29 dezembro 2012

100 DATAS QUE FIZERAM A HISTÓRIA DE PORTUGAL

Autor: PEDRO RABAÇAL
Editora: MARCADOR

Este livro foi escrito com o objectivo de tentar despertar o interesse pela história de Portugal por meio da desconstrução de mitos históricos e da revelação de diferentes versões do mesmo acontecimento. Em cada data, é descrito o ambiente histórico e socioeconómico respectivo, assim como os dados biográficos mais relevantes das personagens envolvidas para se conseguir uma melhor compreensão do contexto e ambiente em que se enquadram. A verdade por detrás de cada acontecimento costuma ser mais complicada do que a primeira impressão dá a entender, e descobri-la é sempre um desafio árduo, tarefa que este livro pretende simplificar e tornar os momentos mais marcantes da nossa história acessível a todos.

Tudo começa em 139 A.C., com a história de Viriato. Os acontecimentos sucedem-se e a história de Portugal vai-se escrevendo (e lendo). Curiosamente, o autor não se dedica apenas aos tradicionais factos históricos que aprendemos nos livros de história. E aqui se faz a diferença, não somente pelos conteúdos (pois aborda, por exemplo, a vida de Luísa Todi, Camilo Castelo Branco e Amália Rodrigues), mas também pela apresentação: detalhada e resumida (sim, é possível). 
Acima de tudo, é um valioso documento histórico que nos lembra e/ou dá a conhecer acontecimentos que fizeram a verdadeira história do nosso país e como tal, que todos devemos conhecer.
Para os amantes e estudiosos, para os curiosos ou para os que não querem saber mas precisam de saber, fica a sugestão de um excelente livro de história.

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27 dezembro 2012

NÃO FAÇO IDEIA

Autor: VASCO DURÃO
Editora: PRINCIPIA

«Até faço ideia. Ou, antes, faço ideias para viver. Não só porque tenho contas para pagar e família para alimentar, mas sobretudo porque sem ideias murcho. Como sou um idiota à antiga, só tenho uma receita para ter ideias: quando não faço ideia, procuro inspiração naquilo que os outros têm para me dizer. […] Como este não é um livro messiânico, a sua pretensão é apenas a de contar uma visão pessoal do universo da comunicação, baseada na experiência de alguém que anda a trabalhar nestas coisas há múltiplos anos e em múltiplas empresas e inspirado em mil e uma noites de livros. […] Sempre à procura e sempre a pôr tudo em causa. Uma tarefa difícil? Ainda bem, porque não existem ideias fáceis.»

Inteligente, útil e bem-humorado. Três ingredientes que fazem deste opúsculo uma excelente opção de leitura. Neste livro poderão ler e absorver as ideias do autor (e dos vários autores citados) viradas para a comunicação do século XXI, a comunicação na era conceptual. O design é uma das palavras ordem e as ideias chave prendem-se com a iniciativa, a criatividade e a vontade.
Escrito de forma informal e com uma apresentação estética elegante esta obra une ideias e experiências que merecem ser lidas, pensadas e postas em ação. Com efeito, o livro passa por quatro etapas: "Primeiro, abrir a cabeça e pensar, ou seja, estar aberto a tudo o que possa querer entrar. Segundo, ser elementar para criar, isto é, encontrar o elemento que nos torna únicos, neste caso o elemento da criatividade. Terceiro, passar a mensagem, que mais não é do que encontrar a melhor forma de contar a nossa ideia a alguém, o que, para quem tem de lidar com clientes diariamente, convenhamos que é deveras relevante (...). Por último, ou quarto, encontrar a motivação que nos faz fazer isto todos os dias, tal como a criança que opta infinitamente pela mesma brincadeira até à exaustão".
Afinal, "Quantos de nós não apresentamos já aquela ideia que era tão à frente, tão à frente que o cliente preferiu olhar para trás?", o importante é não perder o ânimo, repensar e voltar a tentar.
Se trabalha em comunicação, marketing e design leia, se não leia também! Vale a pena!

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23 dezembro 2012

RH MAGAZINE [83]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 83

A presente edição da «RH Magazine» apresenta uma grande entrevista a José Manuel Monteiro, diretor-geral da Medilabor (pág.10). Em foco está também a ACT, a Autoridade para as Condições do Trabalho (pág.6), um organismo integrado na administração direta do Estado, tutelado pelo Ministério da Economia e do Emprego.
Relativamente aos artigos, Pedro Miguel Carrilho Soares escreve sobre «A saúde da saúde e segurança no trabalho em Portugal» (pág.20), Isabel Moço fala sobre «Pessoas no trabalho e futuro» (pág.26) e António Costa Tavares e Patrícia Silva abordam «Os perigos e os riscos profissionais no setor do saneamento básico» (pág.34).
Leia também a entrevista a Fernando Melo, CEO da Alliance Healthcare Portugal (pág.42).
Em síntese, de destacar o Especial E-GRH 2012 (pág.60); o Prémio RH 2013 (pág.64); «A importância da gestão de riscos na estratégia empresarial» por Inês Taveira - marketing coordinator da Disney Portugal (pág.66); «A empresa trata-lhe (mesmo) da saúde» por Regina Cruz - diretora da Albenture Portugal (pág.68) e, ainda, «Organização dos serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho» por Paula Coxixo Taborda - diretora do serviço de segurança no trabalho da Kmed XXI, Lda. (pág.70).
Num ano marcado pelo aumento do desemprego em Portugal não poderia faltar o artigo «Da (in)segurança de emprego à empregabilidade» de Filipa Sobral - estudante de doutoramento (pág. 72).

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22 dezembro 2012

ATRIBULAÇÕES DE UM PORTUGUÊS A FAZER NEGÓCIOS EM ANGOLA

Autores: NUNO GOMES FERREIRA & PAULO FERREIRA

«Em Angola nunca se sabe…». Ulisses, um homem de negócios português, no avião para Angola, não percebeu o que queria dizer o seu companheiro de viagem, Nicolau. Mas a frase intrigou-o e, aproveitando as nove horas de viagem Lisboa-Luanda, inicia um interessante diálogo com aquele angolano que lhe vai explicado o que vai encontrar no país - considerado o «el dourado» para muitos empresários nacionais - e como, por vezes, fazer negócios em Angola se pode tornar numa verdadeira aventura. 
Ao longo desta conversa criada pelos economistas Nuno Gomes Ferreira e Paulo Ferreira, com experiência de formação em e sobre Angola, vamos descobrindo tudo o que precisamos de saber caso queiramos emigrar ou fazer negócios neste país africano. Das diferenças culturais fundamentais para o dia a dia, às grandes diferenças ao nível de legislação e procedimentos administrativos.

