDES PINTASILGO


Autora: ANA CRISTINA ASSIS

Reconhecer-se Além Fronteiras pretende averiguar em que medida o pensamento de Maria Lourdes Pintasilgo pode ser usado como chave para a crítica dos problemas que atualmente envolvem os seres humanos e o mundo natural. Uma linha de pensamento que encontra repercussão no Ecofeminismo, que desde os anos setenta tem vindo a realizar a mesma questionação do quadro conceptual da sociedade ocidental, construído a partir de várias discriminações sociais, na desvalorização da mulher e dos recursos naturais. Estes são pontos de contacto entre estas duas linhas de pensamento: a defesa de um modelo de sociedade assente em relações de interdependência entre seres humanos e natureza, e um desenvolvimento que articule a sustentabilidade da Qualidade de Vida com novos modelos de produção.
Uma questão continua a pairar:
Será a defesa de uma mudança de paradigma, assente numa ética que valoriza o respeito pela diversidade de relações entre seres humanos em equilíbrio dinâmico com a natureza, ainda uma utopia?

Este livro, resultante de uma dissertação de Mestrado de Literatura e Cultura Comparadas, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, pretende incutir no leitor uma reflexão profunda sobre o Ecofeminismo em conformidade com o pensamento de Maria de Lourdes Pintasilgo. Tal como a autora nos explica o ecofeminismo pode interpretar-se na "perspectiva de um movimento, mas também na construção de um suporte teórico e crítico que abrange diferentes sensibilidades, diferentes estratégias de implementação e disseminação, e diferentes perspectivas".
Partindo da relação de subjugação das mulheres e da natureza perante uma sociedade patriarcal e industrializada, a autora procede a uma análise deste fenómeno sob o ponto de vista da sociedade ocidental e da globalização, como conceito utópico.
Este trabalho está dividido em três capítulos, um dos quais dedicado ao movimento ecofeminista, outro ao pensamento e ação de Maria de Lourdes Pintasilgo e o último capítulo explora o surgimento da utopia na literatura ecofeminista, e o utopismo relacionado com a atividade política de Maria de Lourdes Pintasilgo.
A argumentação de Ana Cristina Assis é sólida, sendo sustentada numa minuciosa investigação e na formação técnico-científica da autora e ainda na experiência como engenheira têxtil e como empresária da mesma.

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02 dezembro 2013

NA ESFERA DO MUNDO

Autor: ANTÓNIO BORGES COELHO
Editora: CAMINHO

Os portugueses tinham fé, lei e rei. A fé amarrava-os a uma crença e a um ritual da vida e da morte, legitimava a perseguição civil e armada aos mouros e aos «luteros»; a lei e o rei integravam-nos na comunidade que se individualizara no território ocidental da Hispânia desde o século XII. Outro laço, fortíssimo, provinha da partilha de uma língua que se estruturava na fala e na escrita e gerava um tesouro, hoje quase escondido, de textos geográficos, antropológicos, literários, históricos, linguísticos e científicos.

«NA ESFERA DO MUNDO» é o quarto volume da coleção 'História de Portugal' («Donde Viemos», «Portugal Medievo», «Largada das Naus») da autoria de António Borges Coelho, professor catedrático jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Este livro conta a história de um pequeno povo no extremo ocidental da Europa que provocou grandes mudanças a nível global. É a história de um povo que se moveu pela ambição e força de vontade "mas sem o comércio e o dinheiro, sem as descobertas na construção naval e na arte de navegar, sem a verticalidade dos comandos, sem a riqueza acumulada e os empréstimos para pagar os navios, as mercadorias, as armas, os mantimentos, os soldos, que fariam os desejos e a vontade?".
O estilo de narração de António Borges Coelho é fluído, proporcionando uma leitura ritmada e estimulante. Assim, entre outros, é descrita a perícia dos navegadores e o comércio além fronteiras, a sociedade portuguesa da época, o povoamento do Brasil, e batalhas emblemáticas deste período.

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28 novembro 2013

INOVAÇÃO E CRIATIVIDADE - MANUAL DO DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO

Autor: MAHOMED HANIF USSMANE
Editora: SÍLABO

Este livro oferece ao leitor uma abordagem da temática do desenvolvimento de um novo produto ou serviço, contemplando as várias fases do desenvolvimento de forma sistematizada.
Abordam-se, para além dos conceitos de inovação, criatividade, design, metodologia do desenvolvimento de um produto, outros aspetos a ter em consideração como a realização de protótipos, testes, ensaios, determinação de custos, lay-outs de produção, etc.
Escrito de uma forma simples, o conteúdo deste livro não exige uma formação específica nem avançada para compreender as matérias nele expostas.

