29 dezembro 2012

100 DATAS QUE FIZERAM A HISTÓRIA DE PORTUGAL

Autor: PEDRO RABAÇAL
Editora: MARCADOR

Este livro foi escrito com o objectivo de tentar despertar o interesse pela história de Portugal por meio da desconstrução de mitos históricos e da revelação de diferentes versões do mesmo acontecimento. Em cada data, é descrito o ambiente histórico e socioeconómico respectivo, assim como os dados biográficos mais relevantes das personagens envolvidas para se conseguir uma melhor compreensão do contexto e ambiente em que se enquadram. A verdade por detrás de cada acontecimento costuma ser mais complicada do que a primeira impressão dá a entender, e descobri-la é sempre um desafio árduo, tarefa que este livro pretende simplificar e tornar os momentos mais marcantes da nossa história acessível a todos.

Tudo começa em 139 A.C., com a história de Viriato. Os acontecimentos sucedem-se e a história de Portugal vai-se escrevendo (e lendo). Curiosamente, o autor não se dedica apenas aos tradicionais factos históricos que aprendemos nos livros de história. E aqui se faz a diferença, não somente pelos conteúdos (pois aborda, por exemplo, a vida de Luísa Todi, Camilo Castelo Branco e Amália Rodrigues), mas também pela apresentação: detalhada e resumida (sim, é possível). 
Acima de tudo, é um valioso documento histórico que nos lembra e/ou dá a conhecer acontecimentos que fizeram a verdadeira história do nosso país e como tal, que todos devemos conhecer.
Para os amantes e estudiosos, para os curiosos ou para os que não querem saber mas precisam de saber, fica a sugestão de um excelente livro de história.

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27 dezembro 2012

NÃO FAÇO IDEIA

Autor: VASCO DURÃO
Editora: PRINCIPIA

«Até faço ideia. Ou, antes, faço ideias para viver. Não só porque tenho contas para pagar e família para alimentar, mas sobretudo porque sem ideias murcho. Como sou um idiota à antiga, só tenho uma receita para ter ideias: quando não faço ideia, procuro inspiração naquilo que os outros têm para me dizer. […] Como este não é um livro messiânico, a sua pretensão é apenas a de contar uma visão pessoal do universo da comunicação, baseada na experiência de alguém que anda a trabalhar nestas coisas há múltiplos anos e em múltiplas empresas e inspirado em mil e uma noites de livros. […] Sempre à procura e sempre a pôr tudo em causa. Uma tarefa difícil? Ainda bem, porque não existem ideias fáceis.»

Inteligente, útil e bem-humorado. Três ingredientes que fazem deste opúsculo uma excelente opção de leitura. Neste livro poderão ler e absorver as ideias do autor (e dos vários autores citados) viradas para a comunicação do século XXI, a comunicação na era conceptual. O design é uma das palavras ordem e as ideias chave prendem-se com a iniciativa, a criatividade e a vontade.
Escrito de forma informal e com uma apresentação estética elegante esta obra une ideias e experiências que merecem ser lidas, pensadas e postas em ação. Com efeito, o livro passa por quatro etapas: "Primeiro, abrir a cabeça e pensar, ou seja, estar aberto a tudo o que possa querer entrar. Segundo, ser elementar para criar, isto é, encontrar o elemento que nos torna únicos, neste caso o elemento da criatividade. Terceiro, passar a mensagem, que mais não é do que encontrar a melhor forma de contar a nossa ideia a alguém, o que, para quem tem de lidar com clientes diariamente, convenhamos que é deveras relevante (...). Por último, ou quarto, encontrar a motivação que nos faz fazer isto todos os dias, tal como a criança que opta infinitamente pela mesma brincadeira até à exaustão".
Afinal, "Quantos de nós não apresentamos já aquela ideia que era tão à frente, tão à frente que o cliente preferiu olhar para trás?", o importante é não perder o ânimo, repensar e voltar a tentar.
Se trabalha em comunicação, marketing e design leia, se não leia também! Vale a pena!