Depois de confrontados com mais de 100 páginas (essenciais) sobre a história de Angola, intercaladas com os cuidados pessoais a ter quando se prepara uma viagem para Angola, começamos a ler sobre questões mais práticas como, por exemplo, o PIB e o crescimento económico angolano. De facto, com história se reescreve a história e essa é uma das mensagens. Quer isto dizer que para preparar o futuro em Angola é importante perceber como os portugueses se deslocaram no país, no passado. Isto poderá ser útil, por exemplo, para a estratégia de expansão do negócio nas diferentes regiões de Angola. Com efeito, neste livro facilmente entenderá as formas de estabelecimento em Angola, os procedimentos para abrir uma empresa angolana, os setores e diferentes áreas de atuação no país, o processo de importação e exportação e ainda o sistema tributário.
E lembre-se "para entrar em Angola temos de vir com olhos de empresário, e não apenas como comerciante."
Se não estiver propriamente interessado em fazer negócios em Angola mas tiver curiosidade em perceber como se desenrolaria o processo pode sempre recorrer aos vários "Blocos de notas" patentes ao longo do livro, que fazem o resumo das ideias mais importantes a reter.

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12 dezembro 2012

INVEST [95]

Revista: INVEST
Número: 95

O último número de 2012 da Invest tem como tema de fundo a indústria da construção, em particular, as empresas que decidiram descobrir novos mercados, nomeadamente, nos PALOP, no Brasil, em Marrocos, na Argélia, entre outros. Para completar o tema, a Invest entrevistou o presidente da AICEP, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.
Quanto ao ranking das empresas, a que a Invest já nos habituou, foca-se nos distritos de Castelo Branco e da Guarda.
É ainda possível ler, entre outros assuntos, sobre a nova loja IKEA a abrir em Coimbra, sobre as novas clínicas Soares dos Santos em centros comerciais e sobre a Unicre, que anunciou recentemente a crição de uma solução que permite a qualquer micro e PME receber pagamentos via internet sem custos.

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11 dezembro 2012

OS SUPERFICIAIS - O que a internet está a fazer aos nossos cérebros

Autor: NICHOLAS CARR
Editora: GRADIVA

Amplamente considerado o livro sobre o debate em curso acerca do poder e dos perigos da tecnologia, esta obra aborda desassombradamente as consequências intelectuais e culturais da internet. Em parte história das ideias e em parte divulgação científica, Os Superficiais abunda em apreciações certeiras e cáusticas ao mesmo tempo que nos inquieta com questões profundas sobre o estado da mente contemporânea. Uma leitura urgente sobre o actual pensamento superficial.

O autor começa por falar da preocupação com a diminuição da atenção para ler textos longos como consequência do hábito em ler textos curtos on-line. Depois de algumas reflexões com recurso a Nietzsche e McLuhan o autor fala, por exemplo, da alteração que a internet veio provocar nos meios de comunicação, como o facto de nas revistas e jornais se reduzirem os textos, aumentarem os títulos e optarem por layouts semelhantes aos dos websites. Além disso, o autor reflete num capítulo muito interessante sobre a influência que a internet teve sobre o uso dos livros.
Depois de um capítulo dedicado à Google o autor debruça-se sobre o uso da memória.
Com recurso a vários artigos, discussões e autores, este livro apresenta-se como uma ferramenta interessante para refletirmos sobre a utilização da internet, do computador e do facilitismo, deixando uma afirmação muito curiosa: "ao passarmos a depender de computadores para mediar o nosso entendimento do mundo, é a nossa própria inteligência que se aplana e se transforma em inteligência artificial".

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06 dezembro 2012

INDÚSTRIA E AMBIENTE [77]

Número: 77

Numa edição dedicada à água começa-se por abordar a abertura das torneiras, por Leonor Amaral (pág.4), seguindo-se uma entrevista a José Sardinha, CEO da «Empresa Portugal das Águas Livres, S.A.», onde este faz o retrato do setor das águas em Portugal (pág.5-9).
O dossier desta edição foca os seguintes pontos:
- «10 passos para gerir uma crise no abastecimento de água», de Ana Marcão (pág.10-
- «Balanço na implementação da Estratégia Nacional para os Afluentes Agropecuários e Agroindustriais (ENEAPAI), de João Oliveira Miguel (pág.14-
- «HIDRODEPUR: Da conceção à realidade», de Bernardo Taneco (pág.17-
- «LCC - Custo do Ciclo de Vida Útil de uma Bomba», de Nuno Aleixo (pág.20-
- «Análise da relevância do uso eficiente da água, em particular a reutilização de águas residuais tratadas, no âmbito dos PGRH», de Paula de Brito Pereira (pág.24-
- «SMART WATER SYSTEMS: Exemplo da aplicação do AQUASAFE na SIMTEJO», de Pedro Póvoa (pág.27-
Leia também a reportagem «Eco-inovação na Europa» (pág.32
A 'Investigação' desta edição fica a cargo de Fátima Carvalho, Ana R. Prazeres e Javier Rivas no âmbito da «Gestão das águas residuais da indústria de queijo» (pág.41

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12 novembro 2012

TECNOHOSPITAL [54]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 54

Esta edição abre com uma entrevista a Nuno de Sousa Pereira, diretor da «Porto Business School» (pág.4-7).
O dossier desta 54ª edição é dedicado à 'Farmácia hospitalar e política do medicamento' e inicia-se com um artigo homónimo de Odete Isabel (pág.12-15). Segue-se António Luiz Araújo, com a «Segurança na conservação de medicamentos» (pág.16-18). Paulo Barradas reflete sobre «A indústria farmacêutica em Portugal: dos medicamentos genéricos à biotecnologia» (pág.20-23). Já Sofia Pinto foca «A política do medicamento e o seu impacto na farmácia hospitalar» (pág.24-27). Cristina Pratas faz «Breves reflexões sobre preços na política do medicamento» (pág.28-30). Patrick Bárcia apresenta a «Produção in-situ de oxigénio medicinal» (pág.31-32) e João Almeida Lopes levanta a questão «Que limites, em saúde?» (pág.34-36).
Na secção 'Tecnologia' leia sobre a «Mamografia espectral de contraste no Hospital de Santarém: Técnica inovadora em imagiologia mamária e pioneira em Portugal», por Inês Pereira e Maria Sapeira (pág.38-39). Outro artigo de interesse é «A qualidade e a ISO 9001 nas instituições de saúde», de David Sanders (pág.40-43).