Entre outros, este livro poderá ser útil para diretores executivos, diretores de marketing, diretores de desenvolvimento de I&D, engenheiros de produção, engenheiros de desenvolvimento, gerentes de qualidade, gerentes de compras e serviços de clientes e, claro, para estudantes.
Tal como é referido no livro "o sucesso económico das empresas de produção ou serviços, depende da sua capacidade de identificar as necessidades dos clientes e de criar rapidamente produtos que atendam a essas necessidades e possam ser reproduzidos a um custo competitivo. É amplamente reconhecido que para desenvolver produtos de sucesso, sistemas ou serviços, é extremamente importante seguir um processo estruturado de desenvolvimento do produto...". Por isso mesmo, este livro é de grande valor para todos os interessados no NPD (New Product Development) pois mostra de forma clara e incisiva quais os passos a ter em conta neste âmbito.
«Inovação e Criatividade» é o livro ideal para o apoiar na criação de um produto ou serviço de forma sustentável!

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27 novembro 2013

TECNOHOSPITAL [59]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 59

Conheça o admirável mundo das nanopartículas (pág.2-3) nesta edição da TecnoHospital. Assim, pode ler sobre «Nanotecnologias e saúde pública» (pág.12-15), «Nanomedicina: aplicações e perspetivas futuras» (pág. 16-21), «Nanotecnologia como ferramenta para produzir novos alimentos funcionais: vantagens e precauções» (pág.22-25), «Nanopartículas inorgânicas: novos materiais em biomedicina» (pág.26-30), «Nanotecnologias em saúde» (pág.31-35), «A Nano-Biotecnologia têxtil para utilização em terapêutica auxiliar no tratamento e de úlceras de pressão» (pág.36-40).
Em entrevista, Vasco Teixeira, pró-reitor para a investigação na Universidade do Minho, fala sobre o projeto que coordena atualmente - o Nanovalor - um pólo de competências ibéricas dedicado à nanotecnologia (pág.4-10).

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22 novembro 2013

INVEST [106]

Revista: INVEST
Número: 106

A edição deste mês aborda na secção «Negócios» o marketing saboroso da 'Chefs Agency' (págs. 6-7), as máquinas que "falam" ao serviço da agricultura (pág. 8), a 'Simlis' cujo lema é fazer com qualidade e gastar menos (pág. 18-19), quem esculpe as joias das estrelas (pág. 10) e, ainda, como se transforma lixo em "madeira" (pág. 20-21).
Nas «Iniciativas» leia o testemunho empreendedor de Filipa Júlio, uma arquiteta de sapatos (pág. 13).
Nos «Negócios produto» destaca-se a 'Ascendum' com evolução de vendedores Volvo a líderes mundiais (pág. 16) e os preparados de fruta que entraram no mercado americano (pág. 22).
Em «Análise» Jorge Santos escreve sobre o poder reivindicativo das associações (pág. 13) e Manuel Alexandre analisa a banca europeia (pág. 31).
Conheça ainda a 'Normax', líder nacional na produção de vidro científico (pág. 14-15).

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06 novembro 2013

DEZ MIL MILHÕES - ENFRENTANDO O NOSSO FUTURO

Autor: STEPHEN EMMOTT
Editora: TEMAS E DEBATES

Eis um livro sobre nós.
Trata de si, dos seus filhos, pais e amigos. Trata de todos nós. Trata do nosso falhanço dos negócios e dos falhanço dos nossos políticos. Trata da emergência planetária sem precedentes que nós próprios criámos. Trata do nosso futuro.

Escrito por Stephen Emmott, «Dez Mil Milhões» é um ensaio inquietante sobre as consequências da ação do Homem sobre o planeta.
A emergência planetária de que o autor nos fala é, segundo o mesmo, resultante da nossa inteligência, engenho e ação que têm vindo a modificar quase todo o planeta. Situação que se agudiza à medida que nos aproximamos de uma população global de dez milhões. Por isso mesmo o mote para introduzir o livro é uma perspetiva sobre a evolução da população.
Esta é uma obra que se lê com facilidade, sendo construída através de "punch lines" que não deixam de provocar uma reação no leitor. Para além disso, o texto é acompanhado de fotografias arrebatadoras e gráficos que ilustram o ponto de vista do autor.
Stephen Emmott é cientista em Cambridge e lidera uma equipa de investigação em sistemas complexos (sistema climático e ecossistemas) e no impacto que os seres humanos exercem sobre a Terra.

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28 outubro 2013

CONSTRUÇÃO MAGAZINE [57]

Número: 57

A investigação científica e a indústria é o mote desta edição. Neste sentido, leia sobre «Fibras híbridas como reforço para compósitos de matriz cimentícia» (pág. 8-12); «Projeto Ecofachada - painéis de fachada em betão eco-eficiente de base geopolimétrica com incorporação de resíduos» (pág. 14-18); «Novos desenvolvimentos em sistema de monotorização da integridade estrutural» (pág. 19-23); «Solar tiles - desenvolvimento de sistemas solares fotovoltaicos em coberturas e revestimentos cerâmicos» (pág. 24-27).
Na secção 'Vias de comunicação' saiba qual a «Influência do traçado na qualidade geométrica de vias-férreas» (pág. 28-31).
Já na secção 'Acústica' conheça o «Comportamento acústico de divisórias leves - influência do material fonoabsorvente e da espessura de caixa-de-ar» (pág. 34-35).
Quanto à 'Sísmica', leia sobre os «Novos desafios associados à implementação da regulamentação Europeia para avaliação da segurança sísmica de estruturas de edifícios» (pág. 36-37).