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23 dezembro 2012

RH MAGAZINE [83]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 83

A presente edição da «RH Magazine» apresenta uma grande entrevista a José Manuel Monteiro, diretor-geral da Medilabor (pág.10). Em foco está também a ACT, a Autoridade para as Condições do Trabalho (pág.6), um organismo integrado na administração direta do Estado, tutelado pelo Ministério da Economia e do Emprego.
Relativamente aos artigos, Pedro Miguel Carrilho Soares escreve sobre «A saúde da saúde e segurança no trabalho em Portugal» (pág.20), Isabel Moço fala sobre «Pessoas no trabalho e futuro» (pág.26) e António Costa Tavares e Patrícia Silva abordam «Os perigos e os riscos profissionais no setor do saneamento básico» (pág.34).
Leia também a entrevista a Fernando Melo, CEO da Alliance Healthcare Portugal (pág.42).
Em síntese, de destacar o Especial E-GRH 2012 (pág.60); o Prémio RH 2013 (pág.64); «A importância da gestão de riscos na estratégia empresarial» por Inês Taveira - marketing coordinator da Disney Portugal (pág.66); «A empresa trata-lhe (mesmo) da saúde» por Regina Cruz - diretora da Albenture Portugal (pág.68) e, ainda, «Organização dos serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho» por Paula Coxixo Taborda - diretora do serviço de segurança no trabalho da Kmed XXI, Lda. (pág.70).
Num ano marcado pelo aumento do desemprego em Portugal não poderia faltar o artigo «Da (in)segurança de emprego à empregabilidade» de Filipa Sobral - estudante de doutoramento (pág. 72).

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22 dezembro 2012

ATRIBULAÇÕES DE UM PORTUGUÊS A FAZER NEGÓCIOS EM ANGOLA

Autores: NUNO GOMES FERREIRA & PAULO FERREIRA

«Em Angola nunca se sabe…». Ulisses, um homem de negócios português, no avião para Angola, não percebeu o que queria dizer o seu companheiro de viagem, Nicolau. Mas a frase intrigou-o e, aproveitando as nove horas de viagem Lisboa-Luanda, inicia um interessante diálogo com aquele angolano que lhe vai explicado o que vai encontrar no país - considerado o «el dourado» para muitos empresários nacionais - e como, por vezes, fazer negócios em Angola se pode tornar numa verdadeira aventura. 
Ao longo desta conversa criada pelos economistas Nuno Gomes Ferreira e Paulo Ferreira, com experiência de formação em e sobre Angola, vamos descobrindo tudo o que precisamos de saber caso queiramos emigrar ou fazer negócios neste país africano. Das diferenças culturais fundamentais para o dia a dia, às grandes diferenças ao nível de legislação e procedimentos administrativos.

Depois de confrontados com mais de 100 páginas (essenciais) sobre a história de Angola, intercaladas com os cuidados pessoais a ter quando se prepara uma viagem para Angola, começamos a ler sobre questões mais práticas como, por exemplo, o PIB e o crescimento económico angolano. De facto, com história se reescreve a história e essa é uma das mensagens. Quer isto dizer que para preparar o futuro em Angola é importante perceber como os portugueses se deslocaram no país, no passado. Isto poderá ser útil, por exemplo, para a estratégia de expansão do negócio nas diferentes regiões de Angola. Com efeito, neste livro facilmente entenderá as formas de estabelecimento em Angola, os procedimentos para abrir uma empresa angolana, os setores e diferentes áreas de atuação no país, o processo de importação e exportação e ainda o sistema tributário.
E lembre-se "para entrar em Angola temos de vir com olhos de empresário, e não apenas como comerciante."
Se não estiver propriamente interessado em fazer negócios em Angola mas tiver curiosidade em perceber como se desenrolaria o processo pode sempre recorrer aos vários "Blocos de notas" patentes ao longo do livro, que fazem o resumo das ideias mais importantes a reter.