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11 novembro 2012

TECNOHOSPITAL [53]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 53

O tema do dossier desta edição é a informática na saúde. Um tema que poderá, por exemplo, ser do interesse dos estudantes de ciência da informação. Neste contexto, pode ler sobre o enquadramento e processos dos sistemas e tecnologias de informação na saúde (por Álvaro Rocha), os sistemas de gestão e da segurança da informação nas organizações de saúde (por David Campos), o desenho da plataforma de dados da saúde (PDS) ao serviço dos cidadãos e dos profissionais da saúde (por Lia Patrício e António Brito), o aumento da eficiência do circuito de MCDT (por Carlos Beco), a interoperabilidade em medicina (por Paulo Barbeiro) e, também, sobre a plataforma de dados de saúde - i.desafios (por Diogo Reis e Henrique Martins).
A grande entrevista foi feita a Manuel Eugénio, diretor do setor Healthcare da Philips Portugal e country manager da Philips Portuguesa, S.A.
O artigo técnico desta edição é sobre os materiais cirúrgicos, subordinado ao tema "Os materiais fibrosos e a medicina".

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07 novembro 2012

PIPOCAS COM TELEMÓVEL e outras histórias de falsa ciência

Autores: DAVID MARÇAL e CARLOS FIOLHAIS
Editora: GRADIVA

A falsa ciência que circula na internet, nos media, que se vê no supermercado e até - pasme-se! - na escola; a falsa ciência na saúde e a falsa ciência na própria ciência. Num livro bem-humorado e muito esclarecedor, os autores desmontam alguns «factos» pseudcientíficos que se construíram e alimentam no nosso quotidiano. Como eles próprios afirmam, «se a ciência pode ser divertida, a pseudociência é garantidamente muito divertida». Uma leitura informativa que expõe os logros mais actuais.
Não há lugares seguros.
A única segurança terá de estar no leitor: uma atitude crítica poderá evitar-lhe contratempos e poupar dinheiro. Lembre-se de que a ciência assenta na observação, na experiência e na correcção de erros, e não nas palavras de pretensas autoridades que nunca aceitam ser corrigidas. Não se deixe enganar!

Logo no início surgem histórias de falsa ciência recorrendo ao exemplo que dá nome ao livro, isto é, a (im)possibilidade de se fazerem pipocas com telemóveis. Recheado de humor este livro é perfeito para quem quer saber mais sobre ciência de uma forma agradável, divertida mas de confiança.
Posto isto, os autores realçam que existe uma diferença entre jornalismo e ciência, deixando um alerta para os cuidados a ter na preparação de uma notícia sobre ciência onde, segundo os mesmos, o problema é precisamente a "ausência da própria ciência".
No capítulo "falsa ciência de supermercado" somos alertados para o uso da ciência como bandeira publicitária para produtos alimentares. Os autores lembram que, por exemplo, a Danone chegou a reconhecer que não existe nenhuma evidência científica de que um iogurte Activia por dia «regula o trânsito intestinal». 
Muitos outros temas de interesse podem ser lidos neste livro, nomeadamente, a falsa ciência na escola, na saúde e até mesmo na própria ciência.
É de ler para crer!

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05 novembro 2012

CONSTRUÇÃO MAGAZINE [51]


Número: 51

A presente edição da «Construção Magazine» é dedicada a um tema com o qual somos confrontados praticamente todos os dias: as patologias em edifícios recentes. Muitas vezes perguntamos o que poderá ter corrido mal para um edifício recente já apresentar problemas tão visíveis. Pois nesta revista é possível entender as patologias estruturais em edifícios recentes (pág.9-16), saber como evitar algumas anomalias em coberturas em terraço (pág.18-21), conhecer o sistema de inspeção e diagnóstico de ETICS (External Thermal Insulation Composite System) em paredes (pág.22-23) e ainda ler sobre as patologias de caráter higrotérmico (pág.26-30). Além disso, nas páginas 32-35 dá-se resposta à questão "As anomalias em revestimentos de paredes e tetos podem afetar seriamente a segurança?".
Outros temas de interesse são a reabilitação do património - o diagnóstico e classificação de anomalias e rebocos no Palácio Nacional de Sintra, a proteção ao fogo de estruturas de madeira, as estruturas metálicas do Palácio de Cristal do Porto e quanto à sísmica as implicações do Eurocódigos na prática de projeto e construção de edifícios.

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28 outubro 2012

RH MAGAZINE [82]

Revista: RH MAGAZINE
Número: 82

Este número da RH Magazine é uma edição especial dedicada ao tema "Pessoas, Tecnologias e Negócios", sustentada no argumento de que os benefícios que advêm do alinhamento entre a tecnologia, o meio empresarial e as pessoas podem resultar na melhoria da qualidade de vida
Foi com esta ideia em mente que a RH Magazine selecionou uma série de artigos relevantes sobre o impacto das tecnologias sobre as pessoas e negócios.
Pode então ler um artigo que procura explicar como se poderá tornar competitivo na procura de um emprego, nomeadamente através do conhecimento do real valor pessoal e do recurso ao networking. Pode ainda ler sobre a "Gestão de Carreira", mais concretamente sobre potenciar a motivação intrínseca. Para além disso é feito um foco às vantagens do Assessment online como metodologia de apoio à seleção e formação de colaboradores. Neste contexto é apresentada uma entrevista pertinente a Luís Salvado, CEO da Novabase, empresa ligada às tecnologias de informação que tem desenvolvida uma visão voltada para a simplificação da vida das pessoas através da tecnologia. Outro dos entrevistados desta edição é  Nuno Velho, Managing partner da Actual Training, enquanto a empresa em foco é a Galileu, especializada em potenciar o sucesso das pessoas nas organizações.

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02 outubro 2012

FILOSOFIA

Autor: JEREMY STANGROOM

Conheça os conceitos fundamentais que constituem a base do pensamento filosófico, como metafísica, psicanálise, libertarianismo e feminismo.
São aqui apresentadas as figuras mais influentes, das vozes clássicas de Sócrates, Aristóteles e Platão, à polémica revolucionária de Marx e às pedagógicas lições de Piaget e Chomsky.
Tudo o que precisa saber sobre o complexo e provocador mundo da filosofia, condensado numa mão cheia de conhecimento.

Da coleção "Pequenos livros - Grandes ideias" destacamos o primeiro volume «Filosofia» de Jeremy Stangroom.
Neste livro percorre-se o Pensamento Clássico, Filosófico, Psicológico, Social, Político, Educacional, Feminista e Critico. Esta obra é particularmente apelativa, quer na sua linguagem quer na sua organização e apresentação.  
Esta pequena enciclopédia temática fala-nos de cinquenta dos maiores pensadores de sempre, sendo que para cada um deles é feito um resumo das suas principais linhas de pensamento, de forma a que o leitor tenha acesso rápido aos conteúdos essenciais que caracterizam esta área do saber.