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22 outubro 2013

RH MAGAZINE [88]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 88

Nesta edição da «RH Magazine» informe-se sobre os 'Benefícios da era digital' (pág.46) e leia os artigos de Paulo Lemos 'Sistemas de informação de recursos humanos'; de Rui Barbosa 'Computadores, internet, comunicações, robôs: impacto nas profissões' e de Pedro Rebelo 'Política de redes sociais na empresa - uma ajuda valiosa'.
Outros temas de interesse são 'Business intelligence e os seus desafios', por António Luís, e 'A importância da comunicação no domínio tecnológico', por Cláudia Vicente.
Tempo ainda para ler a grande entrevista a José Dionísio, co-CEO da Primavera Business Software Solutions, que afirma que "o nosso dever enquanto gestores de pessoas é precisamente o de garantir que cada pessoa será mais forte amanhã, mais competitiva do que é hoje, capaz de assumir com o tempo maiores responsabilidades".

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15 outubro 2013

INVEST [82]

Revista: INVEST
Número: 82

Segundo a Comissão Europeia, Portugal tem que continuar a aumentar as exportações e, nesse sentido, a Invest diz-lhe quais são as 200 maiores exportadoras portuguesas (pág. 16-25).
Na secção 'Negócios', conheça uma empresa que oferece produtos e serviços de assistência médica à distância (pág. 6-7-); conheça também outra empresa que se já aposta nas energias renováveis há décadas e que já está presente em 35 países (pág. 8-9); saiba também como é possível tornar a fruticultura mais competitiva (pág. 10) e como uma empresa portuguesa pretende liderar no setor dos derivados de resina para fixar tintas de impressão (pág. 11); leia o testemunho de Teresa Preta (pág. 13) e descubra o multiplicador de carros (pág. 14-15).
Em 'Análise', João Guerra da Silva aborda o potencial da Dinamarca, afirmando que "as empresas portuguesas devem aproveitar a situação geográfica privilegiada da Dinamarca, bem como o seu elevado desenvolvimento tecnológico, para efetuar investimentos no sector da distribuição ou tentar estabelecer parcerias" (pág. 36).

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03 outubro 2013

INDÚSTRIA E AMBIENTE [82]

Número: 82

António Guerreiro de Brito começa esta edição da revista afirmando que o "saneamento é mais importante que a independência", saiba porquê na página 2.
Em entrevista, António Jorge Monteiro, presidente da Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental, fala sobre as vantagens e inconvenientes da opção por soluções descentralizadas para tratamento de águas residuais (pág. 5).
No dossier desta revista, leia sobre os «Sistemas descentralizados de águas residuais e reutilização», em concreto: «A problemática ambiental emergente das agroindústrias - tratamento descrentralizado de efluentes e sua reutilização» (pág. 10); «A gestão sustentável da água e o efluente das ETAR como recurso hídrico alternativo» (pág. 14); «Tratamento de águas residuais urbanas em sistemas descentralizados: o contributo para a solução global de tratamento de águas residuais em Portugal» (pág. 19) e, ainda, «Soluções simplificadas de saneamento» (pág. 22).
Conheça ainda o «Financiamento de projetos de internacionalização das empresas» (pág. 44).
Leia também a reportagem «PERSU 2020 - metas em vez de soluções» (pág. 25).

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28 setembro 2013

CONSTRUÇÃO MAGAZINE [56]

Número: 56

Com dossier dedicado aos nanomateriais e à construção. Assim, são vários os artigos que pode ler nesta edição ligados a este tema, nomeadamente: "Estudo da aplicação da nanotecnologia no setor da construção: necessidades e novas oportunidades", de O. Rocha, M. Machado, A. Vieira e J. Branquinho [pág.10-13]o; "Nanocompósitos poliméricos e sua aplicação na construção", de João Silvestre, Jorge de Brito e Nuno Silvestre [pág.14-17]; "Desenvolvimento de sistemas e produtos baseados em nanomateriais cerâmicos para uma construção sustentável", de Luc Hennetier e Victor Francisco [pág.18-20]; "Nova geração de tintas para melhorar a qualidade do ar exterior", de Joana Ângelo, Luísa Andrade e Adélio Mendes [pág.22-25]; e ainda "Cidade dos futuro: a nanotecnologia enquanto veículo de conceção de infraestruturas eficientes e sustentáveis", de Vasco Teixeira, Joaquim Carneiro e Sofia Azevedo [pág.26-29].
Ainda ligado ao tema central desta edição, leia sobre o "Nanoconcrete: betão de desempenho melhorado com a incorporação de nano-partículas", por Ricardo do Carmo [pág.40].
Entre outros temas de interesse,  conheça a abordagem multidisciplinar às paredes de alvenaria da Igreja de São Torcato [pág.36-37].

