27 maio 2012

VENCEDOR DO PASSATEMPO «MARKETING RELACIONAL»



O vencedor do passatempo MARKETING RELACIONAL, uma parceria entre o Cita-Livros e as Edições Sílabo, é:

PAULA GRAMACHO!
Parabéns!

Obrigada a todos os participantes.

18 maio 2012

CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSO HUMANOS

Autores: ANTÓNIO EDUARDO MARTINS; ALBINO ANJO LOPES
Editora: RH EDITORA

O triângulo virtuoso da economia do conhecimento é composto por três vértices: a flexibilidade organizacional, a revolução tecnológica e o capital intelectual.
A flexibilidade compreende as noções de pequena dimensão e de iniciativa e empreendedorismo, as quais, conjugadas com a noção de rede intra e interorganizacional, criam as condições que potenciam os efeitos de adaptabilidade às variações do mercado e às necessidades de escala adequada ao modelo de ação.
A revolução tecnológica, obtida pela conjugação da informática e das telecomunicações e, nomeadamente, pelo desenvolvimento da Internet, transformou a atividade produtiva, colocando a informação no lugar anteriormente ocupado pela energia, enquanto fator principal da produção.
O capital intelectual é entendido como uma interação de indivíduos, com os seus talentos específicos, no seio de grupos dotados de espírito de equipa e comunidades de prática, com motivação para a aprendizagem conjunta, seguindo protocolos certificados e focalizados em garantir a qualidade do serviço prestado.
A importância da investigação neste novo conceito de capital intelectual revela-se verdadeiramente apaixonante, pois trata-se de partir à descoberta de uma nova fronteira, de um recurso infinito – o conhecimento –, determinante para o crescimento da economia e, por isso, do futuro do próprio Homem.

Este livro surge como consequência de uma investigação contínua, enquadrada na dissertação de mestrado em ciências empresariais de António Eduardo Martins e, retoma estudos antecedentes em que os autores propunham um modelo interpretativo do capital social em quatro dimensões, alicerçado no MDS (multidimensional scaling). Com este trabalho os autores descomplexam a noção de capital social ao mesmo tempo que a enquadram na realidade presente da economia do conhecimento.
Um dos méritos que se pode atribuir a esta publicação é a visão holística com que os autores analisam a questão do capital humano, abrangendo uma multiplicidade de contributos profissionais e académicos neste âmbito e, ainda, recorrendo a estudos de caso.
Os autores optaram por dividir a obra em quatro fases, paralelas à sequência da investigação, que funcionam como um fio condutor. Desta forma, na primeira fase apresenta-se a perspetiva histórica da gestão empresarial, o estado de arte da gestão e as diversas definições de gestão de conhecimento e capital intelectual. A descrição metodológica, correspondente à segunda fase desta obra, assenta sobretudo no estudo de caso dá suporte às fases posteriores   do estudo. Na terceira parte são apresentados os dados empíricos da investigação, obtidos no inquérito/questionário e na observação dos dados na Skandia (estudo de caso). Por fim são divulgadas as conclusões que fazem emergir um modelo explicativo sobre o capital intelectual.
“Capital Intelectual e Gestão Estratégica de Recursos Humanos” é produto de uma fusão de backgrounds do conhecimento destintos mas complementares. António Eduardo Martins tem larga experiência em gestão e economia, enquanto Albino Anjos Lopes é doutorado em Psicologia e relaciona a sua atividade com a Gestão de Recursos Humanos.

Pode comprar este livro aqui!

12 maio 2012

CONSTRUÇÃO MAGAZINE [48]

Número: 48

Ao invés de encarar a atual crise económica como uma fatalidade, o País deve encara-la como uma oportunidade para melhorar a sua performance, "só apostando na excelência, fazendo um reajuste em "alta", do ponto de vista tecnológico (...) será possível ultrapassar a presente situação". Este é o mote dado pela Construção Magazine numa edição dedicada aos "Sistemas de Informação na Construção", ainda pouco explorados no contexto nacional.
Desta forma, o convidado para co-editor do presente número é o especialista na área, Prof. Hipólito de Sousa, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Enquanto o entrevistado é o Engº Rui Campos, da Mota Engil, que fala, optimista, do contributo das Tecnologias da Informação  para a superação das dificuldades no setor da Construção.
Poderá ler, então, vários artigos no âmbito das Tecnologias da Informação:
- Rui Calejo Rodrigues e Luís Martins escrevem sobre o sistema automático de informação na manutenção de edifícios  - o Projeto RFID;
- Através de João Poças Martins, fica-se a conhecer o papel da tecnologia BIM na gestão da informação na construção;
- Sara de Sá Caetano apresenta um caso prático da aplicação ProNIC (base de dados) -  no Parque Escolar, que procura a modernização dos edifícios, a abertura da escola à comunidade e a criação de um sistema eficiente e eficaz da gestão dos edifícios;
- Benchemarking na indústria da construção, realizado por docentes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto;
- De Pedro Vaz Paulo, fatores de sucesso para a implementação de metodologias de aquisição por meio eletrónicos: o e-sourcing na construção civil.

Para além destes, pode ler sobre segurança sísmica de edifícios, declarações ambientais de produtos na construção, comportamento térmico dos edifícios de habitação, e fique a saber se ainda faz sentido construir com recurso à terra. 