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16 setembro 2012

COMPREENDER AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS


Autores: CHRIS BROWN; KIRSTEN AINLEY
Editora: GRADIVA

Um livro de referência no estudo das relações internacionais agora traduzido para português a partir da quarta edição original. Os autores examinam de forma sistemática as questões clássicas da teoria das relações internacionais - poder, interesse nacional, política externa e guerra - ao mesmo tempo que fornece uma análise do impacto da globalização na segurança, na governação e na economia mundial. Procura-se sempre mostrar com as teorias apresentadas e avaliadas pelos autores podem ajudar a dar sentido aos complexos acontecimentos mundiais actuais, da ascensão da Rússia e da China à crise económica mundial e a mudança do papel da América, passando pelos desafios da política de identidade e dos direitos humanos.

A quarta edição deste livro, destinado à disciplina de Relações Internacionais, surge renovada com a introdução de um capítulo que sumariza as ocorrências mundiais dos últimos quatro anos, perspectivando ainda o futuro do mundo, como multipolar. Da mesma forma acompanha a evolução do Tribunal Penal Internacional, motivo pelo qual foi amplamente revisto o capítulo dedicado aos direitos humanos, direito humanitário e guerra humanitária.
Para "compreender" as Relações Internacionais vai precisar de ler os 12 capítulos deste livro, que começa por definir relações internacionais, desenvolve a teoria no século XX e a dos dias de hoje, trata questões de poder e segurança, equilíbrio de poder, globalização, identidade, entre outros.
Nota de destaque para a caixa de leituras complementares que acompanha cada um dos capítulos, com  uma aposta sobretudo nas publicações periódicas fortemente difundidas na internet.
A leitura desta obra vai exigir consumo de tempo, mas é totalmente satisfatória e acessível, mesmo para quem começa agora a dar os primeiros passos nesta disciplina.

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05 setembro 2012

OS MELHORES ANOS: CHURCHILL 1940-45


Autor: MAX HASTINGS
Editora: CIVILIZAÇÃO

De leitura envolvente e pormenores brilhantes, Os Melhores Anos: Churchill 1940-45 de Max Hastings apresenta Churchill em tempo de guerra de forma clara e vívida. Ao examiná-lo pelos olhos daqueles que o conheceram bem e da perspetiva  de um maior leque de personalidades significativas - incluindo russos e americanos -, constrói um retrato completo da realiade por trás do ícone - heroico e exigindo heroísmo aos outros, prudente mas capaz de loucura; por vezes extremamente impopular, mas amado e admirado.

Podia ser apenas mais um livro sobre Churchill, mas é bem mais do que isso.
Esta obra sobre o "pai" da Guerra começou a tomar forma há nove anos atrás com a participação, como comentador, de Max Hastings na célebre biografia de Churchill de Roy Jenkins, onde Hastings demonstrou um profundo entusiasmo sobre a temática da Segunda Guerra Mundial.
Tendo o dia 10 de maio de 1940 como ponto de partida, o dia em que Churchill tomou a liderança da Grã-Bretanha, o autor destaca sobretudo a primeira metade do conflito onde, segundo o mesmo,  pode contribuir com mais novidades para a literatura sobre Churchill, o mesmo período em que o líder britânico esteve  no auge da sua atividade.
Max Hastings optou também por evidenciar os comportamentos de Churchill ao invés da descrição detalhada dos conflitos, realçando a relação conturbada do primeiro-ministro com o povo, o modo como o exército não esteve ao nível das suas expetativas, assim como desmistificando o impacto da relação com os seus generais como uma questão central da missão militar da Grã-Bretanha.
«Os Melhores Anos» é portanto uma obra portentosa, seja em termos de qualidade, de dimensão ou de interesse!

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10 agosto 2012

SHAKESPEARE


Autor: GIUSEPPE TOMASI DI LAMPEDUSA
Editora: TEOREMA


«William Shakespeare nasceu num dia impreciso do mês de Abril de 1564 (a data de 23 de Abril, que é também a da morte, parece ser um belo achado sentimental de algum admirador seiscentista).

Inserida no curso de literatura inglesa de Giuseppe Tomasi di Lampedusa, esta obra é uma breve biografia do aclamado poeta e dramaturgo inglês, construída sobretudo a partir da análise à sua extensa literatura.
Os capítulos de introdução deste trabalho apresentam uma biografia documentada da vida de Shakespeare, ou seja o pouco que é possível afirmar convictamente sobre a mesma, e uma biografia dedutiva alimentada pelas divergências entre estudiosos.
A análise da obra de Shakespeare, enquadrada com o paradigma histórico, social e literário, é feita com o objetivo de instruir mas através de uma escrita casual.
Respeitando a ordem cronológica e a própria evolução de Shakespeare, o livro está organizado em fases distintas do teatro de Shakespeare, o período juvenil, o período de maturidade (Romeu e Julieta, Sonho de uma Noite de Verão), o período máximo (Hamlet, Rei Lear) e o período final.
“Shakespeare” de Giuseppe Tomasi di Lampedusa é um trabalho que reúne o essencial sobre Shakespeare de uma forma compacta!

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06 agosto 2012

TECNOHOSPITAL [51]

Revista: TECNOHOSPITAL
Número: 51


A edição número 51 da «Tecno Hospital» aborda em dossiê os principais aspetos relacionados com as questões de limpeza, desinfeção e esterilização, tais como: a infeção hospitalar, o sistema de lavagem de 2 passos, o reprocessamento de dispositivos médicos de uso único, assim como, a formação continua como uma exigência na aquisição de competências no reprocessamento de dispositivos médicos.
No contexto editorial desta edição foi convidado o Eng.º Abraão Ribeiro, Presidente da Direção da Associação Portuguesa de Infecção Hospitalar (APIH), para coeditor. Tendo contribuído ainda para a corrente publicação um conjunto de profissionais com experiência na realidade hospitalar: médicos, enfermeiros, engenheiros e responsáveis técnicos de empresas especializadas, para além de técnicos de laboratório e de farmácia.
A personalidade entrevistada é o Eng.º João Seabra, Diretor Geral do Sector HealthCare da Siemens, que entre outros motivos de interesse explica o objetivo do Sector HealthCare em alargar a sua atividade a áreas como a gestão hospitalar e o planeamento de unidades hospitalares e de recursos.

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05 agosto 2012

INDÚSTRIA E AMBIENTE [74]


Número: 74


A transformação de resíduos em recursos é o ponto central do volume 74 da «Indústria e Ambiente» e como tal conta com a colaboração de Fernando Leite, Administrador da Lipor, como coeditor. Neste sentido poderá contar com artigos especializados que passam pelas oportunidades de melhoria na gestão de resíduos e tratamento do “lixo”, os compostos de RSU e a melhoria dos solos e, ainda, o ponto da situação e perspetivas da valorização energética de resíduos sólidos urbanos. Além disso, pode ler sobre o que está para além da simples recolha de lixo, os desafios futuros e a lenta evolução da gestão de resíduos em Portugal.
Nesta revista é também apresentada uma investigação de Rui Aguiar Pinto sobre a Química Farmacêutica Verde e como esta se afasta da produção clássica para se apresentar como um processo ambientalmente sustentável.
O entrevistado desta edição é Luís Veiga Martins, Diretor geral da Sociedade Ponto Verde e Presidente da Pro Europe, que salienta o caso de sucesso de Portugal no que diz respeito à gestão de resíduos.