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25 setembro 2013

CHINA 3.0 - A TERCEIRA GERAÇÃO DE POLÍTICOS

Autor: MARK LEONARD (coord.)
Editora: GRADIVA

A China não está só a mudar de líderes: está também a avançar para a fase seguinte do seu desenvolvimento. Esta colectânea única de ensaios - escritos pelos mais importantes pensadores chineses da actualidade - dá uma perspetiva sem par dos grandes debates em curso sobre o futuro do modelo de crescimento da China, do sistema político deste país e da sua política externa. Os textos aqui publicados mostram que a China se encontra no início de uma mudança tão radical como foram a revolução comunista de Mao Tsé-Tung (China 1.0) e a revolução capitalista de Deng Xiaoping (China 2.0). Chamamos a esta fase China 3.0.

Atualmente, numa fase de mudança de paradigma, a China lida sobretudo com problemas relacionados com a gestão do sucesso alcançado na era Deng, isto é, a China vive uma crise de êxito. São estes a abundância, a estabilidade e o poder - "Os feitos incríveis do passado criaram um público poderoso para cada uma das políticas (...) mas o apego a esses feitos acarreta o perigo de autodestruição".
Com esta ideia em mente, esta obra propõe-se a absorver o pensamento da elite intelectual chinesa, com a recolha das ideias essenciais que decorrem do debate entre as diferentes escolas de pensamento.
Assim, o debate em torno da Economia (fugir da armadilha da abundância), apresenta ensaios da autoria da Nova Esquerda, da Nova Direita e dos Igualitários do mundo livre. A Política (fugir da armadilha da estabilidade) é discutida por Neoconservadores, Neomaoístas e Liberais. Por fim a Política Externa (fugir da armadilha do poder) mostra os pontos de vista de Globalistas e Realistas defensivos em oposição aos Neocomunistas (nacionalistas).
O livro termina com uma reflexão sobre a importância da China para a Europa, da autoria de François Godement e Jonas Parello-Plesner. Com a premissa que a China conhece melhor o que se passa na Europa do que vice-versa, estes autores apresentam cinco conclusões a tirar dos ensaios para que a Europa possa ter um melhor desempenho na relação com a China.

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02 setembro 2013

INVEST [104]

Revista: INVEST
Número: 104

Em 'Análise', Eduardo Henriques antecipa o regresso da economia espanhola (pág. 19); Jaime Antunes escreve sobre o crescimento da economia (pág. 23); Francisco Banha elenca medidas urgentes para o crescimento (pág. 30-31) e Mustapha Boulabrete desvenda o potencial do mercado marroquino (pág. 36).
Já em 'Grande plano' está a EnterNext, a nova subsidiária da NYSE Euronext que quer ser a porta de financiamento das PME (pág. 20-21).
Quanto a 'Negócios', conheça o alfaiate dos currículos (pág. 6-7); saiba tudo o que precisa para abrir um negócio com incubadora Open (pág. 10-11); conheça uma star-up que fatura dois milhões de euros, que emprega 60 pessoas e continua a contratar (pág. 10-11); leia o testemunho empreendedor de Sónia Neves (pág. 12-13) e saiba quais são os planos da Molaflex para criar uma fábrica em Angola (pág. 14-15).
Se ainda não sabe quanto vale o azeite leia as páginas 28 e 29 e fique a par dos novos investimentos, do aumento de produção e exportação e da criação de novos sabores que fazem do azeite um bom triunfo.

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28 agosto 2013

TECNOHOSPITAL [58]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 58

A eficiência energética é tema de destaque em várias publicações. Desta vez também a TecnoHospital lhe dedica um dossier onde aborda a eficiência energética nos edifícios de saúde. Assim, poderá ler vários artigos de interesse neste âmbito, tais como: «Sistemas AVAC em ambiente hospitalar: vigas arrefecidas e ventiloconvectores» (pág. 11); «Edifícios de saúde: qual o caminho para a eficiência energética?» (pág. 18); «Eficiência energética em hospitais» (pág. 21); «Contratos de gestão de eficiência energética» (pág. 26); «Gestores locais de energia e do carbono» (pág. 29); «Simulação dinâmica de edifícios, um software energético como ferramenta de gestão hospital» (pág. 33); «Operacionalização no caminho da eficiência energética» (pág. 36).
Em entrevista, António Lúcio Baptista, afirma que "hoje, no bloco operatório, é possível entrarem físicos, biólogos e engenheiros biomédicos, quer seja com os lasers, com os equipamentos de imagem, com a cirurgia endoscópica ou com os robôs" (pág. 4).