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INDUSTRIA E AMBIENTE [73]

Número: 73

O dossier da edição número 73 desta revista foca-se na Gestão Industrial e Ambiente, entendendo os desafios ambientais como uma oportunidade de negócio e, portanto, aponta para os recursos próprios e capacidades nacionais para transformar os problemas em soluções de valor acrescentado. Neste sentido, a sustentabilidade surge como conceito chave da edição.
Ao encontro desta ideia, poderá ler o artigo de Luís Andrade Ferreira, intitulado "Manutenção: sua importância na sustentabilidade das operações industriais", onde advoga que a sobrevivência do negócio está na capacidade das empresas se manterem competitivas e apetrechadas de tecnologias cada vez mais complexas. Já Carlos Casimiro da Costa e António Augusto Fernandes prenunciam-se sobre as responsabilidades dos Designers, como atores no processo de renovação, para o desenvolvimento sustentável. O Ecodesign é definido, por Paulo Ferrão e José Amaral, como o desenvolvimento de um produto que é ecologica, economica e socialmente sustentável.
O ambiente como instrumento na gestão industrial é motivo de reflexão por parte do Engº Ricardo Lopes Ferro. Neste artigo, o autor, fala sobre a importância do ambiente nos processos de aquisição, o ambiente como indústria, a globalização e futuro do ambiente.
O entrevistado desta edição é Carlos Costa, do ramo da gestão ambiental, que aborda incisivamente o comportamento do tecido empresarial português relativamente ao ambiente, as parcerias entre universidades e empresas e as consequências da crise económica.

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07 maio 2012

PASSATEMPO «MARKETING RELACIONAL»


Novo passatempo!
O Cita-Livros, em parceria com as Edições Sílabo, tem para oferecer um exemplar do livro «Marketing Relacional», de Alzira Marques.
Para se habilitarem a ganhar este livro têm de escrever uma frase (note-se frase) que inclua as palavras MARKETING RELACIONAL, em forma de comentário a este post. No final, têm de colocar o vosso nome e email.
Não existe limite de comentários por pessoa.
Este passatempo é válido até 25 de Maio.
O vencedor será anunciado no dia 27 de Maio e contactado por email de modo a indicar a morada na qual deverá ser entregue o prémio.

06 maio 2012

INVEST [87]

Revista: INVEST
Número: 87

Nesta edição é dado a conhecer o Centro para o Desenvolvimento Rápido e Sustentado do Produto (Instituto Politécnico de Leiria). Aqui trabalha-se o desenvolvimento de produtos ainda por lançar no mercado e procuram-se soluções para os problemas com os quais geralmente as empresas se confrontam. É, portanto, um bom exemplo de cooperação entre o tecido empresarial e a universidade.
Na seção “negócios” pode ler sobre um projeto inovador levado a cabo por Joaquim Rodrigues, trata-se de uma casa feita em módulos, encaixáveis entre si, como uma construção Lego.
Já Acácio Teixeira, administrador da Seaside, fala da ambição da empresa em internacionalizar a marca. Conheça ainda a mais recente coqueluche da Roca: uma sanita que também serve como bidé e que…dá música. Saiba, também, como um tecido tradicionalmente usado para agasalhar pastores é agora usado, por exemplo, na decoração e acessórios de moda. Além disso, compreenda como tirar partido das energias limpas para ganhar dinheiro gerando eletricidade.
Quanto ao top das 25 melhores empresas, neste número, a Invest apresenta dados relativos a Coimbra.

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05 maio 2012

A EUROPA SEGUNDO PORTUGAL

Coordenação: JOSÉ EDUARDO FRANCO e PEDRO CALAFATE
Editora: GRADIVA

A Europa é hoje um tema omnipresente na cultura portuguesa. A Europa chega a ser mesmo a grande obsessão de Portugal.
Perdido o império, virámos os olhos para a Europa como uma espécie de ponto de fuga, uma tábua de salvação para o nosso secular atraso e subdesenvolvimento. A Europa tornou-se, com a democracia, uma espécie de utopia possível.
Mas o tema da Europa impôs-se pelo menos desde o tempo do Marquês de Pombal, na medida em que a propaganda pombalina tornou a Europa das Luzes, mitificada, uma meta a atingir e a superar, e, ao mesmo tempo, uma bitola pela qual passámos a medir os níveis de atraso e progresso do país. Ficámos desde então obcecados por uma Europa idealizada que queríamos igualar e da qual sempre nos sentimos tão distantes. Foi então que ganhámos o terrível e crónico complexo de «país-cauda da Europa». Hoje, o mito da Europa do progresso permanece intocável, apesar de todas as desilusões da integração europeia.

Coordenado por José Eduardo Franco e Pedro Calafate (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), este livro conta com a colaboração de autores de pólos distintos das Ciências Sociais, o historiador Carlos Leone, o filósofo Luís Machado de Abreu e da literatura, José Eduardo Branco. Esta multidisciplinaridade contribui para o enriquecimento teórico desta obra, em virtude do grau de especialização dos autores e sentido crítico que conferem aos seus textos.
O livro está organizado de forma a transmitir uma perspetiva histórica do desenvolvimento das Ideias de Europa, sob o ponto de vista português. Desta forma, a conceptualização de Europa começa na Idade Média, época em que a Europa ainda não estava presente no pensamento político e cultural português. A análise à evolução do conceito Europa estende-se, sistematicamente, desde o século XVI até ao século XXI, cada século correspondente a um capítulo da obra. O nível de detalhe deste trabalho é, portanto, um bom argumento para a aquisição do livro.
De destacar o posfácio de Guilherme d´Oliveira Martins, sob o título “Ideias de Europa e Portugal”, onde este sugere a ligação às raízes europeias como condição essencial à compreensão da história portuguesa. O livro é acompanhado por uma lista de sugestões de leitura paralelas a este assunto.

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