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26 julho 2012

DIREÇÃO E GESTÃO DA FORÇA DE VENDAS

Coordenação: ELISABETH DE MAGALHÃES SERRA
Editora: VIDA ECONÓMICA

A conjuntura económica, a evolução tecnológica e o desenvolvimento de novos produtos/serviços, exige que as empresas sustentem o seu crescimento na reformulação da sua estratégia comercial – dos tradicionais sistemas de venda (“selling oriented”) evoluam para um enfoque de natureza consultiva orientado à satisfação das necessidades dos seus mercados.
Cada vez mais competitivas e complexas, as vendas enfrentam desafios provenientes de várias frentes: (1) diferentes perfis de compra dependentes do grau de informação dos clientes; (2) uma concorrência eficiente e eficaz que responde ao mercado em tempo cada vez mais curto; (3) a indiferenciação entre produtos e serviços; (4) equipas de vendedores difíceis de gerir com objetivos nem sempre coincidentes com os da Organização; (5) as novas tecnologias que alteram sistematicamente as regras de mercado, favorecendo a desintermediação e a venda direta.
Com o lançamento deste livro o mercado passará a dispor de um manual especializado, dotado de elevado potencial de inovação e adesão à realidade empresarial.

Esta obra, coordenada por Elisabeth de Magalhães Serra, tem como motivação a Tese de Mestrado de Simão Soares Machado em Gestão da Força de Vendas, e agrega os conhecimentos de um conjunto de autores especialistas em Marketing. Desta colaboração resulta um livro que aborda várias perspectivas convergentes com a gestão de equipas de vendas.
A estrutura do livro contempla um capítulo destinado à Introdução ao Conceito e Função das Forças de Vendas, desenvolve o Paradigma da Gestão de Força de Vendas na Gestão de Marketing, com foco particular no Marketing Relacional, trata da Direção de Vendas, da Gestão e Motivação da Força de Vendas, para terminar com as Métricas de Avaliação de Desempenho. Os capítulos da obra expõem casos de estudo prático como complemento.
«Direção e Gestão da Força de Vendas» assenta numa realidade prática, na medida em que se adequa ao quotidiano empresarial, ao apoiar decisões comerciais, assim como se torna oportuno para estudantes e investigadores aprofundarem conhecimentos sobre esta temática.
O livro está ainda disponível na versão ebook.

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25 julho 2012

INVEST [90]

Revista: INVEST
Número: 90

Dedicada ao empreendedorismo verde, a revista desafiou um grupo de 500 alunos do ensino superior e profissional a criarem soluções sustentadas para as cidades. Esta edição dá a conhecer o vencedores e como tornar os projetos realidade.
Além disso, poderá ler sobre uma oportunidade de negócio a vender sacos de gelo no Brasil; empresárias que transformam sapatos tradicionais em sapatos de luxo; uma possível ameaça à indústria tabaqueira por parte de uma empresa que pretende acabar com o vício do cigarro em 90 minutos num processo indolor.
Leia também a análise de António Henriques, CEO da CH Business Consulting sobre «Como a Destroika vai salvar-nos», a Destroika é um programa de gestão de mudança inovador que tem como objetivo salvar empresas e empregos.

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21 julho 2012

A TRAGÉDIA DE FIDEL CASTRO

Autor: JOÃO CERQUEIRA

Há quase 50 anos, Fidel Castro espantou o mundo com a sua revolução. Mas será que El Comandante perdeu o rumo? Ter-se- á transformado no pior inimigo do seu povo?
A Tragédia de Fidel Castro é um livro simultaneamente divertido e exigente, conduzindo-nos à mente de um dos mais enigmáticos e polémicos líderes do mundo atual. A sátira e o humor inteligente — ora discreto ora descarado — prendem-nos e despertam a reflexão. A narrativa foge a quaisquer regras, propondo-se revelar a intricada mente de Fidel como nenhum outro livro o fez.
Qualquer um ficará surpreendido com os personagens que irá encontrar: Cristo, Afonso Henriques, o Grande Inquisidor, Fátima, Deus e o Diabo... , figuras simbólicas desta tragédia fantástica onde apenas Fidel Castro é real.
Entre as sátiras de Gil Vicente, Ramalho Ortigão e Fialho d’Almeida e a fantasia de Ruben A. Leitão, A Tragédia de Fidel Castro abre uma página nova na literatura portuguesa, na qual se descobre o nosso próprio país.

João Cerqueira rescreveu a História, e fê-lo com grande inspiração!
A trama tem como pano de fundo a ambição imperialista de Cuba, de Fidel Castro, e os seus desígnios de conquistar o reino de Dom Afonso Henriques, onde qualquer semelhança com o Portugal contemporâneo não é a mais pura das coincidências. Dado o mote, esta «Tragédia de Fidel Castro» está repleta de incidentes insólitos - imagine-se o cenário em que El Comandante refugiado num mosteiro isolado em solo português, incita à sublevação dos “loucos” sobre os monges e destes sobre o abade.
A narrativa de João Cerqueira deriva constantemente da ligeireza popular para a densidade intelectual, o que confere ao livro uma cadência anti- aborrecimento. Das características de escrita de João Cerqueira destaca-se, ainda, o engenho em criar trocadilhos inteligentes e um registo de descrição bastante gráfico (a intimidade de El Comandante narrada como nunca antes).
«A Tragédia de Fidel Castro» é portanto uma obra não convencional, desaconselhada a suscetíveis político-religiosos, que garante momentos de leitura com boa disposição.

O autor é licenciado e mestre em História de Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e especialista na obra do artista plástico José de Guimarães, é ainda autor das obras Arte e Literatura na Guerra Civil de Espanha, A Culpa é destas Liberdades, Reflexões do Diabo e co-autor da biografia Maria Pia: Rainha e Mulher.

17 julho 2012

MICROECONOMIA - TEORIA E PRÁTICA SIMPLIFICADA


Autora: MICAELA PINHO
Editora: SÍLABO

A Microeconomia é uma área da economia que estuda a tomada de decisões racionais por parte dos agentes económicos num contexto de escassez de recursos. O seu caráter técnico confere-lhe alguma complexidade que este manual procura simplificar. A matéria compilada em cinco capítulos é exposta de uma forma sintética e pragmática em termos teóricos com recurso a representações gráficas. Os conhecimentos teóricos são depois testados num vasto conjunto de exercícios, resolvidos e propostos.
Esta obra destina-se, sobretudo, a estudantes do 1º ciclo. No entanto e, uma vez que compreende as principais temáticas abordadas em qualquer curso servirá certamente àqueles que prosseguem os estudos ao nível do 2º ciclo.