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22 agosto 2013

RH MAGAZINE [87]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 87

Depois de uma edição dedicada à temática da formação e desenvolvimento, desta vez a «RH Magazine» foca-se numa das questões mais importantes da área dos recursos humanos atualmente: o trabalho temporário.
Neste sentido, leia a grande entrevista a Vitalino Canas, provedor da ética empresarial e do trabalho temporário, onde este defende que “não se deverá negligenciar o contributo possível do setor do trabalho temporário, mesmo que tenhamos em conta que ele apenas contribuirá para resolver uma parcela mínima do problema” (pág. 12-20).
Posto isto, recolha mais informações sobre a temática desta edição nos artigos de Conceição Espada, a respeito do «Stress e trabalho temporário»; de Francisco S. Cesário, sobre «O trabalho temporário e a procura da empregabilidade»; e de Filipa Castanheira em relação aos «Trabalhadores temporários de agência: particularidades de uma relação a três».
O caderno especial desta «RH Magazine» foca-se, como não poderia deixar de ser, no tema “À luz do trabalho temporário» (pág. 46-53).
Nas ideias inovadoras conheça ou recolha mais informações sobre o «Moço dos recados» (pág. 58-59).
Na secção “Prima síntese” leia sobre «A gestão da experiência do consumidor em debate nas Conversas InPar», por Ana Duarte Monteiro (pág. 66-69) e ainda «O trabalho temporário: dos mitos urbanos ao “copy/paste” passando pelo associativismo» por Afonso Carvalho (pág. 70-71).
Entre outros temas de interesse, descubra quais os sete mitos e as sete realidades dos trabalhadores mais velhos (pág. 72-74).

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14 agosto 2013

INDÚSTRIA E AMBIENTE [81]

Número: 81

Comece pelo editorial «Foi um ar que se lhe deu...», por António Guerreiro de Brito (pág. 2), depois leia o que Carlos Pedro Ferreira lhe tem a dizer sobre o «Ar» (pág. 4) e após a entrevista a Ton Van Harreveld (pág. 5) prepare-se para começar a ler o dossier desta edição sobre o ar, nomeadamente, sobre «Redes de qualidade do ar e a sua gestão metrológica», por Paulo Gomes (pág. 8); «Monitorização em contínuo de emissões - como garantir a qualidade dos resultados?», por Ricardo Rodrigues (pág. 11); «Acreditação de ensaios de emissões gasosas. Que rumo?», por Rosário Amaral e Bárbara Cardoso (pág. 14); «A perspetiva eurocêntrica da acreditação», por Carlos Pedro Ferreira» (pág. 16) e «Novo sistema de certificação energética - o que vai ser feito da QAI?» (pág. 19).
Tempo ainda para uma reflexão sobre «Os serviços urbanos de água num ambiente de crise e mutação: tendências e prioridades», por Sérgio Hora Lopes (pág. 22).
Na secção 'Crimes e contraordenações ambientais' Isabel Rocha aborda as «Águas residuais domésticas» (pág. 47), enquanto a secção 'Vozes ativas' levante a questão «Quais as duas prioridades que recomendaria ao recentemente nomeado Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva?» (pág. 51).

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09 agosto 2013

INVEST [103]

Revista: INVEST
Número: 103

Se é Técnico Oficial de Contas vai querer conhecer o B-TOC, um novo produto para simplificar a organização da contabilidade das empresas por partes dos TOC’s (pág. 5).
Se tem uma ideia de negócio, mas que ainda não passa de uma ideia, pode recorrer aos serviços da «Destino Líder» que trabalha no sentido de viabilizar o financiamento de projetos, em concreto apoiados por dinheiro dos fundos comunitários (pág. 18-19).
E se é aluno do Politécnico de Leiria saiba que vai poder contar com a ajuda das empresas da região para desenvolver possíveis projetos que tem em mente (pág. 22).
Leia também sobre uma empresa de Albergaria-a-Velha que produz mobiliário urbano feito à medida de cada mercado (pág. 14-15).
A «Extrusal», por sua vez, também faz sucesso fora de portas, conheça esta empresa que em tempos de crise na área da construção consegue crescer dois dígitos (pág. 16-17).
Para ganhar em preço e em qualidade, a «Associação Industrial Portuguesa» avalia compras conjuntas de eletricidade para as PME, saiba mais sobre o assunto na página 20 desta edição.
Antes de terminar não poderíamos deixar de focar o grande plano desta «Invest»: o «Grupo Ombro». Pedro Marques, que está à frente desta iniciativa, pretende liderar as empresas de engenharia que, juntas, vão dominar o setor da reabilitação urbana, ou seja, a ideia é a união de irredutíveis engenheiros em prol de ganhos comuns (pág. 36-37).