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12 dezembro 2012

INVEST [95]

Revista: INVEST
Número: 95

O último número de 2012 da Invest tem como tema de fundo a indústria da construção, em particular, as empresas que decidiram descobrir novos mercados, nomeadamente, nos PALOP, no Brasil, em Marrocos, na Argélia, entre outros. Para completar o tema, a Invest entrevistou o presidente da AICEP, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.
Quanto ao ranking das empresas, a que a Invest já nos habituou, foca-se nos distritos de Castelo Branco e da Guarda.
É ainda possível ler, entre outros assuntos, sobre a nova loja IKEA a abrir em Coimbra, sobre as novas clínicas Soares dos Santos em centros comerciais e sobre a Unicre, que anunciou recentemente a crição de uma solução que permite a qualquer micro e PME receber pagamentos via internet sem custos.

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11 dezembro 2012

OS SUPERFICIAIS - O que a internet está a fazer aos nossos cérebros

Autor: NICHOLAS CARR
Editora: GRADIVA

Amplamente considerado o livro sobre o debate em curso acerca do poder e dos perigos da tecnologia, esta obra aborda desassombradamente as consequências intelectuais e culturais da internet. Em parte história das ideias e em parte divulgação científica, Os Superficiais abunda em apreciações certeiras e cáusticas ao mesmo tempo que nos inquieta com questões profundas sobre o estado da mente contemporânea. Uma leitura urgente sobre o actual pensamento superficial.

O autor começa por falar da preocupação com a diminuição da atenção para ler textos longos como consequência do hábito em ler textos curtos on-line. Depois de algumas reflexões com recurso a Nietzsche e McLuhan o autor fala, por exemplo, da alteração que a internet veio provocar nos meios de comunicação, como o facto de nas revistas e jornais se reduzirem os textos, aumentarem os títulos e optarem por layouts semelhantes aos dos websites. Além disso, o autor reflete num capítulo muito interessante sobre a influência que a internet teve sobre o uso dos livros.
Depois de um capítulo dedicado à Google o autor debruça-se sobre o uso da memória.
Com recurso a vários artigos, discussões e autores, este livro apresenta-se como uma ferramenta interessante para refletirmos sobre a utilização da internet, do computador e do facilitismo, deixando uma afirmação muito curiosa: "ao passarmos a depender de computadores para mediar o nosso entendimento do mundo, é a nossa própria inteligência que se aplana e se transforma em inteligência artificial".

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06 dezembro 2012

INDÚSTRIA E AMBIENTE [77]

Número: 77

Numa edição dedicada à água começa-se por abordar a abertura das torneiras, por Leonor Amaral (pág.4), seguindo-se uma entrevista a José Sardinha, CEO da «Empresa Portugal das Águas Livres, S.A.», onde este faz o retrato do setor das águas em Portugal (pág.5-9).
O dossier desta edição foca os seguintes pontos:
- «10 passos para gerir uma crise no abastecimento de água», de Ana Marcão (pág.10-
- «Balanço na implementação da Estratégia Nacional para os Afluentes Agropecuários e Agroindustriais (ENEAPAI), de João Oliveira Miguel (pág.14-
- «HIDRODEPUR: Da conceção à realidade», de Bernardo Taneco (pág.17-
- «LCC - Custo do Ciclo de Vida Útil de uma Bomba», de Nuno Aleixo (pág.20-
- «Análise da relevância do uso eficiente da água, em particular a reutilização de águas residuais tratadas, no âmbito dos PGRH», de Paula de Brito Pereira (pág.24-
- «SMART WATER SYSTEMS: Exemplo da aplicação do AQUASAFE na SIMTEJO», de Pedro Póvoa (pág.27-
Leia também a reportagem «Eco-inovação na Europa» (pág.32
A 'Investigação' desta edição fica a cargo de Fátima Carvalho, Ana R. Prazeres e Javier Rivas no âmbito da «Gestão das águas residuais da indústria de queijo» (pág.41

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