Este livro resulta da experiência da autora, Micaela Pinho, como docente de microeconomia nos últimos 15 anos, dos cursos de economia e gestão de empresas, em que se apercebeu das dificuldades que os alunos sentiam em estudar esta disciplina técnica. Desta forma, a autora previu a necessidade de editar uma compilação de caráter teórico e prático que se materializou neste trabalho.
O livro está organizado em cinco capítulos, que representam tópicos essenciais de suporte à formação de economistas e gestores, tais como, o estudo do equilíbrio do mercado (teoria dos preços), teorias do consumidor, produtor e dos custos, assim como, as estruturas do mercado.
Escrito com grande objetividade, clareza e repleto de elementos gráficos, o livro faz acompanhar os capítulos teóricos com problemas resolvidos, exercícios a resolver com as devidas soluções, para além das questões teóricas e de escolha múltipla.

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12 julho 2012

INVEST [89]

Revista: INVEST
Número: 89

O emergente “cowork” é o tema em evidência nesta «Invest». Trata-se de uma tendência global que começa a marcar presença no nosso país e consiste numa partilha de espaço de trabalho, possibilitada pela evolução das tecnologias de informação e comunicação, que permite reduzir despesa. Conheça todos os pormenores relacionados com este conceito através da «Invest».
Esta edição foca, ainda, as oportunidades de negócio potenciadas pela internet. Poderá ler sobre as vantagens e desvantagens do comércio 100% na net, sobre o novo folego que a internet confere aos negócios tradicionais, nomeadamente na distribuição de peixe fresco porta-a-porta.
Na secção “Negócios” fique a par de um modelo de negócio que reside na distribuição de lanches saudáveis pelas empresas, de um projeto de investigação que visa a extração de petróleo de vegetação “inútil”, do primeiro veículo de cavalos português, entre outros.
A iniciativa “conversas improváveis” coloca frente a frente Francisco Louça e Miguel Sousa Tavares que debatem a troika, a questão do desemprego, os serviços secretos e o caso Miguel Relvas.

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04 julho 2012

A ÚLTIMA PEPITA

Autor: LUCAS FIGUEIREDO
Editora: MARCADOR

Um dos períodos mais fantásticos da história de Portugal, num livro que mostra a incrível saga dos portugueses na corrida ao ouro no Brasil.
«Se pudesse escolher, Sua Majestade Fidelíssima talvez tivesse preferido passar o dia a tocar violoncelo ou a traduzir mais uma peça de Shakespeare para o português, trancado no gabinete real. Disso era o que D. Luís I gostava e fazia de melhor. Mas naquele princípio de fevereiro de 1876, a sua agenda incluía uma tarefa que ele não apreciava e que definitivamente não era a sua especialidade: governar Portugal. A missão estava longe de ser árdua, mas o seu significado era triste. D. Luís deveria vistoriar as joias da Coroa a fim de escolher algumas para serem vendidas.
Na vistoria, Sua Majestade notou um caixote e resolveu ver o que tinha dentro. Descobriu vasos, urnas e conchas e remexendo um pouco mais encontrou uma preciosidade: uma enorme pepita de ouro, do tamanho de um melão.» Esquecida durante décadas nos Tesouros Reais, a pedra retirada de solo brasileiro é o último remanescente de uma época de riqueza incalculável para o velho império lusitano. É com esta cena – insólita mas absolutamente verdadeira – que Lucas Figueiredo inicia esta brilhante investigação histórica.

Esta obra, da autoria do jornalista premiado Lucas Figueiredo, consagra uma investigação que atravessou três continentes (Europa, América do Sul e África). Todo o conteúdo assenta numa estrutura de fontes sólida, como arquivos de documentos, coleções de fontes primárias e acervos históricos, com o complemento de uma extensa bibliografia.
Consequentemente, toda a exposição é marcada pelo detalhe, sendo inúmeros os pormenores que a pesquisa de Lucas Figueiredo permitiu destacar, que em muito contribuem para a fundamentação das conclusões avançadas pelo autor. A leitura do livro é dinâmica e vai muito além da aventura da demanda pelo ouro, uma vez que todos os elementos estão relacionados e vamos lemos simultaneamente sobre o clima económico-político português e a “construção” do Brasil.
Depois de nos aguçar o apetite com a premissa inicial da descoberta da pepita de ouro por D. Luís I, a narrativa arranca em 1495 e estende-se até 1827, sendo segmentada pela Busca, Descoberta, Corrida, Decadência e o Fim, abrangendo a dinastia de Avis, a Filipina e a de Bragança.
Este livro deverá fazer parte das estantes de todos os que gostarem de relacionar a leitura de teor informativo com o entretenimento.


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02 julho 2012

RH MAGAZINE [80]


Revista: RH MAGAZINE
Número: 80

A RH Magazine preparou uma edição especial sobre as boas práticas na gestão de Recursos Humanos, divulgando as empresas que têm tido o melhor desempenho neste contexto. Para tal, aproveitou a 8ª edição do Prémio RH para dar voz aos protagonistas galardoados, que testemunham pessoalmente acerca do sucesso das políticas de gestão das organizações que representam.
Conheça, através da experiência de Artur Nunes, Managing partner da Humanpersi, as dez boas práticas internacionais da ISPI para a melhoria da performance e produtividade das organizações. De acordo com Artur Nunes este tema é essencial na discussão das soluções no contexto económico atual.
Já Luísa António, Managing partner da LA Innovative Trainer, destaca a importância de novas metodologias para a sustentabilidade nos resultados e apresenta as boas práticas de formação adaptadas ao contexto instável nacional e internacional. A autora defende que o sucesso na área da formação depende da personalização, colaboração e informalidade.
O grande entrevistado da presente edição é Rui Henriques, administrador-delegado da RHmais.
A última edição do Rock in Rio Lisboa é dada como um caso de boas práticas em virtude do exemplo que transmite na gestão de recursos humanos, ao mesmo tempo que realça a importância da cidadania ativa, empreendedorismo e voluntariado para o desenvolvimento sustentado.
Em “Prisma síntese” poderá ficar a saber a estratégia do Call Centre da Vodafone, quais as exigências da redefinição do mercado de trabalho para as empresas, e ainda, como criar um bom ambiente de trabalho em período de crise.