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16 julho 2013

CONSTRUÇÃO MAGAZINE [55]

Número: 55

O dossier desta edição aborda a «Construção no Brasil na atualidade». Neste contexto, leia sobre «Pré-fabricação em pontes de betão – experiência recente no Brasil e em Portugal», por Fernando R. Stucchi e João F. Almeida (pág. 10-19); «Análise da cobertura do Estádio Nacional de Brasília em um túnel de vento numérico», por Paulo de Mattos Pimenta (pág. 20-23); «Aplicações da tecnologia de “cutter soil mixing” no Brasil», por Alexandre Pinto, Xavier Pita e Rui Tomásio (pág. 24-32); «Estruturas metálicas – o papel da universidade na pesquisa e no desenvolvimento», de Luciano Rodrigues de Lima, Pedro da Silva Vellasco e Sebastião Lopes de Andrade; «Edifícios residenciais no Brasil», por Paulo Pereira, Armandina Rodrigues, Manuel Pereira e José Ferreira e, ainda, «Execução de fundações espaciais na obra da Linha 17 – Ouro da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Brasil), de Bruno Moreira.
Outros temas de interesse, na secção “Estruturas de madeira” onde poderá perceber a importância da qualidade e da confiança do mercado das casas de madeiras (pág. 44-45).
No âmbito da acústica, conheça a «Avaliação de desempenho de vãos de fachada, incluindo caixilharia, caixas de estores e grelhas de ventilação» (pág. 46-47).

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15 julho 2013

INVEST [102]

Revista: INVEST
Número: 102

Na secção “Negócios” fique a par da construção de empresas na Coreia às casas de luxo em Marrocos, no âmbito da história da «Magratex» (pág. 6-7); já a «OpenText» ajuda as empresas portuguesas na aplicação das tecnologias de gestão aos seus negócios (pág. 8-9); o «Grupo Bel», por sua vez, investe dois milhões no fabrico do queijo Limiano em Vale de Cambra (pág. 10), enquanto Daniela Correia e Inês Caleiro criaram as suas próprias marcas na área do calçado (pág. 14-15) e, por fim, fique a saber que a «Corticeira Amorim» lançou a “Helix”, uma nova rolha de abertura fácil e reutilizável (pág. 16).
Nos “Negócios produto” conheça a «Coface Serviços» (pág. 26); a iniciativa «Terra Almada» (pág.27); a «Bluecorner» (pág. 28) e o «Ecorkhotel» (pág.29).
Conheça ainda a visão de Vítor Hugo Ferreira para a D. Dinis Business School, em Leiria (pág. 20-21) e, também, o fundo «JESSICA» que tem 267 milhões para a reabilitação e regeneração urbana (pág. 30-31).

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03 julho 2013

TECNOHOSPITAL [57]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 57

Com dossier dedicado aos contributos nacionais na área da engenharia hospitalar, leia sobre o «Equipamento de apoio aos cuidados de higiene em utentes acamados», (pág. 6); a «Realidade aumentada: cenários virtuais em hospitais reais», (pág. 10), a «Avaliação experimental comparativa do procedimento com/sem lubrificação na preparação e corte do osso em artroplastias do joelho» (pág. 16); o «Dispositivo de compensação para ciclismo adaptado em amputados transtibiais» (pág. 20); o «Dispensador individual eletrónico de medicamentos – ePillbox» (pág. 26); as «Próteses femorais: modelos, materiais e técnicas de fabrico» (pág. 32) e, ainda, os «Stents com fibra, stents com futuro» (pág. 37).
Fique também a par dos eventos mais importantes na área, nomeadamente, a conferência «Proteção radiológica na saúde 2013», que decorre entre 18 e 20 de setembro e a «Medica 2013», a decorrer entre 20 e 23 de novembro.
Nesta «TecnoHospital» conheça também alguns dos produtos e tecnologias de destaque, como o novo arco cirúrgico da Siemens com detetor de aquisição direta; o operador para porta hermética da Manusa; os CSI Criticare novamente disponíveis através da Bacelar; o Sistema Viky – robótica no controlo de procedimentos cirúrgicos, entre outros.

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30 junho 2013

INDÚSTRIA E AMBIENTE [80]

Número: 80

Nesta edição dedicada aos resíduos, Luís Marinheiro aborda o setor dos resíduos em Portugal: os desafios e a oportunidade quase única.
No dossier desta «Indústria e Ambiente» pode ler sobre a «Gestão de resíduos sólidos como recursos», por Mário Russo (pág. 10); «Os desafios da privatização da EGF no futuro da gestão de resíduos em Portugal», por João Pedro Rodrigues (pág. 14); «Os desafios dos SMAUT e as novas metas da reciclagem de embalagens», por Paulo Praça (pág. 16); «O papel da ERSAR na regulação do setor dos resíduos urbanos em Portugal – avaliação da qualidade do serviço», por Filomena Lobo (pág. 18); «A política de gestão de resíduos no Brasil: desafios e oportunidades de negócio», de Walter Plácido Teixeira Junior» (pág. 22) e, também, «Novas licenças de gestão de resíduos de embalagem» (pág. 24).
Em “reflexão”, Rui Moreira de Carvalho aborda «O Homem inesgotável” (pág. 26).
Na secção “Investigação”, Sandra Francisco Pascoal e Helena Pala D. Sousa escrevem sobre o «Tratamento de águas residuais domésticas em leitos de macrófitas» (pág. 29).
Nos “Crimes e contraordenações ambientais” Isabel Rocha afirma que «”Armazenagem” e “recolha” de resíduos para transporte são conceitos diferentes» (pág. 47).

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24 junho 2013

INVEST [101]

Revista: INVEST
Número: 101

Conheça os “negócios” em destaque nesta «Invest»: da serralharia civil para a indústria de vídeo (pág. 6); «Efapel» a iluminar o caminho fora de portas (pág. 8-9); «Portal do cidadão» pode ser exportado (pág. 10-11); tijolos “faça você mesmo” (pág. 12); «Cavalinho» a galope para outros mercados (pág. 14-15); líder a resgatar carros (pág. 16); no ajudar a poupar está o ganho (pág. 18); e, ainda, «Socem», a investir para ganhar massa crítica (pág. 19).
“Em análise” Nuno Morgado escreve sobre internacionalizar com estratégia (pág. 31), Jorge Capinteyro explica a inovação para principiantes (pág. 40-41) e Silvia Fernandes traduz Moçambique para investidores (pág. 44).
Na secção “Oportunidades” não deixe escapar a sua nas feiras internacionais (pág. 39) e explore o mercado moçambicano (pág. 42-43).
O “negócio produto” em destaque nesta edição é Óbidos, que está a seduzir as empresas.

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19 junho 2013

RH MAGAZINE [86]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 86

Edição com especial enfoque no Prémio RH 2013, o "mais antigo e prestigiado galardão da já extensa comunidade de profissionais da gestão de recursos humanos", onde se atribuíram os prémios: personalidade do ano, excelência, carreira, gestor do ano, consultor do ano, investigação e revelação (pág.10-19).
Conheça melhor a «PWC», uma empresa de serviços profissionais em auditoria e consultoria em todo o mundo, em Portugal há mais de 50 anos (pág.6-9).
Em entrevista, José Duarte Dias, managing partner da «Paradoxo Humano», dá a conhecer, entre outros, as técnicas de storytelling para potenciar a aprendizagem das empresas (pág.40-49).
Destaque ainda para a 19ª edição Fórum RH (pág.36-37), saiba o que aconteceu e leia os testemunhos.
Posto isto, aproveite para ler os artigos de Maria Manuel Seabra da Costa, Elsa Maria Dinis e Filipa Jácome da Costa sobre «Desenvolvimento de capital humano - o saber que conduz a resultados» e ainda de Élia de Jesus a respeito d' «A formação em Angola: breve relato de uma experiência».

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06 junho 2013

BREVE HISTÓRIA DA POPULAÇÃO MUNDIAL

Autor: MASSIMO LIVI BACCI
Editora: EDIÇÕES 70

Desde a sua publicação original em 1992, esta obra estabeleceu-se como o texto de referência sobre a história da população mundial. Nele se analisam as mudanças no padrão de crescimento da população do globo, incluindo os efeitos de migrações, guerras, doenças, tecnologia e cultura. O seu objetivo primordial, ao explicar as relações entre natureza, cultura e demografia, é incentivar a humanidade a procurar formas de evitar futuras catástrofes demográficas provocadas pelo ambiente ou pela ação do homem. Na perspetiva do autor, há um mecanismo que ajusta o nível de recursos e da população. Por isso, ao traçar a história da população mundial, o autor procura estabelecer um caminho para o futuro, baseado num equilíbrio entre as restrições ambientais e recursos limitados.
Apoiada num estilo informativo e acessível, assim como num tratamento arejado da teoria contemporânea, esta obra abrange questões que são cruciais para o futuro.

Ao longo desta exposição, Massimi Livi Bacci, académico italiano especialista em estudos demográficos, procura resposta a questões que outrora inquietaram Malthus. Quais os factores que ao longo do tempo têm determinado o crescimento demográfico? Como é estabelecido o difícil equilíbrio relativos aos recursos e ao meio ambiente? 
O autor propõe um discussão abrangente para responder a estas questões fundamentais, abordando os princípios subjacentes, as soluções avançadas e pontos clarificados, mas também as que ainda precisam de ser investigadas.
O primeiro ponto a ser explorado  são as  estratégias de crescimento, tendo presente a noção de espaço, as diferentes estratégias de reprodução entre animas de pequeno e de grande porte, e de que forma essas diferenças influenciam o crescimento demográfico de uma determinada espécie. É apresentada uma perspetiva histórica do desenvolvimento demográfico de acordo com dois grandes sistemas de forças, constrangimento (clima, doença, energia, modos de povoamento...) e de escolha (flexibilidade comportamental que permitem o processo de adaptação). Outros aspetos retratados neste trabalho são a demografia contemporânea - a caminho da ordem e da eficiência, a evolução demográfica no contexto dos países pobres e para terminar, uma  reflexão sobre o futuro demográfico.
O autor explica que para avaliar os diferentes contextos e períodos precisou de ir um pouco além das publicações sobre demografia tradicionais, e que o fez com recurso a disciplinas como a biologia e a economia. Portanto, para quem pretende uma visão interdisciplinar desta temática encontra neste livro uma boa  alternativa.