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01 julho 2012

CONSTRUÇÃO MAGAZINE [49]


Número: 49

Esta edição destaca os polímeros reforçados com fibras (FRP), tendo em conta o papel determinante na reabilitação do espaço construído, focando com maior incisão a sua baixa resistência ao fogo, uma vez que esta é a questão mais problemática da aplicação de FRP em sistemas de reforço de estruturas.
Como é tradição na Construção Magazine é convidada uma personalidade para coeditor. Nesta edição essa tarefa é atribuída ao investigador da área, Professor João Ramôa Correia, do Instituto Superior Técnico.
Nos artigos especializados poderá ler sobre a avaliação de desempenho de soluções de proteção face à ação térmica para sistemas de reforço com FRP, sobre o reforço de elementos de betão armado com recurso a laminados de CRFP multidirecionais, e ainda a respeito do desenvolvimento de sistemas de proteção ao fogo para elementos de betão armado reforçados com laminados de CRFP. Para além destes, são apresentados os resultados relativos a uma campanha experimental em que se estudou o comportamento de perfis de GRFP sob a ação do fogo. A temática é complementada com artigos sobre a reabilitação sísmica de pilares de betão armado com CFRP e o reforço de vigas de betão armado com laminados de CRFP pré-esforçados.
Neste âmbito é apresentada uma entrevista a um dos maiores especialistas na matéria, o Professor Thomas Keller, que nos fala do Composite Construction Laboratory da EPFL, de projetos de investigação e na necessidade de apostar forte na inovação.

De destacar ainda o suplemento «Energuia», o Guia de Eficiência Energética nos Edifícios, que se foca nas "casas inteligentes".
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26 junho 2012

OS PAPAS

Autor: JOHN JULIUS NORWICH
Editora: CIVILIZAÇÃO

John Julius Norwich centra-se na mais antiga instituição do mundo, seguindo a linha papal pelos séculos, desde o próprio São Pedro — tradicionalmente (ainda que, de modo algum, historicamente) o primeiro papa —, até ao presente, Bento XVI.
Dos cerca de 280 detentores do ofício supremo, alguns foram inquestionavelmente santos, enquanto outros se deleitaram com a mais indescritível iniquidade. Diz-se que um era mulher, só tendo este facto sido descoberto quando deu à luz imprevidentemente durante uma procissão papal. Quase tão chocante é a história de Formoso, assassinado e o seu corpo exumado, vestido com todos os paramentos litúrgicos, sentado num trono e sujeito a um julgamento. Ou a de João XII, sobre quem Gibbon escreveu: “pelo facto de violar virgens e viúvas, as peregrinas não iam visitar o santuário de São Pedro.”
John Julius Norwich atualiza a história papal com entusiasmantes investigações do antissemitismo do desprezível Pio XII, o possível assassinato de João Paulo I e o fenómeno do papa polaco, João Paulo II. Da glória de Bizâncio à decadência de Roma, da Heresia Albigense à controvérsia no seio da atual Igreja, Os Papas é uma obra escrita de forma soberba e reveladora.

O autor, John Julius Norwich, além de um célebre historiador, apresentador e autor de documentários para a televisão inglesa, é também um versátil escritor, como poderá constatar com a leitura da mais recente obra, «Os Papas».
Este livro conta a história, através dos seus representantes máximos, da mais longa monarquia absoluta ainda em persistência. São cerca de 2000 anos condensados numa única obra, numa demonstração clara de poder de síntese e seleção criteriosa de conteúdos que mantêm o leitor sempre concentrado no texto para não perder pitada.
Apesar do caráter desprendido que John Julius Norwich imprime à escrita, o que suscitará o interesse de meros curiosos que apenas queiram saber um pouco mais sobre o papado, este é um trabalho com o potencial para servir a comunidade científica. O autor tem um discurso assertivo, objetivo, neutro e, acima de tudo, fundamentado, uma vez que privou com alguns papas e desempenhou funções na Biblioteca do Vaticano.
O foco do autor incide sobretudo numa análise política, cultural e social, passando um pouco ao lado da teologia, recorrendo a esta apenas quando é útil destacar as questões doutrinárias. Segundo o autor, “ao fazê-lo, segui os passos de muitos dos papas, um número surpreendente dos quais parece ter-se interessado muito mais pelo seu próprio poder temporal do que pelo seu bem-estar espiritual”.
Para quem conhece o trabalho prévio deste autor a leitura d´«Os Papas» será uma confirmação do talento do mesmo e uma garantia da qualidade deste título, para todos aqueles que nunca tiveram a oportunidade de ler John Julius Norwich, este será certamente uma agradável surpresa.

Pode comprar o livro aqui!

14 junho 2012

FUNDAMENTOS DA GESTÃO DE PESSOAS

Autor: ALBINO LOPES
Editora: SÍLABO

Este livro é o produto de uma reflexão conduzida a pensar na formação de gestores para os Recursos Humanos das organizações do século XXI. O texto evidencia sete grandes princípios da gestão de pessoas: um relativo à liderança e seis outros relativos às práticas de gestão.

Albino Lopes defende que um dos grandes problemas da gestão de recursos humanos é a burocratização das práticas. Com isto em mente o autor apresenta o modelo dos ´6 C’, nomeadamente: comunidade; competências, confiança, circulação do saber, coesão social e comunicação transversal.
O que a obra traz de novo é o facto de enquadrar a gestão de recursos humanos numa perspetiva nacional, assente nas micro, pequenas e médias empresas, ao contrário do que é feito habitualmente, isto é, a abordagem do ponto de vista das grandes organizações.
Para tal, o ponto de partida da obra dá-se com a apresentação de um estudo de caso sobre a ‘A.J. Lobo’, que serve como suporte à análise teórica.
A liderança é também um dos focos desta obra, onde o autor afirma que: “Liderar não é gerir. O líder não gere a organização. Pelo contrário, vai pedir a cada elemento, a cada unidade que faça a gestão adequada. A liderança concentra-se, fundamentalmente, na partilha da visão”.
Uma obra muito completa que será certamente um contributo fundamental para alunos e docentes da área e também para os profissionais.

07 junho 2012

GUIA DE ARQUITETURA - SUL E ILHAS DE PORTUGAL

Autores: NUNO CAMPOS e PATRÍCIA MATOS
Editora: VIDA ECONÓMICA

Com mapas, fotografias e textos referentes a obras realizadas a partir de 1974, informação sobre o tipo de visita possível e coordenadas GPS.
Um guia fiável e prático, que para além de possibilitar a seleção das obras, contém informação que permite contextualizar as mesmas no tempo e no espaço e que responde de forma eficaz aos anseios de quem gosta de visitar obras de arquitetura.
Se o Guia de arquitetura Norte e Centro de Portugal apresenta as mais interessantes obras de arquitetura construídas no Norte e Centro, este livro exibe as obras construídas no Sul e Ilhas, no mesmo período de tempo: 1974-2010.
ÁLVARO SIZA, no texto introdutório do livro afirma: “…Posso pessoalmente prever o interesse que despertará a publicação deste Guia… A procura de Guias de Arquitetura, não só por parte de arquitetos, acompanha hoje o hábito e gosto generalizados de viajar.”
Este guia, da autoria dos arquitetos Nuno Campos e Patrícia Matos, responde de forma eficaz aos anseios de todos aqueles que gostam de visitar obras de arquitetura: um guia com boas obras, fotos esclarecedoras, mapas e, inovando neste ponto, com coordenadas GPS.