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31 maio 2013

INDÚSTRIA E AMBIENTE [79]

Número: 79

O tema desta edição é a Monitorização - conhecer para decidir bem. Neste sentido, António Guerreiro de Brito, diretor desta revista, realça que "a monitorização constitui um negócio e uma oportunidade interessante para muitas empresas nacionais. Algumas desenvolvem sensores ou especializam-se na transmissão remota de sinais, integrando conhecimentos fundamentais de física, química e biologia. Outras desenvolvem ferramentas de análise de dados ou constroem modelos matemáticos para previsão de riscos e cenários futuros". 
Assim, esta «Indústria e Ambiente» aborda da temática da monitorização numa perspetiva alargada :
- A monitorização das águas superficiais interiores no contexto da Diretiva Quadro da Água, por Maria Helena Alves;
- Monitorização de parâmetros ambientais, por Carlos Vale e Miguel Caetano;
- Monitorização da radioatividade no ambiente, por Fernando P. Carvalho;
- Monitorização da qualidade do ar ambiente, por Francisco Ferreira e Pedro Gomes;
- Controlo e seguranças das barragens, por António Tavares de Castro, Teresa Viseu e João Marcelino.
Ainda neste contexto, leia sobre "A acreditação em Portugal - perspetivas divergentes".
Saiba ainda o que pensam as "vozes ativas" de Filipe Duarte Santos, João Alveirinho Dias e José Oliveira sobre as seguintes questões: Portugal é vulnerável aos riscos ambientais? Os meios que dispomos de prevenção e preparação são os necessários e suficientes?
Leia ainda a entrevista a Antoine Nunes, da Environmental Performance Assessment da UNECE (United Nations Economic Comission for Europe).

Destaque ainda para a sétima edição do «Energuia», o guia de eficiência energética nos edifícios, que acompanha esta edição da revista. Neste guia pode informar-se sobre: certificação energética, soluções construtivas, reabilitação energética, consumos, energias renováveis e, ainda, microprodução.

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28 maio 2013

A OUTRA FACE DO IMPÉRIO - CIÊNCIA, TECNOLOGIA E MEDICINA

Coordenação: MARIA PAULA DIOGO
Editora: EDIÇÕES COLIBRI

A outra face do Império: ciência, tecnologia e medicina (sécs. XIX - XX).
Este conjunto de ensaios debruça-se sobre a história do império português, usando uma abordagem menos comum no panorama da historiografia nacional e seguindo a tendência internacional que reconhece o importante papel da ciência, tecnologia e medicina na construção da Europa colonial dos séculos XIX e XX.   O objetivo desta obra é olhar para a apropriação dos territórios coloniais portugueses através de um lente focado na ciência, na tecnologia e na medicina, encarando-as como atores de uma estratégia imperial, nas colónias e na metrópole, que permitiu a Portugal manter a sua voz na  cena dos jogos de poder europeus.

Esta compilação de escritos científicos está inserida numa iniciativa assinalável do Centro Universitário de História das Ciências e Tecnologias, que através da Colecção CIUHCT "contribui para a promoção de trabalhos originais nas referidas áreas de investigação, dirigidos a um público académico" (mas não só).
Para pensar na história do império português sob a perspetiva da ciência, tecnologia e medicina, nos séculos XIX e XX, deve-se recuar um pouco no tempo, até ao século XVIII, e refletir sobre a mudança de paradigma ocorrida no mundo ocidental - a transição para o Iluminismo. O mesmo será dizer que a colonização passou de uma "agenda" de cristianização para um imperialismo técnico-científico. O triângulo ciência, tecnologia e medicina representa fatores indispensáveis à europeização, tanto para a exploração de recursos, circulação de mercadorias, pessoas e informações, como para a própria resistência dos colonizadores às doenças tropicais. A questão da educação dos povos colonizados é também crítica em todo este processo.
Este trabalho está então dividido em três segmentos. Pedro Raposo, Maria das Dores Areias, João Rui Rita e Ana Leonor Pereira escrevem sobre "ciência", sob as mais diversas perspetivas, como por exemplo a astronomia. No campo da "tecnologia" o contributo é dado por Maria Paula Diogo, Bruno Navarro e Ana Paula Silva, com enfoque no papel da engenharia portuguesa na apropriação e formatação dos espaços africanos, e na construção da Estação de Caminho-de-ferro em Lourenço Marques. Os trabalhos sobre "medicina" de Isabel Amaral, Pedro Lau Ribeiro, Cristina Bastos e Ana Rita Lobo abordam a dimensão médica no contexto do eixo metrópole-colónias. 
«A outra face do Império» assume-se como uma obra essencial para o reforço da historiografia portuguesa no plano do papel da ciência, tecnologia e medicina, num período marcante para Portugal.

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