Já pensou conhecer o Sul de Portugal ou as Ilhas numa perspetiva de apreciar arquitetura do pós-25 de Abril? Se já, este guia será o seu melhor aliado para o ajudar a identificar os locais a visitar.
Conheça as obras arquitetónicas de Beja, Évora, Faro, Lisboa, Setúbal, Açores e Madeira, criadas desde 1974, cuidadosamente escolhidas após uma extensa pesquisa, por dois arquitetos portugueses.
Esteticamente apelativo, o guia foi integralmente escrito em português e inglês, pelo que poderá ser uma ótima prenda para oferecer a amigos estrangeiros que partilhem a paixão pela arquitetura.
Congratulamos os autores pela iniciativa e pelo excelente resultado final deste guia.

Boas viagens!

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01 junho 2012

SONHOS SÃO OLHOS QUE VÊEM A CORES

Autor: AGOSTINHO ABADIA

É um escritor mas mais que alguém que escreve é um “consciencializador”. É aparentemente simples, na forma de escrever e de ser, ainda que goste de levar essa simplicidade, essa subtileza, para terras mais carregadas de simbolismo e de reflexão. É recatado, gosta de observar e de ouvir e isso influencia o que escreve.
Não gosta de estar preso, pois prefere se deixar andar e ver onde, literáriamente, os dias o transportam. É apaixonado por tudo e principalmente pelo acto crítico de amar. Gosta de fotografia e de imagem. Vive a música e sente com ela. Vê nas artes uma janela com uma vista diferente do mundo em que vive.
É um optimista mas não descura a visão mais densa do negativismo, já que apesar de ser um ser positivista, compreende e percebe como funcionam as coisas que o rodeiam.
É um idealista e um criativo que gosta de estar presente e de se fazer ouvir. Gosta de fazer passar a mensagem.

Este livro é uma edição independente que só conheceu a luz do dia devido à abnegação, esforço e dedicação do autor, o que ilustra bem a paixão que este tem pela sua arte.
Ao longo das cerca de 100 páginas que constituem a obra, Agostinho Abadia transmite ao leitor, através dos seus poemas, uma diversidade de sentimentos, o que faz da leitura deste «Sonhos são olhos que vêem a cores» uma experiência completa. O autor escreve sobre o Amor, o Sossego e Melancolia, a Loucura, mas sobretudo da Vida.
Cada poema denuncia o contacto próximo que Agostinho Abadia tem com as inúmeras formas de arte, tal é a sensibilidade veiculada às suas palavras e a preocupação com o detalhe. Segundo o autor “Toda a palavra tem o tamanho que lhe quisermos sentir pesar”.
No entanto, nada melhor do que enunciar um fragmento da obra:

Talvez um dia serei como ele!
Talvez um dia serei mestria
De um vassalo aprendiz
Serei ousadia de não ousar
Ser vulgar insistente.
Serei negligente do que de mim
Advêm metodicamente.
Contrapartida do natural cerebral!


Se gosta de poesia pode seguir o trabalho de Agostinho Abadia no Facebook!

27 maio 2012

VENCEDOR DO PASSATEMPO «MARKETING RELACIONAL»



O vencedor do passatempo MARKETING RELACIONAL, uma parceria entre o Cita-Livros e as Edições Sílabo, é:

PAULA GRAMACHO!
Parabéns!

Obrigada a todos os participantes.

18 maio 2012

CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSO HUMANOS

Autores: ANTÓNIO EDUARDO MARTINS; ALBINO ANJO LOPES
Editora: RH EDITORA

O triângulo virtuoso da economia do conhecimento é composto por três vértices: a flexibilidade organizacional, a revolução tecnológica e o capital intelectual.
A flexibilidade compreende as noções de pequena dimensão e de iniciativa e empreendedorismo, as quais, conjugadas com a noção de rede intra e interorganizacional, criam as condições que potenciam os efeitos de adaptabilidade às variações do mercado e às necessidades de escala adequada ao modelo de ação.
A revolução tecnológica, obtida pela conjugação da informática e das telecomunicações e, nomeadamente, pelo desenvolvimento da Internet, transformou a atividade produtiva, colocando a informação no lugar anteriormente ocupado pela energia, enquanto fator principal da produção.
O capital intelectual é entendido como uma interação de indivíduos, com os seus talentos específicos, no seio de grupos dotados de espírito de equipa e comunidades de prática, com motivação para a aprendizagem conjunta, seguindo protocolos certificados e focalizados em garantir a qualidade do serviço prestado.
A importância da investigação neste novo conceito de capital intelectual revela-se verdadeiramente apaixonante, pois trata-se de partir à descoberta de uma nova fronteira, de um recurso infinito – o conhecimento –, determinante para o crescimento da economia e, por isso, do futuro do próprio Homem.

Este livro surge como consequência de uma investigação contínua, enquadrada na dissertação de mestrado em ciências empresariais de António Eduardo Martins e, retoma estudos antecedentes em que os autores propunham um modelo interpretativo do capital social em quatro dimensões, alicerçado no MDS (multidimensional scaling). Com este trabalho os autores descomplexam a noção de capital social ao mesmo tempo que a enquadram na realidade presente da economia do conhecimento.
Um dos méritos que se pode atribuir a esta publicação é a visão holística com que os autores analisam a questão do capital humano, abrangendo uma multiplicidade de contributos profissionais e académicos neste âmbito e, ainda, recorrendo a estudos de caso.
Os autores optaram por dividir a obra em quatro fases, paralelas à sequência da investigação, que funcionam como um fio condutor. Desta forma, na primeira fase apresenta-se a perspetiva histórica da gestão empresarial, o estado de arte da gestão e as diversas definições de gestão de conhecimento e capital intelectual. A descrição metodológica, correspondente à segunda fase desta obra, assenta sobretudo no estudo de caso dá suporte às fases posteriores   do estudo. Na terceira parte são apresentados os dados empíricos da investigação, obtidos no inquérito/questionário e na observação dos dados na Skandia (estudo de caso). Por fim são divulgadas as conclusões que fazem emergir um modelo explicativo sobre o capital intelectual.
“Capital Intelectual e Gestão Estratégica de Recursos Humanos” é produto de uma fusão de backgrounds do conhecimento destintos mas complementares. António Eduardo Martins tem larga experiência em gestão e economia, enquanto Albino Anjos Lopes é doutorado em Psicologia e relaciona a sua atividade com a Gestão de Recursos Humanos.

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